“Sustentabilidade Económico-Financeira das IPSS de Paralisia Cerebral”, uma tese referencial de Virgínia Maria Lima Veiga

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de Virgínia Maria Lima Veiga | Prefácio por António Bagão Félix

O tema da sustentabilidade das instituições, nas suas diversas vertentes, é variado e complexo. No entanto, existem pontos comuns, quer nas organizações dos primeiro e segundo setores, quer nas organizações sem fins lucrativos.

A sustentabilidade, em sentido lato, pode ser imaginada e simbolizada como uma estrutura formada por diversos elementos interligados como a que se apresenta na capa deste livro.

A base é constituída por três pirâmides tetragonais – a primeira representa os bens materiais (ativos, passivos, direitos e obrigações), a segunda o capital humano (todos os intervenientes ativos) e a terceira pirâmide da base representa os valores que a fundamentam (leis, estatutos, normas, regulamentos, códigos deontológicos e éticos).

É a partir destas três bases que a organização propriamente dita se constrói, e basta que uma delas colapse para que o todo se desmorone.

“Novembro e as Romãs que lhe levo”, nova obra poética de Baião Modesto

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de Baião Modesto

O autor, neste sexto livro de poesia que publica, escreve na badana da contracapa, em jeito de arte poética, o seguinte:

Quando é que vou ter
a meia-noite da noite
do pé em fuga da sala…
e calçar-te, Poesia, o sapato
depois!

Entramos, assim, no mundo da Fantasia, e com letra maiúscula; porque desta Fantasia sai uma “realidade” que anda escondida, descalça, esperando que lhe tragam o sapato perdido algures. É esta a função do Poeta, encontrar, na mais inesperada situação, a mais inesperada realização poética, e cumprir-se. O resto é com a Língua, neste caso a Língua Portuguesa. Saber arrancar das palavras o significado que ainda não lhes foi dado, sob o apoio dum significante musicalmente “prenhe”…

Por isso o Poeta diz:

O rasgão do verso tira
as cataratas dos olhos.

[…]

“Romance no Espólio”, o primeiro romance do Prof. Luís Souta

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de Luís Souta

Verdade e ética intelectual são questões centrais em Romance no Espólio. As fronteiras da ética são porosas, mas o filósofo Mário Sérgio Cortella, no programa de Jô Soares na TV Globo, sintetiza, com humor, em 37 segundos, «esse conjunto de valores e princípios que usamos para decidir sobre as grandes questões da vida: o quero, o devo, e o posso. Tem coisa que eu quero mas não devo, tem coisa que eu devo mas não posso, tem coisa que eu posso mas não quero. Você tem paz de espírito quando aquilo que se quer é o que você pode e o que você deve» Alguns personagens deste romance ‘querem’, ‘podem’ mas, ficamos na dúvida, será que ‘deviam’?

Neste romance cruzam-se três gerações de uma pequena família – dispersa por Portugal, Açores e EUA. Um jovem universitário procura conhecer um ramo da sua genealogia, cujos primórdios lhe foram sonegados, por razões que desconhece. Entretanto, nesse processo de indagação, desvendam-se -lhe histórias de amor e germina uma amizade sólida e cúmplice.

“Diálogos inter-geracionais em torno de algumas questões centrais do mundo contemporâneo”, poderia ser o subtítulo desta obra onde a fragilidade das relações amorosas e a força dos livros e da literatura têm lugar de destaque.

Desejamos muito Boas Festas a todos os nossos autores, clientes, parceiros e amigos

“A Arma que domina a Mente”, ficção fantástica por Alberto Rocha

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de Alberto Rocha

Bem-vindos ao Mundo do Povo do Chão!

Um cientista de renome mundial inventa uma Arma para dominar a Mente Humana. Mas essa Arma cai nas mãos de Sombra, um homem disposto a tudo para exercer a sua vingança, e uma sucessão de acontecimentos transforma a Terra num cenário de devastação e horror, com a ascensão dos afetados, humanos irracionais assim transformados com o despoletar da Arma que Domina a Mente.

Escrito numa base metafórica, onde a ficção, o fantástico e o oculto dominam, este livro pretende realçar a ambição dos Humanos pelo poder de domínio. Aquilo que é projetado num futuro tão distante que vai além do ano 3000, em que o tempo já é medido em ERAS, tem a conotação da realidade dos dias de hoje. Exemplo disso é a Entidade, uma massa viscosa carregada de energia que se espalha pelo Cerne da Terra, a qual, à luz do presente, mais não é do que uma pandemia que, camufladamente, interfere no destino da Terra e nas decisões tomadas pelos seus governantes. São criaturas externas à Humanidade que conseguem debelar a ameaça da Entidade, lançando a questão se um dia será ou não bem-vinda uma ajuda proveniente de um outro lugar no Universo, quiçá de um Universo Paralelo, que salve a Terra e a faça prosperar.

Os nomes das personagens e dos lugares onde se desenrola toda a história fazem parte do misticismo que se procurou incutir nesta obra.

Para ler e meditar, ao mesmo que tempo que nos embrenhamos num enredo repleto de emoções e algumas dissertações polémicas.

“A Pedra de Toque”, um complexo thriller de Augusto Gouveia

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de Augusto Gouveia
Uma trama de mistérios, mitos e lendas

Depois de assistir a um assassinato, Lara vê-se envolvida numa rede conspirativa. Tem de descodificar uma mensagem criptografada de origem templária que a vai levar a percorrer países como a Islândia, Itália, França, Escócia, Inglaterra, Portugal, Egipto, Arábia Saudita, Israel, Turquia, Chipre e Malta.

O mistério adensa-se em sucessivas aventuras numa teia complexa de simbologias que cativam o leitor e levam-no a querer decifrar enigmas, percorrendo regiões inusitadas com mistérios empolgantes.

O autor transporta-nos a períodos de história ficcional associada a enigmas cuja interpretação é o fio condutor das narrativas que se vão sucedendo.

O fim inesperado alerta e remete para as tentativas belicistas e maquiavélicas de organizações misteriosas e obscuras. “A verdade raramente é pura e nunca é simples”. (Oscar Wilde)

“Leitura e Educação Literária no Ensino Básico”, nova obra didática do Prof. Pedro Balaus Custódio

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de Pedro Balaus Custódio

Os sete breves estudos aqui coligidos resultam, por um lado, da intenção de reunir, num mesmo espaço textual, reflexões sobre o ensino da leitura literária que foram produzidas ao longo dos últimos anos e que acompanharam os movimentos de (r)evolução curricular no domínio do ensino do Português. Por outro, contemplam várias análises que poderão ser úteis aos alunos dos mestrados de formação de professores do 2.º ciclo do ensino básico.

Estas considerações incidem, pois, sobre assuntos como os materiais didáticos, o papel dos manuais escolares, as experiências significativas de leitura neste ciclo de ensino e, ainda, sobre a qualidade dos textos ou sobre a forma como o conceito de educação literária está inserido nos programas.

De igual modo, abordamos também aspetos mais diretamente relacionados com o aproveitamento da intertextualidade como estratégia de relevo para o trabalho sobre o texto literário na escola.

O objetivo imediato é que estas observações concisas possam constituir um auxílio válido para o trabalho que se desenvolve no ensino do Português neste patamar da escolaridade obrigatória.

“Gente (con)fina(da) é outra coisa”, uma coletânea de cartoons de Zépestana

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de Zépestana

Não por acaso, pandemia e pandemónio são palavras que, em época de distanciamento, não podiam estar mais próximas. De facto, a COVID-19 veio impor comportamentos nunca antes observados, virou do avesso o nosso quotidiano, revolveu hábitos sedimentados e deixou em pantanas todo um modo de vida que dávamos por garantido e estabilizado.

É disso que trata este livrinho, colectânea de cartoons publicados, entre Março e Setembro de 2020, na página de Facebook Os Grisalhos (Doçuras e Agruras da Terceira Idade). O autor teve por objectivo, que só o leitor avaliará se foi bem-sucedido, desafiar a ideia reinante de que estes tempos não estão para graças.

Quando chegar ao fim do livro, não esqueça aquilo que deve fazer com as mãos: aplaudir, primeiro, e lavá-las, depois, que as recomendações das autoridades sanitárias são para levar a sério.

“Cântico Escorreito”, nova obra poética de Armindo Reis, prefaciada por Matilde Rosa Araújo

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de Armindo Reis

Cântico Escorreito é um livro de poemas livres, prefaciado com a ternura das belas palavras de Matilde Rosa Araújo, que, soando como cântico, elege a simplicidade, a beleza, o amor das pequenas coisas da Natureza, que se tornam grandes, nunca desprendido o sentido do esplendor da infância do poeta, numa intrínseca verdade, doce e pura, fazendo com que o momento impossível se torne possível, como só a poesia o pode elevar.

“Aves – os dinossáurios alados”, nova obra pedagógica de Luís Cunha Avelar

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de Luís Cunha Avelar

Sendo os animais mais conspícuos na natureza e em meio urbano, será correto afirmar que grande parte da humanidade sempre se sentiu fascinada pelo canto, cor, ou o magnífico voo das milhares de aves que cruzam os céus do planeta. O crescente interesse pela prática de Birdwatching (observação de aves em estado selvagem) é, aos dias de hoje, uma clara prova desse facto.

Aumentar o nível de conhecimento sobre a origem, biologia e ecologia da avifauna contribui, definitivamente, para o reforço desse apreço, sendo capaz de despoletar preocupações e ações tendo em vista à conservação das espécies e seus habitats.

Este pequeno livro aborda, de uma forma breve – mas não menos desprovida de informação relevante – factos históricos relacionados com a formulação da hipótese sobre a origem das aves. Descreve, também, complementado com uma figura do sistema ósseo e algumas fotos, as singularidades ósseas que tornam esta classe de vertebrados bastante versátil, os mais destacados voadores do reino animal.

O seu conteúdo destina-se principalmente a estudantes de biologia, nomeadamente, futuros ornitólogos; estudantes de paleontologia dos vertebrados; docentes de Geologia-Biologia; guias de Birdwatching; guias de natureza; educadores e monitores na área da conservação da natureza; observadores de aves e a todos os naturalistas e todas/as aqueles/as que desejem conhecer um pouco melhor factos relacionados com a origem e osteologia das aves.

Os dinossáurios não se extinguiram na totalidade há aproximadamente 66 milhões de anos; estão lá fora, olhemos pela nossa janela!

O novo romance de José António Pereira da Silva, “A Súcia”, já nas livrarias

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No mundo em que esta “Súcia” é quem mais ordena, é difícil distinguir o agressor da vítima, porque ambos não conhecem limites para a violência física e moral e para a retaliação, que, numa espiral vertiginosa praticam, mútua e reciprocamente, entendendo que os fins justificam a utilização de quaisquer meios.

É um cosmos em que os valores mais essenciais e básicos que devem reger a vida em sociedade, são espezinhados no altar do poder e do dinheiro que se tem de conquistar e obter a qualquer preço.

Mas há ainda quem, cruzando-se com esta “Súcia”, a quem faz frente, de forma corajosa, não esquece que nem ela deixa de ter direitos cívicos e legais que devem ser respeitados em todas as circunstâncias.

Por fim, retira-se desta história, contada à maneira policial, que o amor é o melhor anti-corpo contra o vírus da vilania, que só consegue contaminar quem não acredite que amar alguém, nesta sociedade minada pela mentira, pelo egoísmo e pela sede do poder, ainda é possível.

“Direito e Democracia em Rousseau”, novo ensaio filosófico do Prof. Manuel João Matos

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de Manuel João Matos

Rousseau declara na Carta a Rey de 1761 que o Contrato social é «uma obra para todos os tempos», reiterando na Carta a Christophe de Beaumont (1764) que «se o Contrato social não existisse, seria necessário provar de novo as grandes verdades que aí desenvolvo». Rousseau afirma que «o direito político está ainda por nascer» e, de facto, nasce com o Contrato social (1762), que comporta como subtítulo «os princípios do direito político».

A novidade da sua empresa política é a descoberta dos «princípios» de ordem normativa da «constituição democrática». O Contrato social constitui o projecto mais coerente de fundação da democracia da Aufklärung. Até então, a democracia era considerada pelos teóricos políticos como um regime político de impossível realização enquanto para Rousseau é o único regime político legítimo e racionalmente fundado.

A democracia é uma criação da cultura política ocidental e Rousseau é um dos maiores expoentes da sua construção racional, antes de se ter imposto historicamente no mundo ocidental com as Revoluções Francesa e Americana. Depois de Rousseau e Kant, há um laço conceptual entre a teoria do direito e a teoria da democracia. Direito e Democracia em Rousseau analisa a relação entre o direito e a democracia no pensamento político de Rousseau.

“Coronavírus – Drama em 3 Actos”, uma peça de José António Pereira da Silva, já nas livrarias

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De José António Pereira da Silva

No microcosmos de Barraches, surpreendido pelo “Coronavírus” que, num ápice, lhe altera as rotinas, vêm à tona os valores de generosidade, do empenho na realização do interesse colectivo, da defesa da vida e da dignidade humana, a par do egoísmo e do arbítrio de quem julga tudo poder, até passar incólume pelo convívio com o vírus.

“Rio dos Bons Sinais”, uma compilação autobiográfica de Gabriel Cavaleiro

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de Gabriel Cavaleiro

Rio dos Bons Sinais recolhe algumas das histórias mais pessoais de Gabriel Cavaleiro contadas com a habitual vivacidade e humor no seu blog que nos levam a vivenciar os locais e momentos retratados que vão desde as memórias de infância até às vivências da atualidade, sempre recheadas de episódios imprevistos e curiosos.

“O Valente Soldado Lodião”, um relato singular e expressivo de uma época marcante

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de João M. A. Soares

Pela ordem natural das coisas e à medida que os anos passam, são cada vez menos aqueles que ainda podem responder à incontornável pergunta de Baptista Bastos: «Onde é que você estava no 25 de Abril?».

Aproveite, leitor, porque ainda sobram algumas dessas aves raras, em vias de extinção, disponíveis para darem fiel testemunho sobre o seu paradeiro nessa data histórica.

É o caso do cadete/aspirante/alferes Lodião, cuja saga guerreira merece ser contada, para que não se perca nas brumas da memória tudo aquilo que o autor conseguiu em devido tempo abarcar e reter: o relato minucioso do quotidiano de um recruta, de há quase meio século; a evocação, com largueza de detalhes, de alguns momentos capitais da recente história do país; a descrição do irrepetível ambiente folclórico-revolucionário vivido naquela época de sobressaltada transição para a democracia; o crepúsculo de um oficialato impante de panache, com excesso de ademanes prussianos, e a emergência (por curto período, felizmente) de uma tropa-fandanga devassa e gadelhuda que cedo saiu de cena, com o rabinho entre as pernas.

Tudo isto, entrecortado por episódios picarescos, de peripécias divertidas e cenas caricatas, que regalam qualquer leitor.

“Salazar – Faces de um Estadista”, uma obra antológica de Fernando de Castro Brandão, já nas livrarias

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de Fernando de Castro Brandão

Neste livro, uma compilação dos artigos publicados, ao longo de quatro anos, no semanário “O Diabo” e de mais três inéditos, o autor cuida de trazer ao conhecimento público aspetos menos conhecidos ou mesmo ignorados da vida e da personalidade de Oliveira Salazar. E, mesmo aqueles factos mais comuns, são tratados através de uma interpretação despida da atual e generalizada atitude de crítica acintosamente falseada, se não ferozmente pejorativa.

No seu conjunto, estes artigos, tornados agora capítulos, obedeceram essencialmente ao propósito de trazer à luz tópicos, muitos deles conhecidos, embora raramente aprofundados, escalpelizando factos suscetíveis de outras leituras e renovadas interpretações.

Salazar, Faces de um Estadista representa o diminuto legado do seu autor, para a compreensão no futuro de um grande homem, infamemente aviltado no presente.

(excertos do Prefácio)

O novo romance de José Mora Ramos já disponível nas livrarias

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de José Mora Ramos

A partir de 1980, ocorre em Portugal, e parafraseando Gil Vicente, um consistente assalto ao Paço, perpetrado por gerações sem quaisquer tipo de escrúpulos, muitas delas, curiosamente, provenientes do interior do país.

Como escreveu Miguel Real, em Nova Teoria do Mal, Homens “bons”, no Governo, na direcção de grandes empresas, de grandes instituições, praticam o mal, com o à-vontade de quem está praticando o bem.

Retrato de Manuel Couteiro, escrito sem preocupações de rigor histórico, mesmo nas pequenas estórias que vão sendo contadas, embora inspirado em acontecimentos e pessoas reais, é o relato ficcionado da vida de um desses homens “bons”, desde a sua infância numa pequena aldeia beirã, até ao seu apogeu, outorga da comenda e posterior exílio forçado.

“A Doutrina do Direito de Kant”, nova tese de Filosofia do Prof. Manuel João Matos

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de Manuel João Matos

O direito ocupa um lugar central na reflexão transcendental de Kant. O procedimento judiciário fornece a Kant o modelo metodológico da sua revolução crítica. Kant submete o direito ao tribunal da razão, e não se liga, como procedem ainda os jurisconsultos do deu tempo, à questão essencialista Quid jus?, mas pondo previamente a questão Quid juris?, interroga-se sobre as condições de possibilidade e de validade das categorias e dos conceitos do direito. Em vez de ser «deduzido» metafisicamente de um poder transcendente, o direito resulta da «dedução transcendental» do horizonte puro da razão, cujas articulações jurídicas conferem ao Estado republicano o estatuto de «Ideia da razão». «Uma constituição perfeita entre os homens, eis a coisa em si mesma», afirma Kant na conclusão da Doutrina do direito.

“Escreva, por favor, ‘Espinosa’”, um romance de João Rangel de Lima

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de João Rangel de Lima

Portugal, desde o 25 de Abril, que tem sido governado por vários tipos de filhos da mãe. Ele há os filhos da mãe, os filhos pelas mães, os filhos em vez das mães, os filhos apesar das mães, os filhos por causa das mães, os filhos de outras mães, os filhos destas e daquelas mães e os filhos sem mães. É só escolher.


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