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Apresentação do romance “Aroma Tóxico”, de Miguel Rodrigues de Oliveira

Sábado, 21-Dez-2019, às 16:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Domingo, 22-Dez-2019, às 14:00, na FNAC do Almada Fórum

Miguel Rodrigues de Oliveira apresenta o seu primeiro livro, intitulado “Aroma Tóxico”, um romance inspirado numa história verídica, «dos dias e locais de hoje, desde as enigmáticas entrevistas de trabalho à brutalidade do mundo hipócrita dos negócios e mostra o choque de gerações e a dependência da tecnologia. Retratando as incertezas dos trilhos da vida com que nos deparamos, é a história de milhares de pessoas com uma vida normal, é a luta de David contra Golias do mundo actual.»

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“Rumando até à casa de Verão do Grande P.”, nova ficção didática de Filipe Costa Nunes

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Uma viagem rumo a uma casa de Verão, vai trazer-nos cinco personagens: o Grande P., a Dona N., o Dend-Til, a Dend-Tila e o Dend-Tolo.

Um desafio para um concurso pode levar à preparação de uma caixinha surpresa, a vários temas abordados, a vários lugares e no fim; a uma homenagem à Natureza!

“A Paixão de Peter Harding”, novo romance de André Pinto Bessa

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Claire, uma bonita holandesa a caminho de Auschwitz e de morte certa, consegue escapar e fugir para Lisboa, onde conhece Peter Harding, um oficial da Royal Navy e agente do MI6, enviado para investigar misteriosas remessas de ouro.

Em 2014, Nicky, uma jornalista desencantada com a vida e com um jovem banqueiro, vem a Lisboa investigar a aventura de Peter e Claire.

Separadas por setenta anos, as histórias de Claire e Nicky, cruzam-se. O leitor é convidado a deslindar o sentido dessas intercepções…

Espionagem e agentes duplos, conspirações contra Hitler, remessas secretas de volfrâmio, ouro e notas, tramoias de um “génio financeiro” que em Nova York vai ludibriando clientes, accionistas e autoridades; são estes os ingredientes deste livro.

Nova obra poética de Baião Modesto: “O Domínio do Nome”

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Nunca se dá muita atenção à sequência dos títulos dos livros, publicados por um autor. Vem isto a propósito do último livro de Baião ModestoO Domínio do Nome.

Cremos que Sebastião da Gama tinha essa preocupação, ao dar à estampa os seus livros. Senão, vejamos: Serra MãeCabo da Boa-EsperançaPelo Sonho é que VamosCampo AbertoItinerário Paralelo. Toda uma história de Vida: da “Serra” para a “Boa-Esperança”, da “Boa-Esperança” para o “Sonho”, do “Sonho” para o “Aberto” (será o Aberto Rilkeano?), do “Aberto” para o “Itinerário”, mas um “Itinerário” paralelo… Sebastião da Gama era cristão, logo, paralelo ao seu mundo físico, existia o mundo da sua Alma. Não há espaço para tanto… mas lembremos só que a Física Teórica fala em mundos paralelos (!).

Voltando ao autor, ora em causa, se calhar este Domínio do Nome é um contínuo dos títulos dos seus livros já publicados, como, por exemplo, Viagem Anterior. O primeiro poema remete para uma “fragilidade” (do Ser?), mas com potencial de “voo” (sonho?), ei-lo:

Sombra de borboleta
eclipse de asas.

Não vamos espraiar-nos pelo livro todo; deixamos só mais dois exemplos:

Com botas-de-sete-léguas,
a vida
não tinha número
para o meu pé.

“Domínio do Nome”, que nome?

Portugal

Régio, não de rei;
que não tem real
contínuo condão
entre bem e mal, o rei.
Mas de Rei
de um amplo Régio
em observação,
da Utopia Real:
o Lugar e a Grei!

E para terminar, diremos que Poesia “são versos após a decantação… com a assunção dos sons”.

“Amor de Mármore”, novo livro de poesia de Marta David

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Amor de Mármore é um livro de amor, de amor vivido, de uma sensualidade confessada, lá, no espaço onde acontece, e também respirado nas palavras onde se reconstrói numa dimensão poética.

A poesia de Marta David começa por falar de pequenos acontecimentos do quotidiano, esses pequenos nadas que acordam uma relação suave e discreta que acorda a pele e mostra como o amor se entorna nesses pequenos recantos. Mas, logo a seguir aos momentos de serena inquietação, as palavras caminham numa festa de doce inquietação, galopam, estão a ferver, explodem.

E o amor está lá onde é vivido, na pele, nos olhos, e está também entornado nas palavras do poema, reencontrado neste outro fazer da refaz na sua oficina a reprodução maravilhosa do tempo vivido. Como em qualquer poeta há uma mecânica própria do verso, um trabalho vocabular que traz um sabor a terra e a lume, uma chamada à presença das uvas, uma integração do corpo no fazer do universo.

Porque amor, amor será um pássaro que levanta voo do corpo e se expande na palavra ou no espaço mágico do poema. Por isso, esse amor pode ter acabado mas continua nas palavras, acto de amor e memória, apelo a um tempo que não fecha portas no canto que a febre prolonga para além do fim.

Lançamento de “Inconstâncias da Alma”, de Bruna Quítalo

Sábado, dia 14-Dez, às 16:00, no Palácio Quinta da Piedade (R. Padre Manuel Duarte, 2625-173 Póvoa de Santa Iria)

Bruna Quítalo, licenciada em Serviço Social e com uma pós-graduação na área da Sociologia, é apaixonada pela doutrina holística, onde tenta buscar novos saberes, transpondo, nos seus textos, a sua ânsia de adentrar no conhecimento transcendental. Publica agora o seu primeiro livro, “Inconstâncias da Alma – Reflexões para o despertar e ampliar da Consciência”, em que somos levados a refletir sobre o despertar das mentes a nível coletivo e individual, buscando uma renovação de valores sobre os quais assenta a vida.

A autora e a obra serão apresentadas por António Henriques.

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“Histórias da ‘Periferia’, Na origem do Serviço Nacional de Saúde”, já disponível nas livrarias

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O Serviço Nacional de Saúde é, sem dúvida, uma das mais importantes conquistas da revolução do 25 de Abril. Mas, o que em grande medida contribuiu para a sua implementação foi o Serviço Médico à Periferia (SMP), criado em 1975 e terminado em 1982.

Esta medida, obrigatória para todos os médicos que, concluído o seu internato geral, pretendessem obter uma especialização, levou-os a sair dos centros urbanos e, durante cerca de um ano, trabalhar num hospital concelhio, na “Periferia”.

E foi assim que a saúde, até então quase inacessível a grande parte da população, se tornou próxima e gratuita para todos. Deu-se pois uma verdadeira Revolução.

Este livro não é um estudo sociológico sobre o SMP, mas sim uma coletânea de memórias daqueles que, em 1978, partiram de Lisboa para diversos locais do continente e ilhas e que aqui recordam, para memória futura, as aventuras e desventuras desse tempo que a todos marcaram e deixaram saudades.

Nas linhas e entrelinhas destas histórias, umas mais divertidas, outras mais trágicas, desenha-se o país real que encontraram nessa época e retrata-se as dificuldades, o convívio e a amizade que os aproximaram e os ligaram às pessoas que tão calorosamente os acolheram.

Lançamento do novo romance de André Pinto Bessa

Segunda-feira, 09-Dez, às 18:00, no Arquivo Nacional da Torre do Tombo (em Lisboa)

André Pinto Bessa acaba de publicar o seu sexto livro, o romance intitulado “A Paixão de Peter Harding”, um thriller passional em que se cruzam duas histórias, separadas por 70 anos. “Espionagem e agentes duplos, conspirações contra Hitler, remessas secretas de volfrâmio, ouro e notas, tramoias de um ‘génio financeiro’ que em Nova York vai ludibriando clientes, accionistas e autoridades; são estes os ingredientes deste livro.”

A obra e o autor serão apresentados pelos Senhores Dr. Guilherme d’Oliveira Martins e Dr. Jaime Nogueira Pinto.

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António Martins de Matos publica “Vila Baleira”

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Numa pequena ilha do Atlântico, descoberta em 1418 por uns tais de Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, anos mais tarde habitada por um outro, desconhecido à altura, de seu nome Cristóvão Colombo, já no início deste Século XXI vão-se encontrar as principais personagens deste romance, a saber:

  • um Escritor, triste, solitário e meio perdido nas agruras da vida, que por ali anda em busca de inspiração;
  • um jovem Fotógrafo, tornado famoso por causa de umas “abóboras” e alguns outros vegetais, aos poucos transformado em Repórter e Historiador;
  • uma Controladora Aérea, alentejana de Cuba e muita atrevida, de passagem pela ilha, à procura de melhores oportunidades;
  • uma Profeta, nome dado aos naturais daquela ilha dita dourada, em que chamam bagas aos olhos, pau de lume aos fósforos e balaios aos cestos.

Vai ser o ponto de partida para uma história, talvez em tudo ou nada fora do habitual, ou não fosse aquele local… uma Ilha Encantada.

Apresentação do livro “aVenturas de corAções”, de Lourdes Vila Viçosa Maneta

Sábado, dia 07-Dez, às 12:00, na sala Nietzsche da Fábrica Braço de Prata (Rua da Fábrica de Material de Guerra, 1, 1950-128 Lisboa)

Lourdes Vila Viçosa Maneta, nascida em Vila Boim (Elvas), desde sempre vocacionada para a Psicologia, as Artes e a Filosofia, apresenta mais uma obra da sua autoria, intitulada “aVenturas de corAções – A menina cor do sol & O menino cor do céu”, em que, “na descoberta de inesperados mundos, as personagens conhecem diferentes amiguinhas e conquistam a liberdade para questionar e é este valor que os leva a decidir onde, como e com quem querem viver”. Um livro que “estabelece pontes entre fantasia e realidade, é intergeracional e dirige-se a todos os públicos”.

A sessão contará com um Moscatel de Honra e um momento musical.

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aVenturas de corAções convidam-nos a interpelar a vida e a viajar pelo Parque das Nações. Estabelece pontes entre fantasia e realidade. É intergeracional e dirige-se a todos os públicos.

A génesis amorosa do nascimento da Menina Sol & Menino Céu é surpreendente por estar relacionada com sessões de Arte-Terapia. Eles conhecem bem a sua história pessoal e querem partilhá-la com crianças, adultos e anciãos.

Na descoberta de inesperados mundos, as personagens conhecem diferentes amiguinhas e conquistam a liberdade para questionar. É este valor que os leva a decidir onde, como e com quem querem viver.

As experiências no desconhecido são uma preparação para vivenciar e conhecer que corAções amarelos e azuis dão à luz corAções verdes. Ao desvendarem os mistérios da cor encontram: alegria existencial, a descoberta do Eu na aceitação de Si, na diferença do Outro e no meio que os rodeia. Os meninos decidem estudar e investigar diversas linguagens e paradigmas relacionais integrais que preservem a qualidade e sustentabilidade da vida dentro e fora do seu universo.

“Esculápios e Esculapices”, nova obra de João M. A. Soares

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Os chamados tempos modernos, pós-Revolução Industrial, hoje tão acusados de “agressões à saúde e ao ambiente”, corresponderam ao período em que o ser humano (nas regiões que “beneficiaram” dessas “terríveis agressões”) mais espectacularmente aumentou a sua esperança de vida.

Nas primeiras décadas do século XIX, a esperança de vida na Europa rondava os 33 anos e no final do século XX ultrapassou os 80 anos! Para tal, contribuiu diariamente a Ciência e o uso que dela fez a Medicina, a ponto de o médico ser hoje olhado como “alguém que tem de resolver o problema” (de saúde), seja ele qual for, seja qual for o paciente.

O médico, hoje ainda mais que no passado, tem pois as “obrigações” de Esculápio, o deus da Medicina na Mitologia Grega. Quando as coisas correm mal ou correm menos bem, os Esculápios de hoje são sempre causa de conversas sisudas ou de recordações jocosas. São as esculapices… Para ler e sorrir, com coisas sérias…

“Saberes de uma Vida – Provérbios e Expressões Populares”, primeira obra de Edite Barroso

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Este livro nasce do sonho da autora, atualmente com oitenta anos, pois é a compilação do saber expresso nos provérbios populares que a todos dão lições.

Apresentação do livro “Histórias da “Periferia”, Na origem do Serviço Nacional de Saúde”

Quinta-feira, 5 de dezembro de 2019, às 18:30, na Ordem dos Médicos (Av. Almirante Gago Coutinho, 151, 1749–084 Lisboa)

A apresentar pela Dr.ª Isabel Ribeiro (coordenadora), pelo Dr. Alexandre Valentim Lourenço (presidente do Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos) e pelo Prof. Manuel Abecasis (prefaciador).

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O Serviço Nacional de Saúde é, sem dúvida, uma das mais importantes conquistas da revolução do 25 de Abril. Mas, o que em grande medida contribuiu para a sua implementação foi o Serviço Médico à Periferia (SMP), criado em 1975 e terminado em 1982.

Esta medida, obrigatória para todos os médicos que, concluído o seu internato geral, pretendessem obter uma especialização, levou-os a sair dos centros urbanos e, durante cerca de um ano, trabalhar num hospital concelhio, na “Periferia”.

E foi assim que a saúde, até então quase inacessível a grande parte da população, se tornou próxima e gratuita para todos. Deu-se pois uma verdadeira Revolução.

Este livro não é um estudo sociológico sobre o SMP, mas sim uma coletânea de memórias daqueles que, em 1978, partiram de Lisboa para diversos locais do continente e ilhas e que aqui recordam, para memória futura, as aventuras e desventuras desse tempo que a todos marcaram e deixaram saudades.

Nas linhas e entrelinhas destas histórias, umas mais divertidas, outras mais trágicas, desenha-se o país real que encontraram nessa época e retrata-se as dificuldades, o convívio e a amizade que os aproximaram e os ligaram às pessoas que tão calorosamente os acolheram.

“Testemunho de um Economista Social Comprometido na Humanização do Mundo”, uma obra antológica de João Moura

Já disponível nas livrarias

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Prefácio: “Desabafo – Não perca por favor”, por D. Manuel da Silva Martins, Bispo Emérito de Setúbal

O livro resulta do desafio lançado por inúmeros colaboradores e da vontade do autor em corresponder, para “tentar pôr por escrito os Factos mais significativos em que me fui vendo envolvido e Ideias que fui tendo relacionadas com esses mesmos Factos e Ideias que têm ficado registados na minha memória”.

Enquanto economista com uma preocupação marcante no domínio social, João Moura revela-nos o contributo que a sua Formação, nomeadamente a partir da Família, da Religião, da Escola e, posteriormente, a partir dos primeiros contactos com o Mundo do Trabalho, do Estudo e Investigação em áreas sociais, da Doutrina Social da Igreja, para o que viriam a ser as suas principais motivações, inquietações ao longo do seu percurso pessoal e profissional até ao presente.

As diversas Actividades que manteve na Igreja Católica, assim como noutros domínios, nomeadamente no Sector Privado e Público, na área da Concertação Social, no Ensino na Universidade, mas também a nível Internacional, nomeadamente junto da OCDE, da OIT e do Conselho da Europa e, finalmente, a intervenção na Vida Política Portuguesa, são algumas das áreas em que o autor vai revelando alguns aspectos da realidade que teve que enfrentar.

Apresentação de “DI(z)VERSOS”, poesia de Jorge Serra de Almeida

Quinta-feira, 21 de novembro de 2019, às 18:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Estes textos (versos) de Jorge Serra de Almeida conseguem a leveza de uma simplicidade só aparente. Um quotidiano onde a presença do outro nos remete ora para o amor, ora para a urgência da denúncia do sofrimento que as injustiças provocam. Mas sempre com a presença do outro, sem o qual nada faria sentido. Tudo mediatizado pela presença da natureza – o berço onde o diálogo eu-tu se desenrola. (Prof. António Miguel Silva Avelãs)

A apresentação do autor e da obra será feita por Alice Vieira

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Carlos Manuel Rafael de Almeida publica o seu primeiro livro de poesia

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Nesta sua primeira obra, o autor, que não se considera escritor, limita-se a transportar os seus pensamentos para o papel. Não cumpre regras nas escritas (como a pontuação); brinca com populismos alentejanos, entre outros; e mete erotismo e humor ao barulho. Na simplicidade, nada de maldade traz.

“Manual de Boas Práticas Ambientais na Escalada em Rocha”, uma obra de Luís Cunha Avelar

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Manual de Boas Práticas Ambientais na Escalada em Rocha – Conhecer para Conservar o Habitat e Espécies de Flora e Avifauna das Escarpas e Falésias rochosas é, possivelmente, a primeira publicação nacional de cariz comercial que aborda o pertinente tema dos impactes ambientais e sociais dos Desportos de Natureza (DN), neste caso particular, da Escalada em rocha. Tendo, à semelhança dos outros DN, o meio natural como “campo de jogo”, e sendo muitas vezes praticada em habitats singulares em Áreas Protegidas (AP) classificadas, ou com tal potencial, a Escalada em rocha, quando implementada e praticada sem os devidos cuidados (dentro ou fora de AP e classificadas), pode constituir-se como mais uma ameaça, principalmente sobre espécies de flora e avifauna rupícola raras e com estatuto de conservação desfavorável. Existem igualmente outros impactes, transversais a outros DN, que não podem igualmente ser descurados e que são paralelamente abordados neste manual.

Capítulos:

  • Conhecimento da modalidade – Escalada em rocha
  • Conhecimento do meio e impactes da modalidade
  • Recomendações de boas práticas ambientais e sociais na Escalada em rocha

Ao contrário do que se possa pensar à partida, este manual não se destina exclusivamente aos praticantes de Escalada em rocha. Muitos tópicos têm igualmente interesse e são recomendados para aqueles que têm responsabilidade em promover ou considerar as implicações da prática da modalidade em meio natural: responsáveis das federações e de clubes de Montanhismo e Escalada; instrutores e monitores da modalidade; técnicos e vigilantes responsáveis pela gestão e vigilância de AP e classificada; empresários, guias e monitores de empresas de Animação Turística, técnicos do Turismo Sustentável, Turismo Ambiental; Ecoturismo; alunos e docentes dos cursos de DN-Turismo Ativo; geólogos e ornitólogos; botânicos; dirigentes e voluntários das ONGA (Organização não governamental de Ambiente); técnicos de ambiente das Câmaras Municipais e todos os interessados no tema da sustentabilidade dos DN, em geral.

Nova obra didática de Filipe Costa Nunes

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O que farias se tivesses a oportunidade de receber um brinquedo como o do Zaragateiro?

Descobre o que ele vai fazer e dá asas à tua imaginação, se te encontrasses no seu lugar.

Henrique T. Galha publica “Portugueses, Holandeses, Britânicos e Bóeres na África Austral”

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A História da colonização da África Austral tem um interesse muito especial por nela terem estado envolvidos quatro povos. Os holandeses apenas fizeram o que poderá chamar-se um ensaio de colonização. O povo bóer nasceu dentro da África Austral. A acção portuguesa manifestou-se, sobretudo, através da luta pela posse da baía de Lourenço Marques.

Os verdadeiros colonizadores da África Austral foram os britânicos. Estes tinham já conquistado um vasto império, mas estas conquistas não chegavam para os mercados da indústria britânica, em grande desenvolvimento depois da mecanização industrial no século XVIII.

Cecil Rhodes foi o grande impulsionador do imperialismo britânico na África Austral. A sua acção nas disputas com os bóeres e com os portugueses tem excepcional interesse e fica salientada neste livro.

“Para lá do Sol-Poente”, nova obra de Manuel Luís Rodrigues Sousa

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Tenhamos como referência a serra do Marão, representada na capa deste livro. Nasci no lado Nascente daquela mesma serra, em Trás-os-Montes, portanto, na pequena aldeia de Folgares, Freixiel, Vila Flor. Terras que se situam encaixadas entre a serra de Bornes, onde o sol nasce, e a dita serra do Marão, atrás da qual o astro-rei pernoita, como que a descansar depois da jornada do dia a percorrer todo o arco da “abóbada celeste”.

Cedo percebi, com 24 anos de idade, depois do cumprimento do serviço militar, almejando melhores condições de vida que a minha humilde aldeia não me poderia proporcionar, que o meu futuro estava para lá daquela agreste cadeia de montanhas projectada no espaço, formando a linha do horizonte Poente, lá longe, onde eu, em criança, julgava ser o fim do mundo.

Parti, já lá vão uns bons anos, transpus aquela simbólica “fronteira”, para Oeste, e fiz-me à vida. Uma vida tão intensa e apaixonante que vivi, e continuo a viver, felizmente, agora reformado, como os tons fortes das cores com que, propositadamente, ilustrei a capa deste mesmo livro.

Já no Outono da vida, também simbolizado pelo cair do sol no horizonte, aqui, nesta trama que teci, urdida num interlaçado de passado e presente, proponho-me levar aos leitores relatos de vivências que tive por cá nestas terras que o Sol-Poente me apontou, marcas de todo o meu longo e sinuoso caminho já percorrido que começou naquela aventura de há quarenta anos. Trazido, entre tantos, pela avalanche migratória que varreu as gentes do interior para o litoral do país.


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