Arquivo de Novembro, 2018

“23 de maio – Dia da Unidade e dos Paraquedistas” acaba de ser publicado

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O objetivo deste livro não é falar sobre a criação das Tropas Paraquedistas e dos seus pioneiros, mas falar sim em todos, de todos os tempos e o que estas representam, porque se são reconhecidas hoje, é porque todos, no passado e no presente, as souberam honrar, dignificar e defender.

Não se pretende individualizar, nem massacrar na leitura, mas sim, com poucas palavras e fotos, mostrar a nossa realidade, que sempre foi a de união. Tudo é muito simples, pois todos entendemos e este livro é apenas para recordar o que nos une.

O dia 23 de maio é o dia da confraternização de todos os “ex” e atuais paraquedistas. É ali, em Tancos, na Escola das Tropas Paraquedistas, que tem como lema «Que Nunca por Vencidos se Conheçam», que se mata as saudades e se relembra os bons e maus momentos vividos. Para uns já se passaram décadas, anos, meses e dias, para outros é o começo, mas pouco importa, pois todos sabemos onde é «a casa da mãe que nos pariu segunda vez».

Se durante décadas estivemos unidos, o dia 23 de maio é a prova de que gostamos de estar sempre unidos, somos unos, porque queremos conviver e reviver com aqueles que sabem sofrer e vencer, em prol da dignidade humana.

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António Martins Silvestre publica “Um Sorriso por entre Lágrimas”

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Em Portugal, país de poetas, como tão amiúde é propalado, existe provavelmente um dos maiores índices de indiferença em relação à Poesia, ainda que em teoria os poetas sejam, não menos frequentemente, motivo de discussões literárias de pseudointelectuais, que se dedicam e deleitam em estéreis dissertações, não tendo tantas vezes o mínimo amor pela poesia. E, realmente, a poesia é uma questão de amor! Por isso, aqueles que realmente amam – os poetas – continuam, não obstante a certeza que proíbe jamais serem ouvidos, lidos e amados, a escrever, sem medo da indiferença, nem da crítica literária, que em muitos momentos é bem pior do que esta última, pois é castradora e humilhante para aquele que procura encontrar um espaço de afeto para poder criar algo.

É, assim, que mais um poeta português, António Martins Silvestre, de origem alentejana, nasce sem receios para o grande público com esta sua primeira obra, intitulada “Um Sorriso por entre Lágrimas”. A sua poesia é clara, simples e sofrida – como é peculiar aos que se deixam conduzir pela espontaneidade – dramática em muitos momentos, jocosa de vez em quando, sarcástica e irónica quase sempre. Para os que fazem passar a inspiração que anima os poetas ao crivo injusto do critério subjetivo de erudição terminológico, patamar necessário para credibilizar uma obra poética, certamente, uma vez mais, encontrarão no trabalho deste poeta um pretexto para alimentar a ilusão em que vivem e um fundamento para a parcialidade e injustiça que esgrimem na abordagem superficial que oferecem aos que leem e julgam. Serão o povo e os crentes desta forma de expressão que farão o juízo final. Pois a palavra é um dom sagrado, que Deus deu aos Homens para comunicarem entre si.

“Há Ouro na Serra da Adiça”, um romance de José Nunes Valente

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Enquanto o enredo do romance se espraia pelas páginas do livro, personagens e acontecimentos vão emergindo e salientando aspetos que permitem um relance pelo que era a Lisboa de meados do Séc. XX, e um olhar mais abrangente sobre uma aldeia raiana, profundamente rural.

É dessa Lisboa que, em manhã gelada de Janeiro, parte, rumo ao Alentejo, o jovem Cláudio Pacheco, recém-licenciado em engenharia de minas, compelido a realizar uma missão secreta num meio que lhe era totalmente desconhecido e sem a mínima semelhança com aquele onde vivera até ali. Esperavam-no desconfortos, surpresas, amores e desamores. Medos e angústias também. A sua luta maior foi contra um preconceito e a sua mais interessante descoberta foi a de, na improbabilidade de ser achado o ouro da lenda, poder demonstrar possuir aquela serra outro ouro e muito.

“Crónicas da Terra”, novo livro de Belino Costa

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Crónicas da Terra reúne um conjunto de textos que constituem um memorial sobre a infância e adolescência do autor, vividas na aldeia de Bustos (distrito de Aveiro) durante as décadas de sessenta e setenta do século passado.

A rua onde cresceu, os familiares e os vizinhos, todos eles agricultores, marcam de forma decisiva a descoberta de um mundo mais vasto e complexo. É no convívio com aqueles, “que transportam, nas unhas e nos poros, terra escura” e que “cantam quando a faina aperta e o céu troveja”, que aprende os valores essenciais.

Da política à moral e à cidadania, passando pela sexualidade, pela religião e pela superstição, o autor evoca uma época e uma realidade que, entretanto, desapareceu. As máquinas substituíram os animais, a democracia substituiu a ditadura e o trabalho agrícola deixou de ser a base de sustentação da população.

Num segundo momento do livro, regressa aos cenários da infância para se confrontar com essa transformação. Confessa então: “A paisagem que agora observo é outra, está marcada por ausências. Abrir esta janela é visitar um tempo que acabou. E desse fim, dessa voragem que aniquilou coisas, plantas, animais e pessoas não me posso excluir, também eu morri com eles. Abrir esta janela é descobrir que todos os dias vamos morrendo um poucachinho. Nisso não deve existir tragédia ou ressentimento. É assim, faz parte da nossa condição. Perante essa quotidiana inevitabilidade só a vida conta, só ela nos justifica”.

Crónicas da Terra é mais do que uma autobiografia ou um memorial, é uma sentida homenagem a uma geração de homens e mulheres que “apenas aspiravam a ter saúde”, para fazerem frente à labuta do dia a dia.  Era do trabalho que nascia a felicidade.


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