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“Memórias da Paradinha”, a dupla vida desta aldeia, um livro de Norvinda Assunção e José Cerca

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Banhada pelos rios Paiva e Paivó, considerados durante muitos anos como os rios menos poluídos da Europa, a Paradinha, tal como muitas aldeias do interior do País, começou a sofrer, sobretudo a partir dos anos 80, uma progressiva desertificação, a ponto de ficar totalmente abandonada por volta de 1990. Este abandono teve como consequência o início de uma progressiva e rápida degradação das habitações, todas elas construídas em xisto, com cobertura em ardósia, materiais esses que abundam na região. Por volta de 1995 e já quando muitas das habitações se encontravam em processo de degradação acentuada, começaram a surgir várias pessoas interessadas em comprar as casas e recuperá-las para habitação de fim de semana ou de férias. Foi então que, tal como a Fénix renascida das cinzas, também esta aldeia começou, lentamente, a erguer-se das suas ruínas, transformando-se progressivamente e recebendo boas condições para a prática de um turismo de natureza saudável e ordenado.

Memórias da Paradinha apresenta aos seus leitores a dupla vida desta aldeia que desde 2012 está integrada na rede das Aldeias de Portugal.

Guiados por Norvinda Assunção que aí nasceu, casou e viveu durante parte da sua vida, evocar-se-ão as memórias de um passado vivido nesta aldeia, em contato íntimo com a natureza e de acordo com as tradições populares desta comunidade rural, com destaque para o fabrico das velas de cera, não fosse ela a neta do famoso “cereeiro da Paradinha”.

Por sua vez, José Cerca, um apaixonado pelo vasto património de Arouca, dar-nos-á conta deste renascer da Paradinha, com referência aos diversos equipamentos que foram surgindo, não só dentro da aldeia, como também nas suas imediações, e que muito contribuíram para o seu renascimento.

Entre outros, refira-se a criação do Arouca Gepark em 2009, com 41 geossítios, dois dos quais dentro da área territorial da Paradinha. A abertura dos “Passadiços do Paiva”, em 20 de junho de 2015. A inauguração da famosa ponte suspensa, a 516 Arouca, no dia 2 de maio de 2021. E ainda a construção de um empreendimento turístico, para alojamento em condomínio fechado.

Quem hoje visita a Paradinha desconhecerá como era a vida nesta aldeia, antes deste feliz renascer. Por isso, poderá encontra nestas Memórias da Paradinha e neste regresso ao passado uma ajuda para melhor se compreender o presente desta ressuscitada aldeia de xisto e se adivinhar o seu futuro como excelente espaço para a fruição de um equilibrado e saudável turismo de natureza.


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