Archive for the 'Novidades' Category



“Na pele do cão”, uma fábula escrita por Mário Tomé

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Esta pequena história pretende, de uma forma divertida, imaginar a forma como os nossos companheiros de quatro patas podem interpretar o dia a dia de uma família e as próprias relações entre eles e os seus donos.

Na pele do cão não é mais que uma visão fictícia, canina e felina, do meio em que estão inseridos e dos humanos com quem convivem. Não será um livro infantil no seu sentido puro, mas algo que, penso, poderá ser lido por todos ao longo da vida. Pretensamente eruditos, sarcásticos ou dependentes dos seus donos, os protagonistas assumem uma personalidade própria, que espero vos apaixone e divirta.

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“Barcos de Papel”, nova obra de Manuel Araújo da Cunha

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Um rio corria nos olhos espantados das crianças. Cruzavam-se remos, barcos e vela no crepúsculo das vidas. Unidos, subiam de mãos dadas as casas dos que são agora estrelas. As árvores debruçadas sobre os sonhos, sobressaltavam os milenares silêncios e diziam das procissões de pássaros que vinham amanhecer à beira da água. O amor navegava em barcos de papel multicores e era apenas sede a ondular no coração do rio.

Apresentação do livro “As Feras” de Luís Flávio Santos

Sábado às 15:30, na Biblioteca de Fânzeres (Largo Júlio Dinis, 4510-580 Fânzeres, Porto, Portugal)

Luís Flávio Santos, natural do Porto, exerce como principal atividade a prestação de serviços a animais de companhia e tem a escrita como passatempo, tendo já publicado dois livros de contos e histórias de ficção, apresenta a sua mais recente obra que poderá antever aqui.

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Um grupo de pessoas viaja a uma montanha para salvar as suas espécies nativas de uma tempestade que está prestes a chegar. Mas, rapidamente, descobrem uma conspiração que as ameaça a elas e aos seres que tentam salvar. Será que vão conseguir sobreviver a esta experiência?

Apresentação do livro “Lisboa a Oriente”, de José Manuel Moreno

Quinta-feira, 28 de Fevereiro às 18:00, no Hotel Myriad (Cais das Naus, 1990-173 Lisboa)

José Manuel Moreno, natural de Mértola, jurista de formação, desde cedo desenvolveu uma intensa atividade associativa integrada na sua zona de residência em Lisboa oriental e é atualmente Deputado na Assembleia Municipal de Lisboa. Decidiu publicar uma obra dedicada à história daquela zona, conhecida atualmente como Parque das Nações, que intitulou “Lisboa a Oriente – Memórias do Passado”, em que relata e retrata algumas das suas “marcas ou memórias” e traz ao “conhecimento dos leitores episódios e imagens do seu passado”.

A apresentação da obra e do autor estará a cargo do Dr. Luís Roza Dias.

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A história da zona mais oriental de Lisboa, conhecida como Parque das Nações, após ter acolhido a Expo’98, atenta a sua posição estratégica, confunde-se com a história da própria cidade. É uma história milenária e riquíssima de acontecimentos, nomeadamente de batalhas, nomeadamente a travada por D. Afonso Henriques, contra os mouros, junto à Ponte Romana de Sacavém.

Por aqui passaram fenícios, gregos, cartagineses, romanos, alanos, visigodos e árabes. Foi retiro de alfacinhas boémios, que nas suas tabernas cantaram o fado.

Aqui ocorreu o primeiro acidente ferroviário português. Foi farol de esperança para os que, acossados pela cruel perseguição, numa guerra tenebrosa, que sangrava a Europa no séc. XX, aportavam a Lisboa por mar e ar.

Aqui se instalou, na primeira metade do séc. XX, a primeira refinaria portuguesa de hidrocarbonetos, a Sacor, e todas as demais empresas ligadas ao sector. Foi também a casa do nosso primeiro aeroporto, o Aeroporto Marítimo de Cabo Ruivo, permitindo a ligação, única pela via do ar, com o novo mundo. Simultaneamente, também aqui se instalou o primeiro Matadouro Frigorífico de Lisboa. De todo este passado há marcas ou memórias.

É, justamente, de algumas dessas marcas ou memórias que vos fala este trabalho, cuja única pretensão é trazer ao conhecimento dos leitores episódios e imagens desse passado, até 1998, desta cidade que cativa e arrebata os que a frequentam.

 

Apresentação do livro “Quinta da Torre de Santo António – Das Origens à Actualidade”

Quinta-feira, dia 17-Jan, às 18:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

«A Quinta da Torre de Santo António, fundada no século XVII, actualmente com uma área que perfaz sessenta hectares, reveste-se de manifesta importância paisagística e arquitectónica. Durante mais de duzentos e cinquenta anos este lugar foi um refúgio muito frequentado, motivando os maiores elogios e despertando a atenção dos visitantes. Ninguém lhe ficou ou fica indiferente! O convívio diário da natureza com a arte, aqui perfeitamente delineado pelos seus anteriores proprietários, permitiu-lhes legar um património único e de uma beleza inigualável que no concelho de Torres Novas é, sem dúvida, um dos mais significativos.»

Sob a coordenação de José João Loureiro, que reuniu, para a sua redacção, uma equipa de especialistas nas matérias abordadas, “este livro pretende proporcionar uma incursão agradável na Quinta, que, para o poder ser verdadeiramente, não é superficial. Foram considerados os antecedentes da propriedade, a partir do século XVII, e períodos ulteriores ao falecimento do Marquês da Foz que tiveram impacto na configuração arquitectónica e paisagística da mesma.” Um livro único, sobre uma propriedade singular!

A apresentação da obra será feita pela historiadora de arte Professora Doutora Raquel Henriques da Silva.

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“Salve-se Quem Puder”, nova obra de António Serra Correia

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“Angola após o 25 de Abril de 1974”

Não querendo pôr de lado a ficção, mais uma vez o autor serve-se dela para narrar factos, entretanto, também eles verídicos e em memória daqueles (e foram muitos) que sofreram “na carne” os maléficos efeitos de uma descolonização vergonhosa e que não pretende que como tal seja esquecida, apesar dos já muitos anos que passaram sobre eles.

Intitula-se este, Salve-se Quem Puder, em memória de todos os que se tornaram vítimas de um processo político que se pretendia justo e que acabará por ser vergonhoso.

O autor acredita mesmo que este livro se torne algo polémico e espera receber alguma crítica que o desminta, num ou noutro aspecto. Aceita essa crítica porque sabe que há e haverá sempre vozes contraditórias e vários modos de descrição, mas como estamos em democracia, espera também que lhe reconheçam o direito de opinar, da maneira que melhor sabe e divulga.

“Tábula”, novo romance de Alberto Bravo

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Um moribundo de muitas mortes que teima em não morrer, leccionador epiléptico, dizimador de palavras, cria um suspense pouco usual, e aspira a uma forma de liderança oculta. Num casulo de pedras, labora por sua vez um enigmático mação, tão obstinado quanto modesto, sonhando uma ideia de catedral minimalista que se guarde na palma de uma mão de criança. Vítimas duma bifurcação originária indocumentada, o homem de trapo e o comandante convergem no mesmo desejo de unificação através da narração pública duma biografia inventada, o que lhes possibilitaria, no seu entender, uma forma de existência social como outra qualquer. O visitante, suspeito de ser um autor, não se sente autorizado a nada, nem a uma só palavra. Nestas condições, o estatuto de estagiário assentar-lhe-ia como uma luva. Mas nada indica que esse estatuto exista. Em consequência, nada lhe poderá ser imputado, muito menos um resumo do que nunca lhe foi dado a ler. O que tiver aprendido ficará com ele.

Tábula é um conto quase amargurado com um rasgão estrutural de aventura e acaso. Daí a hipótese do seu interesse. Ao texto falta um monge para lhe endossar o hábito, embora dê a ver alguns outros lindos trajos, como acontece em todas as histórias de viagens e de fantasia. E como em todas elas tem um lindo fim feliz, com música dos anjos e turbilhões de nuvens.


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