Arquivo de Agosto, 2011



‘O mistério do albatroz’ de Isabel Rainha

«“O mistério do albatroz” é uma história de amor que alia o fantástico à realidade de um tempo histórico bem definido, valorizando o encontro de culturas e a biodiversidade. Passada no século XVI, contemporânea de grandes preocupações sociais e políticas como a morte de D. Sebastião em Alcácer Quibir que conduz à perda da independência, mostra o quotidiano de um povo que se expande por quatro continentes. Começa com um desembarque de um grupo de homens numa praia da Amazónia com o objectivo de colonizar e evangelizar as terras encontradas. Com eles vem um cirurgião que pretende estudar as plantas do Novo Mundo.»

(Isabel Rainha,
autora do livro ‘O mistério do albatroz’)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, Isabel Rainha apresenta-nos a sua nova auto-publicação “O mistério do albatroz”, sob a chancela Vírgula. Uma história que vai surpreender o leitor pela sua simplicidade, beleza e ensinamentos. Num encontro entre duas culturas tão diferentes, registam-se sentimentos muito diversos como o medo, a desconfiança, a compreensão, o respeito e também o Amor, um amor que dá forças para abandonar a segurança e partir rumo ao desconhecido, enfrentando perigos e dúvidas, na utópica conquista da felicidade total.

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Dennis Lehane

Dennis Lehane

Dennis Lehane

«Os ásperos thrillers psicológicos de Lehane gravaram a sua marca distintiva no mapa da literatura policial contemporânea… Um dos mais electrificantes escritores neste género.» (Guardian)

Escreveu vários romances, dos quais o que mais se destacou foi “Mystic River”, finalista do prémio PEN/Winship e vencedor do Anthony Award e do Barry Award para o melhor romance policial, assim como do Massachusetts Book Award, na área da ficção. Foi adaptado ao cinema por Clint Eastwood com um enorme sucesso.

Também “Gone, Baby, Gone” foi adaptado ao cinema pela mão do actor norte-americano e vencedor de um Óscar da Academia, Ben Affleck, enquanto “Shutter Island” chegou ao grande ecrã por Martin Scorcese, sendo protagonizado por Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo, Ben Kingsley e Max Von Sydow.

Considerado um dos mestres da literatura policial contemporânea, já foi comparado aos grandes clássicos do romance policial, como Dashiell Hammett e Raymond Chandler. Falamos de Dennis Lehane, no dia em que festeja o seu 46.º aniversário.

Bibliografia de Dennis Lehane

‘Histórias de pessoas que decidi divulgar’ de José Eduardo Taveira

‘Decidi escrever este livro, narrando histórias de pessoas que existem, umas para nos atormentar a vida, outras para nos fazer crer que vale a pena viver com alegria e optimismo, e outras, nem uma coisa nem outra. No entanto, todas elas merecem momentos de reflexão durante e após a leitura’.

(José Eduardo Taveira,
autor do livro ‘Histórias de pessoas que decidi divulgar’)

Recorrendo aos serviços de apoio à edição disponíveis no SitiodoLivro.pt, José Eduardo Taveira auto-publica a sua segunda obra ‘Histórias de pessoas que decidi divulgar’, através do SitiodoLivro.pt. ‘Uma obra que reúne um conjunto de personalidades que nos desvendam, sem rodeios, os seus comportamentos, as suas loucuras, as suas angústias, as suas ambições. Um conjunto de 25 histórias sobre pessoas que:

… trabalham para o enriquecimento do nosso saber;
… trocam amor por bens materiais;
… amam sem preconceitos;
… sonham ser notáveis;
… desconhecem a solidariedade;
… vivem na solidão porque os amigos não têm tempo para um telefonema;
… se divertem com a fragilidade social de quem não pode repudiar o desprezo e a humilhação;

Pessoas. Pessoas. Pessoas…’

(José Eduardo Taveira, autor do livro ‘Histórias de pessoas que decidi divulgar’)

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/historias-de-pessoas-que-decidi-divulgar/9789898413277/

‘Um jeito de amar a vida’ de Maria do Carmo Chaves

‘Máximas de sabedoria

Um dia destes um jovem abordou-me e disse
Que confiava em mim por ser velha e sábia.
Não sei se a noção que tinha da velhice
Era a mesma que tinha no meu astrolábio.
Meço a figura de uma pessoa pelo saber socrático
Que aprendi nos bancos da escola a respeitar:
“Reconheço que nada sei” , dizia o velho ateniense
Sem qualquer pretensão e sem se envergonhar.
A experiência e a reflexão são máximas de sabedoria
Que os poetas formulam expressando afirmações
Dúvidas, negações, tradições
Coisas do espírito e da vida que cria.
Ao jovem, eu só tinha dúvidas para lhe apresentar
Podia ao seu pedido dar mil e uma resposta
Mas na realidade eu iria jurar
Que não sabia o que lhe responder. Talvez que a porta
A seguir, seria a da liberdade e da escolha.
Escutar a opinião de outros curadores experientes
E após cuidadosa recolha, já ciente
De adequar o recolhido ao seu pedido, confiar em si
Para amar a vida, que és tu e eu, e viver para si.’

(Retirado do livro ‘Um jeito de amar a vida’,
de Maria do Carmo Chaves)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, Maria do Carmo Chaves apresenta-nos a sua nova auto-publicação ‘Um jeito de amar a vida’, sob a chancela Vírgula. Inserida na colecção ‘Consciência da vida’, a obra ‘Um jeito de amar a vida’ é a primeira obra desta colecção e, segundo a autora, é “uma obra poética, um breviário de ser e estar com os outros, na esperança, para mim muito credível, de um futuro melhor, no espaço do tempo enquanto permanece na Terra, e a que se chama Vida. (…) Descobrir a interioridade de cada um, o modo de relação com o Mundo, aperfeiçoar a nossa afectividade, são as ideias que me entusiasmaram e que escrevi pensando em todos nós”.

Um livro divido por temas, que vão desde a vulnerabilidade biológica e a afectividade, as imagens do corpo e da alma, o mundo da inteligência, um estado diferente do pensamento – do sonho e do sono, a galáxia da vida, até à concepção da vida e da morte. A poesia e a divulgação do conhecimento cientifico num único e surpreendente livro que vão cativá-lo do princípio ao fim.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/um-jeito-de-amar-a-vida/9789898413260/

Alexandre Pinheiro Torres

Alexandre Pinheiro Torres

Alexandre Pinheiro Torres

Formado em Letras pela Universidade de Coimbra, onde conviveu com o grupo de poetas que seriam coligidos em Novo Cancioneiro, foi professor do ensino secundário até ser obrigado a exilar-se, primeiro no Brasil e, depois, em Inglaterra, onde permaneceu até ao final da sua vida.

Professor universitário em Inglaterra, criou na Universidade de Cardiff, em 1970, a cadeira de Literatura Africana de Expressão Portuguesa e fundou o Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros.

Tradutor de Hemingway e D. H. Lawrence, foi um dos doutrinários do movimento neorrealista, reflectindo sobre o seu alcance e história e editando criticamente alguns dos seus textos fundamentais, como o “Novo Cancioneiro”. (fonte: Infopédia)

Foi distinguido com vários prémios nas áreas da poesia e do ensaio, dos quais se destacam, o Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio de Ensaio Jorge de Sena da Associação de Escritores e o Prémio de Ensaio Ruy Belo. Foi eleito membro da Academia Maranhense de Letras de São Luís do Maranhão, no Brasil e recebeu ainda o título de Cidadão Honorário de São Tomé e Príncipe.

Quando passam 12 anos da sua morte, recordamos Alexandre Pinheiro Torres.

Bibliografia de Alexandre Pinheiro Torres

Isabel Allende

“A vida é puro ruído entre dois silêncios abismais. Silêncio antes de nascer, silêncio após a morte.”

Isabel Allende

Isabel Allende

Trabalhou como jornalista em revistas femininas e na televisão antes de se iniciar na escrita. Foi colaboradora da FAO (Food and Agriculture Organization, órgão das Nações Unidas) em Santiago do Chile.

Atribui o seu êxito como escritora ao célebre poeta chileno Pablo Neruda, que no inverno de 1973 aconselhou-a a abandonar o seu trabalho como jornalista para se dedicar à escrita.

O seu primeiro romance, “A Casa dos Espíritos” (de 1982, adaptado ao cinema em 1993), foi bem recebido pela crítica, e colocou o seu nome na tradição literária do realismo mágico de Gabriel García Márquez.

É considerada a mais famosa romancista contemporânea da América Latina. Falamos, é claro, de Isabel Allende, no dia em que celebra o seu 69.º aniversário.

Bibliografia de Isabel Allende

António Maria Lisboa

Z

«As formas, as sombras, a luz que descobre a noite
e um pequeno pássaro

e depois longo tempo eu te perdi de vista
meus braços são dois espaços enormes
os meus olhos são duas garrafas de vento

e depois eu te conheço de novo numa rua isolada
minhas pernas são duas árvores floridas
os meus dedos uma plantação de sargaços

a tua figura era ao que me lembro da cor do jardim.»

(António Maria Lisboa, in “Ossóptico e Outros Poemas”)

António Maria Lisboa

António Maria Lisboa

É, com Mário Cesariny de Vasconcelos, um dos principais poetas do surrealismo português. A sua obra é composta pelos livros, «Afixação Proibida» (1949), «Erro Próprio» (1950), «Ossóptico» (1952), «A Verticalidade e a Chave» (1956) e «Exercício sobre o Sono e A Vigília de Alfred Jarry seguido de O senhor Cágado e o Menino» (1958). Em 1980 foi publicado pela Assírio e Alvim um volume com a sua obra completa.

«António Maria Lisboa deixou um obra escassa, mas nem por isso menos fulgurante. Preocupado com uma verdadeira aproximação às culturas exteriores à tão celebrada civilização ocidental, há na sua poesia uma busca incessante de um futuro tão antigo como o passado. Pode, e decerto deve, ser considerado o mais importante poeta surrealista português, pela densidade da sua afirmação e na “direcção desconhecida” para que aponta.» (Mário Cesariny)

Morreu de tuberculose, com apenas 25 anos, mas a sua curta obra constitui indiscutivelmente um marco na literatura portuguesa. Recordamos António Maria Lisboa, quando faria 83 anos.

Bibliografia de António Maria Lisboa

 


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