“Aeródromos, Engenharia Aeronáutica & Gestão Aeroportuária”, uma obra de Messias António Bumba, Lucker

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Esta obra é de grande relevância para o mercado internacional. Trata-se, de facto, de um dos volumes de Aeródromos, Engenharia Aeronáutica e Gestão Aeroportuária mais fácil de se ler, pela clareza da sua linguagem, acessível a todos os tipos de leitores. Ajudará, em certa medida, a melhorar o nível do saber e a capacitar os profissionais que trabalham nas diversas organizações relacionadas com a indústria aeronáutica.

Esta obra põe à disposição do leitor informações científicas, técnicas e tácticas, e práticas sobre o mundo dos aeródromos, instalações e equipamentos aeroportuários, segurança aeroportuária, desde o ponto de vista global e sintético, bem como divulga o negócio aeroportuário, nutrindo o mercado de novas metodologias e motivando os actuais e futuros executores do sector a seguirem com o desempenho das suas funções de forma responsável, na perspectiva de que a aviação é uma actividade que possibilita a mobilidade mundial de pessoas e bens no menor tempo possível, e a aeronave como um território internacional.

Pretende-se, assim, contribuir, facilitar e promover a busca  de informações realizada pela parte dos técnicos, académicos, pesquisadores e estudantes no que tange a existência dos aeródromos, da engenharia aeronáutica, gestão e negócio aeroportuário.

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“Jurisdição Arbitral – Jurisdição Judicial”, uma obra de Jorge Tavares Lopes

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O livro Jurisdição Arbitral – Jurisdição Judicial – Anotações ao Acórdão STJ – 6.ª Secção Cível  é dirigido, em primeira mão, a Juristas e pretende, decerto, suscitar a atenção destes leitores: Advogados, Magistrados, Académicos das Faculdades de Direito das várias Universidades, Estudiosos e Estudantes dos cursos de Direito, incluindo Mestrado e Doutoramento.

No entanto, ele constitui também uma chamada de atenção ao cidadão comum que, quer queira, quer não queira, sente dentro de si a vivência mais ou menos consciente, mais ou menos racionalizada, daquilo que é ou não a Justiça. Afinal o que é a Justiça? A pergunta não é só de Hans Kelsen. A pergunta subsiste no âmago do cidadão comum pela simples razão de que a “matriz da justiça” integra a natureza humana.

A matriz genética do homem, independentemente de ser jurista ou apenas cidadão comum, contém uma realidade anímica que distingue o justo do injusto, a partir de um quadro de valores essenciais que se vai definindo nos seus contornos externos ao longo dos tempos e que constitui a forma do pensar e do agir do povo português.

É manifesto que se regista uma incompreensão generalizada dos portugueses perante a máquina pesada da Justiça estadual, que revela uma insuficiência de desempenho dos mecanismos do “sistema de justiça”. As pessoas aspiram a uma justiça menos demorada, menos formal, menos legalista, muito embora no respeito da lei aplicada e interpretada com cristalina simplicidade e clareza.

Este texto, em forma de “memorandum”, independentemente da sua feição técnico-jurídica – que reflete mais de meio século de “advocacia-consultoria” e vinte anos de “arbitragem” do seu autor – pretende ser arauto das virtualidades da Arbitragem Institucionalizada, como meio alternativo de realização da Justiça ao serviço da Sociedade Civil e das Empresas.

“Pedagogia S”, nova obra do Prof. Luís Souta

Quarta-feira, 19 de junho, às 18:30, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

O 10.º livro de Luís SoutaPedagogia S. – é um conjunto de «45 narrativas curtas sobre o Ensino Superior, na perspectiva (desconstrutivista) do Prof. S.». Os textos resultam de uma actividade individual de investigação qualitativa – auto-etnografia – levada a cabo, durante a última década. Este «livro é uma espécie de TAC do Ensino Superior em Portugal» (Agostinho dos Reis Monteiro), «um testemunho valioso sobre o nosso ensino superior e a nossa época» (José Catarino Soares).

A sessão contará com a participação de Carlos Cardoso, José Catarino Soares e Ricardo Vieira.

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Nova obra poética de Baião Modesto: “Antes de se acumular o pó”

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Neste terceiro livro do autor, há uma paráfrase da Poesia Portuguesa, desde a Idade Média à Contemporaneidade. Se outro não houvesse, bastariam esses dois tópicos para a leitura dos poemas em Antes de se acumular o pó.

“O Lado Proveitoso Do Adversário”, nova obra de Osvaldo Mendes

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No livro O Lado Proveitoso Do Adversário o autor pretende mostrar sinteticamente como funciona o mundo das máquinas, em que a inteligência artificial está a ganhar importância no quotidiano das pessoas.

Esta predominância revela alguns riscos e perigos que poderão influenciar o modo como perspetivamos o nosso relacionamento interpessoal e evidencia que, num mundo cada vez mais global e competitivo, ganha quem detiver mais informação.

“O Clube de Santo Amaro”, primeiro livro infantil de Catarina Soares da Cunha

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No mesmo registo “quase autobiográfico” do seu romance de estreia, Luanda – Meu Céu, Meu Inferno, a Autora dá agora à estampa um surpreendente conto infantil, notavelmente bem enquadrado nas suas ligações à família e à terra onde escolheu viver.

O conto, pela candura do seu momento chave, podia chamar-se “A importância da bola de Berlim”, mas o subtítulo “A origem” parece ser já prenúncio de mais aventuras do Clube de Santo Amaro…

Apresentação de “Eu Susana – Fibromialgia, Não há impossíveis – Crer é Poder”

Sábado, dia 08-Jun, às 15:00, no Auditório da Ordem dos Médicos (Av. Almirante Gago Coutinho, 151, 1749–084 Lisboa)

“Nesta sua obra, Susana Lamy faz uma viagem ao seu passado, relembrando tempos e memórias, quando, no verão de 2015, é confrontada com as suas primeiras dores da doença de fibromialgia e dores neuropáticas, da qual ainda hoje sofre. A partir daí, relata todo o seu percurso, todo o pesadelo, todos os labirintos que percorreu, sem encontrar saída. Contudo, termina com uma mensagem de fé e de esperança na sua cura! Pois, para Susana, não há impossíveis, e «crer é poder».”

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