Arquivo de Junho, 2020

“O ‘puto’ de Vale dos Amieiros”, de António Braz Pereira, uma experiência de vida.

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O “puto” de Vale dos Amieiros foi apenas uma criança, que, tal como tantas outras, viveu no tempo da ditadura salazarista, numa aldeia perdida de Trás-os-Montes. Eram tempos muito difíceis, roçando a miséria completa: não havia o que comer, as pessoas andavam esfomeadas, a educação estava apenas reservada aos mais abastados e toda a revolta tinha de ser vivida em silêncio, pois o medo dominava a mentalidade da época.

Como muitos outros, este puto resolveu dar o salto para França, sempre com o intuito de, com isso, ajudar os familiares que ficavam na terra. Famílias enormes, em que a média de filhos era normalmente sete, mas onde existiam amor, carinho e espírito de entreajuda.

O “puto” lá viveu e formou família. Até que resolveu regressar. E foi nesse momento que se viu confrontado com as suas maiores dúvidas existenciais, dúvidas em relação ao balanço dos seus atos, dúvidas quanto à real dimensão humana de pessoas que ele sempre considerara como modelos a seguir. E claro, o questionamento final: o cômputo geral é negativo ou positivo?

É muito fácil para nós, leitores, identificarmo-nos com o protagonista desta obra: choramos ou rimos, angustiamo-nos ou deleitamo-nos, assimilando as emoções do puto como sendo também as nossas, de alguma forma. Isto, porque apesar de todos sermos diferentes, na essência, muitas vezes, nos cantos mais recônditos da nossa mente, todos recordamos que também já fomos um dia, o puto do vale dos amieiros.

Apesar desta história decorrer em lugares e tempos específicos, qualquer um de nós consegue identificar-se com ela, prendendo a nossa atenção do primeiro ao último minuto de leitura.

“Os 116 Degraus – À Procura de Antje”, um romance de Rogério Barros Costa

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Numa prospecção de uma nova morada pelas terras do interior de Portugal, o Engenheiro Henrique Cardoso, que enviuvou recentemente, descobre em Ponte de Sôr um refúgio para escrever, longe do bulício de Lisboa, e para tentar sair de uma catarse que, pela perda de Luísa, o persegue e deprime no dia a dia.

Entre o Brasil e os Estados Unidos da América do Norte, acompanha os seus filhos no desenho do futuro deles e desenvolve uma actividade intelectual totalmente nova para ele, longe das engenharias de uma grande empresa nacional.

Entretanto, envolve-se, sem se dar conta disso, num caso do foro criminal, em que cidadãos holandeses estão envolvidos e a morte de duas mulheres não o deixa tranquilo enquanto, em colaboração com a Polícia Judiciária portuguesa, não consegue deslindar uma trama em que as novas fronteiras abertas do espaço Schengen tornam difícil o apuramento das responsabilidades dos procurados pelas autoridades ibéricas e dos Países Baixos.

A nova obra do Prof. António Amaro Monteiro: “As Ideologias e o Sentido da Existência”

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«O conceito de ideologia está bem definido, fugindo a conotação mais comum à generalidade das pessoas que ligam ideologia a alinhamento partidário. (…) Parece-me um bom texto, não tanto para o público em geral, mas sobretudo para levar pessoas e grupos, sobretudo jovens, a colocar a questão de Deus. De facto, a nossa cultura dominante distrai das questões decisivas da existência humana, em vez de orientar as pessoas para elas. É bom haver propostas que marquem a diferença, como esta.» (excerto do Prefácio de D. Manuel Felício)

“União de facto”, uma obra jurídica essencial de J. M. Pires Machado

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A união de facto é uma realidade de todos os tempos, mais ou menos aceite ou desconsiderada, conforme as épocas, o clima social, os sistemas jurídicos ou os ditames religiosos.

Por razões que não cabe aqui analisar (sociais, convicções individuais, sistemas políticos, religião, fuga ao formalismo?) as uniões de facto têm vindo a ocupar um lugar não ignorável na sociedade atual, traduzindo-se frequentemente em situações de estabilidade familiar idêntica à do casamento. Assim, o legislador entendeu necessário atribuir efeitos jurídicos a essas situações.

Regulada inicialmente apenas quanto às uniões de pessoas de sexo diferente (como, então, o casamento), veio a regulação legal a ser compatibilizada com a posterior legislação sobre o casamento de pessoas do mesmo sexo e sobre a adopção por membros destes casamentos.

Alguns aspetos relevantes não são contemplados na lei, tendo vindo os tribunais a enunciar regras sobre problemas decorrentes dessas situações, nomeadamente quanto às suas consequências económicas e patrimoniais, no decorrer da união de facto e nos casos da sua dissolução, por morte ou em vida.

Este volume pretende reunir o essencial da legislação e da jurisprudência sobre essa realidade social.

“A Caminho, Rumo à Vida”, o novo livro de António de Vasconcelos Costa, disponível nas livrarias

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O livro que o orientará no caminho da Fé

«O Diácono António de Vasconcelos Costa oferece-nos uma reflexão antropológica em chave bíblica e cristã. Saúdo-o por mais esta iniciativa.

De onde vimos e para onde vamos? O homem não se entende sem perguntas e tentativas de resposta. O Diácono António de Vasconcelos encontra em Cristo a referência fundamental para entender-se a si mesmo, neste caminho de passado presente e futuro, e entender como toda a realidade se inscreve num projeto de Deus Criador que não quer o desaparecimento da criatura que é a sua imagem e semelhança.

Para o cristão, Cristo é “o Caminho”, é a estatura moral de referência e a fonte de purificação para progredir. É isto que o nosso autor oferece.

Em pleno Ano Missionário, o Diácono António de Vasconcelos afirma e interroga: “A proposta de fé que oferecemos tem de ser credível, porque o homem só adere ao que julga benéfico. Que motivos de credibilidade propomos?” A leitura deste livro ajuda-nos a encontrar a resposta.» (Excerto do Prefácio de + José Traquina)


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