Arquivo de Novembro, 2011

David Nicholls

David Nicholls

David Nicholls

Formado em Literatura e Teatro, optou pela carreira de actor, após ter recebido uma bolsa da American Musical and Dramatic Academy de Nova York. Entre uma peça e outra, trabalhou como vendedor na rede de livrarias Waterstone’s, em Notting Hill.

Após ter trabalhado como freelancer, conseguiu emprego como leitor de peças e pesquisador da BBC Radio Drama, o que o levou à edição de guiões na London Week Television e na Tiger Aspect Productions. Ao longo da sua notável carreira de guionista, recebeu duas indicações ao BAFTA.

O seu livro “Um dia” foi um verdadeiro fenómeno de vendas, tendo sido adaptado ao cinema no ano passado, com Anne Hathaway e Jim Sturgess nos principais papéis.

Destacamos David Nicholls, quando festeja hoje o seu 45.º aniversário.

Bibliografia de David Nicholls

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“Minha Querida Inês”, de Margarida Rebelo Pinto

‎”Margarida Rebelo Pinto regressa às livrarias com o seu primeiro romance histórico, fruto de intensa investigação, misturada com a paixão por mulheres fortes, cuja presença tem sido uma constante na obra da autora e que marca uma nova fase da sua viagem literária que, após uma década de obra publicada, sentiu o apelo para se dedicar a uma das suas heroínas preferidas. 7 Capítulos a que correspondem os primeiros 7 dias de 1355, os últimos 7 dias de Inês de Castro, a maior heroína romântica da História de Portugal.” Uma edição do Clube do Autor, já disponível na nossa livraria online:

Minha Querida Inês
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/minha-querida-ines/9789898452757/

9789898452757

Sinopse
A história trágica de D. Inês de Castro, pela sua universalidade e intemporalidade, é inesgotável. Margarida Rebelo Pinto revela-nos os meandros deste universo fascinante, desmontando todos os passos da vida de D. Inês na semana que antecede um destino inelutável: a sua execução no dia 7 de Janeiro de 1355. Através da perspectiva de D. Inês vamos conhecendo os segredos da alma desta heroína e as maquinações das razões do Estado que determinaram o fim de uma vida mas não do amor.Uma estreia surpreendente no romance histórico de uma escritora que, pela sua extraordinária capacidade de penetrar no íntimo de cada personagem, dá voz a D. Inês, D. Pedro, D. Afonso IV e a outros protagonistas deste momento inesquecível da nossa História. Despidos das suas máscaras, ficamos a conhecer melhor as suas forças, fraquezas, motivações e desejos íntimos. Novas e surpreendentes revelações deste período único da História de Portugal dão sentido à frase que eterniza o amor de D. Inês e de D. Pedro: “Até ao fim do mundo”.

Louisa May Alcott

Louisa May Alcott

Louisa May Alcott

Escritora ensaísta e romancista, autora best-seller de obras tão populares como “Mulherzinhas” e “Anos Felizes“, beneficiou de um estudo informal com amigos e familiares, entre eles, Henry David Thoreau, Ralph Waldo Emerson e Theodore Parker.

Desde 1851 que publicou, sob o pseudónimo de Flora Fairfield, poemas, contos e alguns textos infanto-juvenis. Para além deste pseudónimo, adoptou inúmeros outros. “Mulherzinhas” seria o seu grande sucesso editorial e a sua independência financeira e, a partir daqui, começou a ganhar o reconhecimento do público.

A sua obra, que se debruça sobre a condição feminina e sobre as possibilidades de uma vida sem casamento, foi influenciada pela sua necessidade de independência, contrária às tendências da época e, por isso, também nunca chegou a casar, tendo ainda militado em causas feministas, como a do sufrágio das mulheres.

Faleceu em 1888, apenas dois dias depois do seu pai falecer. Falamos de Louisa May Alcott, quando passam 179 anos do seu nascimento.

Bibliografia de Louisa May Alcott

Erico Veríssimo

“Em geral quando termino um livro encontro-me numa confusão de sentimentos, um misto de alegria, alívio e vaga tristeza. Relendo a obra mais tarde, quase sempre penso, não era bem isto o que queria dizer.”

Erico Veríssimo

Erico Veríssimo

Trabalhou como bancário, empregado de armazém e farmacêutico. Foi redactor, diagramador e ilustrador da Revista do Globo, onde se estreou como escritor com o conto “Ladrões de gado“.

Ganhou diversos prémios, como o Jabuti (1966), o Juca Pato (1967), o do PEN Clube (1972) e o da Fundação Moinho Santista (1973). Tornou-se também um bem-sucedido autor de livros infantis e tradutor de obras importantes, como “Contraponto”, de Aldous Huxley.

Destacamos Erico Veríssimo, quando passam 36 anos da sua morte.

Bibliografia de Erico Veríssimo

“Cozinha d’Amigos”, de Miguel Sousa Tavares

Como o Autor escreve na introdução, “Cozinha d’Amigos” «não é bem um livro de cozinha, mas um livro». Prefaciado por José Manuel Barata-Feyo e com fotografias de José Pedro Monteiro, é um livro bem ao estilo de Miguel Sousa Tavares, revelador, emocionante, provocador. A cada uma das 33 receitas corresponde uma boa história, uma viagem ou uma memória, mas tem mais (ou menos) do que apenas receitas: tem também o registo dos tiques e hábitos do autor na cozinha, das manias, das teorias e até dos estados de alma, «os quais, todavia, sempre variam mais depressa do que o tempo que demora a deixar estragar um refogado». Um livro que existe porque o seu autor acredita que a cozinha é uma arte, que aproxima os amigos, que reúne a família, que dá um sentido à casa e às coisas do mundo. Uma recente edição da Oficina do Livro, já disponível na nossa livraria online:

Cozinha d’Amigos
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/cozinha-damigos/9789895558292/

9789895558292

Sinopse
Cozinha d’Amigos não é mais um livro de cozinha. É, sobretudo, um livro sobre o gosto e prazer de cozinhar, o pretexto para partilhar com os amigos, com tempo e deleite, uma refeição elaborada com tempo e com muito carinho. Traduz, neste sentido, amar e respeitar o espaço-cozinha mais do que a cozinha-culinária, propriamente dita. Reflecte também o gosto e a filosofia de alguém que se habituou a “trabalhar” (como dizem os cozinheiros) com aquilo que Portugal tem de melhor e, às vezes, único: o peixe e o marisco, a caça e o porco, as ervas, o azeite, as batatas – e a não complicar. Neste sentido, é também um livro sobre a superioridade da cozinha natural, simples e de amigos, em relação à cozinha de autor, à ”Nouvelle Cuisine” e ao “show-off” a ela associado. Este livro é sobre tudo isto. Tem receitas, claro: do autor, dos amigos do autor, do domínio público. Mas tem, também, mais do que apenas receitas: tem o registo dos hábitos na cozinha, das teorias (porventura erradas, quem sabe?), sobre a melhor forma de grelhar um peixe, das manias e até dos estados de alma. Por estas razões, Cozinha d’Amigos, mais do que um novo livro de Miguel Sousa Tavares, é um livro que, além de grande originalidade, vai certamente proporcionar ao leitor grandes momentos de saboroso prazer.

Eugene O’Neill

Eugene O'Neill

Eugene O'Neill

Vencedor do Nobel de Literatura em 1936 e quatro vezes do Prémio Pulitzer na categoria de Drama e um dos mais notáveis dramaturgos norte-americanos da primeira metade do Século XX, a sua obra evoluiu entre o Naturalismo e o drama experimental e contribuiu, de forma determinante, para a inovação no teatro moderno dos Estados Unidos. Explorando as partes mais sórdidas da condição humana, as personagens das suas peças são, em geral, socialmente marginais, que lutam, em vão, pelas suas aspirações e acabam decepcionadas e desesperadas.

Filho de actores itinerantes de origem irlandesa, viveu uma infância amargurada, entre a avareza do pai, a angústia da mãe pela morte prematura de um filho e o alcoolismo de outro irmão e, depois de abandonar os estudos, teve um inicio de vida profissional muito instável, variando constantemente de empregos precários e deambulantes, até se encontrar com o teatro, quando ingressou num grupo experimental e começou a estudar Arte Dramática em Harvard. A primeira representação da sua peça “Beyond the Horizon” constituiu um êxito retumbante e valeu-lhe, desde logo, o primeiro dos Pulitzer.

Sofrendo cronicamente de diversas doenças, entre as quais a de Parkinson, que praticamente o impediu de continuar a escrever na última década da sua vida, viveu sempre em conflitos com a sua família, tendo-se casado por três vezes e veio a morrer em grande solidão, aos 65 anos, num hotel de Boston.

Contrariando as suas últimas instruções, a viúva, a actriz Carlotta Monterey, ordenou a publicação de “Long Day’s Journey Into Night” (“Jornada Para a Noite”), escrito dez anos antes e que veio a ser o seu livro mais aclamado e lhe valeu o último dos Pulitzer, já a título póstumo. Relembrámos, nesta data, este importante autor, quando se cumpre o 58.º aniversário da sua morte.

Bibliografia de Eugene O’Neill

Lançamento do livro “Passion for Dance”, da Escola de Dança Ana Köhler

Hora: Sábado, 26 de Novembro · 17:00 – 19:00

Local: Livraria “LeYa na Barata” | Av. de Roma, 11 A | Lisboa

Uma obra de notável qualidade gráfica, que reflecte, em fotografias de grande beleza cénica, toda a estética e paixão pela arte da dança dos alunos da Escola de Dança Ana Köhler.

Lançamento do livro "Passion for Dance", da Escola de Dança Ana Köhler


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