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“Rumando até à casa de Verão do Grande P.”, nova ficção didática de Filipe Costa Nunes

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Uma viagem rumo a uma casa de Verão, vai trazer-nos cinco personagens: o Grande P., a Dona N., o Dend-Til, a Dend-Tila e o Dend-Tolo.

Um desafio para um concurso pode levar à preparação de uma caixinha surpresa, a vários temas abordados, a vários lugares e no fim; a uma homenagem à Natureza!

“A Paixão de Peter Harding”, novo romance de André Pinto Bessa

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Claire, uma bonita holandesa a caminho de Auschwitz e de morte certa, consegue escapar e fugir para Lisboa, onde conhece Peter Harding, um oficial da Royal Navy e agente do MI6, enviado para investigar misteriosas remessas de ouro.

Em 2014, Nicky, uma jornalista desencantada com a vida e com um jovem banqueiro, vem a Lisboa investigar a aventura de Peter e Claire.

Separadas por setenta anos, as histórias de Claire e Nicky, cruzam-se. O leitor é convidado a deslindar o sentido dessas intercepções…

Espionagem e agentes duplos, conspirações contra Hitler, remessas secretas de volfrâmio, ouro e notas, tramoias de um “génio financeiro” que em Nova York vai ludibriando clientes, accionistas e autoridades; são estes os ingredientes deste livro.

Nova obra poética de Baião Modesto: “O Domínio do Nome”

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Nunca se dá muita atenção à sequência dos títulos dos livros, publicados por um autor. Vem isto a propósito do último livro de Baião ModestoO Domínio do Nome.

Cremos que Sebastião da Gama tinha essa preocupação, ao dar à estampa os seus livros. Senão, vejamos: Serra MãeCabo da Boa-EsperançaPelo Sonho é que VamosCampo AbertoItinerário Paralelo. Toda uma história de Vida: da “Serra” para a “Boa-Esperança”, da “Boa-Esperança” para o “Sonho”, do “Sonho” para o “Aberto” (será o Aberto Rilkeano?), do “Aberto” para o “Itinerário”, mas um “Itinerário” paralelo… Sebastião da Gama era cristão, logo, paralelo ao seu mundo físico, existia o mundo da sua Alma. Não há espaço para tanto… mas lembremos só que a Física Teórica fala em mundos paralelos (!).

Voltando ao autor, ora em causa, se calhar este Domínio do Nome é um contínuo dos títulos dos seus livros já publicados, como, por exemplo, Viagem Anterior. O primeiro poema remete para uma “fragilidade” (do Ser?), mas com potencial de “voo” (sonho?), ei-lo:

Sombra de borboleta
eclipse de asas.

Não vamos espraiar-nos pelo livro todo; deixamos só mais dois exemplos:

Com botas-de-sete-léguas,
a vida
não tinha número
para o meu pé.

“Domínio do Nome”, que nome?

Portugal

Régio, não de rei;
que não tem real
contínuo condão
entre bem e mal, o rei.
Mas de Rei
de um amplo Régio
em observação,
da Utopia Real:
o Lugar e a Grei!

E para terminar, diremos que Poesia “são versos após a decantação… com a assunção dos sons”.

“Amor de Mármore”, novo livro de poesia de Marta David

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Amor de Mármore é um livro de amor, de amor vivido, de uma sensualidade confessada, lá, no espaço onde acontece, e também respirado nas palavras onde se reconstrói numa dimensão poética.

A poesia de Marta David começa por falar de pequenos acontecimentos do quotidiano, esses pequenos nadas que acordam uma relação suave e discreta que acorda a pele e mostra como o amor se entorna nesses pequenos recantos. Mas, logo a seguir aos momentos de serena inquietação, as palavras caminham numa festa de doce inquietação, galopam, estão a ferver, explodem.

E o amor está lá onde é vivido, na pele, nos olhos, e está também entornado nas palavras do poema, reencontrado neste outro fazer da refaz na sua oficina a reprodução maravilhosa do tempo vivido. Como em qualquer poeta há uma mecânica própria do verso, um trabalho vocabular que traz um sabor a terra e a lume, uma chamada à presença das uvas, uma integração do corpo no fazer do universo.

Porque amor, amor será um pássaro que levanta voo do corpo e se expande na palavra ou no espaço mágico do poema. Por isso, esse amor pode ter acabado mas continua nas palavras, acto de amor e memória, apelo a um tempo que não fecha portas no canto que a febre prolonga para além do fim.

Lançamento de “Inconstâncias da Alma”, de Bruna Quítalo

Sábado, dia 14-Dez, às 16:00, no Palácio Quinta da Piedade (R. Padre Manuel Duarte, 2625-173 Póvoa de Santa Iria)

Bruna Quítalo, licenciada em Serviço Social e com uma pós-graduação na área da Sociologia, é apaixonada pela doutrina holística, onde tenta buscar novos saberes, transpondo, nos seus textos, a sua ânsia de adentrar no conhecimento transcendental. Publica agora o seu primeiro livro, “Inconstâncias da Alma – Reflexões para o despertar e ampliar da Consciência”, em que somos levados a refletir sobre o despertar das mentes a nível coletivo e individual, buscando uma renovação de valores sobre os quais assenta a vida.

A autora e a obra serão apresentadas por António Henriques.

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“Histórias da ‘Periferia’, Na origem do Serviço Nacional de Saúde”, já disponível nas livrarias

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O Serviço Nacional de Saúde é, sem dúvida, uma das mais importantes conquistas da revolução do 25 de Abril. Mas, o que em grande medida contribuiu para a sua implementação foi o Serviço Médico à Periferia (SMP), criado em 1975 e terminado em 1982.

Esta medida, obrigatória para todos os médicos que, concluído o seu internato geral, pretendessem obter uma especialização, levou-os a sair dos centros urbanos e, durante cerca de um ano, trabalhar num hospital concelhio, na “Periferia”.

E foi assim que a saúde, até então quase inacessível a grande parte da população, se tornou próxima e gratuita para todos. Deu-se pois uma verdadeira Revolução.

Este livro não é um estudo sociológico sobre o SMP, mas sim uma coletânea de memórias daqueles que, em 1978, partiram de Lisboa para diversos locais do continente e ilhas e que aqui recordam, para memória futura, as aventuras e desventuras desse tempo que a todos marcaram e deixaram saudades.

Nas linhas e entrelinhas destas histórias, umas mais divertidas, outras mais trágicas, desenha-se o país real que encontraram nessa época e retrata-se as dificuldades, o convívio e a amizade que os aproximaram e os ligaram às pessoas que tão calorosamente os acolheram.

Lançamento do novo romance de André Pinto Bessa

Segunda-feira, 09-Dez, às 18:00, no Arquivo Nacional da Torre do Tombo (em Lisboa)

André Pinto Bessa acaba de publicar o seu sexto livro, o romance intitulado “A Paixão de Peter Harding”, um thriller passional em que se cruzam duas histórias, separadas por 70 anos. “Espionagem e agentes duplos, conspirações contra Hitler, remessas secretas de volfrâmio, ouro e notas, tramoias de um ‘génio financeiro’ que em Nova York vai ludibriando clientes, accionistas e autoridades; são estes os ingredientes deste livro.”

A obra e o autor serão apresentados pelos Senhores Dr. Guilherme d’Oliveira Martins e Dr. Jaime Nogueira Pinto.

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