Arquivo de Julho, 2011



Fernando Morais

Fernando Morais

Fernando Morais

Começou a trabalhar aos 13 anos como repórter de um jornal de bairro, em Belo Horizonte. Trabalhou no Jornal da Tarde e na VEJA.

Em 1970 recebeu o Prémio Esso, de reportagem, pela série “Transamazônica”. Ganhou também três vezes o Prémio Abril de Jornalismo. Foi deputado e secretário da Cultura e da Educação do Estado de São Paulo. É um dos autores brasileiros que mais vende livros no país. “A Ilha”, “Olga”, “Chatô – O Rei do Brasil” e “Corações Sujos” são algumas das suas obras de maior sucesso. Com a obra “Corações Sujos”, ganhou o Prémio Jabuti 2001.

No ano de 2005, um juiz, a pedido de um deputado, ordenou que fossem confiscadas as edições da sua obra “Na Toca dos Leões”. Em 2006, escreveu a biografia do escritor Paulo Coelho e mais dois trabalhos controversos, a biografia de Antônio Carlos Magalhães e uma obra na qual o ex-ministro José Dirceu relata acontecimentos que se passaram no Governo de Lula da Silva.

No dia em que celebra o seu 65.º aniversário, destacamos Fernando Morais.

Bibliografia de Fernando Morais

Anúncios

“Odisseia poética com a ética da tormenta” de Osvaldo Sousa

“És-me aqui, És-me Angola,

Angola que um dia esse patriota profetizou,
Havemos de nos encontrar
Nos gemidos que o mundo ouviu,

Nas lágrimas que borbulhastes,
E que delas se fizeram oceanos,
E que nelas gentes confiaram.

És-nos hoje porque delas se fizeram Íris,
E que juntos louvamos com a voz de Agostinho Neto
Que um dia disse: “havemos de nos encontrar”,
E que delas o criador fez profecias memoráveis!!!

(Excerto do livro “Odisseia poética com a ética da tormenta”
de Osvaldo Sousa)

Osvaldo Sousa auto-publica, através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, “Odisseia poética com a ética da tormenta”. Osvaldo Sousa intitula-se “O poeta”. A escrita deste jovem poeta começa com “uma vivência de diversidades culturais que culminam como nascimento de junção de palavras e que delas o autor assimilou como uma inspiração divina, fazendo da escrita uma das suas armas de intervenção social”. Por isso, neste que é “mais do que um mero livro de poesias encontramos testemunhos de pessoas que com o poeta privaram vários combates na intervenção comunitária, causa em que ele é um especialista reconhecido até por autoridades magistrais desse país, bem como dos media na sua quase generalidade, e aqui como dito podemos observar alguns desses testemunhos de individualidades que não se esquivaram de afirmar os seus aplausos ao autor.”

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/odisseia-poetica-com-a-etica-da-tormenta/9789899728806/

Diogo Freitas do Amaral

“Há uma disciplina que faz hoje a maior falta: é a Cultura Geral”

Diogo Freitas do Amaral

Diogo Freitas do Amaral

É considerado um reputado especialista no ramo do Direito Público, sendo autor de numerosa bibliografia sobre Direito Constitucional e Administrativo, História das Ideias Políticas, política nacional e política externa e de defesa.

Foi co-fundador e presidente do CDS, deputado e Conselheiro de Estado, Vice-Primeiro-Ministro, Ministro dos Negócios Estrangeiros e Ministro da Defesa Nacional. Foi presidente da União Europeia das Democracias Cristãs e presidente da 50.ª Assembleia Geral da ONU.

Escreveu uma biografia do rei Dom Afonso Henriques e uma peça de teatro sobre Viriato, entre outras obras de cariz político. No dia 22 de Maio de 2007, leccionou no grande auditório da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa a sua última aula subordinada ao tema «Alterações do Direito Administrativo nos últimos 50 anos».

No dia em que celebra o seu 70.º aniversário, destacamos Diogo Freitas do Amaral.

Bibliografia de Diogo Freitas do Amaral

“Versos meliantes – No acaso vertigem das correntes…” de Luís Sá Fernandes

“À tua maternidade

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Ao descer a escadaria,
Pela manhãzinha,
Perseguindo o odor a café
Mesclado entre os teus caracóis,
Não te encontrar…

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Perder-te na rua,
Apressada pelas tarefas,
Sujeita ao relógio,
Engarrafada no trânsito…

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Sentir a tua pele aveludada,
Arrepiada por um beijo,
De chocolate e avelã…

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Livres de curiosa observação,
Rirmo-nos intimamente no ócio
Descanso, de um final de semana;
Por ali, comentando um filme cliché…

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Não viajar contigo pelas margens
Da finis terra;
De não ler um livro à tua beira;
De não brincar em castelos de areia
De pés molhados,
Na espuma de uma quimera;
Ouvindo ao longe, o canto
Remoinho das sereias…

GOSTARIA DE:
Agradecer-te,
Por no teu ventre carregares
A nossa intemporalidade,
Através do
Teu sangue e carne,
Pelo meu sal
Condimento…”

(Excerto do livro “Versos meliantes – No acaso vertigem das correntes…”
de Luís Sá Fernandes)

Recorrendo aos serviços de apoio à edição disponíveis no SitiodoLivro.pt, Luís Sá Fernandes auto-publica a sua segunda obra “Versos meliantes – No acaso vertigem das correntes…” sob a chancela Vírgula. Como o próprio autor descreve, a sua obra é… “Um diário poético, oculto deliberadamente pelo próprio, numa mesa–de-cabeçeira, forrada com papel de embrulho de um qualquer Natal… Se alguém eventualmente o achar, está na hora destes poemas saírem da sombra do anónimo oblívio! Depois de o ler, recicle o infólio, por favor, abandonando-o num lugar público, bem visível, de forma a que este seja encontrado por alguém… Talvez, depois, um transeunte o leia e repita a mesma acção… NÃO O CONDENE AO PÓ MUMIFICANTE DE UMA PRATELEIRA! Obrigado!”

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/versos-meliantes/9789898413468/

Gastão Cruz

Não cantes o meu nome em pleno dia

«Não cantes o meu nome em pleno dia
não movas os seus ásperos motivos
sob a luz dolorosa sob o som
da alegria

Não movas o meu nome sob as tuas
mãos molhadas do choro doutros dias
não retenhas as sílabas caídas
do meu nome da tua boca extinta

Não cantes o meu nome a primavera
já o ameaça hoje principia
a vida do meu nome não o cantcs
com a tua alegria»

Gastão Cruz

Gastão Cruz

Como poeta, o seu nome aparece inicialmente ligado à publicação colectiva Poesia 61 (que reuniu Gastão Cruz, Casimiro de Brito, Fiama Hasse Pais Brandão, Luiza Neto Jorge e Maria Teresa Horta), uma das principais contribuições para a renovação da linguagem poética portuguesa na década de 60. Como crítico literário, coordenou a revista “Outubro” e colaborou em vários jornais e revistas ao longo dos anos sessenta – “Seara Nova”, “O Tempo e o Modo” ou “Os Cadernos do Meio-Dia” (publicados sob a direcção de Casimiro de Brito e António Ramos Rosa).

Ligado ao teatro, foi um dos fundadores do Grupo de Teatro Hoje (1976-1977), para o qual encenou peças de Crommelynck, Strindberg, Camus, Tchekov ou uma adaptação sua de “Uma Abelha na Chuva” (1977), de Carlos de Oliveira. Algumas delas foram, pela primeira vez, traduzidas para português pelo poeta.

O seu percurso literário inclui ainda a tradução de nomes como William Blake, Jean Cocteau, Jude Stéfan e Shakespeare.

A sua obra “Rua de Portugal” recebeu o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, em 2004. Em 2009, “A Moeda do Tempo” mereceu o Prémio “Correntes d’Escritas”.

Damos os parabéns a Gastão Cruz no seu 70.º aniversário.

Bibliografia de Gastão Cruz

A. J. Cronin

“O inferno é ter perdido a esperança”

A. J. Cronin

A. J. Cronin

Escritor e médico escocês, após a morte do pai foi enviado para a Academia de Dumbarton, graças ao auxílio monetário do seu tio. Foi cirurgião a bordo de uma embarcação que fazia o trajecto entre as Ilhas Britânicas e a Índia. Casado, mudou-se para o País de Gales, onde teve ocasião de tratar doenças relacionadas com a extracção do minério de carvão. Em 1924, foi nomeado Inspector Médico de Minas.

Começou a fazer um estudo detalhado das doenças dos mineiros e alguns destes casos serviram de material para alguns dos seus livros. O seu primeiro romance, “Hatter’s Castle” (1931), constituiu um sucesso imediato e do qual foi realizada uma versão cinematográfica em 1941. Publicaria, depois, “The Stars Look Down” (1935) e “The Citadel” (1937), romances que descreviam o mundo da extracção de minério.

Após a Segunda Guerra Mundial, em 1946, mudou-se para a Suíça, onde faleceu a 9 de janeiro de 1981, na cidade de Montreaux. Quando passam 115 anos do seu nascimento, relembramos A. J. Cronin.

Bibliografia de A. J. Cronin

Nelson Mandela

“A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo.”

Nelson Mandela

Nelson Mandela

Um herói. Um símbolo. Uma inspiração. Num mundo em desenvolvimento, a luta de Ghandi definiu a primeira metade do século XX, a de Mandela definu a segunda metade.

Líder da África do Sul, lutou contra o sistema de apartheid no país. Esteve preso de 1964 a 1990. Nestes 26 anos, tornou-se o símbolo da luta anti-apartheid na África do Sul. Mesmo na prisão, conseguiu enviar cartas para organizar e incentivar a luta pelo fim da segregação racial no país. Neste período de prisão, recebeu apoio de vários segmentos sociais e governos do mundo todo.

Em 1993, Nelson Mandela e o presidente Frederik de Klerk dividiram o Prémio Nobel da Paz, pelos esforços em acabar com a segregação racial na África do Sul.

Parabéns a Nelson Mandela que celebra hoje o seu 93.º aniversário.

Bibliografia de Nelson Mandela


O SitiodoLivro.pt

Insira aqui o seu endereço de email para seguir o Blogue e receber notificações dos novos artigos por email.

Siga-nos no Twitter

Quer publicar um livro? Saiba como aqui

Esclareça-se aqui como comprar-nos livros

Conheça as modalidades de pagamento que aceitamos

Para qualquer questão, contacte-nos desde já

Categorias

Arquivo por meses

Anúncios

%d bloggers like this: