Posts Tagged 'Guerra na Guiné'

“O Valente Soldado Lodião”, um relato singular e expressivo de uma época marcante

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de João M. A. Soares

Pela ordem natural das coisas e à medida que os anos passam, são cada vez menos aqueles que ainda podem responder à incontornável pergunta de Baptista Bastos: «Onde é que você estava no 25 de Abril?».

Aproveite, leitor, porque ainda sobram algumas dessas aves raras, em vias de extinção, disponíveis para darem fiel testemunho sobre o seu paradeiro nessa data histórica.

É o caso do cadete/aspirante/alferes Lodião, cuja saga guerreira merece ser contada, para que não se perca nas brumas da memória tudo aquilo que o autor conseguiu em devido tempo abarcar e reter: o relato minucioso do quotidiano de um recruta, de há quase meio século; a evocação, com largueza de detalhes, de alguns momentos capitais da recente história do país; a descrição do irrepetível ambiente folclórico-revolucionário vivido naquela época de sobressaltada transição para a democracia; o crepúsculo de um oficialato impante de panache, com excesso de ademanes prussianos, e a emergência (por curto período, felizmente) de uma tropa-fandanga devassa e gadelhuda que cedo saiu de cena, com o rabinho entre as pernas.

Tudo isto, entrecortado por episódios picarescos, de peripécias divertidas e cenas caricatas, que regalam qualquer leitor.

“Deixem a guerra em paz”, novo romance de Alberto Branquinho, já nas livrarias

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A guerra, ela mesma, é composta de muitas guerras – a guerra entre as hierarquias, a guerra entre militares ávidos por uma promoção ou com aspirações políticas, a guerra entre os que planeiam as guerras e os que têm que as fazer, as guerras entre os que fazem a guerra e os serviços de apoio ou de retaguarda, etc., etc.

Entretanto, morrem pessoas, outros ficam despedaçados ou estropiados. Aqueles que mais sofrem (e sem motivação para fazer a guerra) só têm um desejo: regressar sãos, salvos e escorreitos.

Regressados, muitos não querem falar, mas têm pesadelos e comportamentos anómalos. Outros fazem a catarse falando, falando, não conseguindo deixar de falar das situações arriscadas e perigosas que viveram. E assim continuam por muitos anos.

A acção deste livro decorre na antiga colónia portuguesa da Guiné (actual Guiné-Bissau), que foi a mais grave das três frentes da guerra colonial que as Forças Armadas Portuguesas combateram, simultaneamente, durante 13 anos (1961-1974).


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