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Apresentação de 2 novos livros de João António Tavares

5.ª feira, dia 26-Out, às 18:30, no Museu Nacional de Etnologia (Avenida Ilha da Madeira, 1400-203 Lisboa)

João António Tavares, natural dos Açores, ex-oficial de Marinha e gestor empresarial de profissão, tem-se dedicado a escrever como hobby, vocacionando-se na escrita de viagens e na ficção. Vai apresentar agora os seus últimos dois livros, um, intitulado “Folhas de Plátano | Crónicas de Algures”, em que nos relata e retrata os seus roteiros por 21 países diversos e dispersos e outro, a sua primeira obra ficcionada, que intitulou “Manias, Medos, Mistérios, Momentos, Mundos”, uma coletânea de textos curtos de ficção, que atravessa diferentes temas e estilos, do fantástico ao cómico, do terror ao romântico, cada um redigido com base numa qualquer minudência por si vivenciada.

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“Diário Quase Filosófico”, 2.º Volume da obra de Nelson L. Esteves

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Este diário é um esboço da mundivisão do autor, moldada pelos acidentes da sua vida e pelas leituras que tem feito, com o intuito de penetrar nos enigmas do mundo (definido como o conjunto das coisas e dos nossos pensamentos sobre elas). O formato e os temas são os mesmos do primeiro volume: uma série de reflexões sobre Deus, o livre arbítrio, o problema do mal, os limites da ciência e o sentido da vida, escritas em resposta aos estímulos de cada dia.

As reflexões sobre o problema do mal são um grito de revolta contra a irracionalidade que o acaso introduz na vida humana. Nestas reflexões, o autor afirma-se convencido de que o desconcerto do mundo é uma consequência da natureza aleatória e caótica do Universo. A natureza aleatória deve-se à influência do acaso, que explica a ocorrência de erros e, portanto, o mal. Por outro lado, a natureza caótica explica que acontecimentos aparentemente insignificantes possam ter consequências de grande relevância. Esta natureza pode assim potenciar o acaso como causa das alterações da realidade que, para o homem, podem ser boas ou más. No entanto, dado que as maneiras de errar são muito mais numerosas do que as de acertar, o acaso acaba por causar mais mal do que bem.

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Novo livro de João António Tavares: “Manias, Medos, Mistérios, Momentos, Mundos”

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Comentários que ouvimos, cenas que presenciamos, pormenores de conversas, de percursos, de sensações – todos os dias lidamos com factos tão pequenos e irrelevantes que não chegam a integrar a nossa memória. Alguns, contudo, podem ser estímulos para histórias ficcionadas, extraindo o que deles existe de interessante, de excêntrico ou até de misterioso. É esse, justamente, o exercício de «Manias, Medos, Mistérios, Momentos, Mundos», uma coletânea de textos curtos de ficção, cada um redigido com base numa qualquer minudência vivenciada pelo autor. Ao longo de um percurso que atravessa diferentes temas e estilos, do fantástico ao cómico, do terror ao romântico, João António Tavares intriga, surpreende e diverte.

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“Dívida, Mercados e Soberania | Uma solução para Portugal” um livro de Rogério Barros Costa

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“Procuramos, neste livro, demonstrar como é possível eliminar os deficits orçamentais que desde há 40 anos fazem parte da nossa dívida e, portanto, do peso da carga fiscal contra a qual todos reclamam. Quisemos recuperar o Trabalho e a Empresa como pontos fulcrais da riqueza que podemos construir, bem como alertar para a necessidade de regras equitativas na nossa sociedade, eliminando as gratuidades, as excepções e as isenções que separam os portugueses em grupos de favorecimento para benefícios políticos de curto prazo. Os factores demográficos que alteraram as regras deste século e a ausência de uma cidadania actuante, reforçando o peso de um Estado lento, pesado, sectário e indiferente aos interesses nacionais, requerem uma mudança forte e urgente, quiçá radical em certos domínios. Não podemos continuar a viver o século XIX quando o século XXII se aproxima rapidamente das gerações que já nasceram.”

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Apresentação do novo romance de Osvaldo Énio, “A Margem do Rio”

Sábado, dia 21-Out, às 16:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, em Lisboa)

Osvaldo Énio, natural de Angola e descendente dos colonos madeirenses que fundaram o Lubango, de onde regressou após a descolonização, traz-nos, neste seu novo livro intitulado “A Margem do Rio”, uma ficção passional intensa, vivida naquela região e característica do ambiente social de então, marcado por arreigados e atávicos comportamentos racistas e xenófobos e culminando com as dramáticas consequências que a guerra civil inflige às personagens.

A sessão contará com a participação de Pereira Monteiro e D. Roberto da Silveira (III Vice-rei de Maconge).

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Sinopse

Entre o Marcos e a Nela, ele um orgulhoso kuanhama, recolhido pelo chefe de posto após a destruição da sua sanzala e consequente morte dos familiares, e a Nela, uma bonita moça branca, nasce desde os tempos da escola um relacionamento amoroso que o tempo vai solidificando até chegarem ao casamento que torna felizes todos os familiares. Da parte de alguns colegas do liceu são alvo de diatribes e comentários soezes que mais reforçam a paixão que os abraça. Todavia o Lubango sempre foi uma região onde a cor da pele não servia de caminho para as diferenças e a miscigenação servia de exemplo.

Na vizinha vila da Humpata, onde se haviam refugiado muitas famílias bóeres fugidas do Sudoeste Africano, antes da chegada dos colonos madeirenses, com arreigados e atávicos comportamentos racistas e xenófobos, o Johne, filho duma dessas famílias, vive um intenso amor com a Minda, uma sensual negra, filha dum funcionário da terra, mas rejeitado por ambas as famílias. Para viverem em plenitude esse amor são compelidos a abandonarem a casa materna e vão viver para uma fazenda de sisal, no Cubal, onde foi oferecido um emprego ao Johne.

O Marco e a Nela, sempre dedicados ao estudo, completam a licenciatura com classificações de elevado valor. Mercê da sua dedicação e méritos o futuro brilhou para todos esses enamorados, até que uma descolonização abstrusa, iníqua e negligente tudo vem desmoronar. A insegurança vive-se em todo o lado. A luta entre os movimentos independentistas tudo destrói e ceifa vidas inocentes. Assim seguem caminhos diferentes, que anos mais tarde se cruzam na chamada Metrópole, onde voltam a viver os tempos passados, e que a saudade vem guardando ciosamente.

Apresentação de “Rimando escrevo o que sinto”, novo livro de poesia de Marinel Oxiela

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Sábado, dia 30-Set, às 16:00, na Biblioteca da Escola Secundária de Camões (Praça José Fontana, 1050-129 Lisboa)

Marinel Oxiela, antiga professora de Matemática do Ensino Secundário, apresenta a sua terceira obra de poesia, intitulada “Rimando escrevo o que sinto…”, um livro de poemas, com rima, escritos numa linguagem acessível. Marinel Oxiela consegue fazer, com esta obra, um apelo à alegria, construir uma arte de viver os acontecimentos do quotidiano com sabedoria e esperança. A sua visão otimista e redentora de temáticas tradicionalmente disfóricas é um atributo que a distingue na literatura portuguesa. Neste livro, a autora ensina-nos ideais nobres e elevados, a necessidade do amor e da fraternidade, o desejo de construção de um mundo melhor.

A sessão contará com a participação do Tenente General Eduardo Mateus da Silva

Anteveja o livro clicando na imagem.

“A Margem do Rio”, um novo romance de Osvaldo Énio

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Sinopse

Entre o Marcos e a Nela, ele um orgulhoso kuanhama, recolhido pelo chefe de posto após a destruição da sua sanzala e consequente morte dos familiares, e a Nela, uma bonita moça branca, nasce desde os tempos da escola um relacionamento amoroso que o tempo vai solidificando até chegarem ao casamento que torna felizes todos os familiares. Da parte de alguns colegas do liceu são alvo de diatribes e comentários soezes que mais reforçam a paixão que os abraça, Todavia o Lubango sempre foi uma região onde a cor da pele não servia de caminho para as diferenças e a miscigenação servia de exemplo.

Na vizinha vila da Humpata, onde se haviam refugiado muitas famílias bóeres fugidas do Sudoeste Africano, antes da chegada dos colonos madeirenses, com arreigados e atávicos comportamentos racistas e xenófobos, o Johne, filho duma dessas famílias, vive um intenso amor com a Minda, uma sensual negra, filha dum funcionário da terra, mas rejeitado por ambas as famílias. Para viverem em plenitude esse amor são compelidos a abandonarem a casa materna e vão viver para uma fazenda de sisal, no Cubal, onde foi oferecido um emprego ao Johne.

O Marco e a Nela, sempre dedicados ao estudo, completam a licenciatura com classificações de elevado valor. Mercê da sua dedicação e méritos o futuro brilhou para todos esses enamorados, até que uma descolonização abstrusa, iníqua e negligente tudo vem desmoronar. A insegurança vive-se em todo o lado. A luta entre os movimentos independentistas tudo destrói e ceifa vidas inocentes. Assim seguem caminhos diferentes, que anos mais tarde se cruzam na chamada Metrópole, onde voltam a viver os tempos passados, e que a saudade vem guardando ciosamente.

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