Arquivo de Maio, 2010

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«Para o homem, apenas há três acontecimentos: nascer, viver e morrer. Ele não sente o nascer, sofre ao morrer e esquece-se de viver»  Jean de La Bruyère

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Walt Whitman

«Aprendi que é suficiente estar com aqueles de quem gosto»

Considerado o grande e o primeiro poeta da América, contribuiu declaradamente para a sua afirmação radical e democrática. ”(…) com uma voz alegre, livre de inibições, enérgica e optimista, humana e humanitária, em contacto íntimo com a natureza e com a grandiloquência da América. “Leaves of Grass“, porém, foi considerado à época escandaloso, o que levou os seus leitores europeus a considerar Whitman bom demais para os americanos(…)”. Hoje, a quase 200 anos do seu nascimento, relembramos Walt Whitman.

Walt Whitman

Voltaire

“Os voluptuosos atraem companheiros de devassidão. Os interesseiros reúnem sócios. Os políticos congregam partidários. O comum dos homens ociosos mantém relações. Os príncipes têm cortesãos. Só os virtuosos possuem amigos.” (Voltaire)

Voltaire

Poeta, ensaísta, dramaturgo, filósofo e historiador, de longe o mais conhecido e celebrado homem de letras do século XVIII, Voltaire foi a própria encarnação do “Iluminismo”. Vivendo a sua longa existência ao longo do “Século das Luzes”, representou os princípios maiores daquele movimento, empenhando-se em grandes causas a favor da tolerância religiosa e da liberdade de expressão, tornando-se um dos inspiradores da Revolução de 1789. Recordámos hoje este grande vulto da civilização europeia, 232 anos depois da sua morte.

“A Medicina na Voz do Povo”

Carlos Barreira da Costa, médico otorrinolaringologista, decide, com o contributo de muitos colegas de profissão, compilar trinta anos de histórias, crenças e dizeres, ouvidos durante o exercício da sua prática da medicina. O resultado foi “A Medicina na Voz do Povo”. Um livro magnificamente ilustrado onde poderá encontrar expressões lexicais que são verdadeiras “jóias”. Partilhamos aqui algumas dessas expressões:

“Tenho uma pneumonia pulmonar no pulmão”
“Tenho a língua cheia de Áfricas”
“Já tenho os ossos desclassificados”
“Alem das itroses tenho classificação ossal”
“Tive três úlceras: uma macho, uma fêmea e uma de gastrina”
“Fizeram-me um exame que era uma televisão a trabalhar e eu a comer papa”

“A Medicina na Voz do Povo” é um livro para rir e divertir-se com a família e com os amigos e encontra-se à venda, a partir de hoje, no SitiodoLivro.pt.

A Medicina na Voz do Povo

Ian Fleming

Foi jornalista, escritor e agente do serviço secreto britânico durante a Segunda Guerra Mundial. Criou umas das personagens mais célebres de sempre: James Bond, mais conhecido como 007. Casino Royale (1953) foi o primeiro dos doze romances que escreveu acerca de James Bond. Com tanto sucesso, foi uma questão de tempo para que o tema da espionagem e o agente secreto mais sedutor e perigoso chegassem ao cinema. Um ícone da literatura de ficção e suspense, relembramos no dia do seu nascimento, Ian Fleming.

Ian Fleming

Manuel Teixeira Gomes – Programa de Comemorações

A Câmara Municipal de Portimão irá realizar até ao final de 2010 um conjunto de actividades, iniciativas e eventos «(…) de todos e para todos, entre a animação de rua e o espectáculo mais sofisticado, queremos unir o popular e o erudito (…)» dos 150 anos do nascimento de Manuel Teixeira Gomes. Deixamos aqui o link onde poderá consultar o programa das comemorações:

http://www.manuelteixeiragomes.com/showbook.html 

Manuel Teixeira Gomes

Manuel Teixeira Gomes

“O genuíno artista vibra com intensidade e paixão perante os obstáculos que o comovem.”

Foi escritor e também o foi o sétimo presidente da Primeira República Portuguesa. Exerceu diplomacia em Londres, ascendendo posteriormente, à presidência da república, na década de 20. No entanto, renunciou às suas funções políticas, já que estava desiludido com a política. Exilou-se na África do Norte, em Bougie, e aí morreu, em 1941.  Da sua obra destacam-se: Gente Singular e Maria Adelaide (dentro dos contos e novelas), Sabine Freire (na categoria de peças de teatro), entre outras, dotadas de um cuidado e elaborado vocabulário. Relembramos este escritor, aos 150 anos do seu nascimento.

Alan Hollinghurst

Alan Hollinghurst

Autor de ‘A Biblioteca da Piscina’, (vencedor do Somerset Maugham Award) e de ‘A Linha da Beleza’ (Book Prize 2004), ambos traduzidos para o português. Foi, durante vários anos, editor do suplemento literário do “The Times”. No dia em que comemora o seu 56º aniversário, o Sítio do Livro destaca Alan Hollinghurst.

Raymond Carver

«Para que os pormenores se tornem concretos e ganhem sentido, a linguagem usada deve ser o mais exacta e rigorosa possível. As palavras podem, mesmo, ser tão precisas que pareçam insípidas; porém, se forem bem utilizadas, farão soar todas as notas, em todos os registos.»

Raymond Carver

‘Queres Fazer o Favor de Te Calares?’, ‘Telefona se Precisares de Mim’ e ‘O que Sabemos do Amor’ são as suas obras que se encontram traduzidas para o português. Célebre pelos seus contos e poemas minimalistas, relembramos hoje, no dia em que faria 72 anos, este autor falecido em 1988.

Ferreira de Castro

Ferreira de Castro

Escritor português, grande precursor do Neo-Realismo em Portugal. Em 1903, publica “A Selva”, um dos livros portugueses mais traduzidos em todo o mundo. Concebido sob a forma de romance, “A Selva” foca o drama dos trabalhadores dos seringais na Amazónia. Recebeu, entre outras distinções, o Prémio Internacional Águia de Ouro do Festival do Livro de Nice e foi eleito, em 1962, presidente da Direcção da Sociedade Portuguesa de Escritores. No dia do seu nascimento, o Sítio do Livro destaca este grande homem das letras.

Eduardo Lourenço

“Não pode dizer-se de língua alguma que ela é uma invenção do povo que a fala. O contrário seria mais exacto. É ela que o inventa. A língua portuguesa é menos a língua que os Portugueses falam do que a voz que fala os Portugueses.”

Eduardo Lourenço

Homenageamos hoje esta grande figura da cultura portuguesa, quando completa 87 anos, citando Jorge Sampaio: “Eduardo Lourenço vem sonhando, sem descanso, a nossa história, a nossa cultura, a nossa mitologia, com uma inteligência criadora excepcional. Graças a ele conhecemos melhor o que somos como homens deste tempo e como portugueses herdeiros dos vários tempos da história.”

Hergé

Hergé

Autor de banda desenhada, ilustrador e publicitário. Criador de umas das mais conhecidas e acarinhadas personagens de sempre, Tintim (1929). Em 1930, criou a dupla, igualmente conhecida, Quim e Filipe, nas suas aventuras e desventuras. Com a sua morte, em 1983, ficou inacabado o que seria o próximo álbum de Tintim: Tintin et l’Alph-Art, cujos esboços do guião e dos desenhos se encontram reunidos na edição do mesmo título. Um marco na BD mundial, Hergé é hoje destacado, no Sítio do Livro, no dia do seu nascimento.

Urs Widmer

Natural da Basileia e formado em Filologia Germânica, tem um único livro traduzido para o Português: ‘ O Amante da Minha Mãe’. “(…) é actualmente o mais versátil, o mais ágil e talvez o mais sério escritor suíço. Um perpetuador da tradição de Dürrenmatt e Frisch.” No seu 72.º aniversário, destacámos, no Sítio do Livro, Urs Widmer.

Urs Widmer

Maria Teresa Horta

Poema sobre a recusa

Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
nem na polpa dos meus dedos
se ter formado o afago
sem termos sido a cidade
nem termos rasgado pedras
sem descobrirmos a cor
nem o interior da erva.

Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
minha raiva de ternura
meu ódio de conhecer-te
minha alegria profunda.

Maria Teresa Horta

É uma das candidatas ao prémio PT de Literatura (um dos principais prémios de literatura atribuídos no Brasil) deste ano. Escritora, poeta e jornalista, foi sempre uma militante activa nos movimentos de emancipação feminina. Estreou-se com a obra poética ‘Espelho Inicial’ (1960) e desde então nunca mais parou de escrever. Queremos felicitar Maria Teresa Horta, hoje, no seu 73.º aniversário.

Nathaniel Hawthorne

‘Ninguém pode, por muito tempo, ter um rosto para si mesmo e outro para a multidão sem no final confundir qual deles é o verdadeiro’

Nathaniel Hawthorne

Escreveu contos e romances, o mais conhecido dos quais, ‘A Letra Encarnada’, foi publicado em 1850. Fernando Pessoa considerou-o “(…) o maior dos novelistas americanos e um dos maiores que escreveram em língua inglesa”. Falamos de Nathaniel Hawthorne, 146 anos após a sua morte.

Bertrand Russell

Bertrand Russell

“O segredo da felicidade é o seguinte: deixar que os nossos interesses sejam tão amplos quanto possível, e deixar que as nossas reacções em relação às coisas e às pessoas sejam tão amistosas quanto possam ser.”

Filósofo, Matemático, Crítico social, Escritor, foi o vencedor do Prémio Nobel de Literatura em 1950. Publicou mais de 40 livros sobre Filosofia, Matemática, Ciência, Ética, Sociologia, Educação, História, Religião e Política. Hoje, a 138 anos do seu nascimento, destacámos, no Sítio do Livro, Bertrand Russell que se considerava “uma espécie de relíquia vitoriana”.

Mario Benedetti

É considerado «(…) a par de Gabriel Garcia Marques, o autor de maior sucesso de língua espanhola.»

Mario Benedetti

«Poeta do compromisso, do amor e da alegria», como é definido por Juan Cruz, no obituário do El País. José Saramago considera-o «um amigo, um irmão». Escreveu mais de 80 livros de poesia, romances, contos e ensaios, assim como roteiros para cinema. Relembramos o poeta, escritor e ensaísta uruguaio, Mario Benedetti, 1 ano após a sua morte.

Irwin Shaw

“Todos os escritores são iguais – não se recordam de mil críticas favoráveis, mas nunca esquecem uma só negativa.” (Irwin Shaw)

Irwin Shaw

Muitos lembrar-se-ão do extraordinário êxito da série televisiva “Homem rico, homem pobre”, com Peter Strauss e Nick Nolte, ou do filme “Os Deuses Vencidos”, com Marlon Brando e Dean Martin. Entre vários outras, serão, porventura, as obras cinematográficas mais populares oriundas da escrita do guionista, dramaturgo e novelista que hoje destacámos, ao perfazerem 26 anos desde a sua morte.

Emily Dickison

Morri pela Beleza – mas mal me tinha
Acomodado à Campa
Quando Alguém que morreu pela Verdade,
Da Casa do lado –

Perguntou baixinho “Por que morreste?”
“Pela Beleza”, respondi –

“E eu – pela Verdade – Ambas são iguais –
E nós também, somos Irmãos”, disse Ele –

E assim, como parentes próximos, uma Noite –
Falámos de uma Casa para outra –
Até que o Musgo nos chegou aos lábios –
E cobriu – os nossos nomes –

«Tendo vivido e produzido à margem dos círculos literários do seu tempo, solteira por convicção e auto-exilada dentro de casa por mais de vinte anos(…) não chegou a publicar os seus versos, por não se submeter aos rígidos padrões de discrição e singeleza que se esperava então de uma mulher.»

«(…) instigante poesia, nascida na solidão e no anonimato, mas impregnada dos mais profundos valores humanos, dá hoje a Emily Dickinson um merecido e imorredouro lugar no canon literário universal.»

Emily Dickinson

No 124.º aniversário da sua morte, relembramos Emily Dickison, a poetisa que denominavam de “Grande Reclusa”.

A Feira do Livro de Lisboa vai prolongar-se uma semana mais!

80.ª Feira do Livro de Lisboa

“Devido a um conjunto de situações atípicas – as condições atmosféricas adversas que se fizeram sentir durante alguns dias, a visita do Papa a Lisboa e as comemorações da vitória do Benfica no Campeonato Nacional – que condicionaram a visita à Feira do Livro de Lisboa, a 80ª Feira do Livro de Lisboa vai ser prolongada até ao próximo dia 23 de Maio.”


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