Archive for the 'Novidades' Category

“100 Dicas Terapêuticas para transformar”, 2.ª edição já disponível nas livrarias

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Durante 17 anos, o Coach e Hipnoterapeuta Eric Pereira atendeu centenas de pessoas e criou o hábito de entregar, nas suas sessões, dicas terapêuticas. Aos poucos, estas dicas ganharam espaço nos seus vídeos no Youtube, em artigos no seu blog e depois, diariamente, nas redes sociais.

Aos poucos, centenas de pessoas já comentavam e milhares partilhavam as suas dicas… Foi então que decidiu reunir num livro as 100 dicas mais comentadas para ajudar um número maior de pessoas a compreender as suas feridas emocionais e avançar para o processo de transformação.

Um livro que pode ser lido continuamente ou pode abri-lo, escolher um tema e absorver a informação. Dicas baseadas na Hipnoterapia, na Programação Neurolinguística e no Coaching. Fruto de resultados obtidos com as suas experiências pessoais e com os seus clientes.

Em alguns momentos deste livro, irá deparar-se com uma página dizendo (É Hora de PODCAST). Basta utilizar o aplicativo QR-Code ou entrar no link e terá acesso à Dica Terapêutica em áudio.

O leitor tem em mãos 100 motivos para crescer, para superar, para evoluir, para despertar os seus recursos internos. Leia e coloque em prática hoje mesmo!

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“Era uma vez Pindorama”, uma fábula de Luciano Soares Luz

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Era uma vez Pindorama surgiu do convite para participação da semana da leitura no Jardim de Infância de São Lázaro, em Braga, no qual ocorreu a apresentação de um teatro de fantoches, para a abertura do evento.

Trata-se de uma fábula que nasceu da vinda da família do autor a Portugal. Foi uma viagem de descoberta das suas origens e pretende retratar a coragem e bravura do seu bisavô António Azevedo, que partiu da sua terra natal, em Trás-os-Montes, e atravessou o Oceano na busca de uma vida melhor, dando inicio a uma nova geração a “Azevedo da Luz”, na Ilha chamada hoje de Florianópolis/SC, antiga “Desterro”.

Sob a coordenação de Helena Ralha-Simões, acaba de ser publicado “Resiliência – Novos olhares face aos desafios do nosso tempo”

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Este livro, sob a organização e coordenação de Helena Ralha-Simões, é uma coletânea de estudos, investigações e reflexões em torno de uma realidade que começou a emergir a partir dos anos 70 e foi recebendo sentidos e interpretações distintas no decorrer dos últimos 40 anos, em vários países e, porventura, continentes.

[…]

A resiliência humana, nas sociedades dos nossos dias, interpela-nos diretamente, num reequilíbrio permanente, dinâmico e dialético que atravessa, envolve e contagia a realidade física, biológica, psicológica, social, cultural, espiritual e se condensa e exprime como o seu autêntico modo de ser, de estar e de se tornar mais humano.

Continuar a investigar, a estudar e a refletir sobre a resiliência é um tema sério que se tornou mais urgente e obrigatório nas sociedades globalizadas emergentes dos nossos dias em que a resiliência é e será uma espécie de modo de ser e de estar do ser humano na sua grande aventura consciente e livre de se tornar mais humano e de ser feliz.

“Oriente Perdido”, um romance histórico de Isabel Vieira da Luz

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O romance histórico inspira-se na vida de José Valeriano Soares, um antigo oficial da marinha portuguesa que viveu entre 1826 e 1912. Entrou muito jovem na Escola Naval para prosseguir a carreira do oficial da Marinha, como era desejo de seu pai. Embarcou em diversas missões para o Oriente (Timor e China) numa época em que a decadência do Império português era irreversível.

A sua missão mais importante deu-se por volta de 1855, quando partiu a bordo do Brigue S. Vicente (nome fictício) e permaneceu cinco anos em serviço passando por cenários como Macau, Hong-Kong, Xangai, Cantão, e o antigo  Sião.

Eram anos muito conturbados no Oriente. A China imperial via-se sob a agressão militar de potências europeias, enfrentava as guerras do ópio e a abertura dos portos chineses aos estrangeiros, enquanto a pirataria  litoral, que sempre existira, desenvolvia-se cada vez mais.

O brigue da Marinha portuguesa era enviado para o Oriente para atuar contra a pirataria que prejudicava o comércio português na região e para estabelecer acordos diplomáticos favoráveis à política de Lisboa. Dentro desta conjuntura, o governador de Macau visita o Sião para celebrar um novo tratado de amizade, comércio e navegação entre os dois países.

Valeriano Soares, sendo um dos oficiais da tripulação do brigue em missão ao Sião, terá oportunidade de assistir ao cerimonial da corte siamesa na receção ao embaixador e emissários portugueses, conhecer o palácio real e os costumes culturais do antigo Sião. A missão termina e a embarcação inicia a sua viagem de regresso a Lisboa mas, no entanto, na travessia do Índico, o brigue sofre um temporal e o naufrágio, salvando-se apenas parte da tripulação que foi socorrida por uma galera que fazia o mesmo percurso. Esta terrível experiência irá alterar a vida dos oficiais da tripulação, nomeadamente a de Valeriano Soares, porque serão levados ao Conselho de Marinha para justificar o incidente e sujeitos à calúnia pública numa altura em que o confronto político estava muito aceso e resultaria, tempos depois, na mudança de regime político.

Apresentação do livro “A Aldeia e a Infância”, de José Luís da Costa Sousa

4.ª feira, dia 30-Mai, às 18:30, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

José Luís da Costa Sousa, especialista e docente de educação física em diversas instituições de ensino, em Portugal e nos PALOP, publica o seu primeiro livro, intitulado “A Aldeia e a Infância”, onde retrata, em contos ficcionados, o papel marcante das aldeias na formação cognitiva, emocional e comunitária das pessoas que nelas vivem a sua infância.

A sessão contará com a participação do Prof. Dr. Carlos Neto.

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Sinopse

A aldeia e a infância são lugar e tempo que a criança associa a felicidade. Eventuais ruídos e dificuldades têm como resultante ‘paradoxal’ mais ação, mais sorrisos e mais ternura identitários.

A aldeia confronta a criança com quebra-cabeças, fazendo-se-lhe desafio e aventura. Olha a vila como utopia tangível, como lua, misteriosa, a desvendar e, se mais animosa, como sol que lhe ilumina o caminho. A aldeia profunda, acima de padre, professor e regedor, é construção de relações que, como processo, vai de nascimento a morte para produzir a cultura rural. Esta, por sua vez, afirma-se como fator de socialização e pertença comunitárias.

Novo livro de Alberto Sousa, “Pneumologia – Fusão entre Medicina Energética e Convencional”

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Um compromisso assumido com o Dr. Tran Viet Dzung é a origem da publicação dos temas por ele desenvolvidos, desta feita Pneumologia com ênfase na Bronquite, Pneumopatia infeciosa, Pneumopatia pneumocócica, Asma, Dispneia paroxística e Dispneia contínua.

Destaca-se a importância que esta temática pode ter na vida das pessoas em geral e, sobretudo, nas que dedicam as suas vidas a estudar na área da saúde, procurando contribuir para o bem-estar das que sofrem, muitas vezes sem entenderem porquê. O objetivo desta pequena obra é satisfazer todos os que procuram ser o mais úteis possível à atual sociedade.

“Metamorfose na Praça”, um romance de Olímpio Fernandes

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Nestes tempos, em que Lisboa, cidade cada vez mais integrada num mundo globalizado e em metamorfose, há um ex-gestor que, para se divertir, aceita trabalhar como motorista a transportar pessoas e bagagens.

O livro – que também pode ser visto como um relatório ficcionado de um tempo vertiginoso a correr sobre rodas, pelas ruas, num trabalho frenético – faz por surpreender com uma sucessão interligada de histórias que a generosidade dalguns passageiros inspira, quando pedem ajuda, falam do que os surpreende ou fazem inconfidências.

O protagonista interage com diversas personagens citadinas, donde desponta a preocupação, por vezes dramática, por um pouco do que concorre para a melhor ou pior qualidade da vida urbana e social. Fortemente sentido pelos moradores e utentes é o incómodo das obras que tornarão Lisboa mais cosmopolita. Todavia esta metrópole revela-se ainda pouco consciente do que fazer para mitigar e adaptar-se às alterações climáticas.

Sem olvido do que vai pelo mundo e pelo país no que respeita aos grandes problemas do Ambiente, os incêndios florestais do país são abordados com paixão e perplexidade.

Não falta um bando de malfeitores incendiários a complicar a acção principal. Mas se as peripécias são divertidas, já quando a realidade é difícil ou impossível de enfrentar, e para gáudio do leitor, nesta ficção a acção pode passar, de forma nítida, para o nível da fantasia.


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