Arquivo de Setembro, 2011

“As virtudes da mente”, de Orlando Nesperal

«Escolho estas Sete Virtudes: Fé, Saúde, Felicidade, Sorte, Riqueza, Abundância e Sucesso, para o equilíbrio de uma vida estável, harmoniosa e duradoura. São estas virtudes tal como podiam ser outras, cada qual é livre da sua opção, mas esta escolha parece-me bem, não só pela temática que cada uma contém, bem como a ordem e que se encontram, sendo cada uma consequência da outra.
No meu entender são sete, porque se enquadram na teoria dos limites e representam a conclusão das coisas materiais e a passagem para o reino espiritual, e todas elas são as que estão mais próximas da minha forma de estar e entendidas facilmente pela minha mente, transformando-as na aquisição crescente de sabedoria, fazendo nascer em mim a fome do saber. Depois de lhes ter atribuído o nome, comecei a tratar a mente como se fosse um jardim, cujas plantas têm o nome das sete virtudes.
Assisti ao seu crescimento, arrancando-lhes todos os dias as ervas daninhas que por ali se queriam instalar. Os resultados acontecem!… Todos os dias! Saber fazer o Culto da Espera é importante! Não queira fazer como aquele agricultor que todos os dias semeavam feijões, revolvendo a mesma terra, porque no dia seguinte não via nascer nada.
Toda a estrutura deste simples livro tem uma mensagem importante, que espero que seja absorvida por quem o ler: “criar no ser Humano uma estrutura mental em torno dos temas apresentados, levando-o a compreender melhor os seus envolvimentos e ter uma vida mais estável e sorridente”.»

(Retirado do prefácio do livro ‘As virtudes da mente’,
de Orlando Nesperal)

 

Recorrendo aos serviços do SitiodoLivro.pt, Orlando Nesperal auto-publica a obra ‘As virtudes da mente’. Baseado em experiências vividas pelo autor, chegamos a um livro que, através da simplicidade e da humildade, nos guia, pelas suas sugestões, para uma vida melhor e mais harmoniosa. Destina-se a todos aqueles que, por alguma razão, se viram confrontados com a tomada de decisões, e buscam nos outros as respostas, quando as mesmas se encontram em si mesmos. Conceitos que só irão produzir efeitos para aqueles que tenham coragem em recorrer à sua vontade para ultrapassar os infortúnios em que tropeçaram e dos quais pretendem levantar-se… Tudo é possível para uma mente VOLUNTARIOSA!

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/as-virtudes-da-mente/9789892025551/

‘O livro negro do ódio’, de Amílcar das Neves

«‘O LIVRO NEGRO DO ÓDIO não é apenas um romance, é uma revolução de ideias’. Estas palavras proferiu-as alguém que leu o original. Assim como a restante obra do autor, este romance lança raízes fundas nas sociedades e, transfigurando-as, expõe aos olhos do leitor os novos conflitos sociais que surgem um pouco por todo o lado. Reflexão atenta e crítica dos tempos modernos, oferece uma alternativa aos poderes instituídos. Ler este livro é ler o mundo confrontando-nos com ele. Eu, você, todos nós, estamos retratados nesta obra porque ela é a nossa própria vida.»

(Amílcar das Neves,
autor do livro ‘O livro negro do ódio’)

Amílcar das Neves auto-publica, através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, ‘O livro negro do ódio’. Um romance que, segundo o autor, ‘é um exemplo que reflete a vida nos seus aspectos mais pungentes, onde, as personagens assumem o estatuto de pessoas reais. O drama humano visto dos mais diversos ângulos atravessa a obra. O ceticismo e a desesperança resultantes de uma observação atenta da realidade confrontam o leitor com o seu próprio mundo.’ Uma obra intensa, que não irá deixar nenhum leitor indiferente após a sua leitura.

 http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-livro-negro-do-odio/9789899744103/

Lançamento do livro “O Primeiro-Ministro Derrotado” de Nuno Nogueira

Hora: quinta-feira, 29 de Setembro · 19:00 – 20:30
Local: Livraria LeYa na Barata, Av. de Roma – 11 A | Lisboa

“É tempo de questionarmos não o que podemos fazer pelo país, mas sim o que o país pode fazer por nós!” clama o Autor, no subtítulo do seu primeiro romance, cuja apresentação contará com a presença da Jornalista Manuela Micael da TVI. Venham questionar também o autor sobre esta sua reflexão “contemporânea e particularmente actual”, mas certamente controversa e intrigante.

O Primeiro-Ministro Derrotado
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-primeiro-ministro-derrotado/9789898413253/

Lançamento do livro "O Primeiro-Ministro Derrotado" de Nuno Nogueira

Walter Benjamin

A Mão que a Seu Amigo Hesita em Dar-se

“Perguntaste se eu amo o meu amigo?
como rompendo um demorado açude
na tua voz quis hausto que transmude
todo o cristal dos ímpetos consigo

Neste meu choro enevoado abrigo
pôs-me a palavra o peito em alaúde
que uma doce pergunta tua ajude
no sim furtivo que eu levei comigo

Mas a meu lábio lento em confessar-se
um mestre inda melhor o cunharia
A mão que a seu amigo hesita em dar-se

ele a tomou o que mais firme a guia
para que ao coração secreto amando
ao mundo todo em rimas o vá dando.”

(Walter Benjamin, in “Sonetos”,
tradução de Vasco Graça Moura)

Walter Benjamin

Walter Benjamin

Foi ensaísta, crítico de literatura, tradutor, filósofo e sociólogo da cultura, sendo um dos membros mais importantes da Escola de Frankfurt. Influenciado por doutrinas aparentemente díspares, como o materialismo marxista, o idealismo de Hegel e a mística judaica de Gershom Scholem.

Ainda adolescente, simpatizava com o socialismo, integrando o Movimento da Juventude Livre Alemã e escrevendo para a publicação deste grupo. É possível perceber então uma certa inspiração nietzscheana no jovem Benjamin.

Em 1934, foge para a Itália, onde permanece por um ano, tentando fugir da ascensão do Nazismo na Alemanha. Em 1940, na margem espanhola da fronteira entre França e Espanha, tentando atravessar os Pireneus, possivelmente com medo de ser capturado pelos nazis, proibido de seguir adiante, acaba por se suicidar.

Relembramos Walter Benjamin, quando passam 71 anos da sua morte.

Bibliografia de Walter Benjamin

‘A decisão – D. João I em Alhos Vedros – Julho 1415’, de Francisco José Noronha Santos

‘Sabias que cada um de nós tem a sua história pessoal? É verdade, sim senhor. Com as localidades acontece o mesmo. Cada povoação tem a sua própria história. Alhos Vedros também tem a sua história. E que história!
Vais ficar a conhecer alguns dos factos dessa história muito rica e muito antiga, que enche de orgulho a todos os Alhosvedrenses.
Os acontecimentos que te vou relatar ocorreram em Julho do ano de 1415, entre o dia três e o dia vinte e sete, em Alhos Vedros que, à data, era uma das sedes do Concelho de Riba Tejo.
Eu chamo-me António Caio e tenho quinze anos. Mas toda a gente, cá, na terra, me conhece e me trata por Toino do Estaleiro, porque é aí que vivo com os meus pais.
O estaleiro fica junto ao cais da povoação. O meu pai é o dono do estaleiro e um respeitado mestre dos cavernames. Ele tem duas barcas de carregação, para navegar no Tejo. Conforme as marés o permitem, o meu pai sai com frequência, daqui, de Alhos Vedros, e ruma a outras terras, umas mais próximas, outras mais afastadas. Ele vai amiúde a Lisboa e, às vezes, até Santarém.
Sempre que sai em viagem, carrega produtos e, quase sempre, transporta passageiros, ou à ida, ou no regresso. Esses viandantes passam por Alhos Vedros, em demanda de Lisboa ou, vindos da capital, querem viajar para o Sul do país.
Alhos Vedros é uma povoação muito antiga e graciosa, alegre e animada. Toda a gente se conhece e se entreajuda.
Os meus grandes amigos são dois rapazes da minha idade: o Chico do Forno e o Zé da Estalagem. É com eles que me divirto, depois de cumprir os meus mesteres no estaleiro, visto ser aprendiz de meu pai.
O Zé e o Chico também têm de trabalhar, como eu, a ajudar os pais. Cada um de nós, depois de cumpridas as suas obrigações, fica livre para prosear e folgar. Não penses que não folgamos! Ah! Isso é que folgamos! E bem! Há sempre gente a chegar e a partir do cais, com novas de outras terras!
E os barcos que se vêem no porto? São sempre em grande número, de diferentes tamanhos e feitios. E no dia do mercado semanal e pela feira anual? Nem imaginas a quantidade de pessoas que se pode encontrar pelas ruas do povoado, na Praça e no Largo do Cais!
Mas, no dia-a-dia, também foliamos bastante: assisti-mos à chegada e à abalada dos barcos, pescamos no rio, passeamos pelas marinhas e sapais, armamos aos pássaros nas charnecas e nos baldios, vamos à cata de lenha, pinhas, figos bravios…
E quando chega o tempo quente, tomamos banho na maré, como dizemos aqui. É maravilhoso!’

(Prólogo de Francisco José Noronha Santos,
autor do livro ‘A decisão – D. João I em Alhos Vedros – Julho 1415’)

 

Recorrendo aos serviços do SitiodoLivro.pt, Francisco José Noronha dos Santos auto-publica a obra ‘A decisão – D. João I em Alhos Vedros – Julho 1415’. Uma história que irá contar a todos os leitores, um acontecimento que ocorreu em Julho de 1415, entre o dia 3 e o dia 27, em Alhos Vedros e que marcou todos os seus habitantes: a chegada d’El-Rei Dom João I. Os acontecimentos narrados são ficcionados mas assentes em factos reais… uma história a não perder.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/a-decisao/9789892022932/

valter hugo mãe

valter hugo mãe

valter hugo mãe

Galardoado em 2007 com o Prémio Saramago e cujo livro “o remorso de baltazar serapião” o Nobel Português apelidou de “tsunami literário”, o escritor que hoje destacamos, no dia que perfaz 40 anos, é um dos autores portugueses mais populares da actualidade e, entre outras particularidades, tem a de de escrever apenas com letras minúsculas, porque, como diz, “queria que o texto se recuasse um pouco à sua natureza livre do pensamento, da forma como falamos”.

Começou por ser advogado, foi editor e conta que “chegou a pensar que a sua entrada no mundo literário era um «erro no sistema» ”. Explica ainda que escolheu para nome artístico o apelido «mãe» “porque as mulheres mães são eventualmente os indivíduos mais incondicionais, os mais impensáveis, aqueles que eu mais invejo ou que produzem um amor mais invejável e que em relação à obra que no fundo criam se tornam mais acérrimos e mais defensores e isso é mais uma das utopias.” (in entrevista a TVI24).

Bibliografia de valter hugo mãe

Françoise Sagan

“A felicidade para mim consiste em gozar de boa saúde, em dormir sem medo e acordar sem angústia.”

Françoise Sagan

Françoise Sagan

Passam hoje 7 anos da morte desta polémica, prolífica e brilhante autora francesa que, desde muito jovem, aos 18 anos, se tornou famosa, logo com a sua primeira e mais consagrada obra, “Bonjour Tristesse”, que escreveu num ápice, em apenas 7 semanas. Viveu a vida de uma forma controversa e desregrada, emocionalmente instável e sempre atraída por diversos vícios, entre o álcool e a velocidade, ou o jogo e a droga, o que levou o grande escritor católico François Mauriac a apelidá-la de “monstrinho encantador”.

Foi uma mulher activista, inteligente e sensível, considerada por muitos como a última existencialista e revelou-se uma extraordinária escritora, criando um estilo fluido e transparente, que se tornou escola. Veio a morrer afundada em dívidas, doente e solitária, apesar de ter convivido intensamente com muitas celebridades do mundo cultural, político e artístico de então, na Europa, como nos Estados Unidos.

Bibliografia de Françoise Sagan


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