Posts Tagged 'Nobel de Literatura'

Morreu o Nobel da Literatura Imre Kertész, um sobrevivente do Holocausto

«Morreu o escritor húngaro Imre Kertész, prémio Nobel da Literatura em 2002, avança o seu editor, citado pela agência de notícias MTI através da Reuters. O autor tinha 86 anos e morreu na sequência de uma doença prolongada, diz a Reuters, sem especificar qual.

Imre Kertész, um judeu húngaro, sobreviveu ao Holocausto. Esteve no campo de concentração de Auschwitz, na Polónia, enquanto adolescente e a sua obra retrata o totalitarismo dos campos de extermínio nazis. Quando ganhou o prémio Nobel em 2002, o júri destacou a forma como retratou os campos da morte nazis como “a verdade suprema sobre a degradação humana” e como os seres humanos se podem perder. Na sua obra, o escritor cruza géneros literários, misturando o romance com o ensaio, uma meditação sobre o Holocausto e a ditadura. À terrível experiência do totalitarismo nazi, seguiram-se quatro décadas de totalitarismo comunista, em que Kertész foi marginalizado. (…)» (por Isabel Salema, in Público)

Ler notícia completa aqui

(Clique na imagem para conhecer o autor e a sua obra)

Imre Kertesz 2

Imre Kertész

“Peito Grande, Ancas Largas”, de Mo Yan (Prémio Nobel de Literatura de 2012)

O único livro do Nobel de Literatura deste ano traduzido em português será republicado muito em breve. Publicado na China em 1995, causou grande controvérsia e chegou mesmo a ser proibido, devido ao seu conteúdo de teor sexual e ao facto de não retratar uma versão da luta de classes consentânea com os cânones do Partido Comunista Chinês.

“Peito Grande, Ancas Largas”
Um romance que retrata e percorre a China do Século XX.
de Mo Yan (Prémio Nobel de Literatura de 2012)

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9789725685709

Mo Yan, Prémio Nobel de Literatura de 2012

A Academia Sueca acaba de anunciar o vencedor do Nobel de Literatura deste ano, distinguindo-o devido a, nas palavras do Júri, “com o seu realismo alucinatório, reunir contos populares, história e contemporaneidade”.

Em Português, está traduzida e publicada a sua obra “Peito Grande, Ancas Largas“, que causou grande controvérsia na China, devido ao teor sexual do enredo e chegou a estar proibido no seu país. O escritor foi mesmo induzido a retratar-se e, mais tarde, a retirá-lo de circulação.

V. site oficial do Prémio Nobel de Literatura

9789725685709
Mo Yan

Mo Yan

Herta Müller, Nobel da Literatura, vem a Portugal

«A escritora alemã Herta Müller, Nobel da Literatura em 2009, estará em Lisboa de 10 a 14 de Setembro a convite da Dom Quixote e do Goethe-Institut para apresentar o seu livro ‘Já Então a Raposa era o Caçador’. A sessão de apresentação da obra está marcada para dia 13 de Setembro, às 18h30, no Goethe-Institut, e será seguida por uma conversa com a escritora Lídia Jorge, moderada por João Barrento.» Ler notícia completa no Correio da Manhã

V. bibliografia de Herta Müller

Herta Müller

Herta Müller

Winston S. Churchill

“O orgulhoso prefere perder-se, a perguntar qual é o seu caminho.”

Winston Churchill

Winston Churchill

Foi um dos mais admirados e decisivos homens políticos do século XX. Controverso e “sem papas na língua”, suscitava tanto a admiração como o ódio. Primeiro-ministro britânico, de 1940 a 1945 e de 1951 a 1955, foi quem dirigiu a Grã-Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial, com os seus discursos patrióticos e a sua oratória empolgante. Desta altura, data uma das suas mais célebres frases, “nunca tantos ficaram a dever tanto a tão poucos”, com a qual quis louvar os aviadores britânicos que venceram a épica “Batalha de Inglaterra”.

Aristocrata de nascimento, começou por ser jornalista, mas cedo se iniciou na política, tornando-se membro do Parlamento com 26 anos e do Governo 3 anos depois, tendo-se, desde logo, notabilizado. Não participou em nenhum governo, de 1929 a 1939, mas continuou a ser eleito para o Parlamento, onde advertiu incessantemente do perigo que Hitler representava para a Paz. Aliado à União Soviética, desde o primeiro momento da invasão alemã, em Junho de 1941, acabou por vencer Hitler, com o apoio e depois a participação activa dos Estados Unidos na guerra. Mas foi também o primeiro a insurgir-se contra a “Cortina de Ferro” que depois se abateu sobre o Leste europeu.

Recebeu, em 1953, o Prémio Nobel de Literatura, pela sua obra “Memórias da Segunda Guerra Mundial“. Embora a sua carreira literária se tenha iniciado em 1898, com relatórios sobre campanhas militares e publicara o seu único romance, Savrola, em 1900.

Apesar de fumador (de charutos) e bebedor (de whiskies) inveterado, viveu até aos 90 anos, falecendo vítima de um derrame e encerrando uma era na História do Século XX.

Quando passam 47 anos da sua morte, destacamos Winston S. Churchill.

Bibliografia de Winston S. Churchill

Eugene O’Neill

Eugene O'Neill

Eugene O'Neill

Vencedor do Nobel de Literatura em 1936 e quatro vezes do Prémio Pulitzer na categoria de Drama e um dos mais notáveis dramaturgos norte-americanos da primeira metade do Século XX, a sua obra evoluiu entre o Naturalismo e o drama experimental e contribuiu, de forma determinante, para a inovação no teatro moderno dos Estados Unidos. Explorando as partes mais sórdidas da condição humana, as personagens das suas peças são, em geral, socialmente marginais, que lutam, em vão, pelas suas aspirações e acabam decepcionadas e desesperadas.

Filho de actores itinerantes de origem irlandesa, viveu uma infância amargurada, entre a avareza do pai, a angústia da mãe pela morte prematura de um filho e o alcoolismo de outro irmão e, depois de abandonar os estudos, teve um inicio de vida profissional muito instável, variando constantemente de empregos precários e deambulantes, até se encontrar com o teatro, quando ingressou num grupo experimental e começou a estudar Arte Dramática em Harvard. A primeira representação da sua peça “Beyond the Horizon” constituiu um êxito retumbante e valeu-lhe, desde logo, o primeiro dos Pulitzer.

Sofrendo cronicamente de diversas doenças, entre as quais a de Parkinson, que praticamente o impediu de continuar a escrever na última década da sua vida, viveu sempre em conflitos com a sua família, tendo-se casado por três vezes e veio a morrer em grande solidão, aos 65 anos, num hotel de Boston.

Contrariando as suas últimas instruções, a viúva, a actriz Carlotta Monterey, ordenou a publicação de “Long Day’s Journey Into Night” (“Jornada Para a Noite”), escrito dez anos antes e que veio a ser o seu livro mais aclamado e lhe valeu o último dos Pulitzer, já a título póstumo. Relembrámos, nesta data, este importante autor, quando se cumpre o 58.º aniversário da sua morte.

Bibliografia de Eugene O’Neill


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