“Amar pelos Dois – Interpretação de música em Língua Gestual Portuguesa: uma proposta e um desafio”

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de: Isabel Sofia Calvário CorreiaPedro Balaus Custódio e Rafaela Cota da Silva, docentes e investigadores do IPC

O objeto deste trabalho de investigação aplicada à Língua Gestual Portuguesa adianta uma proposta desafiante no que toca a análise e a interpretação do tema musical Amar Pelos Dois, escrito por Luísa Sobral e cantado pelo seu irmão, Salvador Sobral.

Realizar um trabalho de interpretação desta natureza é, consabidamente, um desafio extraordinário, não só pela complexidade da letra, pela mimetização dos ritmos e cadências específicas da melodia, mas sobretudo pelas escolhas e estratégias linguísticas que o intérprete tem de preparar para que a versão de chegada seja a mais fiel ao original. Mas os reptos foram e são sempre muitos em trabalhos desta especificidade: manter a isotonia poética, a riqueza da mensagem, a plasticidade do poema, um primoroso jogo de efeitos visuossemânticos, um equilíbrio lexical, a variação e intensidade dos gestos, as pausas, a harmonia visual e tantos outros aspetos paralinguísticos que contribuem, decisivamente, para a qualidade da versão, para a riqueza do texto de chegada, evitando as perdas e potenciando os ganhos. Este jogo caleidoscópico de expressões não manuais e/ou corporais jogam, sobremaneira, papéis de notório relevo num trabalho técnico deste teor.

“O Dia Seguinte”, um novo romance de António Martins Matos

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Pela mão de um único personagem, somos conduzidos através de diferentes histórias, por caminhos cheios de luz ou escuridão, placidez ou aventura, amor ou raiva.

É uma encruzilhada do Tempo e do Espaço, o que o autor nos apresenta.

Cada uma das histórias pode ainda decompor-se em muitas outras. Um instante, um acaso, uma coincidência, podem alterar todo o caminho anteriormente planeado.

Uma constatação, a Realidade e o Sonho são apenas simples e meras obras do acaso, ainda que, em última análise, façam parte integrante da nossa Vida.

“O princípio da Autonomia na Ética de Kant”, novo ensaio do Prof. Manuel João Matos

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A Crítica da razão prática anuncia um outro mundo, porque se a Crítica da razão pura concebia o universo fenomenal como integralmente condicionado, a segunda Crítica parte da ideia de que toda a acção feita com intenção tem por fundamento a causalidade livre e o incondicionado de uma espontaneidade absoluta.

O edifício moral kantiano funda a autonomia do sujeito prático como o horizonte em referência ao qual o homem deve pensar-se no seu agir: sem tal horizonte, a ideia de responsabilidade perderia a sua representatividade. O homem não pode pensar-se sem a referência a si próprio como sujeito autónomo, o que não significa que sejamos sempre autónomos; mas não podemos pensar-nos como pessoa sem incluirmos na representação de nós próprios a ideia de autonomia que é o horizonte de sentido e o princípio da reflexão ética.

A ideia de autonomia cuja subjectividade é a fonte de si própria, não é apenas a de um sujeito singular, mas identifica-se à comunidade da humanidade no que respeita à lei moral. A teoria kantiana do sujeito, tal como culmina na concepção da autonomia do sujeito prático, é filosoficamente e intelectualmente o nosso presente e o nosso futuro. O princípio da Autonomia na Ética de Kant analisa os aspectos fundamentais da autonomia moral do sujeito prático naquele que é o maior expoente da autonomia no pensamento filosófico ocidental.

“Encontro de Escritores – Uma reunião inesquecível”, singular obra de Francisco Gomes de Amorim e Henrique Salles da Fonseca

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Para além da fama como escritores, o que levam os literatos desta vida? E do que falam entre eles?

Eis o que ensaiam os autores deste pequeno livro.

Tratando-se de gente culta e educada, uma coisa é certa; nenhum fala da sua própria obra, mas apenas do que aprendeu com os outros.

Venha conhecer as nossas novidades! Visite-nos na Feira do Livro de Lisboa.

De 25-Ag a 11-Set, no Espaço dos Pequenos Editores (Pavilhão C01)

Apresentação do novo romance de Jorge Gonzalez

Sábado, 23-Jul, às 15h30, na Biblioteca Municipal de Mortágua

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Jorge Gonzalez apresenta o seu terceiro Romance, “Espinhos“, um livro que, na esteira da prosa poética, é também um exercício de estilo que exalta a Língua Portuguesa.

Apresentação das últimas obras de Osvaldo Énio

02-Jul, Sábado, às 16:00, na Livraria Ler Devagar (Lisboa)

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Osvaldo Énio apresenta os seus dois últimos livros, São Versos e Caminhos Diferentes, o primeiro de poesia e o segundo de contos.

A sessão contará com a participação de Agostinho Ferreira e Paula Ferrão, que declamará poemas do autor.

Apresentação da nova obra de José Mora Ramos

29-Jun, 4.ª feira, às 18h30, na Livraria Barata (Lisboa)

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José Mora Ramos publica o seu novo romance, intitulado “O Baú dos Papelinhos de Dona Inácia, Prazeira de Manica“, que retrata uma revisitação ficcionada da fase final do colonialismo português em Moçambique, através da construção da vida de Inácia, mulher determinada, independente, corajosa, leitora obsessiva de tudo o que podia, assim minimizando o isolamento do mundo em que a colónia vivia.

A sessão contará com a participação de José Peixoto e Jorge Cabral.

Lançamento do novo livro “Em tudo vejo poesia…”, de Marinel Oxiela

Dia 28-Mai, sábado, às 18:00, na Biblioteca do Palácio Galveias (Lisboa)

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Marinel Oxiela, pseudónimo de Maria Manuel Aleixo e Silva, foi professora efetiva de Matemática na Escola Secundária de Camões, em Lisboa.

Neste livro, a autora trata os momentos de adversidade da vida com otimismo, revela quem é, o seu passado, a sua experiência de vida e as terras onde viveu.

Os poemas que se encontram na parte final do livro foram escritos durante o confinamento e, mesmo nessa altura, a autora conseguiu manter a sua boa disposição.

Apresentação da obra “Palavras Ocultas”, de Sónia Dias

Sábado, 14-Mai, às 15h00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, Lisboa)

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… Esta obra relata a história de uma mulher que descobre o verdadeiro poder da fé. Não se trata de um livro de carácter religioso, nem tem o intuito de mudar qualquer conceito e contexto social em função da fé, trata-se de um relato verídico, sem tabus e omissões, que tem o objetivo de alcançar e ajudar o número máximo de pessoas que possam entender algo que aos seus olhos parece não ter qualquer justificação…

“Confia no Teu Poder Interior”, um livro inspirador de Sandra Pacheco

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Transforma a Tua Vida

Yara é uma jovem que passou por várias situações de bullying em contexto familiar, escolar, social e profissional no percurso da sua vida. Viveu grande parte da sua infância e juventude sem conhecer a sua verdadeira essência e não sabia qual era o seu propósito de vida.

Devido às experiências de discriminação e de preconceito de que foi vítima no passado, acaba por sofrer uma depressão e vários desequilíbrios emocionais. Esta ausência de amor-próprio leva-a a tomar a decisão mais importante da sua vida: sair da sua zona de conforto e partir numa viagem de autodescoberta pessoal.

Ao longo desta viagem, Yara tem a oportunidade de se conhecer verdadeiramente, aceitar-se e amar-se incondicionalmente. Além disso, consegue descobrir qual a sua missão e a forma como pode contribuir para um Mundo melhor.

Yara é uma jovem que conseguiu despertar para a vida e desenvolveu todo o potencial que sempre existiu dentro dela. É um exemplo de força, coragem, determinação, motivação, perseverança, alegria e amor.

Baseada numa história verídica este livro demonstra que ao confiarmos no nosso poder interior é sempre possível transformar a nossa vida.

“Pedroguenses em Lisboa – fragmentos de uma identidade”, um trabalho da Prof.ª Maria Teresa Denis da Silva

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Pedroguenses em Lisboa – fragmentos de uma identidade organiza-se em torno de um cortejo temático que delineia os eixos considerados fundamentais para a compreensão da memória identitária dos pedroguenses (…). Partindo de um leque vasto de temas, que suporta um esquema de exploração da memória e da sua interligação com a construção sócio-histórica da identidade de base territorial (nas suas dinâmicas de desterritorialização cultural, emergindo e reformulando-se em territórios diaspóricos), o texto aspira a – e logra – um equilíbrio narrativo entre uma dimensão de celebração implicada numa espécie de revisitação de timbre ego-histórico e uma incursão de teor mais reflexivo e analítico.” (texto extraído do Prefácio)

“O Sol de Austerlitz”, um romance de Fausto Dias

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Publicado no ano em que se comemora o bicentenário da morte de Napoleão, O Sol de Austerlitz revela-nos até que ponto a figura aureolada de glória do imperador soube congregar à sua volta todos aqueles que, atraídos pela carreira militar, ansiavam por servir sob as suas ordens e, se necessário fosse, sacrificar as suas vidas para maior glória da França.

Uma história de amor protagonizada por dois jovens em plena guerra, com os exércitos napoleónicos a caminharem irresistivelmente até à vitória final em Austerlitz.

“Lobo Ibérico – Diário de um soldado esquecido”, nova obra de Carlos Almeida

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Os seres não se cruzam por acaso, podem ser os mesmos em vidas passadas. Histórias de superação completam-se no tempo e no espaço, quiçá até em fronteiras e dimensões. Contudo, aprendemos que temos de ser fortes de corpo e alma. Se a viagem não fosse um desafio constante, o destino não seria gratificante e não teria gosto.

Tal como o Lobo Ibérico, eu sofri e só assim aprendo a viver todos os dias. Não sou masoquista, mas sim audaz. É por isso que o crescimento/evolução de um ser humano tem de partir deste modo. Não dêem milho fácil aos pássaros negros que vos querem roubar os sonhos e o crescimento.

Espero que se inspirem para lutarem contra os vossos monstros. Não precisam de passar por aquilo que passou a personagem criada neste livro. Se tiverem curiosidade, podem ler a história que complementa esta curta obra.

“Eva, maçã, diospiro ou muito mais”, poesia de Manuel Marques

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Deus disse: “Teu desejo, mulher, te impelirá ao teu marido e, em mútua e bela entrega, unidos, uma só carne será.” (Génesis, 3, 16)

E, assim, vimos nus mas em imaculada Conceição e com Deus bom e amante, para plantarmos, em Éden aberto, “árvores formosas de ver e boas de comer”. (Id. 2, 9)

Depois aprendemos com todos e diferimos no que criamos e nos frutos que damos.

Eu plantei e cuidei diospireiros. Mesmo no inverno, em braços nus, carregam diospiros e apuram o delicioso sabor e cor para eu colher e dar, dar…

Neste livro o autor interpreta estas efabulações e tradições procurando a verdade subjacente cujo objetivo é valorizar, alegrar e adoçar a vida dos humanos.

José António Pereira da Silva apresenta os seus últimos 2 livros

Quinta-feira, 18 de Novembro de 2021, às 18:00, na Livraria Ler Devagar (Rua Rodrigues Faria, 103, em Lisboa)

José António Pereira da Silva apresenta os dois livros que publicou durante a Pandemia:

  • Coronavírus – Drama em 3 Actos“, uma peça em que vêm à tona os valores de generosidade, do empenho na realização do interesse colectivo, da defesa da vida e da dignidade humana, a par do egoísmo e do arbítrio de quem julga tudo poder;
    e
  • A Súcia“, um romance contado à maneira policial, do qual se retira que o amor é o melhor anti-corpo contra o vírus da vilania, que só consegue contaminar quem não acredite que amar alguém, nesta sociedade minada pela mentira, pelo egoísmo e pela sede do poder, ainda é possível.

A sessão contará com a participação do Dr. Ricardo Sá Fernandes e do Dr. José Manuel Boavida.

“In Limine (Filamentos líricos)”, novo livro de poesia de Norberto do Vale Cardoso

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In Limine segue-se a Aporias do Silêncio (2020), livro que viu um dos seus poemas publicado e traduzido nos Países Baixos.

In Limine é um livro de poesia estruturado em seis partes, a saber: «A Casa Azul», «A Casa do Alto», «A Casa na Cidadela», «A Casa Amarela», «O Retiro do Poeta Sem Abrigo» e «O Poeta-a-Dias».

Com temas vários, os 97 poemas que constituem o livro seguem os lugares da memória do poeta.

“Clube dos Pensantes Incógnitos – Livro 2”, nova obra de Filipe Costa Nunes

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O Feliz Casal e a Poção Fora de Prazo

O pardal das penas encantadas, mais conhecido por Pardalão Valentão, acompanhado pelo grupo amigo, vão ser desafiados antes de saírem do Castelo assustador e assombrado. O par mais apaixonado da história, conhecido por feliz casal, volta a aparecer para deslumbrar o seu maior fã, o fornecedor de frutas, com aventuras variadas.

Quanto ao Clube dos Pensantes Incógnitos, vai ter um novo membro e novas tarefas. Conseguirão eles realizar tudo e ainda permanecer incógnitos?

O Livro 2 do Clube dos Pensantes Incógnitos destina-se a todos os leitores que gostam de encontrar personagens misteriosas, corajosas e que nunca desistem de seguir o seu caminho, por mais obstáculos que possam aparecer; contando com os seus amigos e também com personagens inesperadas que se cruzam com os protagonistas para dar uma ajudinha.

“URBI ET ORBE – Viagens pelo Mundo”, nova obra de Henrique Salles da Fonseca

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Estas são as memórias do viajante frequente que em toda a parte procura o «espírito do lugar», a herança histórica e a vida ou sobrevivência das gentes.

Passados coloniais, passados imperiais, realidades tão diferentes quanto as que separam a miséria da abastança, a democracia da autocracia, as culturas suaves das rudes, as civilizações pacíficas e as belicosas, as do perdão e as vingativas, taliónicas; as sociedades contemplativas e as hedonistas, as urbanas e as rurais de todas as latitudes.

Na rota da «pegada portuguesa» por aí além, sempre em busca dos «portugueses abandonados» pelas vicissitudes da História.

“Memórias da Paradinha”, a dupla vida desta aldeia, um livro de Norvinda Assunção e José Cerca

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Banhada pelos rios Paiva e Paivó, considerados durante muitos anos como os rios menos poluídos da Europa, a Paradinha, tal como muitas aldeias do interior do País, começou a sofrer, sobretudo a partir dos anos 80, uma progressiva desertificação, a ponto de ficar totalmente abandonada por volta de 1990. Este abandono teve como consequência o início de uma progressiva e rápida degradação das habitações, todas elas construídas em xisto, com cobertura em ardósia, materiais esses que abundam na região. Por volta de 1995 e já quando muitas das habitações se encontravam em processo de degradação acentuada, começaram a surgir várias pessoas interessadas em comprar as casas e recuperá-las para habitação de fim de semana ou de férias. Foi então que, tal como a Fénix renascida das cinzas, também esta aldeia começou, lentamente, a erguer-se das suas ruínas, transformando-se progressivamente e recebendo boas condições para a prática de um turismo de natureza saudável e ordenado.

Memórias da Paradinha apresenta aos seus leitores a dupla vida desta aldeia que desde 2012 está integrada na rede das Aldeias de Portugal.

Guiados por Norvinda Assunção que aí nasceu, casou e viveu durante parte da sua vida, evocar-se-ão as memórias de um passado vivido nesta aldeia, em contato íntimo com a natureza e de acordo com as tradições populares desta comunidade rural, com destaque para o fabrico das velas de cera, não fosse ela a neta do famoso “cereeiro da Paradinha”.

Por sua vez, José Cerca, um apaixonado pelo vasto património de Arouca, dar-nos-á conta deste renascer da Paradinha, com referência aos diversos equipamentos que foram surgindo, não só dentro da aldeia, como também nas suas imediações, e que muito contribuíram para o seu renascimento.

Entre outros, refira-se a criação do Arouca Gepark em 2009, com 41 geossítios, dois dos quais dentro da área territorial da Paradinha. A abertura dos “Passadiços do Paiva”, em 20 de junho de 2015. A inauguração da famosa ponte suspensa, a 516 Arouca, no dia 2 de maio de 2021. E ainda a construção de um empreendimento turístico, para alojamento em condomínio fechado.

Quem hoje visita a Paradinha desconhecerá como era a vida nesta aldeia, antes deste feliz renascer. Por isso, poderá encontra nestas Memórias da Paradinha e neste regresso ao passado uma ajuda para melhor se compreender o presente desta ressuscitada aldeia de xisto e se adivinhar o seu futuro como excelente espaço para a fruição de um equilibrado e saudável turismo de natureza.


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