Arquivo de Outubro, 2020

“Rio dos Bons Sinais”, uma compilação autobiográfica de Gabriel Cavaleiro

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de Gabriel Cavaleiro

Rio dos Bons Sinais recolhe algumas das histórias mais pessoais de Gabriel Cavaleiro contadas com a habitual vivacidade e humor no seu blog que nos levam a vivenciar os locais e momentos retratados que vão desde as memórias de infância até às vivências da atualidade, sempre recheadas de episódios imprevistos e curiosos.

“O Valente Soldado Lodião”, um relato singular e expressivo de uma época marcante

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de João M. A. Soares

Pela ordem natural das coisas e à medida que os anos passam, são cada vez menos aqueles que ainda podem responder à incontornável pergunta de Baptista Bastos: «Onde é que você estava no 25 de Abril?».

Aproveite, leitor, porque ainda sobram algumas dessas aves raras, em vias de extinção, disponíveis para darem fiel testemunho sobre o seu paradeiro nessa data histórica.

É o caso do cadete/aspirante/alferes Lodião, cuja saga guerreira merece ser contada, para que não se perca nas brumas da memória tudo aquilo que o autor conseguiu em devido tempo abarcar e reter: o relato minucioso do quotidiano de um recruta, de há quase meio século; a evocação, com largueza de detalhes, de alguns momentos capitais da recente história do país; a descrição do irrepetível ambiente folclórico-revolucionário vivido naquela época de sobressaltada transição para a democracia; o crepúsculo de um oficialato impante de panache, com excesso de ademanes prussianos, e a emergência (por curto período, felizmente) de uma tropa-fandanga devassa e gadelhuda que cedo saiu de cena, com o rabinho entre as pernas.

Tudo isto, entrecortado por episódios picarescos, de peripécias divertidas e cenas caricatas, que regalam qualquer leitor.

“Salazar – Faces de um Estadista”, uma obra antológica de Fernando de Castro Brandão, já nas livrarias

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de Fernando de Castro Brandão

Neste livro, uma compilação dos artigos publicados, ao longo de quatro anos, no semanário “O Diabo” e de mais três inéditos, o autor cuida de trazer ao conhecimento público aspetos menos conhecidos ou mesmo ignorados da vida e da personalidade de Oliveira Salazar. E, mesmo aqueles factos mais comuns, são tratados através de uma interpretação despida da atual e generalizada atitude de crítica acintosamente falseada, se não ferozmente pejorativa.

No seu conjunto, estes artigos, tornados agora capítulos, obedeceram essencialmente ao propósito de trazer à luz tópicos, muitos deles conhecidos, embora raramente aprofundados, escalpelizando factos suscetíveis de outras leituras e renovadas interpretações.

Salazar, Faces de um Estadista representa o diminuto legado do seu autor, para a compreensão no futuro de um grande homem, infamemente aviltado no presente.

(excertos do Prefácio)

O novo romance de José Mora Ramos já disponível nas livrarias

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de José Mora Ramos

A partir de 1980, ocorre em Portugal, e parafraseando Gil Vicente, um consistente assalto ao Paço, perpetrado por gerações sem quaisquer tipo de escrúpulos, muitas delas, curiosamente, provenientes do interior do país.

Como escreveu Miguel Real, em Nova Teoria do Mal, Homens “bons”, no Governo, na direcção de grandes empresas, de grandes instituições, praticam o mal, com o à-vontade de quem está praticando o bem.

Retrato de Manuel Couteiro, escrito sem preocupações de rigor histórico, mesmo nas pequenas estórias que vão sendo contadas, embora inspirado em acontecimentos e pessoas reais, é o relato ficcionado da vida de um desses homens “bons”, desde a sua infância numa pequena aldeia beirã, até ao seu apogeu, outorga da comenda e posterior exílio forçado.

“A Doutrina do Direito de Kant”, nova tese de Filosofia do Prof. Manuel João Matos

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de Manuel João Matos

O direito ocupa um lugar central na reflexão transcendental de Kant. O procedimento judiciário fornece a Kant o modelo metodológico da sua revolução crítica. Kant submete o direito ao tribunal da razão, e não se liga, como procedem ainda os jurisconsultos do deu tempo, à questão essencialista Quid jus?, mas pondo previamente a questão Quid juris?, interroga-se sobre as condições de possibilidade e de validade das categorias e dos conceitos do direito. Em vez de ser «deduzido» metafisicamente de um poder transcendente, o direito resulta da «dedução transcendental» do horizonte puro da razão, cujas articulações jurídicas conferem ao Estado republicano o estatuto de «Ideia da razão». «Uma constituição perfeita entre os homens, eis a coisa em si mesma», afirma Kant na conclusão da Doutrina do direito.

“Escreva, por favor, ‘Espinosa’”, um romance de João Rangel de Lima

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de João Rangel de Lima

Portugal, desde o 25 de Abril, que tem sido governado por vários tipos de filhos da mãe. Ele há os filhos da mãe, os filhos pelas mães, os filhos em vez das mães, os filhos apesar das mães, os filhos por causa das mães, os filhos de outras mães, os filhos destas e daquelas mães e os filhos sem mães. É só escolher.


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