Arquivo de Outubro, 2019

Nova obra didática de Filipe Costa Nunes

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O que farias se tivesses a oportunidade de receber um brinquedo como o do Zaragateiro?

Descobre o que ele vai fazer e dá asas à tua imaginação, se te encontrasses no seu lugar.

Henrique T. Galha publica “Portugueses, Holandeses, Britânicos e Bóeres na África Austral”

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A História da colonização da África Austral tem um interesse muito especial por nela terem estado envolvidos quatro povos. Os holandeses apenas fizeram o que poderá chamar-se um ensaio de colonização. O povo bóer nasceu dentro da África Austral. A acção portuguesa manifestou-se, sobretudo, através da luta pela posse da baía de Lourenço Marques.

Os verdadeiros colonizadores da África Austral foram os britânicos. Estes tinham já conquistado um vasto império, mas estas conquistas não chegavam para os mercados da indústria britânica, em grande desenvolvimento depois da mecanização industrial no século XVIII.

Cecil Rhodes foi o grande impulsionador do imperialismo britânico na África Austral. A sua acção nas disputas com os bóeres e com os portugueses tem excepcional interesse e fica salientada neste livro.

“Para lá do Sol-Poente”, nova obra de Manuel Luís Rodrigues Sousa

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Tenhamos como referência a serra do Marão, representada na capa deste livro. Nasci no lado Nascente daquela mesma serra, em Trás-os-Montes, portanto, na pequena aldeia de Folgares, Freixiel, Vila Flor. Terras que se situam encaixadas entre a serra de Bornes, onde o sol nasce, e a dita serra do Marão, atrás da qual o astro-rei pernoita, como que a descansar depois da jornada do dia a percorrer todo o arco da “abóbada celeste”.

Cedo percebi, com 24 anos de idade, depois do cumprimento do serviço militar, almejando melhores condições de vida que a minha humilde aldeia não me poderia proporcionar, que o meu futuro estava para lá daquela agreste cadeia de montanhas projectada no espaço, formando a linha do horizonte Poente, lá longe, onde eu, em criança, julgava ser o fim do mundo.

Parti, já lá vão uns bons anos, transpus aquela simbólica “fronteira”, para Oeste, e fiz-me à vida. Uma vida tão intensa e apaixonante que vivi, e continuo a viver, felizmente, agora reformado, como os tons fortes das cores com que, propositadamente, ilustrei a capa deste mesmo livro.

Já no Outono da vida, também simbolizado pelo cair do sol no horizonte, aqui, nesta trama que teci, urdida num interlaçado de passado e presente, proponho-me levar aos leitores relatos de vivências que tive por cá nestas terras que o Sol-Poente me apontou, marcas de todo o meu longo e sinuoso caminho já percorrido que começou naquela aventura de há quarenta anos. Trazido, entre tantos, pela avalanche migratória que varreu as gentes do interior para o litoral do país.

“Por terras da Galécia, a pé – Uma Aventura, um Desafio”, um livro de Brácaro da Bisbaia

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A história que eu quero contar em Por terras da Galécia, a pé – Uma Aventura, um Desafio exprime-se em poucas palavras e pode comprimir-se assim: um dia, dois manos de Braga encetaram uma aventura, quais exploradores de terras desconhecidas e, ao decidirem palmilhar o território pretérito da Antiga Galécia, rapidamente chegaram à conclusão de que o melhor método a seguir era percorrer os Caminhos de Santiago, legítimos herdeiros das vias ancestrais, em especial das romanas, com o espírito de conhecer a Casa Comum dos povos que, no antanho, habitaram o noroeste da península ibérica, o seu habitat natural, o substrato mais profundo das suas raízes multimilenares.

Os diversos caminhos são um meio, um fio condutor, para eles chegarem aos sítios e urdirem toda a trama desta saga. Um deles, porém, foge à lógica dos restantes: A Via Nova Romana, que ligava Bracara Augusta (Braga) a Asturica Augusta (Astorga), pela Portela do Homem (Gerês) – a futura Estrada da Jeira. Capitaneada por uma equipa de arqueólogos da Universidade de Santiago de Compostela, esta Estrada vai demorar seis anos a completar.

De bragas vestidos, tantas vezes, e mochilas às costas, sempre, os dois irmãos deram corda às botas e atravessaram montes e vales, ao sol, à chuva, ao vento e ao frio. Indagaram terras de vistas nunca vistas. E o resultado é aquilo que, nesta obra, se pode ler e ver.

“Sob o ponto de mira”, uma realidade ficcionada de Maria Gaio

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Sob o ponto de mira é uma realidade ficcionada que vai dos anos 60 do século XX à primeira década do século XXI.

A ação desenrola-se num período marcante para todas as famílias deste país com maridos, filhos e irmãos em idade de cumprir o serviço militar obrigatório: primeiro, no regime Salazarista e, depois, como voluntários no regime democrático nascido da Revolução de 25 de Abril de 1974.

“Deixem a guerra em paz”, novo romance de Alberto Branquinho, já nas livrarias

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A guerra, ela mesma, é composta de muitas guerras – a guerra entre as hierarquias, a guerra entre militares ávidos por uma promoção ou com aspirações políticas, a guerra entre os que planeiam as guerras e os que têm que as fazer, as guerras entre os que fazem a guerra e os serviços de apoio ou de retaguarda, etc., etc.

Entretanto, morrem pessoas, outros ficam despedaçados ou estropiados. Aqueles que mais sofrem (e sem motivação para fazer a guerra) só têm um desejo: regressar sãos, salvos e escorreitos.

Regressados, muitos não querem falar, mas têm pesadelos e comportamentos anómalos. Outros fazem a catarse falando, falando, não conseguindo deixar de falar das situações arriscadas e perigosas que viveram. E assim continuam por muitos anos.

A acção deste livro decorre na antiga colónia portuguesa da Guiné (actual Guiné-Bissau), que foi a mais grave das três frentes da guerra colonial que as Forças Armadas Portuguesas combateram, simultaneamente, durante 13 anos (1961-1974).

Luís Souta apresenta “Pedagogia S.”

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