Archive for the 'Notoriedades' Category



de Tomas Tranströmer, Prémio Nobel de Literatura 2011

Após a morte de alguém
Era uma vez um choque
que deixou para trás uma longa e cintilante cauda de cometa.
Manteve-nos cá dentro. Desfocou as imagens do televisor.
Depositou-se nas gotas frias das linhas do telefone.
Ainda se pode deslizar em esquis, ao sol de inverno
por entre os bosques onde as folhas do ano passado ainda estão penduradas.
São como páginas arrancadas a antigas listas telefónicas –
nomes engolido pelo frio.
Ainda é belo sentir o coração a bater
mas muitas vezes sinto a sombra mais real do que o corpo.
O samurai parece insignificante
ao lado da sua armadura de dragão negro com escamas.
«Nunca gostei de poesia mas o meu caso, raro, doente, estranho, terminal termina quando oiço Tomas Tranströmer.»

Vittorio Alfieri

‎”A verdade é que a pena, na mão de um excelente escritor, resulta por si só numa arma muito mais potente e terrível, e de efeito muito mais prolongado, do que jamais poderia ser qualquer outro ceptro ou espada nas mãos de um príncipe.”

Vittorio Alfieri

Vittorio Alfieri

Do escritor que hoje destacámos, 202 anos após a sua morte, considerado o mais importante poeta trágico de Itália e que lutou e sofreu pela liberdade e pela unidade nacional no seu país.

Bibliografia de Vittorio Alfieri

Diane Ackerman

«As palavras são pequenas formas no maravilhoso caos que é o mundo; formas que focalizam e prendem ideias, que afiam os pensamentos, que conseguem pintar aquarelas de percepção.»

Diane Ackerman

Diane Ackerman

Tem diversas obras nos domínios da poesia, da ficção e da ciência. É autora do bestseller “A Natural History of the Senses”. Os seus ensaios sobre a natureza e a natureza humana apareceram em publicações como National Geographic, The New Yorker, New York Times, Smithsonian e Parade, entre outras.

A sua actividade tem merecido inúmeros prémios e distinções literárias e científicas, entre as quais se destacam a Guggenheim Fellowship e os prémios John Burroughs Nature e Lavan Poetry.

Destacamos Diane Ackerman que festeja hoje o seu 63.º aniverário.

Bibliografia de Diane Ackerman

Steve Jobs em Stanford (2005)

Memorável e admirável discurso de Steve Jobs, na cerimónia de graduação da Universidade de Stanford, em 2005.

Transcrição do discurso (em Inglês):
http://news-service.stanford.edu/news/2005/june15/jobs-061505.html

Zoran Živković

Zoran Živković

Zoran Živković

“Apaixonado por livros, não se limita a lê-los e a escrevê-los, transforma-os nos verdadeiros protagonistas das suas obras. Foi o que aconteceu com o seu primeiro livro, uma colectânea de contos intitulada “Biblioteca”, cujo principal fio condutor é o lado negro da literatura, e é o que sucede também com o mais recente livro de sua autoria, “O Último Livro”, que envolve paradoxos, enigmas e aparentes maldições […]” (Sérgio Almeida, in blog «Babel», Jornal de Notícias). Um “thriller pós-moderno fascinante, que lembra “O Nome da Rosa” (de Umberto Eco), mas com um desfecho ainda mais engenhoso e sofisticado” (in Nordwest Zeitung) e recentemente apresentado pelo próprio autor em Lisboa, no “Festival Silêncio”.

Trazemos hoje a destaque, no dia em que cumpre 63 anos, este escritor e ensaísta Sérvio, que foi também editor e guionista e apresentador de TV e cuja obra já se encontra traduzida em 12 línguas, tendo sido premiado em 2003 com o prestigiado World Fantasy Award.

Bibliografia de Zoran Živković

Alvin Toffler

“Em termos de educação, é esperado que as escolas preparem os jovens para vidas produtivas; mas enquanto os negócios mudam muito rapidamente as escolas mudam muito muito devagar. Na verdade, os sistemas educacionais resistem à mudança e por isso o que vemos é que o sistema de educação das escolas, que foi desenhado para servir a sociedade da geração industrial, está entre o sistema das instituições que menos está a mudar.”

Alvin Toffler

Alvin Toffler

É especialista em apontar tendências para o futuro. É, aliás, o tema dos seus onze livros. Dois deles são best-sellers, com enorme influência, ”O Choque do Futuro”, de 1970, e ”A Terceira Vaga”. O título do primeiro refere-se à previsão de mudanças sociais e tecnológicas. No segundo, mergulhou na análise dessas mudanças. Com duas décadas de antecedência, conseguiu prever, por exemplo, que as pessoas teriam computadores em casa e o aparecimento da televisão por cabo.

Foi editor da revista Fortune e hoje trabalha como consultor de empresas e de órgãos do governo americano, entre eles a Nasa.

Falamos de Alvin Toffler, no dia em que festeja o seu 83.º aniversário.

Bibliografia de Alvin Toffler

Heinz G. Konsalik

Heinz G. Konsalik

Heinz G. Konsalik

Ao passarem 12 anos da sua morte, destacámos este muito prolífico e um dos mais populares escritores alemães, cuja obra foi traduzida para 42 línguas e de que se venderam mais de 100 milhões de exemplares em todo o mundo. Foram os seus romances, dos quais o primeiro se intitulou “O Médico de Estalingrado” e que desde logo o consagrou, amargos e cruéis, onde o tema predominante é a guerra e a medicina, que lhe deram a notoriedade que alcançou, quer na Alemanha, quer em muitos outros países.

Começou por se licenciar em Medicina, mas cedo derivou para a Literatura. Mobilizado para a Segunda Guerra Mundial, em cuja experiência se inspirou na maioria dos seus livros, foi gravemente ferido em combate, na frente soviética, ao serviço do exército alemão e, de regresso ao seu país, foi assessor editorial, redactor e chefe de redacção especializado em dramaturgia, antes de se dedicar por inteiro à escrita.

Bibliografia de Heinz G. Konsalik

Walter Benjamin

A Mão que a Seu Amigo Hesita em Dar-se

“Perguntaste se eu amo o meu amigo?
como rompendo um demorado açude
na tua voz quis hausto que transmude
todo o cristal dos ímpetos consigo

Neste meu choro enevoado abrigo
pôs-me a palavra o peito em alaúde
que uma doce pergunta tua ajude
no sim furtivo que eu levei comigo

Mas a meu lábio lento em confessar-se
um mestre inda melhor o cunharia
A mão que a seu amigo hesita em dar-se

ele a tomou o que mais firme a guia
para que ao coração secreto amando
ao mundo todo em rimas o vá dando.”

(Walter Benjamin, in “Sonetos”,
tradução de Vasco Graça Moura)

Walter Benjamin

Walter Benjamin

Foi ensaísta, crítico de literatura, tradutor, filósofo e sociólogo da cultura, sendo um dos membros mais importantes da Escola de Frankfurt. Influenciado por doutrinas aparentemente díspares, como o materialismo marxista, o idealismo de Hegel e a mística judaica de Gershom Scholem.

Ainda adolescente, simpatizava com o socialismo, integrando o Movimento da Juventude Livre Alemã e escrevendo para a publicação deste grupo. É possível perceber então uma certa inspiração nietzscheana no jovem Benjamin.

Em 1934, foge para a Itália, onde permanece por um ano, tentando fugir da ascensão do Nazismo na Alemanha. Em 1940, na margem espanhola da fronteira entre França e Espanha, tentando atravessar os Pireneus, possivelmente com medo de ser capturado pelos nazis, proibido de seguir adiante, acaba por se suicidar.

Relembramos Walter Benjamin, quando passam 71 anos da sua morte.

Bibliografia de Walter Benjamin

valter hugo mãe

valter hugo mãe

valter hugo mãe

Galardoado em 2007 com o Prémio Saramago e cujo livro “o remorso de baltazar serapião” o Nobel Português apelidou de “tsunami literário”, o escritor que hoje destacamos, no dia que perfaz 40 anos, é um dos autores portugueses mais populares da actualidade e, entre outras particularidades, tem a de de escrever apenas com letras minúsculas, porque, como diz, “queria que o texto se recuasse um pouco à sua natureza livre do pensamento, da forma como falamos”.

Começou por ser advogado, foi editor e conta que “chegou a pensar que a sua entrada no mundo literário era um «erro no sistema» ”. Explica ainda que escolheu para nome artístico o apelido «mãe» “porque as mulheres mães são eventualmente os indivíduos mais incondicionais, os mais impensáveis, aqueles que eu mais invejo ou que produzem um amor mais invejável e que em relação à obra que no fundo criam se tornam mais acérrimos e mais defensores e isso é mais uma das utopias.” (in entrevista a TVI24).

Bibliografia de valter hugo mãe

Françoise Sagan

“A felicidade para mim consiste em gozar de boa saúde, em dormir sem medo e acordar sem angústia.”

Françoise Sagan

Françoise Sagan

Passam hoje 7 anos da morte desta polémica, prolífica e brilhante autora francesa que, desde muito jovem, aos 18 anos, se tornou famosa, logo com a sua primeira e mais consagrada obra, “Bonjour Tristesse”, que escreveu num ápice, em apenas 7 semanas. Viveu a vida de uma forma controversa e desregrada, emocionalmente instável e sempre atraída por diversos vícios, entre o álcool e a velocidade, ou o jogo e a droga, o que levou o grande escritor católico François Mauriac a apelidá-la de “monstrinho encantador”.

Foi uma mulher activista, inteligente e sensível, considerada por muitos como a última existencialista e revelou-se uma extraordinária escritora, criando um estilo fluido e transparente, que se tornou escola. Veio a morrer afundada em dívidas, doente e solitária, apesar de ter convivido intensamente com muitas celebridades do mundo cultural, político e artístico de então, na Europa, como nos Estados Unidos.

Bibliografia de Françoise Sagan

Hallelujah por Leonard Cohen

Em homenagem ao grande e inigualável artista e escritor que hoje destacámos.

Leonard Cohen

MISSÃO

«Trabalhei no meu trabalho
Dormi no meu sono
Morri na minha morte
E agora posso abandonar

Abandonar aquilo que faz falta
E abandonar aquilo que está cheio
Necessidade de espírito
E necessidade no Buraco

Amada, sou teu
Como sempre fui
Da medula aos poros
Do anseio à pele

Agora que a minha missão
Chegou ao fim:
Reza para que me seja perdoada
A vida que levei

O Corpo que persegui
Perseguiu-me igualmente
O meu anseio é um lugar
O meu morrer, uma vela.»

in “Livro do Desejo” (Quasi Edições)
Tradução de Vasco Gato

Leonard Cohen

Leonard Cohen

Tem inspirado gerações com a sua personalidade singular e música inquietante, tornando-se num dos artistas mais originais e perduráveis a emergir dos anos 60. É um ícone da contra-cultura norte-americana e a sua trajectória destaca-se pela riqueza das letras e pela riqueza da escrita quer da prosa quer em versos.

Ganhou o Prémio Príncipe das Astúrias das Letras de 2011, sucedendo a nomes como Amin Malouf e a outros autores como Mario Vargas Llosa, Camilo José Cela, Doris Lessing, Arthur Miller, Susan Sontag, Paul Auster e Amos Oz. Segundo o Júri, a sua obra retrata «a passagem do tempo, as relações amorosas, a tradição mística do Oriente e do Ocidente e a narração da vida como uma balada sem fim integram uma obra que está ligada a um momento decisivo de mudança.»

Celebramos Leonard Cohen, no dia em que festeja o seu 77.º aniversário.

Bibliografia de Leonard Cohen

Saint-John Perse

“Os nossos caminhos são inumeráveis, mas incertas são as nossas estadias.”

Saint-John Perse

Saint-John Perse

Pseudónimo de Aléxis Saint-Léger, foi um escritor francês, prémio Nobel da Literatura (1960), pela “ambição e criatividade evocativa da sua poesia que reflete as condições do nosso mundo de forma visionária”.

Estudou leis e ciências políticas em Bordeaux e entrou para o serviço diplomático em 1914, onde desenvolveu uma carreira brilhante. Após ter-se exilado nos EUA, devido à perseguição que o governo colaboracionista de Vichy lhe moveu, foi conselheiro literário para a Biblioteca do Congresso (1941-1945).

Muita da sua obra foi escrita depois de se ter mudado para os Estados Unidos e entre as suas principais publicações destacam-se “Exil”, “Poème l’Etrangère”, “Pluies”, “Neiges”, “Vents”, “Amers” e “Chronique”.

Recordamos Saint-John Perse, quando passam 36 anos da sua morte.

Bibliografia de Saint-John Perse

Italo Calvino

“Não podemos conhecer nada de exterior a nós próprios que nos supere (…) o universo é o espelho em que podemos contemplar apenas o que aprendemos a conhecer em nós.”

Italo Calvino

Italo Calvino

Foi um dos mais importantes escritores italianos do século XX. Nascido em Cuba, de pais italianos, a sua família voltou a Itália logo após seu nascimento. Formado em Letras, participou na resistência ao fascismo durante a Segunda Guerra Mundial e foi membro do Partido Comunista Italiano até 1956.

Com “O Visconde partido ao Meio”, lançado em 1952, o autor abandonou o neo-realismo dos primeiros livros e começou a explorar a fábula e o fantástico, elementos que marcariam profundamente a sua obra. Nos anos 60 e 70, aprofundou as suas experiências formais em livros como “As Cidades Invisíveis” e “Se numa Noite de Inverno um Viajante”.

Quando passam 26 anos da sua morte, recordamos Italo Calvino.

Bibliografia de Italo Calvino

Robert Jordan

Robert Jordan

Robert Jordan

Começou a escrever em 1977 e ganhou inicialmente alguma notoriedade como autor de novas histórias da série “Conan, o Bárbaro”, publicada durante a década de 80 e em que participou escrevendo 7 livros. Nesta mesma década, trabalhou também na saga Fallon, sob o pseudónimo Reagon O’Neal.

No início da década de 90, lançou-se no seu projecto mais ambicioso, a série de fantasia, ”A Roda do Tempo”, que tinha sido concebida inicialmente como trilogia, mas que se tornou uma obra de magnitude épica, ampliada para 12 volumes, da qual, em Portugal, existem apenas 4 livros traduzidos: ”O Olho do Mundo”, ”A Grande Caçada”, ”O Dragão Renascido” e ”A Sombra Alastra”.

Relembramos Robert Jordan, quando passam 4 anos da sua morte.

Bibliografia de Robert Jordan

Agatha Christie

“Nada mais curioso do que os hábitos. Quase ninguém sabe que os tem.”

Agatha Christie

Agatha Christie

Considerada a “Rainha do Crime”, aliou uma imaginação brilhante à sua grande habilidade como narradora, para conquistar gerações de público para as suas histórias de mistério e suspense.

Estreou-se com o livro “O Misterioso Caso de Styles”, protagonizado pelo detective belga Hercule Poirot, que viria a tornar-se num dos mais famosos personagens de toda a história da literatura. Poirot seria protagonista de mais 33 romances e dezenas de contos. Na década de 1930, a sua abundante produção literária transformou-a numa autora “best-seller”.

Distinguimos Agatha Christie, quando passam 121 anos do seu nascimento.

Bibliografia de Agatha Christie

Aquilino Ribeiro

“O pior dos crimes é produzir vinho mau, engarrafá-lo e servi-lo aos amigos.”

Aquilino Ribeiro

Aquilino Ribeiro

É um dos romancistas mais fecundos da primeira metade deste século. Inicia a sua obra em 1913, com os contos de “Jardim das Tormentas” e com o romance “A Via Sinuosa”, 1918, e mantém a qualidade literária na maioria dos seus textos, publicados com regularidade e êxito junto do público e da crítica.

“Andam Faunos pelos Bosques”, 1926, “A Casa Grande de Romarigães”, 1957, “O Malhadinhas” e “Quando os Lobos Uivam”, 1958, representam tendências constantes da sua ficção: um regionalismo que é apego à terra campesina e às suas gentes, sem perder universalidade nos seus caracteres e descrições; uma ironia terna e complacente perante os vícios humanos comuns; uma crítica violenta da opressão política e do fanatismo ideológico, uma atenção inebriada ao pulsar do torrão campestre, tanto como à vibração sensual do corpo no ser humano. (via http://cvc.instituto-camoes.pt/)

Falamos de Aquilino Ribeiro, quando se assinalam 126 anos do seu nascimento.

Bibliografia de Aquilino Ribeiro

Eugenio Montale

O Girassol

“Traz-me um girassol para que o transplante
no meu árido terreno
e mostre todo o dia
ao espelho azul do céu
a ansiedade do teu rosto
amarelento

Tendem à claridade as coisas obscuras
esgotam-se os corpos num fluir
de tintas ou de músicas. Desaparecer
é então a dita das ditas

Traz-me tu a planta que conduz
aonde crescem loiras transparências
e se evapora a vida como essência
Traz-me o girassol de enlouquecidas luzes.”

Eugenio Montale

Eugenio Montale

Desde muito cedo se apaixonou pelo canto lírico e pela poesia. Trabalhou como tradutor, versando para o italiano autores como William Shakespeare, Herman Melville e T.S. Elliot, entre muitos outros.

Foi considerado o mais expressivo representante italiano da poesia hermética, publicou “Ossi di seppia”, livro de poesia de maior sucesso na Itália, “Le occasioni” e “La bufera e altro”.

Recebeu o Prémio Nobel de Literatura em 1975.

Recordamos Eugenio Montale, quando passam 30 anos da sua morte.

Bibliografia de Eugenio Montale

H.D. (Hilda Doolittle)

“I

Lançaste-me então para trás,
eu que poderia ter caminhado com as almas vivas
sobre a terra,
eu que poderia ter dormido entre flores vivas
por fim;

então pela tua arrogância
pela tua truculência
fui lançada para trás
para onde o líquen morto escorre
escórias mortas sobre musgo de cinza;

então pela tua arrogância
estou por fim despedaçada,
eu que vivi inconsciente,
que fui quase esquecida;

se me tivesses deixado esperar
teria crescido da indiferença
para a paz,
se me tivesses deixado repousar com os mortos,
ter-me-ia esquecido de ti
e do passado.”

(“Fim do Tormento”, tradução de Filipe Jarro)

H.D. (Hilda Doolittle)

H.D. (Hilda Doolittle)

Com uma personalidade controversa e romanticamente instável, assumindo desde cedo a sua bissexualidade, a autora norte-americana que hoje destacamos, no aniversário do seu nascimento, distinguiu-se como poeta, mas também enquanto tradutora de autores clássicos gregos.

Ficou conhecida como a melhor dos poetas imagistas, corrente poética efémera criada por Ezra Pound, e a sua poesia, ficção e outros escritos foram publicados em ambos os lados do Atlântico, tendo recebido a Medalha de Ouro da “Academia Americana das Artes e das Letras”, pouco antes de morrer.

Relacionou-se intensamente com vários escritores famosos da altura e foi Ezra Pound, de quem era amiga desde a infância, que lhe sugeriu que assinasse com as iniciais do seu nome, passando então a ser conhecida como H.D.

Bibliografia de H.D. (Hilda Doolittle)

James Hilton, o criador de “Shangri-La”

James Hilton

James Hilton

Com apenas dezassete anos de idade, terminaria o seu primeiro romance, “Catherine Herself”, que viria a ser publicado em 1920. Foi, durante alguns anos, colunista para o Irish Independent, vindo depois a publicar contos, críticas e outras contribuições também em órgãos da imprensa.

“Lost Horizon” é um dos muitos romances em que Hilton estuda a simbólica da percepção do mundo interior, sempre em busca de um espaço onde a verdade da imaginação possa confrontar o silêncio do esquecimento e a discrição do convívio social e cujo conceito baptizou de “Shangri-La”, nome que se tornou mítico e que viria a ser usado em múltiplas actividades, desde as artes, ao turismo, a comunidades espirituais, no cinema, ou até em residências de famosos.

Celebramos James Hilton, no 111.º aniversário do seu nascimento.

Bibliografia de James Hilton


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