Posts Tagged 'Poesia'

Apresentação de “Rimando escrevo o que sinto”, novo livro de poesia de Marinel Oxiela

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Sábado, dia 30-Set, às 16:00, na Biblioteca da Escola Secundária de Camões (Praça José Fontana, 1050-129 Lisboa)

Marinel Oxiela, antiga professora de Matemática do Ensino Secundário, apresenta a sua terceira obra de poesia, intitulada “Rimando escrevo o que sinto…”, um livro de poemas, com rima, escritos numa linguagem acessível. Marinel Oxiela consegue fazer, com esta obra, um apelo à alegria, construir uma arte de viver os acontecimentos do quotidiano com sabedoria e esperança. A sua visão otimista e redentora de temáticas tradicionalmente disfóricas é um atributo que a distingue na literatura portuguesa. Neste livro, a autora ensina-nos ideais nobres e elevados, a necessidade do amor e da fraternidade, o desejo de construção de um mundo melhor.

A sessão contará com a participação do Tenente General Eduardo Mateus da Silva

Anteveja o livro clicando na imagem.

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Apresentação do novo livro de poesia de Virgílio Saraiva “Nas Asas de uma Borboleta”

Terça-feira, dia 21-Mar, às 18:00, na Biblioteca Municipal de Tomar “António Cartaxo da Fonseca” (Alameda dos Templários, 2300-303 Tomar)

Virgílio Saraiva, natural de e residente em Tomar, ativo militante associativo em muitas áreas, fundador da Associação de Jovens Escritores de Portugal, na década de 80, publica agora o seu quarto livro, que intitulou “Nas Asas de uma Borboleta”, retornando à poesia, depois de 30 anos. Diz o autor “que o poeta está à mercê de todas e das mais graves vicissitudes e que a sua arte não passa de uma ‘insensatez’ quotidiana que resiste e resigna na utopia ‘do sublime’, esperando que esta sua nova obra seja bem recebida e desfrutem do seu conteúdo”.

A sessão de apresentação contará com a participação do poeta e jornalista Nuno Garcia Lopes.

Anteveja o livro e conheça o autor clicando na imagem

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Sinopse

Portugal é um país de poetas? Será? Assim parece, e diz a “voz” popular que de “poeta e de louco” todos temos um pouco. Contudo, quando a questão se prende com o aspeto comercial, a “poesia” não vende e acaba por ser mesmo “loucura”. Quer dizer que o poeta está à mercê de todas e das mais graves vicissitudes. A sua arte não passa de uma “insensatez” quotidiana que resiste e resigna na utopia “do sublime”.

Não interessa, quem corre por gosto não cansa! É assim que, mesmo mais de trinta anos depois, chega aos leitores o segundo título de poesia de Virgílio Saraiva. Que seja bem recebido e desfrutem do seu conteúdo. O autor agradece.

Apresentação de “No Tempo das Mimosas”, poesia de Eva Sousa

Sábado, dia 10-Dez, às 15:30, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Eva Sousa, nascida em Vale de Madeiros (na Beira Alta), onde viveu até vir para Lisboa estudar Medicina Nuclear, tornou-se cientista e professora universitária, sendo presentemente doutoranda de Engenharia Biomédica. Mas, paralelamente, desenvolveu-se uma amante pela leitura, escrita e arte e publica agora o seu primeiro livro de poesia, que intitulou “No Tempo das Mimosas”.

Para antever ou comprar o livro e conhecer a autora, clique na imagem

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Apresentação de “Flores no teu coração”, poesia de Humbah Aguiar

Sexta-feira, dia 21-Out, às 18:30, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Humbah Aguiar, natural de São Tomé, licenciou-se em Sociologia pelo ISCTE/IUL e frequenta atualmente a Faculdade de Direito e Negócios, na Leeds Beckett University. É blogueiro e YouTuber, dedicando-se a críticas sociopolíticas dirigidas à sociedade são-tomense. Publica agora o seu segundo livro de poesia, intitulado “Flores no teu coração”, de onde “brota uma extraordinária carga de saudade, de amor e de encontro que nos prende a todos os seus poemas, traduzidos em imagens sensuais e objeto de desejo que brilham aos olhos do leitor”.

A apresentação da obra e do autor estará a cargo do Dr. Danilo Salvaterra, Presidente da Casa Internacional de S. Tomé e Príncipe e do escritor Carlos Bondoso.

Para antever o livro e conhecer o autor, clique na imagem

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Sinopse

Ao ler-se a poesia de Humbah Aguiar brota no leitor uma extraordinária carga de saudade, de amor e de encontro que nos prende a todos os seus poemas, traduzidos em imagens sensuais e objeto de desejo que brilham aos olhos do leitor.

Reside nesta particularidade muito do encanto literário em apreço. A linguagem poética não carece de classificações, é universal na manifestação de pensamentos e na qualidade com que os eleitos da poesia a moldam.

A descrição íntima da atmosfera amorosa que o poeta cria de forma admirável leva-nos ao clímax com este maravilhoso poema carregado de amor, de afeto e imaginação, onde o foco central é a mulher amada, e não foi por acaso que deu o título ao livro. O Poeta tem necessidade de amar, faz parte da sua natureza.

Apresentação do livro de poesia “A Palavra que me inventa”, de António Poças

Sexta-feira, dia 04-Fev, às 21:30, na Casa da Contacto – Companhia de Teatro Água Corrente de Ovar (Rua Dr. José Falcão, 237-239)

Apresentação do autor e da obra por João Pedro Tarujo Braga da Cruz, Presidente da Assembleia Municipal de Ovar

(anteveja o livro clicando na imagem)

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Sinopse

Disse muitas palavras ao longo da minha vida, mas falta-me aquela que paira dentro de mim. É essa que eu quero dizer, que quero perceber, que intento descobrir…, mas as letras escapam e escondem-se e nunca as consigo juntar para formar a palavra que procuro.

Assim me vou inventando e reinventando, a ver se engano a palavra e a apanho distraída. Ando nisso há muitos anos, como garimpeiro frenético pesquisando ouro ou diamantes, insistindo uma e outra vez, fracasso atrás de fracasso, mas nunca desistindo.

O garimpeiro acredita atá à loucura. Pode ser que a gema lhe caia um dia nas mãos febris ou que a pepita amarela cintile, deslumbrante, entre o odiado entulho que o tem enlouquecido te tanto escavar e esgaravatar com as unhas gastas e os dedos em carne viva.

Cada risco, cada linha, cada letra… lavradas sobre a concessão do papel, afigura-se com esse mítico sertão que a pena, qual picareta em riste, procura ferir com mestria, à espera de encontrar a palavra diamante ou ouro.

Depois, há que lapidar as gemas, fundir as pepitas, trabalhá-los até chegar o momento de os engastar no colar da vida.

O sentido da vida depende da palavra que inventamos, porque é ela, na verdade, que nos inventa e nos renova. É ela que nos mantém vivos, em suma!

Espero encontrar, um dia, a Palavra que me falta para rematar o meu colar.

“Nó”, de Daniel Jonas, vencedor do Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M. de Amarante

Daniel Jonas

Daniel  Jonas

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Sinopse:

No preâmbulo a uma entrevista feita a Daniel Jonas, publicada no suplemento Ípsilon do jornal Público a 08.01.2014, escrevia António Guerreiro que «[…] a poesia de Daniel Jonas atravessa tempos diversos: o clássico, o romântico, o moderno, numa apoteose de rastos e linhagens que comparecem subtilmente. Nela encontramos, no mais alto grau, a ideia da linguagem poética como concentração e densidade. Ela é hábil nos jogos retóricos e de palavras, mas nunca deixa que isso se torne um exercício fútil e gratuito.» Tudo isto é confirmado por «», um livro de sonetos e o primeiro de Daniel Jonas a ser publicado pela Assírio & Alvim.


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