“In Limine (Filamentos líricos)”, novo livro de poesia de Norberto do Vale Cardoso

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In Limine segue-se a Aporias do Silêncio (2020), livro que viu um dos seus poemas publicado e traduzido nos Países Baixos.

In Limine é um livro de poesia estruturado em seis partes, a saber: «A Casa Azul», «A Casa do Alto», «A Casa na Cidadela», «A Casa Amarela», «O Retiro do Poeta Sem Abrigo» e «O Poeta-a-Dias».

Com temas vários, os 97 poemas que constituem o livro seguem os lugares da memória do poeta.

“Clube dos Pensantes Incógnitos – Livro 2”, nova obra de Filipe Costa Nunes

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O Feliz Casal e a Poção Fora de Prazo

O pardal das penas encantadas, mais conhecido por Pardalão Valentão, acompanhado pelo grupo amigo, vão ser desafiados antes de saírem do Castelo assustador e assombrado. O par mais apaixonado da história, conhecido por feliz casal, volta a aparecer para deslumbrar o seu maior fã, o fornecedor de frutas, com aventuras variadas.

Quanto ao Clube dos Pensantes Incógnitos, vai ter um novo membro e novas tarefas. Conseguirão eles realizar tudo e ainda permanecer incógnitos?

O Livro 2 do Clube dos Pensantes Incógnitos destina-se a todos os leitores que gostam de encontrar personagens misteriosas, corajosas e que nunca desistem de seguir o seu caminho, por mais obstáculos que possam aparecer; contando com os seus amigos e também com personagens inesperadas que se cruzam com os protagonistas para dar uma ajudinha.

“URBI ET ORBE – Viagens pelo Mundo”, nova obra de Henrique Salles da Fonseca

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Estas são as memórias do viajante frequente que em toda a parte procura o «espírito do lugar», a herança histórica e a vida ou sobrevivência das gentes.

Passados coloniais, passados imperiais, realidades tão diferentes quanto as que separam a miséria da abastança, a democracia da autocracia, as culturas suaves das rudes, as civilizações pacíficas e as belicosas, as do perdão e as vingativas, taliónicas; as sociedades contemplativas e as hedonistas, as urbanas e as rurais de todas as latitudes.

Na rota da «pegada portuguesa» por aí além, sempre em busca dos «portugueses abandonados» pelas vicissitudes da História.

“Memórias da Paradinha”, a dupla vida desta aldeia, um livro de Norvinda Assunção e José Cerca

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Banhada pelos rios Paiva e Paivó, considerados durante muitos anos como os rios menos poluídos da Europa, a Paradinha, tal como muitas aldeias do interior do País, começou a sofrer, sobretudo a partir dos anos 80, uma progressiva desertificação, a ponto de ficar totalmente abandonada por volta de 1990. Este abandono teve como consequência o início de uma progressiva e rápida degradação das habitações, todas elas construídas em xisto, com cobertura em ardósia, materiais esses que abundam na região. Por volta de 1995 e já quando muitas das habitações se encontravam em processo de degradação acentuada, começaram a surgir várias pessoas interessadas em comprar as casas e recuperá-las para habitação de fim de semana ou de férias. Foi então que, tal como a Fénix renascida das cinzas, também esta aldeia começou, lentamente, a erguer-se das suas ruínas, transformando-se progressivamente e recebendo boas condições para a prática de um turismo de natureza saudável e ordenado.

Memórias da Paradinha apresenta aos seus leitores a dupla vida desta aldeia que desde 2012 está integrada na rede das Aldeias de Portugal.

Guiados por Norvinda Assunção que aí nasceu, casou e viveu durante parte da sua vida, evocar-se-ão as memórias de um passado vivido nesta aldeia, em contato íntimo com a natureza e de acordo com as tradições populares desta comunidade rural, com destaque para o fabrico das velas de cera, não fosse ela a neta do famoso “cereeiro da Paradinha”.

Por sua vez, José Cerca, um apaixonado pelo vasto património de Arouca, dar-nos-á conta deste renascer da Paradinha, com referência aos diversos equipamentos que foram surgindo, não só dentro da aldeia, como também nas suas imediações, e que muito contribuíram para o seu renascimento.

Entre outros, refira-se a criação do Arouca Gepark em 2009, com 41 geossítios, dois dos quais dentro da área territorial da Paradinha. A abertura dos “Passadiços do Paiva”, em 20 de junho de 2015. A inauguração da famosa ponte suspensa, a 516 Arouca, no dia 2 de maio de 2021. E ainda a construção de um empreendimento turístico, para alojamento em condomínio fechado.

Quem hoje visita a Paradinha desconhecerá como era a vida nesta aldeia, antes deste feliz renascer. Por isso, poderá encontra nestas Memórias da Paradinha e neste regresso ao passado uma ajuda para melhor se compreender o presente desta ressuscitada aldeia de xisto e se adivinhar o seu futuro como excelente espaço para a fruição de um equilibrado e saudável turismo de natureza.

“Lohaume – uma viagem para além das areias proibidas”, ficção fantástica de Mário de Abreu

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Lohaume, montanha-abrigo surgida algures a partir do caos semeado em todo o planeta pelo confronto entre os elementos Terra, Água, Fogo e Ar, serviu de abrigo a novos seres que deram origem a uma nova civilização. Empurrados pela violência do confronto, acabaram reunidos aqui, dando assim, teimosamente, continuidade à existência de civilizações responsáveis pelo repovoamento deste magnífico planeta.

Nesta comunidade vamos conhecer Agrabel, uma das principais intervenientes desta história, atormentada por uma luta interior que a despiu da sua personalidade. Tentando fugir à realidade, aventurou-se em território proibido, que, guardado zelosamente por guardiães – espíritos de vidas que pereceram durante o confronto titânico e que agora revivem em corpos de areia fornecidos por Inavanan – a levaram a uma aventura com desfecho imprevisível tanto para o leitor como para as próprias personagens.

Também fazem parte desta história, que só uma improvável coincidência poderá identificar em algum período da História da humanidade, o magnânimo Herazan, os travessos Virata e Toporai, o sereno Matifab… e muito mais, nesta ficção que serviu de refúgio ao próprio autor.

“As Bruxas do século XXI”, uma história infantil com bruxas divertidas e modernas, de Cristina Rodrigues

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Com o título original “As Bruxas do Século XX”, a história foi escrita em 1986 e datilografada em folhas que hoje estão amareladas pelo tempo.

Uma vez que não será possível – nem com um feitiço – que a obra seja publicada no século passado, ela renasce agora com o título As Bruxas do Século XXI, ansiosa por fazer as delícias das crianças e jovens de hoje.

Hermengarda é uma bruxa moderna, espertalhona e divertida. Só faz o que quer e não quer saber de nada que seja antigo. Para contrariar a maioria das bruxas, ela mete-se em grandes problemas. Será que vão castigá-la e transformá-la em lagartixa? Ou terá ela um poder especial que vai trazer ainda muitas surpresas?

“Marketing: Conceitos, modelos fundamentais e áreas de aplicação”, uma obra académica de Luís Filipe Esgalhado Rocha

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Neste livro, que inicia uma coleção dedicada ao Marketing, procuramos condensar o conhecimento relativo às principais correntes teóricas do Marketing que, através dos tempos, enquadraram o funcionamento desta área científica.

Assim sendo, abordamos as mudanças de paradigma económico que caracterizaram épocas importantes da nossa civilização ocidental e que podemos delimitar por quatro Revoluções Industriais que mudaram radicalmente a face do mundo em menos de dois séculos.

Sendo este texto eminentemente introdutório, não podíamos deixar de abordar o conceito e definições do Marketing, bem como as diferentes filosofias que estiveram subjacentes à sua evolução e os objectivos que persegue nas empresas e organizações.

Não podíamos deixar de abordar também o Marketing Mix, quer na perspectiva do criador deste modelo, Jerome E. McCarthy, quer na perspectiva dos que têm vindo a contribuir para o seu desenvolvimento e actualização, nomeadamente Bernard H. Booms, Mary J. Bitner, Philip Kotler e Bob Lauterborn. Referimos também, naturalmente, a contribuição de outros autores e actores no domínio organizacional e industrial, para a evolução desta jovem ciência

Em seguida, abordamos os 8 P’s do Marketing Mix aplicados ao Marketing de Serviços, as metas do Marketing no contexto organizacional e as novas áreas de aplicação do Marketing.

Para concluir, abordaremos o impacto do Marketing na economia e justificaremos as motivações que as empresas devem ter subjacentes ao seu investimento no domínio que agora tratamos.

“Nação Lusa”, uma visão abrangente do ‘universo português’, de José Carlos Silva

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Nação Lusa é uma celebração das tradições, dos costumes e do riquíssimo património material e natural do nosso país.

Portugal tem-se destacado com grande fulgor nas últimas duas décadas. As suas belíssimas paisagens naturais, os seus imponentes e esplendorosos monumentos históricos e as suas tradições seculares fizeram com que várias zonas do país estejam hoje no topo dos melhores sítios a visitar. Portugal passou a estar na moda!

Ao longo dos anos, soubemos criar com rigor e empenho produtos com um alto e consistente nível de qualidade, o que nos possibilitou alcançar vários prémios e nomeações internacionais.

O país soma ainda mais visibilidade internacional com portugueses que fazem sucesso lá fora em áreas tão diversas como o desporto, a música, a literatura ou a arquitetura. Somos, ainda, mundialmente conhecidos pela nossa arte de bem receber com excelência, simpatia, e pela nossa simplicidade.

Neste sentido, este livro é uma viagem ao universo cultural português, ao que fomos, ao que aspiramos a ser, ao que temos e ao que alcançamos além-fronteiras.

“O Marulhar das Palavras”, poesia de Paulo Salústio

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Este livro encontra nas palavras a magia e a essência do viver.

É um percurso pelo sentir humano, com os seus enlevos e dissabores, no inestimável tempo que caracteriza o Universo.

O dia, na cronologia de um destino, poderá ser um contentamento ou um desterro.

Novo romance de Carmo Baião: “Com Luz e Sombra se tecem as Memórias”

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Laura Teles tem como amiga a “mesa do canto” de um café que habitualmente frequentava. Depois de assistir à morte dramática do companheiro, em África, regressa a Portugal e, com os pais, compra uma pequena herdade no Baixo Alentejo, próximo de Baleizão. Com o passar dos anos descobre que ainda é possível amar.

“Degradados Filhos de Eva”, estórias incomuns de gente comum, um livro de António Cunha Cândido

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Estórias de gente comum que as vicissitudes da vida, num constante envolvimento, arrastaram para excessos comportamentais imprevisíveis em que a testosterona moldou e definiu atitudes de discutível crítica santo antonina.

Sessão de autógrafos de Mendes Pedro Ludi, na Feira do Livro de Lisboa

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Domingo, dia 05-Set, às 18h00, no Espaço dos Pequenos Editores

Sessão de autógrafos de Hélder Manhique, na Feira do Livro de Lisboa

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Domingo, dia 05-Set, às 18h00, no Espaço dos Pequenos Editores

Sessão de autógrafos de Gabriel Cavaleiro, na Feira do Livro de Lisboa

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Domingo, dia 05-Set, às 18h00, no Espaço dos Pequenos Editores

Sessão de autógrafos de José António Pereira da Silva, na Feira do Livro de Lisboa

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Sábado, dia 04-Set, às 18h00, no Espaço dos Pequenos Editores

Sessão de autógrafos de Acácio Gomes, na Feira do Livro de Lisboa

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Sábado, dia 04-Set, às 18h00, no Espaço dos Pequenos Editores

Sessão de autógrafos de Maria Gaio, na Feira do Livro de Lisboa

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Sábado, dia 04-Set, às 17h00, no Espaço dos Pequenos Editores

Conheça as nossas novidades editoriais na Feira do Livro de Lisboa, de 26-Ag a 12-Set

Visite-nos no “Espaço dos Pequenos Editores” (Pavilhão C01)

“Relacionamento Bancário em Angola”, uma obra referencial de Kinavuidi Paulo

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O financiamento às empresas é dos assuntos mais importantes que tem dominado o debate sobre o relacionamento bancário e o desenvolvimento das economias. Com o surgimento da crise global, que assola o mercado financeiro angolano em particular, os bancos, que são as principais fontes de financiamento externo das PME, tornaram-se mais exigentes na avaliação de crédito, criando deste modo dificuldades aos investidores e condicionando, em última análise, o surgimento de novas PME e o crescimento das existentes.

Os resultados da investigação desta questão são abordados neste livro, que é dirigido não apenas ao sector das PME e da banca, mas também às entidades governamentais e académicas.

Numa altura em que se debate as políticas de relançamento e/ou diversificação da economia angolana, em que as PME se constituem na maior alavanca para a sua concretização, esta obra pretende ser uma importante ferramenta de análise e apoio à decisão.

“O 9 de Abril de 1918 foi um desastre?” Uma obra clarificadora de Manuel do Nascimento

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O CEP na Flandres francesa de 1917-1918
de: Manuel do Nascimento

Os políticos portugueses deviam parar de falar do «Desastre do dia 9 de Abril de 1918». O direito de relatar sobre os acontecimentos do «9 de Abril de 1918» pertence unicamente aos soldados que nesse dia se bateram na Flandres francesa.

A 9 de Abril de 1918, nem Portugal, nem os portugueses foram atacados pelas forças alemãs, porém, o setor onde se encontrava o Corpo Expedicionário Português (CEP) esteve debaixo de fogo inimigo. Tal motivo explica-se pelo facto dos portugueses se encontrarem na mesma posição de defesa junto com as forças francesas e inglesas. A carga que os militares portugueses sofreram naquele setor, por parte das tropas alemãs, não passou de pura estratégia militar do inimigo.

Nestas páginas, despidas de fantasias, deixo os inúmeros testemunhos de quem viveu esta guerra na frente de batalha.


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