Archive for the 'Notícias' Category



Venha conhecer as nossas novidades, na Feira do Livro de Lisboa

Estaremos presentes, como habitualmente, no Espaço dos Pequenos Editores (pavilhão C01), no Parque Eduardo VII, de 25-Mai a 13-Jun. E, ao longo deste tempo, iremos anunciando as sessões de autógrafos dos nossos autores.

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Próximas sessões de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa

Marinel Oxiela, natural do Algarve e radicada em Lisboa desde criança, cedo manifestou uma grande inclinação pela Matemática, disciplina em que se licenciou e à qual dedicou a sua atividade docente ao longo de mais de 32 anos. A Poesia veio a revelar-se como sua segunda vocação e estará a autografar o seu primeiro livro, publicado recentemente e que intitulou “Deixei palavras voar…“, no “Espaço dos Pequenos Editores” [C03] da Feira do Livro de Lisboa, Sábado, dia 04-Jun, a partir das 16h00.

(para antever ou adquirir o livro e conhecer a autora, clique na imagem)

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Marta David, licenciada em Línguas e Literaturas Modernas e professora de Educação Musical, estará a autografar o seu novo livro “Quando um beijo for uma loja sem comércio”, “uma poesia de contrários que se não excluem, de diversidades que se harmonizam – da indiscutível riqueza e sedução”, no “Espaço dos Pequenos Editores” [C03] da Feira do Livro de Lisboa, Sábado, dia 04-Jun, a partir das 16h00.

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Raduan Nassar é o vencedor do Prémio Camões

«O Prémio Camões 2016 foi esta segunda-feira atribuído por unanimidade ao escritor Raduan Nassar, de 80 anos, o 12.º brasileiro a receber aquele que é considerado o mais importante prémio literário destinado a autores de língua portuguesa. O júri sublinhou “a extraordinária qualidade da sua linguagem” e a “força poética da sua prosa”.

Com apenas três livros publicados – os romances Lavoura Arcaica (1975) e Um Copo de Cólera (1978) e o livro de contos Menina a Caminho (1994) –, a exiguidade da obra não impede que Raduan Nassar seja há muito considerado pela crítica um dos grandes nomes da literatura brasileira, ao nível de um Guimarães Rosa ou de uma Clarice Lispector. […]» (por Isabel Lucas e Luís Miguel Queirós, in Público)

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(clique na imagem para conhecer o autor e a sua obra)

Raduan Nassar

Raduan Nassar

5 de Maio: Dia da Língua Portuguesa e da Cultura

«Esta data comemorativa foi instituída a 20 de Julho de 2009, por resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da organização, realizada na Cidade da Praia, Cabo Verde. Esta decisão fundamenta-se no facto de a língua portuguesa constituir, entre os povos da comunidade, “um vínculo histórico e um património comum resultantes de uma convivência multissecular que deve ser valorizada”.

Em diversas cidades do mundo onde o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP vai ser assinalado, as celebrações, que assumem expressões diversas, são organizadas conjuntamente pelas embaixadas e representantes dos países da CPLP aí presentes.»

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José Eduardo Agualusa na shortlist do Man Booker Internacional, com o livro “Teoria Geral do Esquecimento”

9789722049603«O escritor angolano José Eduardo Agualusa vai competir com Elena Ferrante ou Orhan Pamuk para o Man Booker Internacional, prémio literário britânico que consagra o que de melhor se faz na ficção a nível mundial. Acaba de passar para a shortlist. (…)» (in Público) Ler notícia completa aqui

(Veja ou compre o livro clicando na imagem)

 

Morreu o Nobel da Literatura Imre Kertész, um sobrevivente do Holocausto

«Morreu o escritor húngaro Imre Kertész, prémio Nobel da Literatura em 2002, avança o seu editor, citado pela agência de notícias MTI através da Reuters. O autor tinha 86 anos e morreu na sequência de uma doença prolongada, diz a Reuters, sem especificar qual.

Imre Kertész, um judeu húngaro, sobreviveu ao Holocausto. Esteve no campo de concentração de Auschwitz, na Polónia, enquanto adolescente e a sua obra retrata o totalitarismo dos campos de extermínio nazis. Quando ganhou o prémio Nobel em 2002, o júri destacou a forma como retratou os campos da morte nazis como “a verdade suprema sobre a degradação humana” e como os seres humanos se podem perder. Na sua obra, o escritor cruza géneros literários, misturando o romance com o ensaio, uma meditação sobre o Holocausto e a ditadura. À terrível experiência do totalitarismo nazi, seguiram-se quatro décadas de totalitarismo comunista, em que Kertész foi marginalizado. (…)» (por Isabel Salema, in Público)

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Imre Kertesz 2

Imre Kertész

21 de Março, Dia Mundial da Poesia 2016

Transcrevemos a mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial da Poesia, 21 de março de 2016

«Shakespeare, que morreu há 400 anos, escreveu em “Sonho de uma noite de verão” que: “O olho do poeta, no frenesi, faz olhá-lo do céu à terra, da terra ao céu. E como a imaginação corporifica as formas das coisas desconhecidas, a pena do poeta transforma-as em formas e dá ao nada uma habitação e um nome “.

Ao prestar homenagem aos homens e mulheres cujo único instrumento é a liberdade de expressão, que imaginam e agem, a UNESCO reconhece na poesia o seu valor como um símbolo da criatividade do espírito humano. Ao dar forma e palavras ao que não as tem – como a beleza insondável que nos rodeia, o imenso sofrimento e miséria do mundo – a poesia contribui para a expansão da nossa humanidade comum, ajudando a aumentar a sua força, sua solidariedade e sua autoconsciência .

As vozes que carregam a poesia ajudam a promover a diversidade linguística e a liberdade de expressão. Participam do esforço mundial para a educação artística e a disseminação da cultura. A primeira palavra de um poema, por vezes, é suficiente para recuperar a confiança em face da adversidade, para encontrar o caminho da esperança em face da barbárie. Na era da automação e do imediatismo da vida moderna, a poesia também abre um espaço para a liberdade e a aventura inerentes à dignidade humana. Do canto “Arirang” da Coreia, ao “Pirekua” do México, os cânticos “Hudhud” do povo ifugao, o “Alardah” da Arábia Saudita, o “Koroghlu” do Turcomenistão, ou o “Aitysh” do Quirguistão, cada cultura tem sua arte poética que usa para transmitir conhecimentos, valores socioculturais e memória coletiva, aspectos que fortalecem o respeito mútuo, a coesão social e a busca pela paz.

Hoje, aplaudo os profissionais, atores, contadores de histórias e todas aquelas vozes anónimas comprometidas com e por meio da poesia, realizando leituras nas sombras ou nos holofotes, em jardins ou nas ruas. Clamo a todos os Estados-membros para que apoiem este esforço poético, que tem o poder de nos unir, independentemente da origem ou da crença, pelo que é a própria essência da humanidade.» (fonte: UNESCO).

E, muito a propósito, recordamos aqui todas as obras de poesia que já publicámos. (veja todos os nossos livros de Poesia: clique na imagem)

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