Arquivo de Maio, 2016

Raduan Nassar é o vencedor do Prémio Camões

«O Prémio Camões 2016 foi esta segunda-feira atribuído por unanimidade ao escritor Raduan Nassar, de 80 anos, o 12.º brasileiro a receber aquele que é considerado o mais importante prémio literário destinado a autores de língua portuguesa. O júri sublinhou “a extraordinária qualidade da sua linguagem” e a “força poética da sua prosa”.

Com apenas três livros publicados – os romances Lavoura Arcaica (1975) e Um Copo de Cólera (1978) e o livro de contos Menina a Caminho (1994) –, a exiguidade da obra não impede que Raduan Nassar seja há muito considerado pela crítica um dos grandes nomes da literatura brasileira, ao nível de um Guimarães Rosa ou de uma Clarice Lispector. […]» (por Isabel Lucas e Luís Miguel Queirós, in Público)

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Raduan Nassar

Raduan Nassar

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Publicação do livro “Nós, os Velhos do Metropolitano”, de Fernando Santos e Silva

Fernando Santos e Silva, engenheiro electrotécnico de formação, passou os 37 anos da sua vida profissional no Metropolitano de Lisboa, em diversas funções técnicas e dirigentes, conhecendo pois muito bem “os cantos da casa”. Agora, já reformado, “escreve às vezes, sem conseguir por norma evitar os temas da sua profissão, das experiências de quem conheceu, ou do que influencia a vida das comunidades” e, nesta senda, acaba de publicar um livro, intitulado “Nós, os Velhos do Metropolitano”, em que analisa criticamente as políticas de gestão seguidas naquela instituição nos últimos 2 anos e as suas implicações em vários aspectos.

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Sinopse

Ao longo de 2 anos, durante a vigência do XIX governo e da sua política de austeridade dirigida aos economicamente mais débeis, os reformados do Metropolitano de Lisboa e da Carris, a quem tinham sido subtraídos os complementos de reforma acordados na altura da sua contratação, foram-se manifestando até que o governo e a política mudaram.

Apresentados pelos propagandistas do XIX governo como privilegiados, quando comparados com a maioria dos trabalhadores portugueses, não obstante a sua qualificação profissional e muitas vezes detestados pelos próprios passageiros nos períodos de greve, as suas razões e algumas emoções, são analisadas neste livro, ao mesmo tempo que são tratados vários temas da problemática dos transportes e energia com impacto na economia.

Publicação do livro “Poemas”, de Maria Manuel Monsanto

Maria Manuel Monsanto, natural da Figueira da Foz, mas radicada em Luanda durante 20 anos, de onde regressou, em 1984, para viver em Cascais, publicou o seu primeiro livro de poesia, que intitulou simplesmente “Poemas” e onde escreveu “poemas de Amor e de Dor”.

Já em venda nas livrarias de Portugal

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Próximas sessões de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa

Margarida Cunha Rosa, que recentemente publicou o livro “Versos Pintados, “um projecto antigo que vê a luz pelo desafio lançado a um jovem artista”, estará a autografar no “Espaço dos Pequenos Editores” [C03] da Feira do Livro de Lisboa, Sábado, dia 28-Mai, a partir das 16h00.

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Antónia Palmeiro, autora do livro “A pérola de água” e a sua filha, Cátia, que o ilustrou, estarão a autografar no “Espaço dos Pequenos Editores” [C03] da Feira do Livro de Lisboa, Sábado, dia 28-Mai, a partir das 16h00.

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Publicação de “O Livro do Pintor”, de Francisco Chinita

Francisco Chinita, “eterno viciado no saber, na origem e nos segredos dos materiais artísticos, passa grande parte do seu tempo, não a pintar, mas a pesquisar e a adquirir o conhecimento artístico”, que decidiu agora transmitir, no seu original livro, acabado de publicar, intitulado “O Livro do Pintor”.

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Sinopse

Ao longo da sua existência o homem sempre sentiu a necessidade de transformar a matéria e com ela expressar o seu sentimento, os seus desejos e os seus temores. No início como meio de comunicação, passando depois à necessidade de agradar às divindades em que acreditava.

Para tal deitou mão de tudo o que a natureza lhe dava e com a qual podia exprimir esse seu sentimento, começando com o barro, a madeira e a pedra, modelando figuras tridimensionais, depois o carvão como riscador, o sangue de animais e mais tarde as terras amarelas e castanhas às quais se juntava gordura animal ou vegetal e se criavam assim as primeiras tintas, não muito diferentes da atualidade. Estava o homem longe de saber onde isso o levaria milhares de anos depois.

O LIVRO DO PINTOR é assim o culminar de um longo e sinuoso caminho com vinte e cinco mil anos. O que hoje fazemos tem nos genes as primeiras obras.

Lançamento de “Paixão, Servidão, Cancro”, um livro de Isabel Antunes

Natural de Torres Vedras, Isabel Antunes viveu e estudou em Lisboa, no Canadá, em Inglaterra e em Espanha, vindo a licenciar-se em Psicologia Clínica e exerceu actividade profissional em áreas muito diversas. Para além do voluntariado social, tem-se dedicado a escrever para adultos e para crianças, tendo já recebido alguns prémios e participou ainda em exposições individuais e colectivas de Artes-Plásticas.

O seu novo romance “Paixão, Servidão, Cancro” relata “uma história de amor em que os protagonistas parecem formar um grupo escultórico de figuras ambíguas, actores da violência doméstica vivida no pesadelo do silêncio, gente que aparece na comunicação social ostentando títulos e posições de alto gabarito e que, por isso, pensamos conhecer e cujos comportamentos e atitudes socialmente correctas admiramos, mas que escondem na intimidade jogos sádicos, desumanos, sem limites de respeito, excedendo-se em sombras psicopáticas tenebrosas que a sociedade desconhece”.

Já disponível. Clique na imagem para antever ou adquirir o livro.

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Sinopse

Este livro relata uma história de amor em que os protagonistas parecem formar um grupo escultórico de figuras ambíguas, esculpido em golpes suaves e outros brutais que pode ser entendido conforme a luz ou a escuridão em que seja observado. As personagens, esburacadas pela realidade e cinzeladas pela negritude da vida real são pessoas verdadeiras, actores da violência doméstica vivida no pesadelo do silêncio. Gente que aparece na comunicação social ostentando títulos e posições de alto gabarito e que, por isso, pensamos conhecer. Gente que afivelou simpáticas máscaras sociais, com quem convivemos e que nos merecem consideração e estima. Gente cujos comportamentos e atitudes socialmente correctas admiramos, mas que escondem na intimidade jogos sádicos, desumanos, sem limites de respeito, excedendo-se em sombras psicopáticas tenebrosas que a sociedade desconhece.

Lançamento do novo livro de Manuel Luís Rodrigues Sousa, “Onde a Cegonha Poisou”

Manuel Luís Rodrigues Sousa, autor do bem sucedido “Prece de um Combatente”, volta a publicar um livro, que intitulou “Onde a Cegonha Poisou”, desta vez uma colectânea de contos em que, com teor autobiográfico, retrata, “de forma tão completa quanto possível, os aspectos, social, político, económico, cultural e religioso da sua terra natal, a aldeia de Folgares, no concelho de Vila Flor, divulgando, de forma bem vincada, os usos e costumes dos moradores da aldeia e arredores, incluindo os vocábulos utilizados na comunicação entre os locais no seu quotidiano. […] Em suma, toda a obra se resume como que a uma radiografia que o autor fez questão de evidenciar do país rural de então, hoje votado à desertificação e abandono.”

Já disponível. Clique na imagem para antever ou adquirir o livro.

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Sinopse

O desenvolvimento da obra, de teor autobiográfico, como o próprio subtítulo sugere, tem como palco privilegiado o nordeste transmontano, particularmente a aldeia de Folgares, freguesia de Freixiel, concelho de Vila Flor, distrito de Bragança, onde nasceu o autor – daí deriva o título ONDE A CEGONHA POISOU.

Ao expor a sua biografia em forma de contos, faz, ao mesmo tempo, o retrato tão completo quanto possível dos aspectos, social, político, económico, cultural e religioso daquele recanto transmontano, dos anos cinquenta, sessenta e setenta do século passado, entre outras curiosidades, ao divulgar, de forma bem vincada, os usos e costumes dos moradores da aldeia e arredores, incluindo os vocábulos, assinalados nos textos em itálico e entre aspas, utilizados na comunicação entre os locais no seu quotidiano. Um glossário anexo a esta obra descodifica aquela linguagem.

O êxodo que levou as populações do interior a deslocarem-se para os grandes centros urbanos do litoral do país foi um fenómeno que também arrastou o autor a engrossar essa vaga migratória, a partir dos anos setenta do século passado.

Isso leva-o a exteriorizar, ao longo da sua escrita, sentimentos afectivos em relação à terra, à família, aos pais em especial, – a quem dedica o subtítulo deste livro, “Contos Autobiográficos do “meu Manuel”- e às gentes que o viram nascer e crescer.

Não perde a oportunidade de se referir a elas pelos seus próprios nomes, como figuras intervenientes no enredo dos seus contos, apresentando mesmo um inventário de todos os núcleos familiares, dispostos em quadros, a viverem na aldeia quando ele nasceu. Essa sublimação está bem patente no enlevo com que ele, estando ausente, escreve sobre essas suas raízes, também exaltadas, aqui e ali, em poemas, e até em desenhos.

Em suma, toda a obra se resume como que a uma radiografia que o autor fez questão de evidenciar do país rural de então, hoje votado à desertificação e abandono.


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