Archive for the 'Notoriedades' Category

Sugestão para o “Dia Mundial da Poupança”

Faz crescer o teu mealheiro! um diário conselheiro, para aprenderes a dar valor ao dinheiro“, um livro de Elisabete Lourenço.

Em venda nas livrarias de Portugal

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Sinopse

As crianças são curiosas por natureza e estão sempre dispostas a aprender tudo e a experimentar novas situações. O seu processo de socialização é, em grande parte, baseada na imitação dos adultos. Deste modo, é fundamental ensinar, desde cedo, o valor do dinheiro às crianças.

Ao contrário de outros países da Europa, em Portugal a disciplina de Educação Financeira é uma disciplina que não faz parte dos currículos escolares e, na realidade, a literacia financeira é tão ou mais importante do que a literacia académica!

A Educação Financeira deve estar presente desde muito cedo na rotina diária das crianças, ou seja, desde que começam a fazer os seus pedidos e as suas exigências. Crianças mais autónomas financeiramente, tornam-se adultos mais responsáveis e mais conscientes, com objetivos bem delineados e com maior auto-estima, o que lhes permitirá, num futuro (até mesmo enquanto estudantes), uma  melhor gestão da sua vida pessoal e profissional.

O objetivo desta agenda/diário é sensibilizar os pais ou educadores para a necessidade da educação financeira e estimular as crianças através de brincadeiras, dicas e conhecimento de alguns conceitos básicos, aprenderem a fazer a gestão do seu mealheiro. No final do livro são sugeridas 10 dicas, para relembrar os adultos que o apoio deles é fundamental!

clique na imagem para ver ou adquirir o livro e conhecer a autora

Montra: Romances com romance

Evocando o “Dia dos Namorados” que se comemora no Domingo, destacamos esta nossa montra de livros de Literatura Romântica (clique na imagem).

dreamstime_m_31345303Encabeçam geralmente as listas dos best-sellers, preenchem as montras das livrarias, são lidos avidamente e, frequentemente, geram filmes de bilheteira assegurada. A literatura romântica (não pretendemos referirmo-nos ao “Romantismo”) é, sem dúvida, um dos géneros mais populares e apreciados na atualidade.

Os seus autores contemporâneos mais notórios acabam por converter-se em personalidades famosas e mediáticas, rivalizando com os actores cinematográficos. Entre muitos outros, destacamos, por exemplo, Catherine Dunne, Danielle Steel, Debbie Macomber, Elizabeth Gilbert, Federico Moccia, Lesley Pearse, Luanne Rice, Nicholas Sparks, Nora Roberts, Susanna Tamaro, ou Sveva Casati Modignani.

Aqui trazemos uma seleção dos livros mais bem sucedidos nesta temática.

Livros de Literatura Romântica (clique na imagem)

O Top 50 de 2015

Pelo 4.º ano consecutivo, decidimos propor a nossa lista dos melhores livros publicados no ano anterior. Depois de consultarmos críticas especializadas e vários outros top’s publicados em jornais, revistas e blogues de literatura, estabelecemos a nossa própria seleção das melhores obras de 2015.

Nela destacamos autores como Adrian Wooldridge, António Lobo Antunes, Bill Bryson, Cormac McCarthy, Elena Ferrante, Franz Kafka, Gonçalo M. Tavares, Herberto Helder, Mário Cláudio, Mia Couto, Michel Houellebecq, Oliver Sacks, Rubem Fonseca ou Svetlana Aleksievitch, entre tantos outros.

Top 50 2015Aqui têm o nosso TOP 50 2015. Contamos que mereça a vossa apreciação.

Os 50 melhores livros de 2015

(clique na imagem)

Grandes Livros que deram grandes Filmes

Quando ainda ouvimos os ecos do mediatismo dos Óscares da Academia de Hollywood, destacamos esta “montra”, onde reunimos uma seleção de livros magníficos, que geraram grandes filmes.

Grandes Livros que deram grandes Filmes

É frequente ouvir-se “… mas o livro é muito melhor do que o filme”. Se nem sempre será assim, é consensual que, muitas vezes, esta asserção comum corresponde à realidade.

Na origem de grandes êxitos cinematográficos, estão, frequentemente, grandes obras literárias, que, de si, já eram reconhecidas, ou se tornaram famosas por via dos filmes em que foram convertidas.

Seja em ficção científica ou fantástica, romance histórico ou policial, ou literatura romântica ou de espionagem, grandes escritores como Arthur C. Clarke, C. S. Lewis, Dennis Lehane, J. R. R. Tolkien, John le Carré, John Steinbeck, Liev Tolstói, Nicholas Sparks, Roald Dahl, Stephen King ou Tom Wolfe, entre tantos outros, deixaram-nos obras primas que, por sua vez, deram azo a grandes êxitos de bilheteira.

Reunimos, nesta “montra”, uma seleção de livros magníficos, que geraram grandes filmes.

Romances com romance

Encabeçam geralmente as listas dos best-sellers, preenchem as montras das livrarias, são lidos avidamente e, frequentemente, geram filmes de bilheteira assegurada. A literatura romântica (não pretendemos referirmo-nos ao “Romantismo”) é, sem dúvida, um dos géneros mais populares e apreciados na atualidade.

dreamstime_m_31345303Os seus autores contemporâneos mais notórios acabam por converter-se em personalidades famosas e mediáticas, rivalizando com os actores cinematográficos. Entre muitos outros, destacamos, por exemplo, Catherine Dunne, Danielle Steel, Debbie Macomber, Elizabeth Gilbert, Federico Moccia, Lesley Pearse, Luanne Rice, Nicholas Sparks, Nora Roberts, Susanna Tamaro, ou Sveva Casati Modignani.

Na semana em que se celebra o “Dia dos Namorados”, destacamos a nossa montra de “literatura romântica”, uma seleção dos livros mais bem sucedidos neste género. Veja-a aqui.

O Top 50 de 2013

Analisámos críticas, compilámos rankings, consultámos media especializados e elaborámos o nosso próprio Top 50 dos melhores livros publicados em 2013.

Nele constam obras de autores como Amos Oz, Clarice Lispector, D. H. Lawrence, Flann O’Brien, Hilary Mantel, J. M. Coetzee, Knut Hamsun, Mario Vargas Llosa, Richard Zimler, Roberto Bolaño, Zadie Smith, ou Alexandra Lucas Coelho, Mário de Carvalho, Rubens Figueiredo e valter hugo mãe, entre vários outros escritores consagrados.

Aqui os têm!

Os 50 melhores livros de 2013

Os 50 melhores livros de 2013

Grandes viajantes e as suas viagens

Agora, que se aproximam as férias e as viagens, recomendamos uma extensa seleção de ótimos livros sobre “literatura de viagens”.

montraMarcando bem a diferença entre “turista” e “viajante”, estes grandes viajantes centram as suas vidas em viajar pelo mundo, por vezes abandonando as suas profissões ou países de origem, numa busca incessante de contacto e vivência com outras paragens e povos do planeta.

Bruce Chatwin, Paul Theroux, Paul Bowles, Jack Kerouac, Bill Bryson, ou Gonçalo Cadilhe, entre muitos outros, são exemplos incontornáveis destes viajantes inveterados que nos relatam e retratam as suas aventuras, experiências e saberes, em obras que nos convidam a seguir os seus caminhos.

Veja-os aqui

Dia da Criança – Livros para os mais jovens

O dia 1 de Junho é celebrado em muitos países como o Dia da Criança. Para o evocar apropriadamente, consultámos muitas listas e classificações e constituímos o nosso TOP da Literatura Infanto-Juvenil.

dia da crianca

Nele constam obras de Alice VieiraAna Maria MagalhãesBeatrix PotterC. S. LewisEnid BlytonHans Christian AndersenIsabel AlçadaJ. K. RowlingLuísa DacostaMark Twain, ou Roald Dahl, entre vários outros escritores que se celebrizaram neste género literário, quer no mundo da Lusofonia, quer internacionalmente.

Naturalmente que muitos mais poderiam constar neste Top, mas eis aqui a nossa seleção.

O Top 50 de 2012

Os 50 melhores livros de 2012Consultámos diversos top’s e constituímos a nossa própria lista dos 50 melhores livros publicados em 2012.

Nela constam obras de autores, entre muitos outros, como Andrew MillerMartin AmisRoberto BolañoRubem FonsecaJuan MarséPaul AusterVladimir NabokovPhilip RothIan McEwanHalldór LaxnessMário de CarvalhoOndjakiJosé Eduardo Agualusa ou Manuel António Pina.

Aqui a têm!

Parabéns a Vasco Graça Moura!

Hoje destacámos uma grande figura da cultura portuguesa contemporânea que completa 71 anos.

Vasco Graca Moura

Vasco Graça Moura

Bibliografia de Vasco Graça Moura

Livros versus E-books

Vídeo curioso e divertido, disponibilizado pela editora brasileira Intrínseca, evidenciando os prós e contras de cada um dos formatos, procurando demonstrar que a sua coexistência é perfeitamente possível.

José Hermano Saraiva (1919-2012)

José Hermano Saraiva (1919-2012)

Recordamos e homenageamos o grande mestre da História Portuguesa e da comunicação televisiva.

O “Hall of Fame” da “auto-publicação”

Interessante artigo de John Kremer sobre escritores consagrados que começaram por se auto-publicar. Entre muitos outros famosos, nomes como D.H. Lawrence, Virginia Woolf, ou Ernest Hemingway.

O autor realça ainda as vantagens do POD (print-on-demand) na atualidade como processo editorial.

Ler artigo completo aqui

Orhan Pamuk

Orhan Pamuk

Orhan Pamuk

Hoje, quando completou 60 anos, relembrámos um autor Nobel, que começou por querer ser arquiteto, depois jornalista e acabou por tornar-se um dos mais proeminentes escritores da Turquia, vendo os seus trabalhos traduzidos em mais de 60 línguas e tendo ganho diversos prémios nacionais e internacionais, entre os quais o Prémio Nobel de Literatura de 2006, sendo o primeiro nacional turco a ganhar um Nobel.

Começou a escrever aos 23 anos, mas só depois de ter residido temporariamente em Nova Iorque, no final dos anos 80, ganhou reputação mundial e, a partir de então, todos os seus livros se convertem em best-sellers, em especial no seu país natal. A Academia Sueca atribuiu-lhe o Nobel por, na opinião do Júri, considerar que Pamuk “em busca da alma melancólica da sua cidade natal, encontrou novos símbolos para retratar o choque e o cruzamento de culturas”.

O escritor tem mantido uma atitude publicamente crítica da política turca, desde logo relativamente ao povo curdo, o que também contribuiu para a sua fama internacional e que ainda lhe valeu ter de se defender judicialmente no seu país, para além da impopularidade junto de alguns dos seus compatriotas. Foi ainda o primeiro autor no mundo islâmico a condenar abertamente a fatwa contra Salman Rushdie e a tornar público o seu apoio ao escritor turco Yasar Kemal quando este foi julgado e condenado pelas autoridades turcas, em 1995.

Atualmente vive em Istambul e é professor de literatura da Universidade Columbia.

Bibliografia de Orhan Pamuk

Os 10 livros mais lidos no Mundo

Segundo James Chapman (v. http://www.squidoo.com/mostreadbooks) aqui têm a lista dos 10 livros mais lidos em todo o Mundo nos últimos 50 anos.

Ilustração de Jared Fanning (http://www.jaredfanning.com/)

John Irving

“Nós inventamos o que amamos e o que tememos.”

John Irving

John Irving

É um dos mais reconhecidos romancistas americanos da actualidade e autor de vários bestsellers.

“O Estranho Mundo de Garp”, o seu primeiro grande sucesso, valeu-lhe, em 1980, o National Book Award. “O Inesquecível Simon Birch”, publicado em 1989, foi adaptado para o cinema, assim como muitos dos seus livros. Em 2000, ganhou um Óscar para melhor argumento adaptado com “Regras da Casa”, um filme nomeado para sete Óscares.

«Jonh Irving já foi comparado a Kurt Vonnegut e J. D. Salinger, mas é possivelmente mais inventivo do que qualquer um deles. Sarcástico, lacónico, cria as suas personagens com uma economia que deriva da sensibilidade em relação às palavras e da mestria da sua arte. (…)» (The Times)

Quando festeja o seu 70.º aniversário, destacamos John Irving.

Bibliografia de John Irving

Paul Claudel

“Que todos os que se aproximarem de mim tenham vontade de cantar, esquecendo as amarguras da vida.”

Paul Claudel

Paul Claudel

Poeta, diplomata e dramaturgo do século XX, o grande motor da poesia, dado pela religião a par com o «significado» e a «dramática», é o «louvor», uma vez que ele representa a «mais profunda necessidade da alma, a voz da alegria e da vida».

Além de romances, peças teatrais e ensaios, compôs também poemas que foram buscar inspiração à poesia bíblica.

Depois de ser cônsul em vários pontos do globo, Claudel terminará a sua carreira em Bruxelas. Em 1946, foi escolhido como membro da Academia Francesa.

Quando passam 57 anos da sua morte, relembramos Paul Claudel.

Bibliografia de Paul Claudel

André Breton

‎«Em primeiro lugar, é o universo que deve ser interrogado sobre o homem e não o homem sobre o universo.»

André Breton

André Breton

Considerado o pai do Surrealismo, com a publicação, em 1924, do “Primeiro Manifesto Surrealista”, tornou-se figura primeira nos meios literários e agregou um grupo de artistas e intelectuais franceses seguidores das suas ideias, mas uma vontade impetuosa de acção, a par da sua rebeldia inata, impeliu-o a uma militância política que levou à sua adesão ao Partido Comunista Francês. No entanto, as contradições permanentes e radicais entre o idealismo surrealista e a doutrina marxista ditaram a sua expulsão daquele partido, apenas 6 anos depois.

Com o eclodir do nazismo e da 2.ª Guerra Mundial, o movimento surrealista ganhou projecção internacional e, na sequência da ocupação alemã da França, Breton refugiou-se nos Estados Unidos, de onde regressou 5 anos após, para dar continuidade ao seu movimento, organizando encontros e exposições e escrevendo poemas e ensaios. A sua obra maior, “Nadya”, talvez o melhor romance surrealista alguma vez escrito, resultou de uma paixão por uma paciente psiquiátrica homónima e reflecte as principais obsessões do autor.

Relembrámos este intelectual e escritor francês, no 116.º aniversário do seu nascimento.

Bibliografia de André Breton

Luísa Dacosta

Se…

«Se eu tivesse um carro
havia de conhecer
toda a terra.
Se eu tivesse um barco
havia de conhecer
todo o mar.
Se eu tivesse um avião
havia de conhecer
todo o céu.
Tens duas pernas
e ainda não conheces
a gente da tua rua.»

Luísa Dacosta

Luísa Dacosta

Formou-se em Lisboa, na Faculdade de Letras, em Histórico-Filosóficas e foi professora do Ciclo Preparatório, tendo-se reformado em 1997 por limite de idade. Ensaísta, tradutora, ficcionista e autora de obras de literatura infantil, desenvolveu, sob o pseudónimo de Luísa Dacosta, a sua actividade literária.

Colaborou com diversas publicações periódicas, como “Árvore”, “O Comércio do Porto” ou “Colóquio/Letras”. Tem três dezenas de títulos publicados, sendo que a sua obra abrange ainda os campos da poesia, do ensaio, da crónica, do teatro, da diarística, da pedagogia, da filologia, da tradução e do conto para adultos.

Em 1992, recebeu o Prémio “Máxima de Literatura” pelo seu livro “Na Água do Tempo – Diário” e, em 1993, o Prémio Gulbenkian do “Melhor Texto para Crianças” no biénio 1992-1993. Em 1997, a Câmara Municipal do Porto condecorou-a com a medalha de prata de Mérito da Cidade e, em 2002, a Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto, juntamente com a Delegação da Cultura do Norte, entregaram-lhe o Prémio “Uma vida, uma Obra”. Foi galardoada, em 2010, com Prémio “Vergílio Ferreira”, atribuído pela Universidade de Évora.

Quando celebra o seu 85.º aniversário, destacamos Luísa Dacosta.

Bibliografia de Luísa Dacosta

Thomas Bernhard

Thomas Bernhard

Thomas Bernhard

Sempre assumido e tido como um escritor polémico e provocador, é considerado um dos mais importantes autores germanófonos da segunda metade do Século XX, tendo deixado uma obra considerável e muito premiada, que inclui romances, poesia e peças teatrais, entre outros livros breves ou autobiográficos.

Por ser filho ilegítimo, passou grande parte da sua infância com os avós maternos austríacos, tendo o seu avô, o escritor Johannes Freumbichler, incentivado a sua educação artística, particularmente a musical, o que marcou bastante a sua vida futura, mas, devido a desavenças familiares, viveu a experiência traumatizante de frequentar escolas de tendência nazi.

Iniciou-se na escrita, quando convalescia de uma tuberculose pulmonar crónica, que quase o matou aos 18 anos e tornou-se colaborador de vários jornais, escrevendo crítica literária, tendo começado então a publicar alguns poemas e contos. Consagrou-se com “Na Terra e no Inferno”, o seu mais conhecido livro de poesia e “Frost”, um dos seus mais importantes romances. A sua saúde instável levou-o a procurar repouso em países como Itália, Espanha e Portugal, vindo a morrer com apenas 58 anos de idade.

Era um apaixonado por Portugal, pela gastronomia portuguesa e pela sua gente, em contraste com o seu país, a Áustria, com o qual cultivou uma relação crítica e cuja cultura política contestava acerrimamente, ao ponto de proibir, em testamento, a publicação e a representação de inéditos seus naquele país.

No 23.º aniversário da sua morte, evocamos Thomas Bernhard.

Bibliografia de Thomas Bernhard


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