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Novo livro de Alberto Sousa, “Pneumologia – Fusão entre Medicina Energética e Convencional”

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Um compromisso assumido com o Dr. Tran Viet Dzung é a origem da publicação dos temas por ele desenvolvidos, desta feita Pneumologia com ênfase na Bronquite, Pneumopatia infeciosa, Pneumopatia pneumocócica, Asma, Dispneia paroxística e Dispneia contínua.

Destaca-se a importância que esta temática pode ter na vida das pessoas em geral e, sobretudo, nas que dedicam as suas vidas a estudar na área da saúde, procurando contribuir para o bem-estar das que sofrem, muitas vezes sem entenderem porquê. O objetivo desta pequena obra é satisfazer todos os que procuram ser o mais úteis possível à atual sociedade.

“Metamorfose na Praça”, um romance de Olímpio Fernandes

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Nestes tempos, em que Lisboa, cidade cada vez mais integrada num mundo globalizado e em metamorfose, há um ex-gestor que, para se divertir, aceita trabalhar como motorista a transportar pessoas e bagagens.

O livro – que também pode ser visto como um relatório ficcionado de um tempo vertiginoso a correr sobre rodas, pelas ruas, num trabalho frenético – faz por surpreender com uma sucessão interligada de histórias que a generosidade dalguns passageiros inspira, quando pedem ajuda, falam do que os surpreende ou fazem inconfidências.

O protagonista interage com diversas personagens citadinas, donde desponta a preocupação, por vezes dramática, por um pouco do que concorre para a melhor ou pior qualidade da vida urbana e social. Fortemente sentido pelos moradores e utentes é o incómodo das obras que tornarão Lisboa mais cosmopolita. Todavia esta metrópole revela-se ainda pouco consciente do que fazer para mitigar e adaptar-se às alterações climáticas.

Sem olvido do que vai pelo mundo e pelo país no que respeita aos grandes problemas do Ambiente, os incêndios florestais do país são abordados com paixão e perplexidade.

Não falta um bando de malfeitores incendiários a complicar a acção principal. Mas se as peripécias são divertidas, já quando a realidade é difícil ou impossível de enfrentar, e para gáudio do leitor, nesta ficção a acção pode passar, de forma nítida, para o nível da fantasia.

Apresentação do livro “Lisboa a Oriente”, de José Manuel Moreno

Terça-feira, 22 de Maio às 21:30, no Casino Lisboa (Alameda dos Oceanos, nº 45, Parque das Nações, 1800 Lisboa)

José Manuel Moreno, natural de Mértola, jurista de formação, desde cedo desenvolveu uma intensa atividade associativa integrada na sua zona de residência em Lisboa oriental e é atualmente Deputado na Assembleia Municipal de Lisboa. Decidiu agora publicar uma obra dedicada à história daquela zona, conhecida atualmente como Parque das Nações, que intitulou “Lisboa a Oriente – Memórias do Passado”, em que relata e retrata algumas das suas “marcas ou memórias” e traz ao “conhecimento dos leitores episódios e imagens do seu passado”.

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“Twenty-First Century Fictional Tales”, um livro de Elsa Guimarães de Moura

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Os contos ficcionais do século XXI são uma colectânea de histórias multiculturais do novo milénio que ocorrem em vários países e dimensões cronológicas, algumas para crianças e adolescentes, outras para adultos. As suas personagens são frequentemente argutas, astutas, espirituosas, inteligentes, irónicas, cómicas, adoráveis, meigas e doces.

Apresentação de “O Sonho Europeu”, de Rogério Barros da Costa

Quinta-feira, dia 17-Mai,  às 18:30, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Depois dos seus trabalhos anteriores, Rogério Barros da Costa, europeísta convicto, traz agora a lume a sua nova obra, controversa mas arrojada, “O Sonho Europeu”, em que defende “propostas marcantes para a construção de uma Europa digna do seu nome, do seu passado e daquele que deve ser o seu lugar neste planeta em mutação estratégica. Identificando na moeda única europeia o principal obstáculo à construção de uma Europa una na diversidade, parafraseando o lema da União Europeia, faz uma proposta ousada que não só reforça a credibilidade do Euro, como contribui para a o reforço e alargamento de uma Europa de Lisboa a Vladivostok, num projecto de Paz que o crescimento demográfico universal exige”.

A apresentação do livro estará a cargo do Dr. João Vieira Pereira (Diretor-adjunto do jornal Expresso).

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“A Inquisição Portuguesa em face dos seus Processos”, obra referencial de Arlindo Correia

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Arlindo Correia, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, desenvolveu a sua profissão como quadro superior e dirigente das Finanças, tendo cumprido, nesse contexto, algumas missões no estrangeiro. Após a sua saída daquele Ministério, desempenhou vários cargos na Comissão Europeia e, já reformado, concluiu a sua carreira como advogado.

Um dos seus hobbies preferidos consistiu em investigar toda a documentação disponível sobre a Inquisição em Lisboa, vindo a compilar, nesta publicação – uma obra monumental e ímpar, com quase 2.400 páginas em 3 volumes, intitulada “A Inquisição Portuguesa em face dos seus Processos”, – o seu estudo bastante exaustivo, onde pretende desmistificar o entendimento corrente da “Santa” Inquisição, revelando, de forma surpreendente, o desígnio autêntico daquela instituição.

Nova obra de João Ferreira do Amaral, já nas livrarias

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O período de quase seiscentos anos que vai das invasões bárbaras do nosso território até ao ano mil, não tem, em geral – com honrosas exceções – concitado o interesse dos historiadores do nosso país.

Na tentativa de contribuir para uma melhor compreensão desta época crucial da nossa História, em que se forjaram as bases do que mais tarde virá a ser a nacionalidade portuguesa, decidimos escrever uma síntese geral do período, envolvendo nessa síntese o norte cristão e o sul islâmico, a História Política e a História Económica e Social, os grandes movimentos sociais e alguns percursos de vida individuais.

Damos também a nossa visão do que foi a evolução lenta, mas inexorável, do processo de senhorialização, e das suas relações com o estado medieval, no que se refere, em particular, ao norte do nosso território, e abordaremos alguns aspetos quantitativos da estrutura económica, sem qualquer pretensão de rigor, que seria descabida, mas com a intenção de fornecer termos de comparação objetivos para melhor se compreender a sociedade da época.

Duas novas obras de José Rodrigues Duarte

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Outrora a imigração era uma fuga de um mau estar para a incerteza de um bem-estar! Com o único objetivo de melhorar a situação financeira. Mas isto é do passado!

Atualmente, num mundo cada vez mais globalizado, as pessoas viajam para trabalhar e melhorar as suas economias, mas também para estudar ou obter novos conhecimentos, tornando-se a emigração uma nova forma de viver a Vida.

[…] Na história da emigração o Homem sempre lutou para melhorar a sua integração, praticando a tolerância para encontrar a felicidade.

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Há pessoas que estão sempre felizes e de bom humor o que às vezes até chateia porque para elas está tudo bem. A vida implica sofrimento ou esforço para ultrapassar os desafios constantes que nos colocam à prova. A condição humana tem subjacente a inconformidade, ou seja, a procura constante da Felicidade, aprendendo com os erros, sofrimentos e adversidades para se ser Feliz. A procura de prazeres “negativos”, ou seja, a ausência de dor, de infelicidade coloca-nos numa situação neutra, numa busca de harmonia e paz, ainda que efémera.

Apresentação do livro “A Aldeia e a Infância”, de José Luís da Costa Sousa

4.ª feira, dia 09-Mai, às 14:30, na Escola Superior Náutica Infante D. Henrique (Av. Engenheiro Bonneville Franco, 2770-058 Paço de Arcos)

José Luís da Costa Sousa, especialista e docente de educação física em diversas instituições de ensino, em Portugal e nos PALOP, publica o seu primeiro livro, intitulado “A Aldeia e a Infância”, onde retrata, em contos ficcionados, o papel marcante das aldeias na formação cognitiva, emocional e comunitária das pessoas que nelas vivem a sua infância.

A sessão contará com a participação do Eng.º Viana do Couto.

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Sinopse

A aldeia e a infância são lugar e tempo que a criança associa a felicidade. Eventuais ruídos e dificuldades têm como resultante ‘paradoxal’ mais ação, mais sorrisos e mais ternura identitários.

A aldeia confronta a criança com quebra-cabeças, fazendo-se-lhe desafio e aventura. Olha a vila como utopia tangível, como lua, misteriosa, a desvendar e, se mais animosa, como sol que lhe ilumina o caminho. A aldeia profunda, acima de padre, professor e regedor, é construção de relações que, como processo, vai de nascimento a morte para produzir a cultura rural. Esta, por sua vez, afirma-se como fator de socialização e pertença comunitárias.

Apresentação de “pedaços de escrita”, nova obra poética de Emanuel Góis

Sábado, dia 05-Mai, às 16:00, na Biblioteca Municipal do Barreiro (Urbanização do Palácio do Coimbra, Rua da Bandeira – 2830-330 Barreiro)

Com a publicação da presente obra, Emanuel Góis volta à sua vertente poética, como forma de exprimir, na escrita, aquilo que considera serem “Pedaços” das suas vivências, emprestando a cada poema os sentimentos reveladores da sua faceta romântica.

Em “pedaços de escrita”, como o próprio autor refere, “ser poeta não é escrever; ser poeta é sentir”.

A sessão contará com a participação da Dr.ª Helena Gonçalves

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Novo livro de António de Vasconcelos Costa, “Encontro no Caminho da Vida”

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Apresentação do livro “A Aldeia e a Infância”, de José Luís da Costa Sousa

Sábado, dia 05-Mai, às 15:00, na Faculdade de Motricidade Humana (Estrada da Costa, Oeiras)

José Luís da Costa Sousa, especialista e docente de educação física em diversas instituições de ensino, em Portugal e nos PALOP, publica o seu primeiro livro, intitulado “A Aldeia e a Infância”, onde retrata, em contos ficcionados, o papel marcante das aldeias na formação cognitiva, emocional e comunitária das pessoas que nelas vivem a sua infância.

A sessão contará com a participação do Prof. Dr. Carlos Januário.

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Sinopse

A aldeia e a infância são lugar e tempo que a criança associa a felicidade. Eventuais ruídos e dificuldades têm como resultante ‘paradoxal’ mais ação, mais sorrisos e mais ternura identitários.

A aldeia confronta a criança com quebra-cabeças, fazendo-se-lhe desafio e aventura. Olha a vila como utopia tangível, como lua, misteriosa, a desvendar e, se mais animosa, como sol que lhe ilumina o caminho. A aldeia profunda, acima de padre, professor e regedor, é construção de relações que, como processo, vai de nascimento a morte para produzir a cultura rural. Esta, por sua vez, afirma-se como fator de socialização e pertença comunitárias.

Pedro Ribeiro da Cunha publica o romance “A Vida de Mário Alexandre”

Pedro Ribeiro da Cunha, engenheiro de formação, mas gestor de profissão, publica o seu primeiro romance, intitulado “A Vida de Mário Alexandre – Uma Decisão Difícil“.

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Sinopse

Os pais do João eram casados há dezanove anos e pensavam que tinham a vida organizada e sob controlo. Projectavam a vida a correr sobre rodas com os negócios de Mário a crescer e a vida social a decorrer entre as férias no Algarve, caçadas na herdade do seu sogro, já recuperada pela família depois da reforma agrária, viagens anuais a grandes cidades e com Carlota a herdar de sua mãe os títulos de Marquesa do Prado e de Viscondessa de Santa Lucrécia. Viriam noras e genros oriundos do mesmo meio social a quem se sucederiam os netos.

No entanto, uma imprudência de Carlota iria modificar, para sempre, as suas vidas e os seus planos para o futuro.

Mário tinha duas reacções possíveis aos dramáticos acontecimentos com que se deparou. Conforme fosse a sua reacção, a sua vida dali para a frente seria muito diferente.

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Apresentação de “A Inquisição Portuguesa”, de Arlindo Correia

Quinta-feira, 5 de Abril, às 18:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Arlindo Correia, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, desenvolveu a sua profissão como quadro superior e dirigente das Finanças, tendo cumprido, nesse contexto, algumas missões no estrangeiro. Após a sua saída daquele Ministério, desempenhou vários cargos na Comissão Europeia e, já reformado, concluiu a sua carreira como advogado.

Um dos seus hobbies preferidos consistiu em investigar toda a documentação disponível sobre a Inquisição em Lisboa, vindo a compilar, nesta publicação – uma obra monumental e ímpar, com quase 2.400 páginas em 3 volumes, intitulada “A Inquisição Portuguesa em face dos seus Processos”, – o seu estudo bastante exaustivo, onde pretende desmistificar o entendimento corrente da “Santa” Inquisição, revelando, de forma surpreendente, o desígnio autêntico daquela instituição.

A apresentação do autor e da obra estará a cargo do Dr. Xavier de Basto

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Sinopse (do Volume I)

Por volta de 2005, os serviços do Arquivo da Torre do Tombo digitalizaram e puseram em linha todos os processos da Inquisição de Lisboa, o que logo despertou o meu interesse. Infelizmente, a medida não se estendeu às Inquisições de Coimbra e de Évora. Mas a verdade é que os processos de Lisboa eram em geral mais interessantes e importantes que os das outras Inquisições do País.

Começou então o Autor deste livro a estudar alguns processos, colocando na Internet no seu site os resultados desse estudo. Tal estudo foi agora transcrito para este livro. Pretendeu o Autor substituir a precariedade do formato digital pela perenidade da obra impressa. Assim a publicação agora dada a lume tem origem em textos da Internet, tanto assim que os diversos capítulos indicam a data da redacção de cada um.

As conclusões deste estudo são surpreendentes. Desaparece o mito da “Santa” Inquisição. Em vez disso aparece uma instituição sedenta de poder por todos os modos e feitios. Teoricamente, a Inquisição destinava-se a castigar os hereges, mas certamente não teria um número deles suficiente para justificar a sua existência. Por isso, teve de os inventar e daí a perseguição dos cristãos novos. Não se limitou, porém, a perseguir os cristãos novos hereges, juntou a estes todos os cristãos novos, entendendo por tais até os que tinham um único antepassado judeu fosse em que grau fosse. Mais: não só os que tinham tais ascendentes mas mesmo os que apenas tinham fama de os ter.

A explicação da Inquisição é esta mesma e nenhuma outra: uma instituição de poder que se justificava apenas por isso, o exercício do poder. A maior parte dos Inquisidores, homens inteligentes como eram, sabiam muito bem que estavam a condenar inocentes, mas fingiam que os réus eram na realidade culpados de heresia. Para isso, contavam com o ódio anti-semita da população e tratavam de repartir algum desse seu poder pelos comissários e familiares da Inquisição.

José Manuel Moreno publica “Lisboa a Oriente – Memórias do Passado”

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A história da zona mais oriental de Lisboa, conhecida como Parque das Nações, após ter acolhido a Expo’98, atenta a sua posição estratégica, confunde-se com a história da própria cidade. É uma história milenária e riquíssima de acontecimentos, nomeadamente de batalhas, nomeadamente a travada por D. Afonso Henriques, contra os mouros, junto à Ponte Romana de Sacavém.

Por aqui passaram fenícios, gregos, cartagineses, romanos, alanos, visigodos e árabes. Foi retiro de alfacinhas boémios, que nas suas tabernas cantaram o fado.

Aqui ocorreu o primeiro acidente ferroviário português. Foi farol de esperança para os que, acossados pela cruel perseguição, numa guerra tenebrosa, que sangrava a Europa no séc. XX, aportavam a Lisboa por mar e ar.

Aqui se instalou, na primeira metade do séc. XX, a primeira refinaria portuguesa de hidrocarbonetos, a Sacor, e todas as demais empresas ligadas ao sector. Foi também a casa do nosso primeiro aeroporto, o Aeroporto Marítimo de Cabo Ruivo, permitindo a ligação, única pela via do ar, com o novo mundo. Simultaneamente, também aqui se instalou o primeiro Matadouro Frigorífico de Lisboa. De todo este passado há marcas ou memórias.

É, justamente, de algumas dessas marcas ou memórias que vos fala este trabalho, cuja única pretensão é trazer ao conhecimento dos leitores episódios e imagens desse passado, até 1998, desta cidade que cativa e arrebata os que a frequentam.

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Novo livro de contos de Victor Marques dos Santos, “O Obelisco de Kubrick”

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«O Obelisco de Kubrick é um livro no terreno da nossa humanidade deste lado do cosmos, o lado que nos confronta com a força da gravidade de nós, um livro de histórias aparentemente desirmanadas, tão que acabam por se ligar circularmente nos extremos e serem, afinal, uma história por episódios, mosaicos num mural de vida.

(…) Sim, foi Vida o que mais me impressionou nos textos que ora se dão a público. A escrita e a pontuação, por (de)mais irrepreensíveis, são acessórios, a forma para o conteúdo, a Vida em maiúscula. Ler estes esboços de pensamento é ver por outros olhos, sentir com outros vagares, outras apreensões, outras subjectividades. Por vezes é ver sítios conhecidos tornarem-se desconhecidos ou, paradoxalmente, reconhecidos na familiaridade que com eles mantemos através do que o autor deles nos diz. É sermos levados a sítios físicos do mesmo modo que somos levados a sítios de intimidade psico-emocional.

Ao leitor, a surpresa para daqui ler, quiçá, da (sua) própria Vida, o segredo, em suma, do obelisco…»

(extraído das “Notas de Quase Prefácio” de Isabel Tallysha-Soares)

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“Penélope & Kurvin e a Missão Impossível”, de Sofia Bidarra Pinto

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Sofia Bidarra Pinto, natural de Coimbra, com apenas 15 anos, traz-nos o seu primeiro livro, uma história das aventuras de dois companheiros que têm nas suas mãos a salvação do Planeta! Muitos desafios, muitas decisões por tomar e uma grande responsabilidade para com o Mundo.

Disponível nas livrarias de Portugal continental.

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“Memórias de um Obscuro Sargento”, um livro de Figueiredo Luiz

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Esta obra baseia-se em factos e personagens reais. A par de algumas virtudes e valores castrenses inerentes à instituição militar e enaltecidas no seu contexto, revela também situações de prepotência, excessos e injustiças que o autor descreve ao longo de uma sucessão de episódios em que a seriedade e o burlesco se combinam.

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Apresentação de “Histórias de um Mundo que passa”, obra poética de Manuel Bolotinha

Sábado, dia 03-Mar, às 16:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Manuel Bolotinha, nascido em Lisboa em 1950, engenheiro eletrotécnico de profissão, começou a escrever poesia aos 17 anos, tendo participado recentemente em duas “Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea”, para além de ter editado diversos livros técnicos. Reuniu agora, neste seu novo livro, intitulado “Histórias de um Mundo que passa — 50 anos de devaneio —”, aqueles que considera serem os seus poemas mais representativos.

A sessão será participada pelo Eng.º Rafael Sacramento e por Patrícia Bolotinha Lourenço.

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Sinopse

O mundo passa, passam as suas histórias, morrem, ficam só as palavras, estranhas, que se entranham, que oprimem, que acariciam.

Se, como disse António Gedeão no seu fabuloso poema Pedra Filosofal, “[…] o mundo pula e avança / como bola colorida / nas mãos de uma criança […]”, o meu mundo foi a procura do impossível e do infinito, num devaneio permanente da juventude à velhice, envelhecendo sem envelhecer, criança eterna, porque como o poeta, não estou, não fico, não parto… sou!

Espero que a leitura destes poemas lhe dê tanto prazer como me deu escrevê-los e que se deixe embalar pela imaginação… devaneie!

Docente do IPS José Gil apresenta novo livro de poesia

Solange das Cerejas” é lançado dia 26, na Casa da Cultura de Setúbal

Dia 26-Jan, às 18:00 na Casa da Cultura de Setúbal (Rua Detrás da Guarda, 26 a 34, 2900 Setúbal)

Encenador, performer, poeta e professor da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal (ESE/IPS), José Gil apresenta mais uma obra de poesia já no próximo dia 26 de janeiro, sexta-feira, na Casa da Cultura de Setúbal. Solange das Cerejas – 53 Poemas de Amor, editado pela Sítio do Livro com o apoio do IPS, é lançado numa sessão com início pelas 18h00, que contará com as contribuições das docentes da ESE/IPS Cristina Gomes da Silva e Ana Pessoa e do poeta Jorge Vicente, autor do prefácio.

Solange das Cerejas é uma seleção de poemas de amor, retirada, como descreve o autor, “de um baú digital de centenas de poemas escritos numa paixão e namoro transatlântico de 10 anos, com algumas viagens em Portugal, no Brasil e no Chile. Como escreveu António Ramos Rosa [sem conhecer Solange] ‘é por ti que escrevo que não és musa nem deusa/mas a mulher do meu horizonte’”.

A sessão contará igualmente com um momento de leitura e interpretação de alguns destes poemas, para o qual foram convidados os atores e atrizes de vários projetos teatrais da cidade de Setúbal, bem como o elenco do Teatro Politécnico do IPS.

Autor de vários livros de poesia, com diversos poetas portugueses e brasileiros, José Gil é um dos professores de expressão dramática em Portugal que mais contribuíram para o movimento associativo que haveria de conduzir à criação no Porto, em 1992, da IDEA – International Drama/Theatre and Education Association. (in zoomonline.pt)

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