Arquivo de Agosto, 2011

Mary Shelley

“A vida é obstinada e pisa-nos os calcanhares quando mais a odiamos.”

Mary Shelley

Mary Shelley

É considerada uma das fundadoras filósofas feministas e as feministas costumam citar tanto a sua vida e trabalho, como influências importantes.

Esposa do poeta inglês Percy B. Shelley, escreveu “Frankenstein” para participar num concurso de histórias de terror realizado na intimidade do castelo de Lord Byron. Mesmo competindo com grandes génios da literatura universal, escreveu uma das mais impressionantes histórias de horror de todos os tempos. Publicado em 1818, “Frankenstein” constituiu a primeira vez na história em que um monstro se origina, não de uma lenda ou mito, mas de uma criação humana.

Falamos de Mary Shelley, quando passam 214 anos do seu nascimento.

Bibliografia de Mary Shelley

“O sábio divinal”, de Fernando Rosa

‘No ano zero da era antiga, o mar parecia ocupar a maior parte do mundo. No horizonte, uma barca de uma beleza invulgar reluzia com os raios de luz do sol quente e as velas que a vestiam repeliam cores diversas em todas as direcções; alguns metros mais atrás vinham outras vinte barcas iguais à primeira. (…) Navegavam há longos dias conforme a força do vento, em busca de terra que tardava em aparecer. Na barca maior não existia sinal de qualquer tipo de desânimo devido ao tempo longo em que já se encontravam no mar alto, os cânticos que se ouviam eram maravilhosos e ecoavam quando batiam naquele mar espelhado sem fim, o som magnífico que saia da barca, espalhava-se, dando a sensação de dar a volta ao mundo e voltar com a mesma força; as barcas mais pequenas, respondiam com cânticos diferentes, mas tão maravilhosos que, ao misturarem-se, pareciam ter sido feita alguma magia hipnotizante capaz de fazer chorar o mais insignificante dos seres. (…)
“Pelo mar caminhamos sós.”
“Pelo mar, a nossa velha terra deixamos.”
“Pelo mar, a nova terra para vivermos nós encontraremos.”
Cantavam com toda a alegria para não perderem a esperança de encontrar o que tanto procuravam.
(…)
Continuavam a cantar vezes sem conta, e o som daquelas vozes finas e únicas, combinava com as vozes grossas, originando depois num tom único e impossível de ser copiado. Dia e noite, a mesma alegria e nem sinal de um pouco de terra no meio de tanto mar, passaram-se dias a navegar ao sabor do vento fraco e, ao fim de cinco semanas, a presença de enormes rochedos que saíam do fundo do mar como espetos, (…). Passaram-se algumas horas quando o último rochedo foi deixado para trás, ficando novamente o mar no horizonte, mais uma vez, terra continuava a ser uma miragem, cântico atrás de cântico mostravam a força enorme que os seres daquela raça manifestavam sem se cansar. Passara-se mais uma semana até aparecerem sinais de terra naquele deserto oceânico sem fim, depressa a explosão de alegria se fez ouvir muito longe dali. Pela primeira vez desde que partiram, uma pequena ilha estava agora a descoberto (…).’
(Excerto do livro ‘O sábio divinal’, de Fernando Rosa).

Fernando Rosa auto-publica a sua primeira obra ‘O sábio divinal’, através do SitiodoLivro.pt. Conta a história de uma jovem rapariga, Selina, que possui poderes únicos. No mundo, mais nenhum ser vivo possuía as suas qualidades. Cresceu no meio de muito amor e carinho. Selina não era para nascer, sequer, mas nasceu mesmo assim. Quando ficou a saber que as suas origens provinham das trevas ficou desorientada. A maior surpresa surgiu quando lhe foi contado que, para além dela, mais alguém com o seu sangue nascera na mesma altura, o seu irmão desconhecido. É-lhe então pedido que partisse ao seu encontro para impedir que os poderes maléficos que já se manifestavam caíssem nas mãos das trevas, seu pai.

Um livro de fantasia que promete transportar o leitor para uma viagem mágica e emocionante onde o bem, o amor e a união vão superar todas as adversidades.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-sabio-divinal/9789892025988/

Robertson Davies

“Um livro verdadeiramente bom deve ler-se na juventude, novamente quando adulto e ainda outra vez na velhice, tal como um edifício magnífico deve ser observado à luz do amanhecer, ao meio-dia e sob o luar.”

Robertson Davies

Robertson Davies

Considerado um dos “homens de letras” do seu país, o Canadá, é um dos seus mais conhecidos, populares e premiados escritores, como romancista, dramaturgo, jornalista e crítico. Foi ainda professor universitário de literatura, chegando mesmo a reitor do Massey College e ficou também famoso pelo seu humor e pela sua aversão à modernidade. Passam hoje 98 anos do seu nascimento.

Bibliografia de Robertson Davies

Ira Levin

Ira Levin

Ira Levin

Os seus best-sellers, os mais conhecidos sendo “Rosemary’s Baby” e “The Boys from Brazil”, foram convertidos ao cinema, com grande popularidade e o seu primeiro romance, “A Kiss Before Dying”, valeu-lhe, desde logo, o Prémio Edgar Allan Poe. Começou a sua carreira como guionista de televisão, mas foi também um dramaturgo de muito êxito na Broadway. Relembramos hoje este escritor norte-americano, quando faria 82 anos.

Bibliografia de Ira Levin

Alain Peyrefitte

“O subdesenvolvimento é a aliança entre o isolamento e o arcaísmo.”

Alain Peyrefitte

Alain Peyrefitte

Escritor, político activo e teórico, senador, diplomata e oito vezes ministro, foi eleito membro do Instituto e da Academia Francesa, ocupando a cadeira 11, pela sua extensa e valiosa bibliografia, onde se destacam, “Quand la Chine s’éveillera… le monde tremblera” e, mais recentemente, “La Société de confiance”. Licenciado em Direito e doutorado em Letras, presidiu, desde 1983, ao conselho editorial do Figaro, o mais poderoso diário francês.

Considerado um próximo do General De Gaulle, a 15 de dezembro de 1986 escapou com vida a um atentado contra si, quando seguia numa viatura armadilhada.

Destacamos Alain Peyrefitte, no dia em que faria 86 anos.

Bibliografia de Alain Peyrefitte

Howard Jacobson

«Nada é sagrado, tudo pode ser objecto de riso»

Howard Jacobson

Howard Jacobson

Considerado pela crítica como “o Philip Roth inglês”, por os seus romances se centrarem nas relações e comportamentos da sociedade judaica britânica, prefere, de forma irónica, ser conhecido como “Jane Austen judeu”.

Aos 68 anos, venceu o Booker Prize 2010, o mais importante prémio literário para obras na língua inglesa, com o livro “A Questão Finkler”, um romance sobre o amor, a perda e a amizade masculina, que fala também do que é ser judeu hoje em dia.

Falamos de Howard Jacobson, no dia em que celebra o seu 69.º aniversário.

Bibliografia de Howard Jacobson

Orson Scott Card

Orson Scott Card

Orson Scott Card

Passou dois anos como missionário da Igreja de Jesus Cristo e dos Santos dos Últimos Dias no Brasil e, de regresso, resolveu fundar uma companhia de teatro, que veio a fracassar ao fim de algum tempo, deixando-o numa situação financeira bastante precária.

Decidiu então começar a escrever com intuito comercial. “O Jogo Final”, o seu livro mais conhecido, foi primeiro publicado sob a forma de conto na revista de ficção científica “Analog”. Escreveu-o aos 16 anos, mas só o desenvolveu como romance em 1985.

“A Voz dos Mortos” é uma obra maior da ficção científica que lhe valeu dois prémios literários: Nebula (1986) e Hugo (1987).

No dia em que celebra o seu 60.º aniversário, destacamos Orson Scott Card.

Bibliografia de Orson Scott Card

‘Os Portugueses no Luxemburgo – Contribuição para a história das migrações’ de António de Vasconcelos Nogueira

‘Factores geopolíticos e modelos de desenvolvimento económico contribuem para a configuração do Grão-Ducado do Luxemburgo como praça financeira mundial, tendo sido, no seu passado histórico, um pólo de emigração e, no presente, de imigração contínua. ‘Os Portugueses no Luxemburgo – Contribuição para a história das migrações’ é um estudo que evoca a presença portuguesa através das relações entre Portugal, os Países Baixos e o Luxemburgo, através de alianças entre casas dinásticas reinantes de Borgonha, de Avis, dos Habsburgos, dos Nassau e dos Bragança, de fluxos migratórios e trocas comerciais por intermédio dos judeus e conversos portugueses, até ao período das duas guerras mundiais, caracterizado pela participação militar portuguesa na Flandres e em França, pelo exílio da grã-duquesa Carlota do Luxemburgo, do seu Governo, de judeus luxemburgueses entre outros refugiados, em Portugal. A presença portuguesa compreende, também, a e/i/migração a partir dos anos 1960, que se inscreve como projecto existencial e económico e se deseja de integração. Os Portugueses representam, hoje, a maior comunidade de estrangeiros distribuídos e ocupados, maioritariamente, nos sectores da construção e dos serviços (limpezas e Horeca), mas também nas instituições europeias e outras, da banca aos serviços financeiros e de seguros, da segurança aos meios de comunicação social, ao ensino e às empresas, nas associações e carreiras liberais ou independentes.’

(António de Vasconcelos Nogueira, autor do livro ‘Os Portugueses no Luxemburgo – Contribuição para a história das migrações’)

Recorrendo aos serviços de apoio à edição disponíveis no SitiodoLivro.pt, António de Vasconcelos Nogueira publica a ‘Os Portugueses no Luxemburgo – Contribuição para a história das migrações’. Como o autor descreve, este estudo propõe uma leitura sobre os desafios e as perspectivas de evolução da e-/i/migração portuguesa no Grão-Ducado.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/os-portugueses-no-luxemburgo/9789729668722/

A. H. de Oliveira Marques

A. H. de Oliveira Marques

A. H. de Oliveira Marques

Historiador e professor catedrático, participou, em 1962, na greve académica, ao lado dos estudantes, o que esteve na base do seu afastamento da Universidade Portuguesa. Em 1965, partiu para os Estados Unidos da América, leccionando como professor associado e catedrático nas universidades de Auburn, Flórida, Columbia, Minnesota e Chicago e percorrendo grande parte daquele país como conferencista.

Foi Director da Biblioteca Nacional de Lisboa e fundou o Centro de Estudos Históricos da UNL. Recebeu o doutoramento honoris causa pela Universidade de La Trobe, Melbourne, Austrália. Em 1998, foi condecorado pelo Presidente da República com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.

É hoje considerado um dos grandes especialistas em história da Idade Média Portuguesa, como mostra a sua notável produção na área. O número total das suas obras de tomo ultrapassa 60 volumes. Falamos de A. H. de Oliveira Marques, no dia em que faria 78 anos.

Bibliografia de A. H. de Oliveira Marques

‘Poemas escritos em folhas de papel brilhante’, de Norberto do Vale Cardoso

“Olhando à volta
eu via que não era Narciso,
a areia do deserto não me mentia,
não me deixava mentir,
fazia-me capaz de me não ver na face que não era a minha:
– Tinha perdido ainda sem ter nascido a minha geração
na massa de que as energias sisíficas se carregam:
isótopos dos livros que sonhava em escrever.”

(Retirado do livro ‘Poemas escritos em folhas de papel brilhante’,
de Norberto do Vale Cardoso)

Norberto do Vale Cardoso apresenta-nos, através do SitiodoLivro.pt, a auto-publicação ‘Poemas escritos em folhas de papel brilhante’. É um livro que congrega quarenta e nove poemas, organizados em três partes, a que o autor atribuiu o título de ‘Dolos’. O ‘Dolo’ de abertura intitula-se ‘O espírito move a massa’, a ele se seguindo Os monstros movem os sonhos’ e, finalmente, o terceiro e último ‘Dolo’, ‘Do Imóbil Fado’. A frase que dá título ao livro de Norberto do Vale Cardoso é baseada numa cifra usada como código de guerra.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/poemas-escritos-em-folhas-de-papel-brilhante/9789892025216/

‘O caminho certo’, de António Môsca

‘LXXXI
Porque rir faz bem
Ajuda a descontrair
Refresca as ideias
Passarmos os dias a rir.

LXXXII
Mas rir para não chorar
É o que sucede a muita gente
Que não tem sorte
Anda sempre doente.

LXXXIII
Mas não é sorte nem azar
É porque as coisas são assim
Tudo é necessário
Para que o mundo não tenha fim.

LXXXIV
A doença descobre a saúde
A saúde a doença
Por vezes se descobre a cura
Tendo muita crença.’

(Retirado do livro ‘O caminho certo’,
de António Môsca)

António Môsca auto-publica, através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, ‘O caminho certo’. Um livro de poesia que, segundo o autor, deriva das experiências que tem vivido ao longo da sua vida. O hábito de as registar, fez nascer, ao longo de todos estes anos de vida, um livro improvisado com folhas de várias cores e tamanhos, recheadas de sentimentos vários das aventuras e desventuras que viveu. Como o próprio autor diz, ‘sem a mestria de Camões, mas com o sentimento na mão, escreveu o que lhe ia na alma. A peça da sua vida, a vida que lhe pesa’.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-caminho-certo/9789892023533/

Tibor Déry

“O amor não é apenas uma vantagem espiritual, mas também um fardo e, na mesma medida que anima na sua grandeza, também oprime.”

Tibor Déry

Tibor Déry

Escreveu diversas novelas e romances, além de guiões de filmes e séries para a televisão húngara e chegou mesmo a trabalhar como actor.

Membro do partido comunista do seu país durante anos, em 1953 foi expulso por causa das suas críticas às políticas cada vez mais repressivas. Apoiou o governo reformista de Imre Nagy e esteve preso durante 9 anos, tendo sido libertado, em 1960, graças à intervenção de escritores, como Alberto Moravia, Albert Camus, Sartre, E. M. Forster e Rebecca West.

“Niki. Egy kutya története” é considerada a sua obra-prima (“Niki, a história de um cão”), uma fábula em que critica a opressão e a repressão arbitrária na vida dos cidadãos movida pelo estalinismo húngaro.

Falamos de Tibor Déry, no 34.º aniversário da sua morte.

Bibliografia de Tibor Déry

Fagundes Varela

A Flor do Maracujá

«Pelas rosas, pelos lírios,
Pelas abelhas, sinhá,
Pelas notas mais chorosas
Do canto do sabiá,
Pelo cálice de angústias
Da flor do maracujá!

Pelo jasmim, pelo goivo,
Pelo agreste manacá,
Pelas gotas do sereno
Nas folhas de gravatá,
Pela coroa de espinhos
Da flor do maracujá!

Pelas tranças da mãe-d’água
Que junto da fonte está,
Pelos colibris que brincam
Nas alvas plumas do ubá,
Pelos cravos desenhados
Na flor do maracujá!

Pelas azuis borboletas
Que descem do Panamá,
Pelos tesouros ocultos
Nas minas do Sincorá,
Pelas chagas roxeadas
Da flor do maracujá!

Pelo mar, pelo deserto,
Pelas montanhas, sinhá!
Pelas florestas imensas
Que falam de Jeová!
Pela lança ensanguentada
Da flor do maracujá!

Por tudo o que o céu revela!
Por tudo o que a terra dá
Eu te juro que minh’alma
De tua alma escrava está!…
Guarda contigo esse emblema
Da flor do maracujá!

Não se enojem teus ouvidos
De tantas rimas em — a —
Mas ouve meus juramentos,
Meus cantos ouve, sinhá!
Te peço pelos mistérios
Da flor do maracujá!»

Publicado no livro Cantos meridionais (1869).

Fagundes Varela

Fagundes Varela

O poeta é o patrono da cadeira n.º 11 da Academia Brasileira de Letras. Depois das mortes trágicas do seu primeiro filho e da sua primeira mulher, passou a viver de forma angustiada, boémia e desregrada, o que havia de precipitar a sua morte, também prematura, aos 33 anos, vítima de apoplexia, mas também por determinar a sua obra literária.

A sua poesia marca a transição entre as 2.ª e 3.ª gerações do Romantismo Brasileiro, a ultrarromântica e a geração condoreira (nome proveniente do pássaro condor e que traduz grande expressividade, grandeza e a ideia de infinito) e aborda várias temáticas desse movimento, tais como a depressão, a melancolia byroniana, a religião, a morte, a beleza da natureza e a exaltação à pátria.

Falamos de Fagundes Varela, no 170.º aniversário do seu nascimento.

Bibliografia de Fagundes Varela

Haroldo de Campos

Haroldo de Campos

Haroldo de Campos

Formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo em 1952, no mesmo ano em que fundava, com Augusto de Campos e Décio Pignatari, o Grupo Noigandres, de poesia concretista.

Trabalhou como tradutor, crítico, teórico literário e professor. Em 1992 foi laureado com o Prémio Jabuti de Personalidade Literária do Ano e, em 1999, com o Prémio Jabuti de Poesia pelo seu livro “Crisantempo”.

A crença numa “crise no verso” levou-o ao experimentalismo, à busca de novas formas de estruturação e sintaxe, em curtos poemas-objecto, ou longos poemas em prosa.

“Transcriou” em português poemas de autores como Homero, Dante, Mallarmé, Goethe, Mayakovski, além de textos bíblicos, como o Gênesis e o Eclesiastes. Publicou, ainda, numerosos ensaios de teoria literária, entre eles “A Arte no Horizonte do Provável” (1969).

Falamos de Haroldo de Campos que faria hoje 82 anos.

Bibliografia de Haroldo de Campos

Stieg Larsson

Stieg Larsson

Stieg Larsson

Aos 50 anos, não sobreviveu a um ataque cardíaco, para poder assistir ao fenómeno mundial em que a sua obra, a “Trilogia Millennium”, se tornaria e cujo manuscrito havia entregado pouco tempo antes aos seus editores, o qual começara a escrever, 3 anos antes, para se divertir no pouco tempo livre de que dispunha.

Foi um dos mais influentes jornalistas e activistas políticos suecos e um dos maiores peritos mundiais no estudo de movimentos antidemocráticos, de extrema-direita e nazis e, por causa da sua luta pelos direitos humanos, recebeu várias ameaças de morte, tendo, à frente da revista Expo, que fundou, denunciado organizações neofascistas e racistas. Faria hoje 57 anos.

Bibliografia de Stieg Larsson

John Galsworthy

“Nunca captes um amigo, se tiveres medo de fazer dele um inimigo.”

John Galsworthy

John Galsworthy

Criador da famosa saga “A Família Forsyte”, um ciclo narrativo composto de cinco livros em que descreveu em detalhe a sociedade inglesa do final da “Era Vitoriana” e que foi adaptada a série televisiva de grande sucesso internacional, desistiu prematuramente da carreira de advocacia para se dedicar por inteiro à literatura, depois de ter travado amizade com o escritor Joseph Conrad.

Também dramaturgo famoso, foi um dos autores mais prolíficos do seu tempo, deixando uma obra que tinha como tema principal a decadência da alta sociedade inglesa nas primeiras décadas do século XX e que lhe valeu o Prémio Nobel da Literatura de 1932, tendo a Academia Sueca enaltecido a sua “distinguida arte da narração”. Cumpre-se hoje o 144.º aniversário do seu nascimento.

Bibliografia de John Galsworthy

Carmen Posadas

Carmen Posadas

Carmen Posadas

Uruguaia de nascimento, ainda que viva em Madrid desde 1965, começou a sua carreira de escritora aos 25 anos, a redigir livros infanto-juvenis, para ocupar o tempo livre de que dispunha, ao ter decidido abandonar os estudos para se dedicar por inteiro ao papel de Mãe, que assumiu ainda muito jovem. Só mais tarde venceu o complexo que tinha em redigir livros para adultos e o preconceito social contrário em que vivia, por ser casada com um conhecido empresário e banqueiro espanhol, e o seu primeiro romance, “Cinco moscas azules”, de 1996, desde logo a consagrou como autora de sucesso, entre leitores e críticos.

Com uma carreira de mais de 30 anos, é autora de ensaios, guiões para o cinema e a televisão, livros juvenis e vários romances, de entre os quais, “Pequeñas infamias”, com que ganhou o Prémio Planeta, em 1998. Os seus livros encontram-se traduzidos para 21 idiomas e foram publicados em mais de quarenta países. Em 2002, a revista Newsweek considerou-a como «uma das autoras latino-americanas mais destacadas da sua geração». Destacamos esta escritora no dia em cumpre 58 anos.

Bibliografia de Carmen Posadas

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Historiador português lança livro sobre portugueses do Luxemburgo

Recentemente publicado através do SitiodoLivro.pt, este estudo propõe uma leitura sobre os desafios e as perspectivas de evolução da imigração portuguesa no Grão-Ducado.
http://www.sitiodolivro.pt/pt/​livro/os-portugueses-no-luxemb​urgo/9789729668722/

Os Portugueses no Luxemburgo (in http://semanariocontacto.blogspot.com/)

O historiador português António de Vasconcelos Nogueira acaba de lançar o livro “Os Portugueses no Luxemburgo“, que retraça a história da imigração portuguesa no Grão-Ducado e analisa algumas das dificuldades de integração dos portugueses no país. O livro é fruto de cinco anos de investigação num tema inédito na historiografia contemporânea. (…)

 

 

 

 

(Ler resto da notícia em
http://semanariocontacto.blogspot.com/2011/07/historiador-portugues-lanca-livro-sobre.html?spref=fb)

Historiador de Águeda lança obra no Luxemburgo

Mais uma notícia sobre a obra “Os Portugueses no Luxemburgo”, de António de Vasconcelos Nogueira, recentemente publicada através do SitiodoLivro.pt:
http://www.sitiodolivro.pt/pt/​livro/os-portugueses-no-luxemb​urgo/9789729668722/

(in)

Os Portugueses no Luxemburgo

O historiador aguedense António de Vasconcelos Nogueira lançou, recentemente, o livro “Os Portugueses no Luxemburgo”, que aborda a história da imigração portuguesa no Grão-Ducado e analisa algumas das dificuldades de integração dos portugueses no país. (…)

(ler resto da notícia em http://www.soberaniadopovo.pt/portal/index.php?news=17320)


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