Posts Tagged 'Poesia'

Apresentação de “Dei Lugar ao Sonho…”, 5.º livro de poesia de Marinel Oxiela

Sábado, 25 de janeiro de 2020, às 16:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Dei Lugar ao Sonho…” é o 5.º livro de poesia, com rima, da autoria de Marinel Oxiela (pseudónimo de Maria Manuel Aleixo e Silva) que foi professora de Matemática do Ensino Secundário. Este livro representa uma continuidade na sua visão poética e otimista da vida. Não se trata de uma repetição, mas antes de novos conceitos e abordagens estimulantes que reforçam as ideias e as emoções.

A autora, nos seus livros, revela quem é, o seu passado, a sua experiência de vida, as terras onde viveu e um dos seus amores, a Matemática, que refere num dos poemas do livro. Neste livro, tal como nos seus livros anteriores, a autora leva-nos aos recantos da sua alma, transmitindo-nos belas lições de uma vida bem refletida e sonhada.

A apresentação da obra e da autora será feita pelo General Eduardo Mateus da Silva.

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Apresentação do primeiro livro de poesia de Vítor Ferreira

Sábado, dia 21-Dez, às 16:00, no bar Novo Bohemia (Praceta do Abraão n.º 9, 2745-301 Queluz, Lisboa, Portugal)

Tal como o descreve o autor, o seu primeiro livro, “Versos de mim para ti”, «é uma dedicatória em forma poética, versada em quadras, onde espelha os sentimentos de Amor e Paixão que regem a sua vida».

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Nova obra poética de Baião Modesto: “O Domínio do Nome”

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Nunca se dá muita atenção à sequência dos títulos dos livros, publicados por um autor. Vem isto a propósito do último livro de Baião ModestoO Domínio do Nome.

Cremos que Sebastião da Gama tinha essa preocupação, ao dar à estampa os seus livros. Senão, vejamos: Serra MãeCabo da Boa-EsperançaPelo Sonho é que VamosCampo AbertoItinerário Paralelo. Toda uma história de Vida: da “Serra” para a “Boa-Esperança”, da “Boa-Esperança” para o “Sonho”, do “Sonho” para o “Aberto” (será o Aberto Rilkeano?), do “Aberto” para o “Itinerário”, mas um “Itinerário” paralelo… Sebastião da Gama era cristão, logo, paralelo ao seu mundo físico, existia o mundo da sua Alma. Não há espaço para tanto… mas lembremos só que a Física Teórica fala em mundos paralelos (!).

Voltando ao autor, ora em causa, se calhar este Domínio do Nome é um contínuo dos títulos dos seus livros já publicados, como, por exemplo, Viagem Anterior. O primeiro poema remete para uma “fragilidade” (do Ser?), mas com potencial de “voo” (sonho?), ei-lo:

Sombra de borboleta
eclipse de asas.

Não vamos espraiar-nos pelo livro todo; deixamos só mais dois exemplos:

Com botas-de-sete-léguas,
a vida
não tinha número
para o meu pé.

“Domínio do Nome”, que nome?

Portugal

Régio, não de rei;
que não tem real
contínuo condão
entre bem e mal, o rei.
Mas de Rei
de um amplo Régio
em observação,
da Utopia Real:
o Lugar e a Grei!

E para terminar, diremos que Poesia “são versos após a decantação… com a assunção dos sons”.

“Amor de Mármore”, novo livro de poesia de Marta David

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Amor de Mármore é um livro de amor, de amor vivido, de uma sensualidade confessada, lá, no espaço onde acontece, e também respirado nas palavras onde se reconstrói numa dimensão poética.

A poesia de Marta David começa por falar de pequenos acontecimentos do quotidiano, esses pequenos nadas que acordam uma relação suave e discreta que acorda a pele e mostra como o amor se entorna nesses pequenos recantos. Mas, logo a seguir aos momentos de serena inquietação, as palavras caminham numa festa de doce inquietação, galopam, estão a ferver, explodem.

E o amor está lá onde é vivido, na pele, nos olhos, e está também entornado nas palavras do poema, reencontrado neste outro fazer da refaz na sua oficina a reprodução maravilhosa do tempo vivido. Como em qualquer poeta há uma mecânica própria do verso, um trabalho vocabular que traz um sabor a terra e a lume, uma chamada à presença das uvas, uma integração do corpo no fazer do universo.

Porque amor, amor será um pássaro que levanta voo do corpo e se expande na palavra ou no espaço mágico do poema. Por isso, esse amor pode ter acabado mas continua nas palavras, acto de amor e memória, apelo a um tempo que não fecha portas no canto que a febre prolonga para além do fim.

Carlos Manuel Rafael de Almeida publica o seu primeiro livro de poesia

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Nesta sua primeira obra, o autor, que não se considera escritor, limita-se a transportar os seus pensamentos para o papel. Não cumpre regras nas escritas (como a pontuação); brinca com populismos alentejanos, entre outros; e mete erotismo e humor ao barulho. Na simplicidade, nada de maldade traz.

“Barcos de Papel”, nova obra de Manuel Araújo da Cunha

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Um rio corria nos olhos espantados das crianças. Cruzavam-se remos, barcos e vela no crepúsculo das vidas. Unidos, subiam de mãos dadas as casas dos que são agora estrelas. As árvores debruçadas sobre os sonhos, sobressaltavam os milenares silêncios e diziam das procissões de pássaros que vinham amanhecer à beira da água. O amor navegava em barcos de papel multicores e era apenas sede a ondular no coração do rio.

António Martins Silvestre publica “Um Sorriso por entre Lágrimas”

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Em Portugal, país de poetas, como tão amiúde é propalado, existe provavelmente um dos maiores índices de indiferença em relação à Poesia, ainda que em teoria os poetas sejam, não menos frequentemente, motivo de discussões literárias de pseudointelectuais, que se dedicam e deleitam em estéreis dissertações, não tendo tantas vezes o mínimo amor pela poesia. E, realmente, a poesia é uma questão de amor! Por isso, aqueles que realmente amam – os poetas – continuam, não obstante a certeza que proíbe jamais serem ouvidos, lidos e amados, a escrever, sem medo da indiferença, nem da crítica literária, que em muitos momentos é bem pior do que esta última, pois é castradora e humilhante para aquele que procura encontrar um espaço de afeto para poder criar algo.

É, assim, que mais um poeta português, António Martins Silvestre, de origem alentejana, nasce sem receios para o grande público com esta sua primeira obra, intitulada “Um Sorriso por entre Lágrimas”. A sua poesia é clara, simples e sofrida – como é peculiar aos que se deixam conduzir pela espontaneidade – dramática em muitos momentos, jocosa de vez em quando, sarcástica e irónica quase sempre. Para os que fazem passar a inspiração que anima os poetas ao crivo injusto do critério subjetivo de erudição terminológico, patamar necessário para credibilizar uma obra poética, certamente, uma vez mais, encontrarão no trabalho deste poeta um pretexto para alimentar a ilusão em que vivem e um fundamento para a parcialidade e injustiça que esgrimem na abordagem superficial que oferecem aos que leem e julgam. Serão o povo e os crentes desta forma de expressão que farão o juízo final. Pois a palavra é um dom sagrado, que Deus deu aos Homens para comunicarem entre si.

Apresentação de “pedaços de escrita”, nova obra poética de Emanuel Góis

Sábado, dia 05-Mai, às 16:00, na Biblioteca Municipal do Barreiro (Urbanização do Palácio do Coimbra, Rua da Bandeira – 2830-330 Barreiro)

Com a publicação da presente obra, Emanuel Góis volta à sua vertente poética, como forma de exprimir, na escrita, aquilo que considera serem “Pedaços” das suas vivências, emprestando a cada poema os sentimentos reveladores da sua faceta romântica.

Em “pedaços de escrita”, como o próprio autor refere, “ser poeta não é escrever; ser poeta é sentir”.

A sessão contará com a participação da Dr.ª Helena Gonçalves

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Apresentação de “Histórias de um Mundo que passa”, obra poética de Manuel Bolotinha

Sábado, dia 03-Mar, às 16:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Manuel Bolotinha, nascido em Lisboa em 1950, engenheiro eletrotécnico de profissão, começou a escrever poesia aos 17 anos, tendo participado recentemente em duas “Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea”, para além de ter editado diversos livros técnicos. Reuniu agora, neste seu novo livro, intitulado “Histórias de um Mundo que passa — 50 anos de devaneio —”, aqueles que considera serem os seus poemas mais representativos.

A sessão será participada pelo Eng.º Rafael Sacramento e por Patrícia Bolotinha Lourenço.

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Sinopse

O mundo passa, passam as suas histórias, morrem, ficam só as palavras, estranhas, que se entranham, que oprimem, que acariciam.

Se, como disse António Gedeão no seu fabuloso poema Pedra Filosofal, “[…] o mundo pula e avança / como bola colorida / nas mãos de uma criança […]”, o meu mundo foi a procura do impossível e do infinito, num devaneio permanente da juventude à velhice, envelhecendo sem envelhecer, criança eterna, porque como o poeta, não estou, não fico, não parto… sou!

Espero que a leitura destes poemas lhe dê tanto prazer como me deu escrevê-los e que se deixe embalar pela imaginação… devaneie!

Docente do IPS José Gil apresenta novo livro de poesia

Solange das Cerejas” é lançado dia 26, na Casa da Cultura de Setúbal

Dia 26-Jan, às 18:00 na Casa da Cultura de Setúbal (Rua Detrás da Guarda, 26 a 34, 2900 Setúbal)

Encenador, performer, poeta e professor da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal (ESE/IPS), José Gil apresenta mais uma obra de poesia já no próximo dia 26 de janeiro, sexta-feira, na Casa da Cultura de Setúbal. Solange das Cerejas – 53 Poemas de Amor, editado pela Sítio do Livro com o apoio do IPS, é lançado numa sessão com início pelas 18h00, que contará com as contribuições das docentes da ESE/IPS Cristina Gomes da Silva e Ana Pessoa e do poeta Jorge Vicente, autor do prefácio.

Solange das Cerejas é uma seleção de poemas de amor, retirada, como descreve o autor, “de um baú digital de centenas de poemas escritos numa paixão e namoro transatlântico de 10 anos, com algumas viagens em Portugal, no Brasil e no Chile. Como escreveu António Ramos Rosa [sem conhecer Solange] ‘é por ti que escrevo que não és musa nem deusa/mas a mulher do meu horizonte’”.

A sessão contará igualmente com um momento de leitura e interpretação de alguns destes poemas, para o qual foram convidados os atores e atrizes de vários projetos teatrais da cidade de Setúbal, bem como o elenco do Teatro Politécnico do IPS.

Autor de vários livros de poesia, com diversos poetas portugueses e brasileiros, José Gil é um dos professores de expressão dramática em Portugal que mais contribuíram para o movimento associativo que haveria de conduzir à criação no Porto, em 1992, da IDEA – International Drama/Theatre and Education Association. (in zoomonline.pt)

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Wendy Alexandre publica o seu primeiro livro de poesia, “Ainda tenho Fé”

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Ainda tenho fé aborda, em forma de poesia, aspectos importantes da vida do homem, onde se destacam as componentes espirituais, morais, afectivas e sociais. Nesta obra o autor aproveita para chamar à atenção, que o acordar não deve ser encarado como sendo um hábito, antes porém, como uma dádiva de Deus. Alerta que, para que o amor seja mais efectivo, precisa de ser sinalagmático, isto é, deve ser recíproco.

Pode ainda encontrar-se no livro a mensagem segundo à qual a falsidade é dos valores mais reles que pode desgraçar uma pessoa, pelo que ela deve ser desvalorizada, como se o seu protagonista não existisse, sem descurar, entretanto, a necessidade de se tomarem as providências que se impõem. É dada ênfase à imperatividade de se amar cada vez mais o amor, sob pena de o amor sucumbir da face da terra.

O autor fecha a sua obra, apelando ao respeito pelas quitandeiras, vulgo zungueiras, ao invés de subestimá-las, pois elas demonstram o quão fortes são as mulheres.

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“Outros Poemas”, nova obra de Joaquim Castilho

 

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“Poemas que podem ser outros, mas que talvez sejam iguais aos que sempre tenho vindo a fazer.”

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Apresentação da nova obra poética do Prof. José Gil “SolangeDasCerejas”

Sábado, dia 18-Nov, às 16:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

José Gil, encenador, performer, professor, poeta…, é um dos professores de expressão dramática portuguesa que mais motivou o movimento associativo que conduziu à criação no Porto, em 1992, da IDEA. Já publicou vários livros de poesia, com diversos poetas portugueses e brasileiros, e apresenta agora a sua obra mais recente, intitulada “SolangeDasCerejas”.

A sessão contará com a participação da Prof.ª Ana Pessoa, de Jorge Vicente e do Prof. Luís Souta.

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Apresentação de “Rimando escrevo o que sinto”, novo livro de poesia de Marinel Oxiela

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Sábado, dia 30-Set, às 16:00, na Biblioteca da Escola Secundária de Camões (Praça José Fontana, 1050-129 Lisboa)

Marinel Oxiela, antiga professora de Matemática do Ensino Secundário, apresenta a sua terceira obra de poesia, intitulada “Rimando escrevo o que sinto…”, um livro de poemas, com rima, escritos numa linguagem acessível. Marinel Oxiela consegue fazer, com esta obra, um apelo à alegria, construir uma arte de viver os acontecimentos do quotidiano com sabedoria e esperança. A sua visão otimista e redentora de temáticas tradicionalmente disfóricas é um atributo que a distingue na literatura portuguesa. Neste livro, a autora ensina-nos ideais nobres e elevados, a necessidade do amor e da fraternidade, o desejo de construção de um mundo melhor.

A sessão contará com a participação do Tenente General Eduardo Mateus da Silva

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Apresentação do novo livro de poesia de Virgílio Saraiva “Nas Asas de uma Borboleta”

Terça-feira, dia 21-Mar, às 18:00, na Biblioteca Municipal de Tomar “António Cartaxo da Fonseca” (Alameda dos Templários, 2300-303 Tomar)

Virgílio Saraiva, natural de e residente em Tomar, ativo militante associativo em muitas áreas, fundador da Associação de Jovens Escritores de Portugal, na década de 80, publica agora o seu quarto livro, que intitulou “Nas Asas de uma Borboleta”, retornando à poesia, depois de 30 anos. Diz o autor “que o poeta está à mercê de todas e das mais graves vicissitudes e que a sua arte não passa de uma ‘insensatez’ quotidiana que resiste e resigna na utopia ‘do sublime’, esperando que esta sua nova obra seja bem recebida e desfrutem do seu conteúdo”.

A sessão de apresentação contará com a participação do poeta e jornalista Nuno Garcia Lopes.

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Sinopse

Portugal é um país de poetas? Será? Assim parece, e diz a “voz” popular que de “poeta e de louco” todos temos um pouco. Contudo, quando a questão se prende com o aspeto comercial, a “poesia” não vende e acaba por ser mesmo “loucura”. Quer dizer que o poeta está à mercê de todas e das mais graves vicissitudes. A sua arte não passa de uma “insensatez” quotidiana que resiste e resigna na utopia “do sublime”.

Não interessa, quem corre por gosto não cansa! É assim que, mesmo mais de trinta anos depois, chega aos leitores o segundo título de poesia de Virgílio Saraiva. Que seja bem recebido e desfrutem do seu conteúdo. O autor agradece.

Apresentação de “No Tempo das Mimosas”, poesia de Eva Sousa

Sábado, dia 10-Dez, às 15:30, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Eva Sousa, nascida em Vale de Madeiros (na Beira Alta), onde viveu até vir para Lisboa estudar Medicina Nuclear, tornou-se cientista e professora universitária, sendo presentemente doutoranda de Engenharia Biomédica. Mas, paralelamente, desenvolveu-se uma amante pela leitura, escrita e arte e publica agora o seu primeiro livro de poesia, que intitulou “No Tempo das Mimosas”.

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Apresentação de “Flores no teu coração”, poesia de Humbah Aguiar

Sexta-feira, dia 21-Out, às 18:30, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Humbah Aguiar, natural de São Tomé, licenciou-se em Sociologia pelo ISCTE/IUL e frequenta atualmente a Faculdade de Direito e Negócios, na Leeds Beckett University. É blogueiro e YouTuber, dedicando-se a críticas sociopolíticas dirigidas à sociedade são-tomense. Publica agora o seu segundo livro de poesia, intitulado “Flores no teu coração”, de onde “brota uma extraordinária carga de saudade, de amor e de encontro que nos prende a todos os seus poemas, traduzidos em imagens sensuais e objeto de desejo que brilham aos olhos do leitor”.

A apresentação da obra e do autor estará a cargo do Dr. Danilo Salvaterra, Presidente da Casa Internacional de S. Tomé e Príncipe e do escritor Carlos Bondoso.

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Sinopse

Ao ler-se a poesia de Humbah Aguiar brota no leitor uma extraordinária carga de saudade, de amor e de encontro que nos prende a todos os seus poemas, traduzidos em imagens sensuais e objeto de desejo que brilham aos olhos do leitor.

Reside nesta particularidade muito do encanto literário em apreço. A linguagem poética não carece de classificações, é universal na manifestação de pensamentos e na qualidade com que os eleitos da poesia a moldam.

A descrição íntima da atmosfera amorosa que o poeta cria de forma admirável leva-nos ao clímax com este maravilhoso poema carregado de amor, de afeto e imaginação, onde o foco central é a mulher amada, e não foi por acaso que deu o título ao livro. O Poeta tem necessidade de amar, faz parte da sua natureza.

Apresentação do livro de poesia “A Palavra que me inventa”, de António Poças

Sexta-feira, dia 04-Fev, às 21:30, na Casa da Contacto – Companhia de Teatro Água Corrente de Ovar (Rua Dr. José Falcão, 237-239)

Apresentação do autor e da obra por João Pedro Tarujo Braga da Cruz, Presidente da Assembleia Municipal de Ovar

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Sinopse

Disse muitas palavras ao longo da minha vida, mas falta-me aquela que paira dentro de mim. É essa que eu quero dizer, que quero perceber, que intento descobrir…, mas as letras escapam e escondem-se e nunca as consigo juntar para formar a palavra que procuro.

Assim me vou inventando e reinventando, a ver se engano a palavra e a apanho distraída. Ando nisso há muitos anos, como garimpeiro frenético pesquisando ouro ou diamantes, insistindo uma e outra vez, fracasso atrás de fracasso, mas nunca desistindo.

O garimpeiro acredita atá à loucura. Pode ser que a gema lhe caia um dia nas mãos febris ou que a pepita amarela cintile, deslumbrante, entre o odiado entulho que o tem enlouquecido te tanto escavar e esgaravatar com as unhas gastas e os dedos em carne viva.

Cada risco, cada linha, cada letra… lavradas sobre a concessão do papel, afigura-se com esse mítico sertão que a pena, qual picareta em riste, procura ferir com mestria, à espera de encontrar a palavra diamante ou ouro.

Depois, há que lapidar as gemas, fundir as pepitas, trabalhá-los até chegar o momento de os engastar no colar da vida.

O sentido da vida depende da palavra que inventamos, porque é ela, na verdade, que nos inventa e nos renova. É ela que nos mantém vivos, em suma!

Espero encontrar, um dia, a Palavra que me falta para rematar o meu colar.

“Nó”, de Daniel Jonas, vencedor do Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M. de Amarante

Daniel Jonas

Daniel  Jonas

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Sinopse:

No preâmbulo a uma entrevista feita a Daniel Jonas, publicada no suplemento Ípsilon do jornal Público a 08.01.2014, escrevia António Guerreiro que «[…] a poesia de Daniel Jonas atravessa tempos diversos: o clássico, o romântico, o moderno, numa apoteose de rastos e linhagens que comparecem subtilmente. Nela encontramos, no mais alto grau, a ideia da linguagem poética como concentração e densidade. Ela é hábil nos jogos retóricos e de palavras, mas nunca deixa que isso se torne um exercício fútil e gratuito.» Tudo isto é confirmado por «», um livro de sonetos e o primeiro de Daniel Jonas a ser publicado pela Assírio & Alvim.


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