Arquivo de Julho, 2011

João Barreiros

João Barreiros

João Barreiros

Distinguimos hoje, no dia em que faz 59 anos, um escritor, editor, tradutor e crítico português de ficção científica, licenciado em Filosofia e professor do ensino secundário nessa disciplina, desde 1975.

A dureza das suas críticas tornou-o famoso entre os fãs de ficção científica portugueses, tornando lendária a sua caneta de aparo de titânio. No Brasil, recebeu por duas vezes o prémio NOVA, oferecido pelos fãs ao melhor conto estrangeiro publicado no continente sul-americano.

As suas obras de maior sucesso serão “Terrarium – Um Romance em Mosaicos” e “O Caçador de Brinquedos e Outras Histórias”. Colaborou ainda como cronista nos jornais “Público” e “Independente” e, mais recentemente, nas revistas “Ler” e “Os Meus Livros”.

Bibliografia de João Barreiros

Dominique Lapierre

Dominique Lapierre

Dominique Lapierre

De origem francesa, mas radicado nos EUA devido à carreira diplomática de seu pai, sobreviveu, na sua juventude, de múltiplos expedientes ocasionais, para levar uma vida itinerante e aventureira, primeiro pela América e depois, já casado, pela Ásia. Foram os relatos destas suas viagens que publicou nos seus primeiros livros, “A Dollar for a Thousand Kilometers” e “Honeymoon around the Earth”, grandes êxitos de vendas.

Durante a sua mobilização militar, em França, veio a conhecer fortuitamente Larry Collins, com quem estabeleceu uma intensa e duradoura amizade e desenvolveu uma carreira literária conjunta, gerando livros tão famosos como “Paris, já está a arder?” ou “Oh Jerusalém”. A sua obra-prima, que escreveu só, será porventura “A Cidade da Alegria”, que, tal como “Paris, já está a arder?”, foi convertida ao cinema.

Desde 1982, tornou-se um importante filantropo, partilhando os seus direitos de autor com a Fundação City of Joy, com o objectivo de ajudar as crianças carentes de Calcutá e Bengala. Destacamos hoje este escritor e jornalista francês, quando perfaz 80 anos.

Bibliografia de Dominique Lapierre

Henri Charrière

Henri Charrière

Henri Charrière

Foi prisioneiro da Ilha do Diabo, na Guiana Francesa, uma das prisões mais temidas do mundo. Lá, passou 8 anos até conseguir fugir da ilha. Escreveu aquela que foi considerada “a maior história verídica de fuga e aventura alguma vez escrita”.

O livro “Papillon” chegou às livrarias francesas em 1969 e foi um sucesso imediato; em pouco tempo, tornou-se o terceiro livro mais vendido no mundo. Foi adaptado ao cinema, em 1973, por Franklin J. Schaffner e interpretado por Steve McQueen (no papel de Papillon) e Dustin Hoffman (Louis Dega).

Morreu pobre e destruído pela bebida, em Madrid, a 29 de julho de 1973. Quando passam 38 anos, relembramos Henri Charrière.

Bibliografia de Henri Charrière

Julien Gracq

“Tantas mãos para transformar este mundo e tão poucos olhares para o contemplar.”

Julien Gracq

Julien Gracq

Figura entre os grandes nomes da literatura contemporânea francesa, tendo deixado 19 obras inspiradas no romantismo alemão. Influenciado pela poesia de Rimbaud e pelo surrealismo, os poemas em prosa de Gracq afirmam o primado da imaginação criadora sobre as imposições e limitações do real.

Ficou famoso em 1951, quando ganhou o prémio Concourt, pela sua obra prima «A Costa das Sirtes», prémio que recusou, assim como a sua nomeação para a Academia Francesa, distinção que classificou como “abuso de poder”.

Quando passam 101 anos do seu nascimento, relembramos Julien Gracq.

Bibliografia de Julien Gracq

Randy Pausch

“Não podemos escolher as cartas que nos são distribuídas, a nossa liberdade reside em saber jogá-las.”

Randy Pausch

Randy Pausch

Além de investigador e professor premiado, trabalhou para a Adobe, Google, Electronic Arts (EA) e para a Walt Disney.

Ficou famoso em 2006, quando gravou uma aula em vídeo, na qual informou as perto de 500 pessoas presentes ter cancro de pâncreas e explicou a todos como pensava enfrentar os seus últimos meses de vida. Nessa aula, Randy Pausch não falou da morte, mas sim da forma como pensava enfrentar a vida e superar os obstáculos. Essa aula foi transfomada no livro, editado em Portugal sob o título “A Última Aula”.

Foi considerado, em 2008, pela revista TIME, uma das 100 pessoas mais influentes do Mundo. Quando passam 3 anos da sua morte, relembramos Randy Pausch.

Bibliografia de Randy Pausch

Robert Graves

“Não há dinheiro na poesia, mas também não há poesia no dinheiro.”

Robert Graves

Robert Graves

Foi durante a 1.ª Guerra Mundial, onde se feriu gravemente em combate, que redigiu e publicou os seus primeiros livros de poesia. Depois e após ter obtido um diploma universitário de Literatura, em Oxford e de uma curta estada no Cairo, como docente, fixou-se definitivamente em Deià (Maiorca), onde viveu e escreveu o resto da sua vida, ausentando-se em 1936, para fugir à Guerra Civil Espanhola, durante um período de 10 anos e aí vindo a morrer em 1985.

Ficou famoso, sobretudo pelos seus romances históricos épicos, a que se dedicou na sequência dos seus estudos filologistas, mas escreveu também sobre mitologia, tendo influenciado o movimento feminista nos anos 60 e 70. Deixou uma extensa obra, de quase centena e meia de livros, sendo considerado um dos mais versáteis, originais e também controversos escritores ingleses do século XX. Celebra-se hoje o 116.º aniversário do seu nascimento.

Bibliografia de Robert Graves

“Os nomes do tempo” de José Manuel Morão

Invento uma lira,
de acordo com a solidão
das pedras, da cor
de horas antigas.
Sussurro, pois,

o lamento fundo,
no que perpassa as
marés, em limos
ondeantes.

Depois, os degraus
do cais, sinuosos por tempos esquecidos, restam
num sedimento fecundo,

que trago à tona
das águas.

(Excerto do livro “Os nomes do tempo”
de José Manuel Morão)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, José Manuel Morão apresenta-nos a sua primeira auto-publicação “Os nomes do tempo”. Uma obra com vários poemas escrita nos seus tempos de estudante de filosofia, ou seja, uma obra intemporal segundo o autor. O autor descreve a mesma como “uma pequena preciosidade poética, apreciada por poetas com quem o autor se corresponde, como Casimiro de Brito, Jorge Velhote ou Ana Luísa Amaral, enquanto vai escrevendo novos poemas para um futuro livro.” A evolução poética do autor é, de certo modo, imprevisível. O autor tem a esperança que “Deus lhe conceda uma vida suficientemente longa, para poder dedicar o seu dom à escrita, embora a ideia de Deus ainda não esteja muito marcada em “Os Nomes do Tempo”, os quais denotam antes a influência dos pré-socráticos e do filósofo alemão Heidegger”.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/os-nomes-do-tempo/9789892024455/


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