Arquivo de Junho, 2012

“O livro que não pode esperar”

A editora independente argentina “Eterna Cadencia” saiu-se com a ideia de publicar livros cujo conteúdo, impresso numa tinta especial, desaparece ao fim de apenas 2 meses, depois de em contacto com o ar e a luz solar, uma vez aberto o livro.

Segundo a editora, o móbil da ideia é incentivar os leitores a lerem prontamente os livros dos novos autores, assegurando-lhes a sua sobrevivência enquanto escritores. Diz o vídeo de apresentação deste conceito que “os livros são objetos muito pacientes e esperam para serem lidos, dias, meses, anos. Isto está bem para os livros, mas não para os novos autores. Se os seus primeiros livros não forem lidos, nunca mais publicarão um segundo”.

O “Hall of Fame” da “auto-publicação”

Interessante artigo de John Kremer sobre escritores consagrados que começaram por se auto-publicar. Entre muitos outros famosos, nomes como D.H. Lawrence, Virginia Woolf, ou Ernest Hemingway.

O autor realça ainda as vantagens do POD (print-on-demand) na atualidade como processo editorial.

Ler artigo completo aqui

Polémica: livros em papel vs. e-books

Vargas Llosa: “a literatura criada diretamente para os tablets pagará o mesmo preço que a televisão, cairá na banalização e na frivolidade.”

Umberto Eco: “o principal inimigo dos livros não é a Internet, mas o ser humano, que os censura e confina em bibliotecas inacessíveis.”

Paulo Coelho está convencido de que só “com e-books ao preço de uma música no iTunes (0,99 €) será possível combater a pirataria.”

Em qual dos lados se posicionam?

Apresentação do Livro Pagwagaya de Armando Frazão

Apresentação do Livro Pagwagaya de Armando Frazão.

“O Futuro do Livro” por Robert Darnton

«Robert Darnton, diretor da biblioteca de Harvard, fala sobre o futuro do livro num mundo que observa a massificação da internet e a popularização dos leitores eletrônicos. Autor de “A questão dos livros” e à frente da Digital Public Library of America, iniciativa que deve disponibilizar online e de graça 2 milhões de livros a partir de 2012, o historiador fala também do papel que as bibliotecas devem assumir num futuro próximo.»

Já entrámos também em pleno na era dos e-books!

Já entrámos também em pleno na era dos e-books! Grande parte dos livros publicados connosco tem agora uma versão eletrónica, sempre a par do formato tradicional em papel.

Através de uma parceria que estabelecemos com a euebooks.com, passámos a disponibilizar, a todos os autores que publicam através do Sítio do Livro, a possibilidade de as suas obras serem comercializadas também desta forma. Com todas as vantagens desta tecnologia e para ler em qualquer equipamento.

Os seus preços de venda são inferiores em cerca de 30% aos da respetiva versão em papel. Podem aceder a todos os nossos e-books através deste link. Depois, selecionem o livro que lhes interessa e cliquem em “Comprar versão e-book”.

Orhan Pamuk

Orhan Pamuk

Orhan Pamuk

Hoje, quando completou 60 anos, relembrámos um autor Nobel, que começou por querer ser arquiteto, depois jornalista e acabou por tornar-se um dos mais proeminentes escritores da Turquia, vendo os seus trabalhos traduzidos em mais de 60 línguas e tendo ganho diversos prémios nacionais e internacionais, entre os quais o Prémio Nobel de Literatura de 2006, sendo o primeiro nacional turco a ganhar um Nobel.

Começou a escrever aos 23 anos, mas só depois de ter residido temporariamente em Nova Iorque, no final dos anos 80, ganhou reputação mundial e, a partir de então, todos os seus livros se convertem em best-sellers, em especial no seu país natal. A Academia Sueca atribuiu-lhe o Nobel por, na opinião do Júri, considerar que Pamuk “em busca da alma melancólica da sua cidade natal, encontrou novos símbolos para retratar o choque e o cruzamento de culturas”.

O escritor tem mantido uma atitude publicamente crítica da política turca, desde logo relativamente ao povo curdo, o que também contribuiu para a sua fama internacional e que ainda lhe valeu ter de se defender judicialmente no seu país, para além da impopularidade junto de alguns dos seus compatriotas. Foi ainda o primeiro autor no mundo islâmico a condenar abertamente a fatwa contra Salman Rushdie e a tornar público o seu apoio ao escritor turco Yasar Kemal quando este foi julgado e condenado pelas autoridades turcas, em 1995.

Atualmente vive em Istambul e é professor de literatura da Universidade Columbia.

Bibliografia de Orhan Pamuk


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