Arquivo de Março, 2018

Apresentação de “A Inquisição Portuguesa”, de Arlindo Correia

Quinta-feira, 5 de Abril, às 18:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Arlindo Correia, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, desenvolveu a sua profissão como quadro superior e dirigente das Finanças, tendo cumprido, nesse contexto, algumas missões no estrangeiro. Após a sua saída daquele Ministério, desempenhou vários cargos na Comissão Europeia e, já reformado, concluiu a sua carreira como advogado.

Um dos seus hobbies preferidos consistiu em investigar toda a documentação disponível sobre a Inquisição em Lisboa, vindo a compilar, nesta publicação – uma obra monumental e ímpar, com quase 2.400 páginas em 3 volumes, intitulada “A Inquisição Portuguesa em face dos seus Processos”, – o seu estudo bastante exaustivo, onde pretende desmistificar o entendimento corrente da “Santa” Inquisição, revelando, de forma surpreendente, o desígnio autêntico daquela instituição.

A apresentação do autor e da obra estará a cargo do Dr. Xavier de Basto

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Sinopse (do Volume I)

Por volta de 2005, os serviços do Arquivo da Torre do Tombo digitalizaram e puseram em linha todos os processos da Inquisição de Lisboa, o que logo despertou o meu interesse. Infelizmente, a medida não se estendeu às Inquisições de Coimbra e de Évora. Mas a verdade é que os processos de Lisboa eram em geral mais interessantes e importantes que os das outras Inquisições do País.

Começou então o Autor deste livro a estudar alguns processos, colocando na Internet no seu site os resultados desse estudo. Tal estudo foi agora transcrito para este livro. Pretendeu o Autor substituir a precariedade do formato digital pela perenidade da obra impressa. Assim a publicação agora dada a lume tem origem em textos da Internet, tanto assim que os diversos capítulos indicam a data da redacção de cada um.

As conclusões deste estudo são surpreendentes. Desaparece o mito da “Santa” Inquisição. Em vez disso aparece uma instituição sedenta de poder por todos os modos e feitios. Teoricamente, a Inquisição destinava-se a castigar os hereges, mas certamente não teria um número deles suficiente para justificar a sua existência. Por isso, teve de os inventar e daí a perseguição dos cristãos novos. Não se limitou, porém, a perseguir os cristãos novos hereges, juntou a estes todos os cristãos novos, entendendo por tais até os que tinham um único antepassado judeu fosse em que grau fosse. Mais: não só os que tinham tais ascendentes mas mesmo os que apenas tinham fama de os ter.

A explicação da Inquisição é esta mesma e nenhuma outra: uma instituição de poder que se justificava apenas por isso, o exercício do poder. A maior parte dos Inquisidores, homens inteligentes como eram, sabiam muito bem que estavam a condenar inocentes, mas fingiam que os réus eram na realidade culpados de heresia. Para isso, contavam com o ódio anti-semita da população e tratavam de repartir algum desse seu poder pelos comissários e familiares da Inquisição.

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José Manuel Moreno publica “Lisboa a Oriente – Memórias do Passado”

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A história da zona mais oriental de Lisboa, conhecida como Parque das Nações, após ter acolhido a Expo’98, atenta a sua posição estratégica, confunde-se com a história da própria cidade. É uma história milenária e riquíssima de acontecimentos, nomeadamente de batalhas, nomeadamente a travada por D. Afonso Henriques, contra os mouros, junto à Ponte Romana de Sacavém.

Por aqui passaram fenícios, gregos, cartagineses, romanos, alanos, visigodos e árabes. Foi retiro de alfacinhas boémios, que nas suas tabernas cantaram o fado.

Aqui ocorreu o primeiro acidente ferroviário português. Foi farol de esperança para os que, acossados pela cruel perseguição, numa guerra tenebrosa, que sangrava a Europa no séc. XX, aportavam a Lisboa por mar e ar.

Aqui se instalou, na primeira metade do séc. XX, a primeira refinaria portuguesa de hidrocarbonetos, a Sacor, e todas as demais empresas ligadas ao sector. Foi também a casa do nosso primeiro aeroporto, o Aeroporto Marítimo de Cabo Ruivo, permitindo a ligação, única pela via do ar, com o novo mundo. Simultaneamente, também aqui se instalou o primeiro Matadouro Frigorífico de Lisboa. De todo este passado há marcas ou memórias.

É, justamente, de algumas dessas marcas ou memórias que vos fala este trabalho, cuja única pretensão é trazer ao conhecimento dos leitores episódios e imagens desse passado, até 1998, desta cidade que cativa e arrebata os que a frequentam.

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Novo livro de contos de Victor Marques dos Santos, “O Obelisco de Kubrick”

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«O Obelisco de Kubrick é um livro no terreno da nossa humanidade deste lado do cosmos, o lado que nos confronta com a força da gravidade de nós, um livro de histórias aparentemente desirmanadas, tão que acabam por se ligar circularmente nos extremos e serem, afinal, uma história por episódios, mosaicos num mural de vida.

(…) Sim, foi Vida o que mais me impressionou nos textos que ora se dão a público. A escrita e a pontuação, por (de)mais irrepreensíveis, são acessórios, a forma para o conteúdo, a Vida em maiúscula. Ler estes esboços de pensamento é ver por outros olhos, sentir com outros vagares, outras apreensões, outras subjectividades. Por vezes é ver sítios conhecidos tornarem-se desconhecidos ou, paradoxalmente, reconhecidos na familiaridade que com eles mantemos através do que o autor deles nos diz. É sermos levados a sítios físicos do mesmo modo que somos levados a sítios de intimidade psico-emocional.

Ao leitor, a surpresa para daqui ler, quiçá, da (sua) própria Vida, o segredo, em suma, do obelisco…»

(extraído das “Notas de Quase Prefácio” de Isabel Tallysha-Soares)

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“Penélope & Kurvin e a Missão Impossível”, de Sofia Bidarra Pinto

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Sofia Bidarra Pinto, natural de Coimbra, com apenas 15 anos, traz-nos o seu primeiro livro, uma história das aventuras de dois companheiros que têm nas suas mãos a salvação do Planeta! Muitos desafios, muitas decisões por tomar e uma grande responsabilidade para com o Mundo.

Disponível nas livrarias de Portugal continental.

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“Memórias de um Obscuro Sargento”, um livro de Figueiredo Luiz

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Esta obra baseia-se em factos e personagens reais. A par de algumas virtudes e valores castrenses inerentes à instituição militar e enaltecidas no seu contexto, revela também situações de prepotência, excessos e injustiças que o autor descreve ao longo de uma sucessão de episódios em que a seriedade e o burlesco se combinam.

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