“Cântico Escorreito”, nova obra poética de Armindo Reis, prefaciada por Matilde Rosa Araújo

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de Armindo Reis

Cântico Escorreito é um livro de poemas livres, prefaciado com a ternura das belas palavras de Matilde Rosa Araújo, que, soando como cântico, elege a simplicidade, a beleza, o amor das pequenas coisas da Natureza, que se tornam grandes, nunca desprendido o sentido do esplendor da infância do poeta, numa intrínseca verdade, doce e pura, fazendo com que o momento impossível se torne possível, como só a poesia o pode elevar.

“Aves – os dinossáurios alados”, nova obra pedagógica de Luís Cunha Avelar

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de Luís Cunha Avelar

Sendo os animais mais conspícuos na natureza e em meio urbano, será correto afirmar que grande parte da humanidade sempre se sentiu fascinada pelo canto, cor, ou o magnífico voo das milhares de aves que cruzam os céus do planeta. O crescente interesse pela prática de Birdwatching (observação de aves em estado selvagem) é, aos dias de hoje, uma clara prova desse facto.

Aumentar o nível de conhecimento sobre a origem, biologia e ecologia da avifauna contribui, definitivamente, para o reforço desse apreço, sendo capaz de despoletar preocupações e ações tendo em vista à conservação das espécies e seus habitats.

Este pequeno livro aborda, de uma forma breve – mas não menos desprovida de informação relevante – factos históricos relacionados com a formulação da hipótese sobre a origem das aves. Descreve, também, complementado com uma figura do sistema ósseo e algumas fotos, as singularidades ósseas que tornam esta classe de vertebrados bastante versátil, os mais destacados voadores do reino animal.

O seu conteúdo destina-se principalmente a estudantes de biologia, nomeadamente, futuros ornitólogos; estudantes de paleontologia dos vertebrados; docentes de Geologia-Biologia; guias de Birdwatching; guias de natureza; educadores e monitores na área da conservação da natureza; observadores de aves e a todos os naturalistas e todas/as aqueles/as que desejem conhecer um pouco melhor factos relacionados com a origem e osteologia das aves.

Os dinossáurios não se extinguiram na totalidade há aproximadamente 66 milhões de anos; estão lá fora, olhemos pela nossa janela!

O novo romance de José António Pereira da Silva, “A Súcia”, já nas livrarias

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No mundo em que esta “Súcia” é quem mais ordena, é difícil distinguir o agressor da vítima, porque ambos não conhecem limites para a violência física e moral e para a retaliação, que, numa espiral vertiginosa praticam, mútua e reciprocamente, entendendo que os fins justificam a utilização de quaisquer meios.

É um cosmos em que os valores mais essenciais e básicos que devem reger a vida em sociedade, são espezinhados no altar do poder e do dinheiro que se tem de conquistar e obter a qualquer preço.

Mas há ainda quem, cruzando-se com esta “Súcia”, a quem faz frente, de forma corajosa, não esquece que nem ela deixa de ter direitos cívicos e legais que devem ser respeitados em todas as circunstâncias.

Por fim, retira-se desta história, contada à maneira policial, que o amor é o melhor anti-corpo contra o vírus da vilania, que só consegue contaminar quem não acredite que amar alguém, nesta sociedade minada pela mentira, pelo egoísmo e pela sede do poder, ainda é possível.

“Direito e Democracia em Rousseau”, novo ensaio filosófico do Prof. Manuel João Matos

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de Manuel João Matos

Rousseau declara na Carta a Rey de 1761 que o Contrato social é «uma obra para todos os tempos», reiterando na Carta a Christophe de Beaumont (1764) que «se o Contrato social não existisse, seria necessário provar de novo as grandes verdades que aí desenvolvo». Rousseau afirma que «o direito político está ainda por nascer» e, de facto, nasce com o Contrato social (1762), que comporta como subtítulo «os princípios do direito político».

A novidade da sua empresa política é a descoberta dos «princípios» de ordem normativa da «constituição democrática». O Contrato social constitui o projecto mais coerente de fundação da democracia da Aufklärung. Até então, a democracia era considerada pelos teóricos políticos como um regime político de impossível realização enquanto para Rousseau é o único regime político legítimo e racionalmente fundado.

A democracia é uma criação da cultura política ocidental e Rousseau é um dos maiores expoentes da sua construção racional, antes de se ter imposto historicamente no mundo ocidental com as Revoluções Francesa e Americana. Depois de Rousseau e Kant, há um laço conceptual entre a teoria do direito e a teoria da democracia. Direito e Democracia em Rousseau analisa a relação entre o direito e a democracia no pensamento político de Rousseau.

“Coronavírus – Drama em 3 Actos”, uma peça de José António Pereira da Silva, já nas livrarias

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De José António Pereira da Silva

No microcosmos de Barraches, surpreendido pelo “Coronavírus” que, num ápice, lhe altera as rotinas, vêm à tona os valores de generosidade, do empenho na realização do interesse colectivo, da defesa da vida e da dignidade humana, a par do egoísmo e do arbítrio de quem julga tudo poder, até passar incólume pelo convívio com o vírus.

“Rio dos Bons Sinais”, uma compilação autobiográfica de Gabriel Cavaleiro

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de Gabriel Cavaleiro

Rio dos Bons Sinais recolhe algumas das histórias mais pessoais de Gabriel Cavaleiro contadas com a habitual vivacidade e humor no seu blog que nos levam a vivenciar os locais e momentos retratados que vão desde as memórias de infância até às vivências da atualidade, sempre recheadas de episódios imprevistos e curiosos.

“O Valente Soldado Lodião”, um relato singular e expressivo de uma época marcante

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de João M. A. Soares

Pela ordem natural das coisas e à medida que os anos passam, são cada vez menos aqueles que ainda podem responder à incontornável pergunta de Baptista Bastos: «Onde é que você estava no 25 de Abril?».

Aproveite, leitor, porque ainda sobram algumas dessas aves raras, em vias de extinção, disponíveis para darem fiel testemunho sobre o seu paradeiro nessa data histórica.

É o caso do cadete/aspirante/alferes Lodião, cuja saga guerreira merece ser contada, para que não se perca nas brumas da memória tudo aquilo que o autor conseguiu em devido tempo abarcar e reter: o relato minucioso do quotidiano de um recruta, de há quase meio século; a evocação, com largueza de detalhes, de alguns momentos capitais da recente história do país; a descrição do irrepetível ambiente folclórico-revolucionário vivido naquela época de sobressaltada transição para a democracia; o crepúsculo de um oficialato impante de panache, com excesso de ademanes prussianos, e a emergência (por curto período, felizmente) de uma tropa-fandanga devassa e gadelhuda que cedo saiu de cena, com o rabinho entre as pernas.

Tudo isto, entrecortado por episódios picarescos, de peripécias divertidas e cenas caricatas, que regalam qualquer leitor.

“Salazar – Faces de um Estadista”, uma obra antológica de Fernando de Castro Brandão, já nas livrarias

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de Fernando de Castro Brandão

Neste livro, uma compilação dos artigos publicados, ao longo de quatro anos, no semanário “O Diabo” e de mais três inéditos, o autor cuida de trazer ao conhecimento público aspetos menos conhecidos ou mesmo ignorados da vida e da personalidade de Oliveira Salazar. E, mesmo aqueles factos mais comuns, são tratados através de uma interpretação despida da atual e generalizada atitude de crítica acintosamente falseada, se não ferozmente pejorativa.

No seu conjunto, estes artigos, tornados agora capítulos, obedeceram essencialmente ao propósito de trazer à luz tópicos, muitos deles conhecidos, embora raramente aprofundados, escalpelizando factos suscetíveis de outras leituras e renovadas interpretações.

Salazar, Faces de um Estadista representa o diminuto legado do seu autor, para a compreensão no futuro de um grande homem, infamemente aviltado no presente.

(excertos do Prefácio)

O novo romance de José Mora Ramos já disponível nas livrarias

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de José Mora Ramos

A partir de 1980, ocorre em Portugal, e parafraseando Gil Vicente, um consistente assalto ao Paço, perpetrado por gerações sem quaisquer tipo de escrúpulos, muitas delas, curiosamente, provenientes do interior do país.

Como escreveu Miguel Real, em Nova Teoria do Mal, Homens “bons”, no Governo, na direcção de grandes empresas, de grandes instituições, praticam o mal, com o à-vontade de quem está praticando o bem.

Retrato de Manuel Couteiro, escrito sem preocupações de rigor histórico, mesmo nas pequenas estórias que vão sendo contadas, embora inspirado em acontecimentos e pessoas reais, é o relato ficcionado da vida de um desses homens “bons”, desde a sua infância numa pequena aldeia beirã, até ao seu apogeu, outorga da comenda e posterior exílio forçado.

“A Doutrina do Direito de Kant”, nova tese de Filosofia do Prof. Manuel João Matos

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de Manuel João Matos

O direito ocupa um lugar central na reflexão transcendental de Kant. O procedimento judiciário fornece a Kant o modelo metodológico da sua revolução crítica. Kant submete o direito ao tribunal da razão, e não se liga, como procedem ainda os jurisconsultos do deu tempo, à questão essencialista Quid jus?, mas pondo previamente a questão Quid juris?, interroga-se sobre as condições de possibilidade e de validade das categorias e dos conceitos do direito. Em vez de ser «deduzido» metafisicamente de um poder transcendente, o direito resulta da «dedução transcendental» do horizonte puro da razão, cujas articulações jurídicas conferem ao Estado republicano o estatuto de «Ideia da razão». «Uma constituição perfeita entre os homens, eis a coisa em si mesma», afirma Kant na conclusão da Doutrina do direito.

“Escreva, por favor, ‘Espinosa’”, um romance de João Rangel de Lima

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de João Rangel de Lima

Portugal, desde o 25 de Abril, que tem sido governado por vários tipos de filhos da mãe. Ele há os filhos da mãe, os filhos pelas mães, os filhos em vez das mães, os filhos apesar das mães, os filhos por causa das mães, os filhos de outras mães, os filhos destas e daquelas mães e os filhos sem mães. É só escolher.

“Amizades e Compromissos”, de Rogério Barros Costa, uma história plena de atualidade

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Justine e Henrique debatem-se de forma prática com questões sociais que estão a atravessar transversalmente os países desenvolvidos: Constituir família? Procriar? Porquê? Para quê? Como os educar? Como os alimentar? Como contribuir para a sociedade em sociedades de uma evolução não homogénea dentro de cada família?

De forma mais pragmática, os jovens começam a interrogar-se quanto à questão de ter filhos e, conscientemente, consideram-no só e apenas no caso de lhes poder garantir uma boa educação que lhes permita viver condignamente contribuindo para a sociedade, colher e distribuir os respectivos benefícios, sem os ver transformados nos modernos escravos dos salários mínimos.

Ou seja, as regras pelas quais, milenariamente, homens e mulheres se uniam e se englobavam nas suas comunidades, estão a desfazer-se a uma grande velocidade e as próprias sociedades, desestruturadas pela urbanização e pelo multiculturalismo, deixaram de ser orientadoras do nosso futuro. Os jovens já não sonham com casamentos na igreja, principalmente as jovens, já não se fazem planos de vida ou de família, vive-se na lâmina afiada do acontecimento e não existe paciência para se construir, tudo tem que ser e acontecer com um estalar de dedos, um empréstimo bancário ruinoso e uma frustração de vida para a qual não estão preparados.

Vive-se mais e pior. Até onde? Até quando?

“O ‘puto’ de Vale dos Amieiros”, de António Braz Pereira, uma experiência de vida.

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O “puto” de Vale dos Amieiros foi apenas uma criança, que, tal como tantas outras, viveu no tempo da ditadura salazarista, numa aldeia perdida de Trás-os-Montes. Eram tempos muito difíceis, roçando a miséria completa: não havia o que comer, as pessoas andavam esfomeadas, a educação estava apenas reservada aos mais abastados e toda a revolta tinha de ser vivida em silêncio, pois o medo dominava a mentalidade da época.

Como muitos outros, este puto resolveu dar o salto para França, sempre com o intuito de, com isso, ajudar os familiares que ficavam na terra. Famílias enormes, em que a média de filhos era normalmente sete, mas onde existiam amor, carinho e espírito de entreajuda.

O “puto” lá viveu e formou família. Até que resolveu regressar. E foi nesse momento que se viu confrontado com as suas maiores dúvidas existenciais, dúvidas em relação ao balanço dos seus atos, dúvidas quanto à real dimensão humana de pessoas que ele sempre considerara como modelos a seguir. E claro, o questionamento final: o cômputo geral é negativo ou positivo?

É muito fácil para nós, leitores, identificarmo-nos com o protagonista desta obra: choramos ou rimos, angustiamo-nos ou deleitamo-nos, assimilando as emoções do puto como sendo também as nossas, de alguma forma. Isto, porque apesar de todos sermos diferentes, na essência, muitas vezes, nos cantos mais recônditos da nossa mente, todos recordamos que também já fomos um dia, o puto do vale dos amieiros.

Apesar desta história decorrer em lugares e tempos específicos, qualquer um de nós consegue identificar-se com ela, prendendo a nossa atenção do primeiro ao último minuto de leitura.

“Os 116 Degraus – À Procura de Antje”, um romance de Rogério Barros Costa

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Numa prospecção de uma nova morada pelas terras do interior de Portugal, o Engenheiro Henrique Cardoso, que enviuvou recentemente, descobre em Ponte de Sôr um refúgio para escrever, longe do bulício de Lisboa, e para tentar sair de uma catarse que, pela perda de Luísa, o persegue e deprime no dia a dia.

Entre o Brasil e os Estados Unidos da América do Norte, acompanha os seus filhos no desenho do futuro deles e desenvolve uma actividade intelectual totalmente nova para ele, longe das engenharias de uma grande empresa nacional.

Entretanto, envolve-se, sem se dar conta disso, num caso do foro criminal, em que cidadãos holandeses estão envolvidos e a morte de duas mulheres não o deixa tranquilo enquanto, em colaboração com a Polícia Judiciária portuguesa, não consegue deslindar uma trama em que as novas fronteiras abertas do espaço Schengen tornam difícil o apuramento das responsabilidades dos procurados pelas autoridades ibéricas e dos Países Baixos.

A nova obra do Prof. António Amaro Monteiro: “As Ideologias e o Sentido da Existência”

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«O conceito de ideologia está bem definido, fugindo a conotação mais comum à generalidade das pessoas que ligam ideologia a alinhamento partidário. (…) Parece-me um bom texto, não tanto para o público em geral, mas sobretudo para levar pessoas e grupos, sobretudo jovens, a colocar a questão de Deus. De facto, a nossa cultura dominante distrai das questões decisivas da existência humana, em vez de orientar as pessoas para elas. É bom haver propostas que marquem a diferença, como esta.» (excerto do Prefácio de D. Manuel Felício)

“União de facto”, uma obra jurídica essencial de J. M. Pires Machado

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A união de facto é uma realidade de todos os tempos, mais ou menos aceite ou desconsiderada, conforme as épocas, o clima social, os sistemas jurídicos ou os ditames religiosos.

Por razões que não cabe aqui analisar (sociais, convicções individuais, sistemas políticos, religião, fuga ao formalismo?) as uniões de facto têm vindo a ocupar um lugar não ignorável na sociedade atual, traduzindo-se frequentemente em situações de estabilidade familiar idêntica à do casamento. Assim, o legislador entendeu necessário atribuir efeitos jurídicos a essas situações.

Regulada inicialmente apenas quanto às uniões de pessoas de sexo diferente (como, então, o casamento), veio a regulação legal a ser compatibilizada com a posterior legislação sobre o casamento de pessoas do mesmo sexo e sobre a adopção por membros destes casamentos.

Alguns aspetos relevantes não são contemplados na lei, tendo vindo os tribunais a enunciar regras sobre problemas decorrentes dessas situações, nomeadamente quanto às suas consequências económicas e patrimoniais, no decorrer da união de facto e nos casos da sua dissolução, por morte ou em vida.

Este volume pretende reunir o essencial da legislação e da jurisprudência sobre essa realidade social.

“A Caminho, Rumo à Vida”, o novo livro de António de Vasconcelos Costa, disponível nas livrarias

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O livro que o orientará no caminho da Fé

«O Diácono António de Vasconcelos Costa oferece-nos uma reflexão antropológica em chave bíblica e cristã. Saúdo-o por mais esta iniciativa.

De onde vimos e para onde vamos? O homem não se entende sem perguntas e tentativas de resposta. O Diácono António de Vasconcelos encontra em Cristo a referência fundamental para entender-se a si mesmo, neste caminho de passado presente e futuro, e entender como toda a realidade se inscreve num projeto de Deus Criador que não quer o desaparecimento da criatura que é a sua imagem e semelhança.

Para o cristão, Cristo é “o Caminho”, é a estatura moral de referência e a fonte de purificação para progredir. É isto que o nosso autor oferece.

Em pleno Ano Missionário, o Diácono António de Vasconcelos afirma e interroga: “A proposta de fé que oferecemos tem de ser credível, porque o homem só adere ao que julga benéfico. Que motivos de credibilidade propomos?” A leitura deste livro ajuda-nos a encontrar a resposta.» (Excerto do Prefácio de + José Traquina)

Contingência “COVID-19” | Encerramento temporário da nossa loja online

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“Voando sobre um ninho de STRELAs”, nova obra de António Martins de Matos

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Voando sobre um ninho de STRELAs é acima de tudo uma carta de amor dirigida a todos os militares mortos em combate no Ultramar, bem como a todos os pilotos-aviadores da Força Aérea Portuguesa: aos que voaram pelos mesmos céus a evitar os mísseis Strela; aos que voam hoje em missões-patrulha da NATO, espalhados pelo mundo inteiro; e aos futuros “periquitos” que, talvez ingenuamente, ainda sonham com o interior de um avião de combate.

Apresentação de “Maritime and Technical English for Deck Officers”, de Elisa Bandeira

Quinta-feira, dia 12-Mar, às 15:00, no Hotel Olissippo Oriente (Av. D. João II, 32, 1990-092 Lisboa)

Elisa Bandeira, professora há mais de 26 anos na Escola Superior Náutica Infante D. Henrique, onde ensina inglês técnico e marítimo, bem como matérias de engenharia, apresenta o seu novo livro “Maritime and Technical English for Deck Officers”, que cobre uma série de situações profissionais integradas nos tópicos relevantes que definem as atividades diárias desses oficiais da ponte.

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