Archive for the 'Notoriedades' Category



Curzio Malaparte

“A ditadura é a forma mais acabada do ciúme.”

Curzio Malaparte

Curzio Malaparte

Inicialmente fascista e correspondente de guerra da imprensa italiana, testemunhou, de dentro do lado nazi-fascista, cenas de horror e absurdo durante a guerra, que poucos escritores do lado aliado puderam ver. Foi o fundador de um jornal fascista e o editor do “La Stampa”, um diário de importância nacional que apoiava o regime.

Escreveu “Kaputt”, considerado um clássico da literatura sobre o maior conflito da história da humanidade, a Segunda Guerra Mundial. “Kaputt”, lançado em 1944, quando a guerra na Europa estava no seu fim, consagrou-o como escritor, dando-lhe também uma espécie de salvo-conduto para reassumir a cidadania num país que perseguia os fascistas. Mais tarde, lançou “A Pele”, que é também uma compilação de episódios terríveis narrados friamente, até com ironia.

Falamos de Curzio Malaparte, no 113.º aniversário do seu nascimento.

Bibliografia de Curzio Malaparte

Severo Sarduy

Severo Sarduy

Severo Sarduy

Foi um poeta, romancista, jornalista e crítico de arte e literatura cubano, criador do termo neobarroco. É considerado um dos escritores mais importantes do panorama hispano-americano contemporâneo e um dos mais brilhantes e arrojados escritores do século XX.

Após a revolução castrista, veio estudar para a Europa, fixando-se em Paris (de 1960 a 1993, ano da sua morte) onde integrou a equipa de colaboradores da revista “Tel Quel” e estabeleceu relações de amizade com Roland Barthes e Phillipe Sollers.

Publicou em Paris o seu primeiro livro “Gestos” (1962). Foi-lhe atribuído o Prémio Medicis para a melhor novela estrangeira com “Cobra” (1972). A sua última novela, “Pájaros de la Playa” é publicada meses após a sua morte. Quando passam dezoito anos da sua morte, relembramos Severo Sarduy.

Bibliografia de Severo Sarduy

Aguinaldo Silva

Aguinaldo Silva

Aguinaldo Silva

Responsável pelas maiores audiências de mini-séries e telenovelas da Rede Globo, dramaturgo, jornalista, escritor e considerado pelo público e pela crítica como um dos maiores novelistas da televisão brasileira, é o único autor da Globo que só tem escrito novelas para o horário das 20h.

Escreveu, entre outras, “Roque Santeiro”, “Tieta”, “Vale Tudo”, “Pedra sobre Pedra”, “Fera Ferida”, “A Indomada”, “Senhora do Destino” e “Duas Caras”. Tem também 14 livros publicados, o último dos quais foi “98 Tiros de Audiência”.

No dia em que celebra o seu 67.º aniversário, destacamos Aguinaldo Silva.

Bibliografia de Aguinaldo Silva

Guillaume Musso

«Sozinhos, vamos mais depressa; a dois, vamos mais longe»

Guillaume Musso

Guillaume Musso

Natural de Antibes, em França, é um dos mais sólidos representantes de uma geração entre a imagem e a escrita, com mais de um milhão de livros vendidos em todo o mundo e traduzidos em vinte línguas.

Nos seus livros, há sempre a influência de uma cultura clássica mesclada por uma vertente mais contemporânea. Ele próprio confessa que o seu encontro com a literatura ter-se-á dado quando, na biblioteca municipal dirigida pela mãe, descobriu os livros de Agatha Christie. Depois leu muito Emily Bronte e Albert Cohen, mas também Victor Hugo, Dostoievsky, Tolstoi e Stephen King.

Nova Iorque, o acaso e o amor e a iminência da morte são os temas centrais da sua obra. (in http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/)

Quando celebra o seu 37.º aniversário, destacamos Guillaume Musso.

Bibliografia de Guillaume Musso

Ken Follett com José Rodrigues dos Santos

ww1.rtp.pt: Conversas de Escritores de 2009-10-03A propósito do eminente autor que hoje destacámos, recordamos uma interessante entrevista sua a José Rodrigues dos Santos, no programa da RTP, “Conversas de Escritores”:
http://ww1.rtp.pt/blogs/programas/conversasdeescritores/?k=Ken-Follett.rtp&post=3837

Ken Follett

Ken Follett

Ken Follett

Considerado “o mestre dos thrillers históricos”, a sua obra mais popular é a saga histórica “Os Pilares da Terra”, de que já vendeu, em todo o mundo, mais de 100 milhões de exemplares e a que deu sequência com “Um Mundo Sem Fim”, que promete alcançar o mesmo êxito. Estreou-se como autor de sucesso neste género com “O Buraco da Agulha”, vencedor do Edgar Award como melhor romance de 1978 e que fez dele o mais jovem escritor milionário do mundo e escreveu outros romances best-sellers, como “A Chave para Rebeca”, “O Vale dos Cinco Leões”, ou “O Homem de Sampetersburgo”.

O tema primordial dos seus livros é a acção de espionagem e de guerra, num estilo de ritmo rápido e com abundância de situações clímax, que tendem a prender até mesmo os leitores mais casuais. Galês de nascimento, vive actualmente em Londres e cumpre hoje 62 anos.

Bibliografia de Ken Follett

João Aguiar

“As recordações excitam-no, fazem-lhe subir o sangue mais depressa à cabeça, como se para lá se tivesse mudado o coração. Assim foi, assim foi, porém hoje D. Afonso já não reina em Portugal e as bestas-feras jazem na masmorra à minha mercê e haverá de novo justiça, porque um rei-fantasma a fará, sobre grandes e pequenos, ricos e pobres. Sobre os vivos e também os mortos. Roubaram-te de mim, Inês, mas não sabiam que assim mesmo te punham para sempre em mim. Para sempre, até ao fim do mundo.”

(in “Inês de Portugal”)

João Aguiar

João Aguiar

Escreveu mais de duas dezenas de romances e criou duas séries de televisão destinadas ao público mais jovem, “Sebastião e os Mundos Secretos” e o “Bando dos Quatro”, no qual ele próprio figura na personagem do Tio João. Foi um dos cultores em Portugal do chamado romance histórico, com “A Voz dos Deuses”, publicado em 1984.

Frequentou em Lisboa os cursos superiores de Direito e Filosofia, mas foi em Bruxelas que se licenciou em Jornalismo. Começou pela RTP, onde também coordenou uma série da Rua Sésamo, e passou depois por jornais como “Diário de Notícias”, “A Luta”, “O País”. Dizia-se um “monárquico não tradicionalista”, justificava-o “por uma questão pragmática”. O último romance que publicou, “O Priorado do Cifrão”, era uma “charge” ao mundo criado por Dan Brown. (fonte: publico.pt)

Um ano após do seu desaparecimento, recordamos João Aguiar.

Bibliografia de João Aguiar

Thomas Hardy

“As pessoas que possuem alguma força de carácter carregam consigo, como os planetas, a sua atmosfera nas suas órbitas.”

Thomas Hardy

Thomas Hardy

Passou a sua infância no campo até ser estudante de arquitectura e trabalhar na restauração de edifícios antigos. O pessimismo radical que caracteriza os seus romances fazem com que o autor seja considerado o “último dos grandes vitorianos”, influenciando a reacção anti-romântica que se seguiu. Os seus romances mais notáveis são os que falam de um condado imaginário do sudoeste de Inglaterra (Wessex), que se pode em larga medida identificar com a região natal do escritor.

Publicou contos e acabou trocando a ficção pela poesia. Lançou “Poemas de Wessex”, “Poemas do Passado e do Presente” e “Palavras de Inverno”, tornando-se também um dos grandes poetas ingleses. Quando passam 171 anos do seu nascimento, recordamos Thomas Hardy.

Bibliografia de Thomas Hardy

Colleen McCullough

«Existe uma lenda acerca de um pássaro que só canta uma vez na vida, com mais suavidade que qualquer outra criatura sobre a Terra. A partir do momento em que deixa o ninho, começa a procurar um espinheiro, e só descansa quando o encontra. Depois, cantando entre os galhos selvagens, empala-se no acúleo mais agudo e comprido. E, morrendo, sublima a própria agonia e solta um canto mais belo que o da cotovia e o do rouxinol. Um canto superlativo, cujo preço é a existência. Mas o mundo inteiro pára para ouvi-lo, e Deus sorri no céu. Pois o melhor só se adquire à custa de um grande sofrimento… Pelo menos é o que diz a lenda.
[…]
O pássaro com o espinho cravado no peito segue uma lei imutável; impelido por ela, não sabe o que é empalar-se, e morre cantando. No instante em que o espinho penetra, não há nele consciência do morrer futuro; limita-se a cantar e canta até que não lhe sobra vida para emitir uma única nota. Mas nós, quando enfiamos os espinhos no peito, nós sabemos, compreendemos. E assim mesmo fazemo-lo.»

(in “Pássaros Feridos”)

Colleen McCullough

Colleen McCullough

É hoje uma das 100 pes­soas desig­na­das como “Tesou­ros Naci­o­nais Vivos” da Aus­trá­lia.

Neurofisióloga, criou o Departamento de Neurofisiologia do Royal North Shore Hospital, em Sidney, trabalhando posteriormente em investigação e ensinando na Yale Medical School durante dez anos.

A sua carreira literária começou com a publicação de “Tim”, seguido de ”Pássaros Feridos”, um best-seller internacional que bateu todos os recordes. A história de Roma Antiga é retratada de uma forma excepcional ao longo dos seis volumes que compõem a obra “O Primeiro Homem de Roma”. Para além dos romances, escreveu também a letra das canções de um musical para teatro.

Em 2000 recebeu o Scanno, o mais importante prémio literário italiano, pela obra “A Canção de Tróia”. No dia em que celebra o seu 74.º aniversário, destacamos Colleen McCullough.

Bibliografia de Colleen McCullough

John Connolly

John Connolly

John Connolly

Estudou inglês na Trinity College, em Dublin e, em 1993, tirou o mestrado em jornalismo na Dublin City University. Trabalhou como jornalista freelance e colabora regularmente para o jornal Irish Times.

“O Viajante Assassino” foi o seu primeiro romance, lançando-o imediatamente para a primeira linha dos autores de thrillers e, a partir de então, todos os seus romances se tornam best-sellers do Sunday Times. Foi o primeiro autor não americano a ganhar o prémio Shamus.

No dia em que em celebra o seu 43.º aniversário, destacamos John Connolly.

Bibliografia de John Connolly

Juan Carlos Onetti

“A literatura é a infância por fim recuperada.”

Juan Carlos Onetti

Juan Carlos Onetti

Expoente da literatura hispano-americana contemporânea, a sua obra mostra personagens infelizes e o vazio da vida nas grandes cidades. Com uma visão de mundo tão lúcida quanto corrosiva, Onetti, leitor contumaz de Faulkner, Céline e Dostoiévski, dizia encontrar os seus temas em “sonhos diurnos”, através de um “impulso onírico”. Embora não tenha chegado a completar o ensino secundário, Onetti apresenta em toda a sua obra uma estrutura original, inovadora, que lhe deu o Prémio Cervantes de Literatura do ano de 1980.

Além do reconhecimento institucional, Onetti gozava de largo prestígio entre os escritores latino-americanos, como Gabriel García Márquez (de quem herdou boa parte da estrutura narrativa), Juan José Saer. Julio Cortázar, escritor e amigo, sobre ele constumava dizer: “el más grande novelista latinamericano” (o maior romancista latino-americano).

Quando passam 17 anos da sua morte, relembramos Juan Carlos Onetti.

Bibliografia de Juan Carlos Onetti

Isabel Alçada

Isabel Alçada

Isabel Alçada

A par de uma intensa actividade no domínio da educação, enquanto técnica, professora e dirigente, estreou-se como escritora de livros infanto-juvenis, em parceria com Ana Maria Magalhães, em 1982. Os seus muitos livros, que marcaram uma viragem na história da literatura infantil portuguesa, reflectem a longa e rica experiência educativa, são eco de uma infância e juventude particularmente felizes e traduzem o seu enorme talento para comunicar com os mais novos. Em particular, a colecção “Uma Aventura” revelar-se-ia um sucesso entre as camadas jovens, chegando a mais de cinquenta títulos, com adaptações para televisão e cinema. Damos hoje os parabéns a Isabel Alçada, quando cumpre 61 anos.

Bibliografia de Isabel Alçada

Giorgio Manganelli

Giorgio Manganelli

Giorgio Manganelli

Hoje, quando passam 21 anos da sua morte, destacámos um dos mais conceituados escritores e críticos literários do pós-guerra italiano, que influenciou toda uma época. Também jornalista e tradutor, foi membro do grupo 63, famoso movimento vanguardista italiano e é detentor de uma muito extensa obra, onde impera o seu sentido irónico.

Bibliografia de Giorgio Manganelli

António Avelar de Pinho

António Avelar de Pinho

António Avelar de Pinho

Escreveu e coproduziu o disco do programa “Fungagá da Bicharada”. Redigiu canções para nomes como Lara Li, Gabriela Schaaf, Concha ou os próprios Banda do Casaco. Trabalhou com nomes como Rui Veloso ou as Doce. É também um dos autores da personagem “Avô Cantigas”.

Com Pedro de Freitas Branco (músico), foi o autor da série juvenil “Os Super4”, com mais de 19 livros publicados e os mais recentes, a partir de 2005, têm sido escritos apenas por si.

Falamos de António Avelar de Pinho, no dia em que celebra o seu 64.º aniversário.

Bibliografia de António Avelar de Pinho

Ruben A.

Porque é que os Homens não compreendem as Mulheres

«Tu estás convencida há vários anos de que eu não te compreendo. Esta é sempre a teoria das mulheres, que não são compreendidas, que não são queridas, que não são adoradas, as queixas montanhas grandes, queixas enormes, sempre a justificar uma infelicidade que lhes vem lá do fundo da criação do mundo, do útero, da terra, as mulheres reflectem o útero feminino da terra, um útero cheio de aflições, em conclusão, queixam-se de tudo então entre os quarenta e os cinquenta, esse útero funciona nas alturas, é um útero cósmico que já não é parte de uma mulher, pertence à mulher do mundo. Há muita verdade no que dizes, o homem desinteressa-se facilmente, depois do acto do amor, depois logo sacode as penas, arrebita, passa à frente, domina outro mundo, a mulher fica fechada, acanhada nesse encontro muito íntimo, nesse seu mais fundo dos fundos, na identidade uterina com a ideia da criação, da reprodução da génese, salta, salta, forma-se na mulher a visão do caos a que só ela pelo amor pode dar uma nova regra, pelo domínio da paixão, pela companhia, para isso tem de ser compreendida, ela julga que é compreendida, tem de justificar a sua infelicidade pela compreensão do amor, de um outro amor, a mulher busca no outro amor o amor definitivo, amor que nunca aparece, é o poder fantásmico de convicção, que rompe todas as barreiras, a mulher atira-se, não sabe onde nem como, é capaz dos maiores actos de heroísmo clandestino, aparece, vai, surge, abre-se, mostra o que é o amor, a sua entrega total.»

(Ruben A., in ‘Silêncio para 4’)

Ruben A.

Ruben A.

Foi professor no King’s College, em Londres, entre 1947 e 1951 e funcionário da Embaixada do Brasil em Lisboa, entre 1954 e 1972. Entre 1972 e 1974, exerceu o cargo de administrador da Imprensa Nacional – Casa da Moeda e director-geral dos Assuntos Culturais do Ministério da Educação e Cultura. Além de romancista, é conhecido também como dramaturgo, cronista e historiador.

A sua obra reparte-se por dezenas de volumes, que vão do romance ao ensaio, passando pela autobiografia, pelo conto e pela novela. Dotado de um fino humor e utilizando uma prosa de vanguarda, constitui um caso ímpar na literatura portuguesa, pela escolha de temas, pelo arrojo do estilo e pela originalidade do discurso.

No dia em que faria 91 anos, relembramos Ruben A.

Bibliografia de Ruben A.

Alfredo Saramago

Alfredo Saramago

Alfredo Saramago

“O meu mal é gostar de muitas coisas. Não posso eleger um sítio. Como não posso eleger um só prato de que gosto mais. É consoante o momento. A vida é a arte das circunstâncias. O que temos é que adaptar a vida a essas circunstâncias. Portanto não posso eleger apenas uma coisa. Qual o livro? O filme? Qual o livro que levaria para uma ilha deserta? — já me perguntaram. Sei lá! Numa das vezes, após muita insistência, respondi: levo um livro em branco, para escrever aquilo que quero”.

Foi um dos principais investigadores portugueses da história da Alimentação, centrou grande parte da sua obra na gastronomia do país, passando pelos hábitos alimentares alentejanos, algarvios, das Beiras, Minho e Trás-os-Montes.

Autor de “Cozinha Para Homens – a honesta volúpia” (2007), “Para uma História da Alimentação de Lisboa e seu Termo” (2004), “Para uma História da Alimentação no Alentejo” (1997), “Doçaria dos Conventos de Portugal” (1997), entre outras obras.

Quando passam 3 anos da sua morte, relembramos Alfredo Saramago.

Bibliografia de Alfredo Saramago

Henrik Ibsen

“Muitos julgam cumprir o seu dever pronunciando aforismos abstractos para uso alheio em vez de pregar por meio do exemplo.”

Henrik Ibsen

Henrik Ibsen

Dramaturgo e poeta norueguês, foi o principal representante da literatura escandinava no século XIX e dedicou toda a sua vida ao teatro, como director e autor. Aos vinte anos, já tinha escrito o seu primeiro drama. A sua obra conheceu bruscos altos e baixos de êxito e fracasso e, no final da sua vida, Ibsen alcançou a glória e o reconhecimento dos seus contemporâneos. Há dois temas constantes no teatro de Ibsen: a vocação individual e o combate sem tréguas de forças opostas para formar o destino do homem. (via: http://www.vidaslusofonas.pt/)

Quando passam 105 anos da sua morte, relembramos Henrik Ibsen.

Bibliografia de Henrik Ibsen

Jodi Picoult

Jodi Picoult

Jodi Picoult

“Picoult tornou-se uma mestre, quase uma visionária, na arte de descobrir temas polémicos e escreve romances extremamente cativantes acerca deles… É impossível não ficar enfeitiçado pela forma como Picoult nos força a pensar no que está correcto e no que está errado.” (The Washington Post)

Galardoada com o New England Book Award em 2003 pela totalidade da sua obra, é autora de dezoito romances, todos bestsellers. Vive em New Hampshire com o marido e os três filhos. Tem mais de 3 milhões de exemplares vendidos em 35 países e os seus livros estão traduzidos em 34 línguas.

Falamos de Jodi Picoult, no dia em que faz 45 anos.

Bibliografia de Jodi Picoult

W. G. Sebald

“Creio que a paisagem original determina boa parte do carácter e da forma de reagir das pessoas.”

W. G. Sebald

W. G. Sebald

Aos 26 anos, foi para Norwich (Inglaterra) dar aulas na Universidade de East Anglia onde, em 1987, se tornou professor catedrático de literatura europeia. Foi fundador do prestigioso British Centre for Literary Translation, do qual foi director até 1994. Começou a escrever tarde, a sua primeira novela “Vértigo”.

Demarcou de tal forma o estilo e os territórios da sua narrativa que, em apenas dez anos e com três livros mais, “Os emigrantes”, “Os Anéis de Saturno” e “Austerlitz”, se converteu num autor de culto. Dedicou-se sistematicamente, durante anos, a tentar entender qual é o peso específico que a cultura dos mortos tem na cultura dos vivos. A sua literatura transgenérica é uma riquíssima e complexa mistura entre ensaio, novela, livros de viagens e poesia.

Morreu no dia 16 de Dezembro de 2001, vítima de um acidente de automóvel (inhttp://um-buraco-na-sombra.netsigma.pt/). No dia em que faria 67 anos, recordamos W. G. Sebald.

Bibliografia de W. G. Sebald

Zélia Gattai

“Sempre fui otimista, mesmo nas piores ocasiões. Quando acontece uma coisa ruim, procuro tirar a parte positiva.”

Zélia Gattai

Zélia Gattai

Autora de “Anarquistas Graças a Deus” e viúva de Jorge Amado, começou a escrever aos 63 anos. É autora de onze livros de memórias, três infanto-juvenis e um romance. Alguns de seus livros foram traduzidos para francês, italiano, espanhol, alemão e russo. Escritora fotógrafa e memorialista, dedicou muitos momentos de sua vida à militância política do movimento operário anarquista que se realizava entre os imigrantes italianos, espanhóis e portugueses.

Em 2001, foi eleita para a Academia Brasileira de Letras, para a cadeira 23, anteriormente ocupada por Jorge Amado, que teve Machado de Assis como primeiro ocupante e José de Alencar como patrono. No mesmo ano, foi eleita para a Academia de Letras da Bahia e para a Academia Ilheense de Letras.

O seu primeiro livro, “Anarquistas graças a Deus” recebeu o Prémio Paulista de Revelação Literária de 1979. No ano seguinte, recebeu o Prémio da Associação de Imprensa, o Prémio McKeen e o Troféu Dante Alighieri. A Secretaria de Educação do Estado da Bahia concedeu-lhe a Medalha Castro Alves, em 1987. Em 1988, recebeu o Troféu Avon, como destaque da área cultural e o Prémio Destaque do Ano de 1988, pelo livro “Jardim de inverno”. O livro de memórias “Chão de meninos” recebeu o Prémio Alejandro José Cabassa, da União Brasileira de Escritores, em 1994.

Quando passam 3 anos da sua morte, relembramos Zélia Gattai.

Bibliografia de Zélia Gattai


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