Cecília Barreira publica “Masculinidades e Outros Estudos”

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Masculinidades e Outros Estudos pretende referenciar o lugar do Masculino na Literatura Portuguesa Contemporânea, bem como a presença da Literatura Gay durante esse mesmo período. Um capítulo muito breve sobre Henry Miller e Anaïs Nin, em torno do conceito de pornografia e obscenidade nas obras destes dois autores, também é inserido no núcleo de estudos. O objetivo é uma obra de divulgação geral das temáticas e não um estudo académico de raiz.

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“Delírios de um Homem Fantasma e Outros Contos Delirantes”, de Pedro Rodrigues Costa

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Escritos algures entre 2013 e 2016, os contos presentes em Delírios de Um Homem Fantasma e Outros Contos Delirantes (2018, Edições Vírgula) discorrem sobre três assuntos tão delirantes quanto inquietantes: o aproveitamento da frequência sonora como meio subliminar capaz de impor um estado de humor benéfico à violência; a viagem e a experiência como os gatilhos maiores da aprendizagem; e a notícia falsa como uma força capaz de irradiar a esperança de um mundo diferente daquilo que é.

O conto homónimo (Delírios de um Homem Fantasma) dá conta das três grandes dimensões do «Humano» corroído e acelerado pelo lado sombrio da existência:
i) a dimensão do insaciável (o eterno Hungry Ghost que nunca sossega satisfeito);
ii) a dimensão da coisa-sombra, isto é, o sujeito que vive e produz por detrás de marcas ou nomes;
iii) e a dimensão da co-autoria, quer dizer, a coisa que se torna coisa porque muitos outros sem rosto contribuíram para que a coisa um dia se tornasse possível.

Iniciando este conto através de um pastiche ao célebre conto de Dostoievsky (O Sonho de Um Homem Ridículo), o autor desafia o leitor a reparar na luz e na sombra, na oscilação entre um otimista incurável e um devir sinistro, permanentemente insatisfeito e à espreita de um motivo para se libertar. Só um forte ikigai (uma razão de viver) poderá limitar o ímpeto corrosivo das três dimensões do homem fantasma…

“Crawford, Entre Dois Impérios”, novo romance de J. P. Machado

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Novembro de 1938. Com a ameaça do fascismo a ensombrar a Europa, um jovem anglo-português alista-se como voluntário no exército inglês, decidido a lutar pela liberdade e por um futuro melhor junto da mulher que ama.

Enquanto tenta sobreviver às primeiras batalhas da 2.ª Guerra Mundial e ao opressivo regime de Salazar, Victor Crawford de Almeida terá que conciliar as suas raízes lusitanas com o implacável dever de combatente britânico.

Poderá o contributo de um só homem, perdido entre duas pátrias tão distintas, fazer a diferença?

“O Desenhador”, uma antologia de estudos por Shakil Y. Rahim

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Estudos Cognitivos, Artísticos e Fenomenológicos

Prefácio de Ana Leonor Madeira Rodrigues
Posfácio de Eduardo Salavisa

“O desenho de nu em Cutileiro é um prazer. Para ele, que desenha e descobre o corpo; e para nós, que vemos o resultado da sua observação e com isso espreitamos essa descoberta. Este prazer é também o da tentativa de desenhar o belo associando-a à verdade como sugeria Platão. A história da arte ocidental da representação do nu multiplica a questão da beleza como uma variável que ultrapassa o corpo (Berger et al., 2002). A estética organiza e categoriza estas subjetividades da identidade do corpo que o desenhador regista, e que fazem sublimar o contorno físico do desenho, para o situar como característica autónoma e imaterial da representação. Tal como refere Fernando Pessoa (1888-1935), no Livro do Desassossego, a nudez é um fenómeno da alma (Pessoa, 1914, 2013).

Do movimento musculado dos homens eternos e intocáveis dos desenhos de Miguel Ângelo Buonarroti (1475-1564), à exposição explícita do corpo pelos desenhos eróticos de Degas (1834-1917) ou Picasso (1881-1973), as metodologias, técnicas e materiais do desenho de nu alteraram-se substancialmente através do tempo e da cultura (Pignatti, 2004). Neste quadro de circunstâncias, Cutileiro é um desenhador da aceleração contemporânea, porque minimiza os recursos gráficos para chegar à simplicidade do desenho urgente. Um desenho que se ajusta ao sublime Kantiano pela experiência emocional (Chalumeau, 1997) e à vocação supra-sensível da imaginação defendida por Deleuze (…).”

“23 de maio – Dia da Unidade e dos Paraquedistas” acaba de ser publicado

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O objetivo deste livro não é falar sobre a criação das Tropas Paraquedistas e dos seus pioneiros, mas falar sim em todos, de todos os tempos e o que estas representam, porque se são reconhecidas hoje, é porque todos, no passado e no presente, as souberam honrar, dignificar e defender.

Não se pretende individualizar, nem massacrar na leitura, mas sim, com poucas palavras e fotos, mostrar a nossa realidade, que sempre foi a de união. Tudo é muito simples, pois todos entendemos e este livro é apenas para recordar o que nos une.

O dia 23 de maio é o dia da confraternização de todos os “ex” e atuais paraquedistas. É ali, em Tancos, na Escola das Tropas Paraquedistas, que tem como lema «Que Nunca por Vencidos se Conheçam», que se mata as saudades e se relembra os bons e maus momentos vividos. Para uns já se passaram décadas, anos, meses e dias, para outros é o começo, mas pouco importa, pois todos sabemos onde é «a casa da mãe que nos pariu segunda vez».

Se durante décadas estivemos unidos, o dia 23 de maio é a prova de que gostamos de estar sempre unidos, somos unos, porque queremos conviver e reviver com aqueles que sabem sofrer e vencer, em prol da dignidade humana.

António Martins Silvestre publica “Um Sorriso por entre Lágrimas”

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Em Portugal, país de poetas, como tão amiúde é propalado, existe provavelmente um dos maiores índices de indiferença em relação à Poesia, ainda que em teoria os poetas sejam, não menos frequentemente, motivo de discussões literárias de pseudointelectuais, que se dedicam e deleitam em estéreis dissertações, não tendo tantas vezes o mínimo amor pela poesia. E, realmente, a poesia é uma questão de amor! Por isso, aqueles que realmente amam – os poetas – continuam, não obstante a certeza que proíbe jamais serem ouvidos, lidos e amados, a escrever, sem medo da indiferença, nem da crítica literária, que em muitos momentos é bem pior do que esta última, pois é castradora e humilhante para aquele que procura encontrar um espaço de afeto para poder criar algo.

É, assim, que mais um poeta português, António Martins Silvestre, de origem alentejana, nasce sem receios para o grande público com esta sua primeira obra, intitulada “Um Sorriso por entre Lágrimas”. A sua poesia é clara, simples e sofrida – como é peculiar aos que se deixam conduzir pela espontaneidade – dramática em muitos momentos, jocosa de vez em quando, sarcástica e irónica quase sempre. Para os que fazem passar a inspiração que anima os poetas ao crivo injusto do critério subjetivo de erudição terminológico, patamar necessário para credibilizar uma obra poética, certamente, uma vez mais, encontrarão no trabalho deste poeta um pretexto para alimentar a ilusão em que vivem e um fundamento para a parcialidade e injustiça que esgrimem na abordagem superficial que oferecem aos que leem e julgam. Serão o povo e os crentes desta forma de expressão que farão o juízo final. Pois a palavra é um dom sagrado, que Deus deu aos Homens para comunicarem entre si.

“Há Ouro na Serra da Adiça”, um romance de José Nunes Valente

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Enquanto o enredo do romance se espraia pelas páginas do livro, personagens e acontecimentos vão emergindo e salientando aspetos que permitem um relance pelo que era a Lisboa de meados do Séc. XX, e um olhar mais abrangente sobre uma aldeia raiana, profundamente rural.

É dessa Lisboa que, em manhã gelada de Janeiro, parte, rumo ao Alentejo, o jovem Cláudio Pacheco, recém-licenciado em engenharia de minas, compelido a realizar uma missão secreta num meio que lhe era totalmente desconhecido e sem a mínima semelhança com aquele onde vivera até ali. Esperavam-no desconfortos, surpresas, amores e desamores. Medos e angústias também. A sua luta maior foi contra um preconceito e a sua mais interessante descoberta foi a de, na improbabilidade de ser achado o ouro da lenda, poder demonstrar possuir aquela serra outro ouro e muito.


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