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Historiador de Águeda lança obra no Luxemburgo

Mais uma notícia sobre a obra “Os Portugueses no Luxemburgo”, de António de Vasconcelos Nogueira, recentemente publicada através do SitiodoLivro.pt:
http://www.sitiodolivro.pt/pt/​livro/os-portugueses-no-luxemb​urgo/9789729668722/

(in)

Os Portugueses no Luxemburgo

O historiador aguedense António de Vasconcelos Nogueira lançou, recentemente, o livro “Os Portugueses no Luxemburgo”, que aborda a história da imigração portuguesa no Grão-Ducado e analisa algumas das dificuldades de integração dos portugueses no país. (…)

(ler resto da notícia em http://www.soberaniadopovo.pt/portal/index.php?news=17320)

‘O mistério do albatroz’ de Isabel Rainha

«“O mistério do albatroz” é uma história de amor que alia o fantástico à realidade de um tempo histórico bem definido, valorizando o encontro de culturas e a biodiversidade. Passada no século XVI, contemporânea de grandes preocupações sociais e políticas como a morte de D. Sebastião em Alcácer Quibir que conduz à perda da independência, mostra o quotidiano de um povo que se expande por quatro continentes. Começa com um desembarque de um grupo de homens numa praia da Amazónia com o objectivo de colonizar e evangelizar as terras encontradas. Com eles vem um cirurgião que pretende estudar as plantas do Novo Mundo.»

(Isabel Rainha,
autora do livro ‘O mistério do albatroz’)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, Isabel Rainha apresenta-nos a sua nova auto-publicação “O mistério do albatroz”, sob a chancela Vírgula. Uma história que vai surpreender o leitor pela sua simplicidade, beleza e ensinamentos. Num encontro entre duas culturas tão diferentes, registam-se sentimentos muito diversos como o medo, a desconfiança, a compreensão, o respeito e também o Amor, um amor que dá forças para abandonar a segurança e partir rumo ao desconhecido, enfrentando perigos e dúvidas, na utópica conquista da felicidade total.

Anteveja o livro aqui

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Dennis Lehane

Dennis Lehane

Dennis Lehane

«Os ásperos thrillers psicológicos de Lehane gravaram a sua marca distintiva no mapa da literatura policial contemporânea… Um dos mais electrificantes escritores neste género.» (Guardian)

Escreveu vários romances, dos quais o que mais se destacou foi “Mystic River”, finalista do prémio PEN/Winship e vencedor do Anthony Award e do Barry Award para o melhor romance policial, assim como do Massachusetts Book Award, na área da ficção. Foi adaptado ao cinema por Clint Eastwood com um enorme sucesso.

Também “Gone, Baby, Gone” foi adaptado ao cinema pela mão do actor norte-americano e vencedor de um Óscar da Academia, Ben Affleck, enquanto “Shutter Island” chegou ao grande ecrã por Martin Scorcese, sendo protagonizado por Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo, Ben Kingsley e Max Von Sydow.

Considerado um dos mestres da literatura policial contemporânea, já foi comparado aos grandes clássicos do romance policial, como Dashiell Hammett e Raymond Chandler. Falamos de Dennis Lehane, no dia em que festeja o seu 46.º aniversário.

Bibliografia de Dennis Lehane

‘Histórias de pessoas que decidi divulgar’ de José Eduardo Taveira

‘Decidi escrever este livro, narrando histórias de pessoas que existem, umas para nos atormentar a vida, outras para nos fazer crer que vale a pena viver com alegria e optimismo, e outras, nem uma coisa nem outra. No entanto, todas elas merecem momentos de reflexão durante e após a leitura’.

(José Eduardo Taveira,
autor do livro ‘Histórias de pessoas que decidi divulgar’)

Recorrendo aos serviços de apoio à edição disponíveis no SitiodoLivro.pt, José Eduardo Taveira auto-publica a sua segunda obra ‘Histórias de pessoas que decidi divulgar’, através do SitiodoLivro.pt. ‘Uma obra que reúne um conjunto de personalidades que nos desvendam, sem rodeios, os seus comportamentos, as suas loucuras, as suas angústias, as suas ambições. Um conjunto de 25 histórias sobre pessoas que:

… trabalham para o enriquecimento do nosso saber;
… trocam amor por bens materiais;
… amam sem preconceitos;
… sonham ser notáveis;
… desconhecem a solidariedade;
… vivem na solidão porque os amigos não têm tempo para um telefonema;
… se divertem com a fragilidade social de quem não pode repudiar o desprezo e a humilhação;

Pessoas. Pessoas. Pessoas…’

(José Eduardo Taveira, autor do livro ‘Histórias de pessoas que decidi divulgar’)

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/historias-de-pessoas-que-decidi-divulgar/9789898413277/

‘Um jeito de amar a vida’ de Maria do Carmo Chaves

‘Máximas de sabedoria

Um dia destes um jovem abordou-me e disse
Que confiava em mim por ser velha e sábia.
Não sei se a noção que tinha da velhice
Era a mesma que tinha no meu astrolábio.
Meço a figura de uma pessoa pelo saber socrático
Que aprendi nos bancos da escola a respeitar:
“Reconheço que nada sei” , dizia o velho ateniense
Sem qualquer pretensão e sem se envergonhar.
A experiência e a reflexão são máximas de sabedoria
Que os poetas formulam expressando afirmações
Dúvidas, negações, tradições
Coisas do espírito e da vida que cria.
Ao jovem, eu só tinha dúvidas para lhe apresentar
Podia ao seu pedido dar mil e uma resposta
Mas na realidade eu iria jurar
Que não sabia o que lhe responder. Talvez que a porta
A seguir, seria a da liberdade e da escolha.
Escutar a opinião de outros curadores experientes
E após cuidadosa recolha, já ciente
De adequar o recolhido ao seu pedido, confiar em si
Para amar a vida, que és tu e eu, e viver para si.’

(Retirado do livro ‘Um jeito de amar a vida’,
de Maria do Carmo Chaves)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, Maria do Carmo Chaves apresenta-nos a sua nova auto-publicação ‘Um jeito de amar a vida’, sob a chancela Vírgula. Inserida na colecção ‘Consciência da vida’, a obra ‘Um jeito de amar a vida’ é a primeira obra desta colecção e, segundo a autora, é “uma obra poética, um breviário de ser e estar com os outros, na esperança, para mim muito credível, de um futuro melhor, no espaço do tempo enquanto permanece na Terra, e a que se chama Vida. (…) Descobrir a interioridade de cada um, o modo de relação com o Mundo, aperfeiçoar a nossa afectividade, são as ideias que me entusiasmaram e que escrevi pensando em todos nós”.

Um livro divido por temas, que vão desde a vulnerabilidade biológica e a afectividade, as imagens do corpo e da alma, o mundo da inteligência, um estado diferente do pensamento – do sonho e do sono, a galáxia da vida, até à concepção da vida e da morte. A poesia e a divulgação do conhecimento cientifico num único e surpreendente livro que vão cativá-lo do princípio ao fim.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/um-jeito-de-amar-a-vida/9789898413260/

Alexandre Pinheiro Torres

Alexandre Pinheiro Torres

Alexandre Pinheiro Torres

Formado em Letras pela Universidade de Coimbra, onde conviveu com o grupo de poetas que seriam coligidos em Novo Cancioneiro, foi professor do ensino secundário até ser obrigado a exilar-se, primeiro no Brasil e, depois, em Inglaterra, onde permaneceu até ao final da sua vida.

Professor universitário em Inglaterra, criou na Universidade de Cardiff, em 1970, a cadeira de Literatura Africana de Expressão Portuguesa e fundou o Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros.

Tradutor de Hemingway e D. H. Lawrence, foi um dos doutrinários do movimento neorrealista, reflectindo sobre o seu alcance e história e editando criticamente alguns dos seus textos fundamentais, como o “Novo Cancioneiro”. (fonte: Infopédia)

Foi distinguido com vários prémios nas áreas da poesia e do ensaio, dos quais se destacam, o Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio de Ensaio Jorge de Sena da Associação de Escritores e o Prémio de Ensaio Ruy Belo. Foi eleito membro da Academia Maranhense de Letras de São Luís do Maranhão, no Brasil e recebeu ainda o título de Cidadão Honorário de São Tomé e Príncipe.

Quando passam 12 anos da sua morte, recordamos Alexandre Pinheiro Torres.

Bibliografia de Alexandre Pinheiro Torres

Isabel Allende

“A vida é puro ruído entre dois silêncios abismais. Silêncio antes de nascer, silêncio após a morte.”

Isabel Allende

Isabel Allende

Trabalhou como jornalista em revistas femininas e na televisão antes de se iniciar na escrita. Foi colaboradora da FAO (Food and Agriculture Organization, órgão das Nações Unidas) em Santiago do Chile.

Atribui o seu êxito como escritora ao célebre poeta chileno Pablo Neruda, que no inverno de 1973 aconselhou-a a abandonar o seu trabalho como jornalista para se dedicar à escrita.

O seu primeiro romance, “A Casa dos Espíritos” (de 1982, adaptado ao cinema em 1993), foi bem recebido pela crítica, e colocou o seu nome na tradição literária do realismo mágico de Gabriel García Márquez.

É considerada a mais famosa romancista contemporânea da América Latina. Falamos, é claro, de Isabel Allende, no dia em que celebra o seu 69.º aniversário.

Bibliografia de Isabel Allende

António Maria Lisboa

Z

«As formas, as sombras, a luz que descobre a noite
e um pequeno pássaro

e depois longo tempo eu te perdi de vista
meus braços são dois espaços enormes
os meus olhos são duas garrafas de vento

e depois eu te conheço de novo numa rua isolada
minhas pernas são duas árvores floridas
os meus dedos uma plantação de sargaços

a tua figura era ao que me lembro da cor do jardim.»

(António Maria Lisboa, in “Ossóptico e Outros Poemas”)

António Maria Lisboa

António Maria Lisboa

É, com Mário Cesariny de Vasconcelos, um dos principais poetas do surrealismo português. A sua obra é composta pelos livros, «Afixação Proibida» (1949), «Erro Próprio» (1950), «Ossóptico» (1952), «A Verticalidade e a Chave» (1956) e «Exercício sobre o Sono e A Vigília de Alfred Jarry seguido de O senhor Cágado e o Menino» (1958). Em 1980 foi publicado pela Assírio e Alvim um volume com a sua obra completa.

«António Maria Lisboa deixou um obra escassa, mas nem por isso menos fulgurante. Preocupado com uma verdadeira aproximação às culturas exteriores à tão celebrada civilização ocidental, há na sua poesia uma busca incessante de um futuro tão antigo como o passado. Pode, e decerto deve, ser considerado o mais importante poeta surrealista português, pela densidade da sua afirmação e na “direcção desconhecida” para que aponta.» (Mário Cesariny)

Morreu de tuberculose, com apenas 25 anos, mas a sua curta obra constitui indiscutivelmente um marco na literatura portuguesa. Recordamos António Maria Lisboa, quando faria 83 anos.

Bibliografia de António Maria Lisboa

 

João Barreiros

João Barreiros

João Barreiros

Distinguimos hoje, no dia em que faz 59 anos, um escritor, editor, tradutor e crítico português de ficção científica, licenciado em Filosofia e professor do ensino secundário nessa disciplina, desde 1975.

A dureza das suas críticas tornou-o famoso entre os fãs de ficção científica portugueses, tornando lendária a sua caneta de aparo de titânio. No Brasil, recebeu por duas vezes o prémio NOVA, oferecido pelos fãs ao melhor conto estrangeiro publicado no continente sul-americano.

As suas obras de maior sucesso serão “Terrarium – Um Romance em Mosaicos” e “O Caçador de Brinquedos e Outras Histórias”. Colaborou ainda como cronista nos jornais “Público” e “Independente” e, mais recentemente, nas revistas “Ler” e “Os Meus Livros”.

Bibliografia de João Barreiros

Dominique Lapierre

Dominique Lapierre

Dominique Lapierre

De origem francesa, mas radicado nos EUA devido à carreira diplomática de seu pai, sobreviveu, na sua juventude, de múltiplos expedientes ocasionais, para levar uma vida itinerante e aventureira, primeiro pela América e depois, já casado, pela Ásia. Foram os relatos destas suas viagens que publicou nos seus primeiros livros, “A Dollar for a Thousand Kilometers” e “Honeymoon around the Earth”, grandes êxitos de vendas.

Durante a sua mobilização militar, em França, veio a conhecer fortuitamente Larry Collins, com quem estabeleceu uma intensa e duradoura amizade e desenvolveu uma carreira literária conjunta, gerando livros tão famosos como “Paris, já está a arder?” ou “Oh Jerusalém”. A sua obra-prima, que escreveu só, será porventura “A Cidade da Alegria”, que, tal como “Paris, já está a arder?”, foi convertida ao cinema.

Desde 1982, tornou-se um importante filantropo, partilhando os seus direitos de autor com a Fundação City of Joy, com o objectivo de ajudar as crianças carentes de Calcutá e Bengala. Destacamos hoje este escritor e jornalista francês, quando perfaz 80 anos.

Bibliografia de Dominique Lapierre

Henri Charrière

Henri Charrière

Henri Charrière

Foi prisioneiro da Ilha do Diabo, na Guiana Francesa, uma das prisões mais temidas do mundo. Lá, passou 8 anos até conseguir fugir da ilha. Escreveu aquela que foi considerada “a maior história verídica de fuga e aventura alguma vez escrita”.

O livro “Papillon” chegou às livrarias francesas em 1969 e foi um sucesso imediato; em pouco tempo, tornou-se o terceiro livro mais vendido no mundo. Foi adaptado ao cinema, em 1973, por Franklin J. Schaffner e interpretado por Steve McQueen (no papel de Papillon) e Dustin Hoffman (Louis Dega).

Morreu pobre e destruído pela bebida, em Madrid, a 29 de julho de 1973. Quando passam 38 anos, relembramos Henri Charrière.

Bibliografia de Henri Charrière

Julien Gracq

“Tantas mãos para transformar este mundo e tão poucos olhares para o contemplar.”

Julien Gracq

Julien Gracq

Figura entre os grandes nomes da literatura contemporânea francesa, tendo deixado 19 obras inspiradas no romantismo alemão. Influenciado pela poesia de Rimbaud e pelo surrealismo, os poemas em prosa de Gracq afirmam o primado da imaginação criadora sobre as imposições e limitações do real.

Ficou famoso em 1951, quando ganhou o prémio Concourt, pela sua obra prima «A Costa das Sirtes», prémio que recusou, assim como a sua nomeação para a Academia Francesa, distinção que classificou como “abuso de poder”.

Quando passam 101 anos do seu nascimento, relembramos Julien Gracq.

Bibliografia de Julien Gracq

Randy Pausch

“Não podemos escolher as cartas que nos são distribuídas, a nossa liberdade reside em saber jogá-las.”

Randy Pausch

Randy Pausch

Além de investigador e professor premiado, trabalhou para a Adobe, Google, Electronic Arts (EA) e para a Walt Disney.

Ficou famoso em 2006, quando gravou uma aula em vídeo, na qual informou as perto de 500 pessoas presentes ter cancro de pâncreas e explicou a todos como pensava enfrentar os seus últimos meses de vida. Nessa aula, Randy Pausch não falou da morte, mas sim da forma como pensava enfrentar a vida e superar os obstáculos. Essa aula foi transfomada no livro, editado em Portugal sob o título “A Última Aula”.

Foi considerado, em 2008, pela revista TIME, uma das 100 pessoas mais influentes do Mundo. Quando passam 3 anos da sua morte, relembramos Randy Pausch.

Bibliografia de Randy Pausch

Robert Graves

“Não há dinheiro na poesia, mas também não há poesia no dinheiro.”

Robert Graves

Robert Graves

Foi durante a 1.ª Guerra Mundial, onde se feriu gravemente em combate, que redigiu e publicou os seus primeiros livros de poesia. Depois e após ter obtido um diploma universitário de Literatura, em Oxford e de uma curta estada no Cairo, como docente, fixou-se definitivamente em Deià (Maiorca), onde viveu e escreveu o resto da sua vida, ausentando-se em 1936, para fugir à Guerra Civil Espanhola, durante um período de 10 anos e aí vindo a morrer em 1985.

Ficou famoso, sobretudo pelos seus romances históricos épicos, a que se dedicou na sequência dos seus estudos filologistas, mas escreveu também sobre mitologia, tendo influenciado o movimento feminista nos anos 60 e 70. Deixou uma extensa obra, de quase centena e meia de livros, sendo considerado um dos mais versáteis, originais e também controversos escritores ingleses do século XX. Celebra-se hoje o 116.º aniversário do seu nascimento.

Bibliografia de Robert Graves

“Os nomes do tempo” de José Manuel Morão

Invento uma lira,
de acordo com a solidão
das pedras, da cor
de horas antigas.
Sussurro, pois,

o lamento fundo,
no que perpassa as
marés, em limos
ondeantes.

Depois, os degraus
do cais, sinuosos por tempos esquecidos, restam
num sedimento fecundo,

que trago à tona
das águas.

(Excerto do livro “Os nomes do tempo”
de José Manuel Morão)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, José Manuel Morão apresenta-nos a sua primeira auto-publicação “Os nomes do tempo”. Uma obra com vários poemas escrita nos seus tempos de estudante de filosofia, ou seja, uma obra intemporal segundo o autor. O autor descreve a mesma como “uma pequena preciosidade poética, apreciada por poetas com quem o autor se corresponde, como Casimiro de Brito, Jorge Velhote ou Ana Luísa Amaral, enquanto vai escrevendo novos poemas para um futuro livro.” A evolução poética do autor é, de certo modo, imprevisível. O autor tem a esperança que “Deus lhe conceda uma vida suficientemente longa, para poder dedicar o seu dom à escrita, embora a ideia de Deus ainda não esteja muito marcada em “Os Nomes do Tempo”, os quais denotam antes a influência dos pré-socráticos e do filósofo alemão Heidegger”.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/os-nomes-do-tempo/9789892024455/

Fernando Morais

Fernando Morais

Fernando Morais

Começou a trabalhar aos 13 anos como repórter de um jornal de bairro, em Belo Horizonte. Trabalhou no Jornal da Tarde e na VEJA.

Em 1970 recebeu o Prémio Esso, de reportagem, pela série “Transamazônica”. Ganhou também três vezes o Prémio Abril de Jornalismo. Foi deputado e secretário da Cultura e da Educação do Estado de São Paulo. É um dos autores brasileiros que mais vende livros no país. “A Ilha”, “Olga”, “Chatô – O Rei do Brasil” e “Corações Sujos” são algumas das suas obras de maior sucesso. Com a obra “Corações Sujos”, ganhou o Prémio Jabuti 2001.

No ano de 2005, um juiz, a pedido de um deputado, ordenou que fossem confiscadas as edições da sua obra “Na Toca dos Leões”. Em 2006, escreveu a biografia do escritor Paulo Coelho e mais dois trabalhos controversos, a biografia de Antônio Carlos Magalhães e uma obra na qual o ex-ministro José Dirceu relata acontecimentos que se passaram no Governo de Lula da Silva.

No dia em que celebra o seu 65.º aniversário, destacamos Fernando Morais.

Bibliografia de Fernando Morais

“Odisseia poética com a ética da tormenta” de Osvaldo Sousa

“És-me aqui, És-me Angola,

Angola que um dia esse patriota profetizou,
Havemos de nos encontrar
Nos gemidos que o mundo ouviu,

Nas lágrimas que borbulhastes,
E que delas se fizeram oceanos,
E que nelas gentes confiaram.

És-nos hoje porque delas se fizeram Íris,
E que juntos louvamos com a voz de Agostinho Neto
Que um dia disse: “havemos de nos encontrar”,
E que delas o criador fez profecias memoráveis!!!

(Excerto do livro “Odisseia poética com a ética da tormenta”
de Osvaldo Sousa)

Osvaldo Sousa auto-publica, através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, “Odisseia poética com a ética da tormenta”. Osvaldo Sousa intitula-se “O poeta”. A escrita deste jovem poeta começa com “uma vivência de diversidades culturais que culminam como nascimento de junção de palavras e que delas o autor assimilou como uma inspiração divina, fazendo da escrita uma das suas armas de intervenção social”. Por isso, neste que é “mais do que um mero livro de poesias encontramos testemunhos de pessoas que com o poeta privaram vários combates na intervenção comunitária, causa em que ele é um especialista reconhecido até por autoridades magistrais desse país, bem como dos media na sua quase generalidade, e aqui como dito podemos observar alguns desses testemunhos de individualidades que não se esquivaram de afirmar os seus aplausos ao autor.”

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/odisseia-poetica-com-a-etica-da-tormenta/9789899728806/

Diogo Freitas do Amaral

“Há uma disciplina que faz hoje a maior falta: é a Cultura Geral”

Diogo Freitas do Amaral

Diogo Freitas do Amaral

É considerado um reputado especialista no ramo do Direito Público, sendo autor de numerosa bibliografia sobre Direito Constitucional e Administrativo, História das Ideias Políticas, política nacional e política externa e de defesa.

Foi co-fundador e presidente do CDS, deputado e Conselheiro de Estado, Vice-Primeiro-Ministro, Ministro dos Negócios Estrangeiros e Ministro da Defesa Nacional. Foi presidente da União Europeia das Democracias Cristãs e presidente da 50.ª Assembleia Geral da ONU.

Escreveu uma biografia do rei Dom Afonso Henriques e uma peça de teatro sobre Viriato, entre outras obras de cariz político. No dia 22 de Maio de 2007, leccionou no grande auditório da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa a sua última aula subordinada ao tema «Alterações do Direito Administrativo nos últimos 50 anos».

No dia em que celebra o seu 70.º aniversário, destacamos Diogo Freitas do Amaral.

Bibliografia de Diogo Freitas do Amaral

“Versos meliantes – No acaso vertigem das correntes…” de Luís Sá Fernandes

“À tua maternidade

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Ao descer a escadaria,
Pela manhãzinha,
Perseguindo o odor a café
Mesclado entre os teus caracóis,
Não te encontrar…

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Perder-te na rua,
Apressada pelas tarefas,
Sujeita ao relógio,
Engarrafada no trânsito…

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Sentir a tua pele aveludada,
Arrepiada por um beijo,
De chocolate e avelã…

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Livres de curiosa observação,
Rirmo-nos intimamente no ócio
Descanso, de um final de semana;
Por ali, comentando um filme cliché…

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Não viajar contigo pelas margens
Da finis terra;
De não ler um livro à tua beira;
De não brincar em castelos de areia
De pés molhados,
Na espuma de uma quimera;
Ouvindo ao longe, o canto
Remoinho das sereias…

GOSTARIA DE:
Agradecer-te,
Por no teu ventre carregares
A nossa intemporalidade,
Através do
Teu sangue e carne,
Pelo meu sal
Condimento…”

(Excerto do livro “Versos meliantes – No acaso vertigem das correntes…”
de Luís Sá Fernandes)

Recorrendo aos serviços de apoio à edição disponíveis no SitiodoLivro.pt, Luís Sá Fernandes auto-publica a sua segunda obra “Versos meliantes – No acaso vertigem das correntes…” sob a chancela Vírgula. Como o próprio autor descreve, a sua obra é… “Um diário poético, oculto deliberadamente pelo próprio, numa mesa–de-cabeçeira, forrada com papel de embrulho de um qualquer Natal… Se alguém eventualmente o achar, está na hora destes poemas saírem da sombra do anónimo oblívio! Depois de o ler, recicle o infólio, por favor, abandonando-o num lugar público, bem visível, de forma a que este seja encontrado por alguém… Talvez, depois, um transeunte o leia e repita a mesma acção… NÃO O CONDENE AO PÓ MUMIFICANTE DE UMA PRATELEIRA! Obrigado!”

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/versos-meliantes/9789898413468/

Gastão Cruz

Não cantes o meu nome em pleno dia

«Não cantes o meu nome em pleno dia
não movas os seus ásperos motivos
sob a luz dolorosa sob o som
da alegria

Não movas o meu nome sob as tuas
mãos molhadas do choro doutros dias
não retenhas as sílabas caídas
do meu nome da tua boca extinta

Não cantes o meu nome a primavera
já o ameaça hoje principia
a vida do meu nome não o cantcs
com a tua alegria»

Gastão Cruz

Gastão Cruz

Como poeta, o seu nome aparece inicialmente ligado à publicação colectiva Poesia 61 (que reuniu Gastão Cruz, Casimiro de Brito, Fiama Hasse Pais Brandão, Luiza Neto Jorge e Maria Teresa Horta), uma das principais contribuições para a renovação da linguagem poética portuguesa na década de 60. Como crítico literário, coordenou a revista “Outubro” e colaborou em vários jornais e revistas ao longo dos anos sessenta – “Seara Nova”, “O Tempo e o Modo” ou “Os Cadernos do Meio-Dia” (publicados sob a direcção de Casimiro de Brito e António Ramos Rosa).

Ligado ao teatro, foi um dos fundadores do Grupo de Teatro Hoje (1976-1977), para o qual encenou peças de Crommelynck, Strindberg, Camus, Tchekov ou uma adaptação sua de “Uma Abelha na Chuva” (1977), de Carlos de Oliveira. Algumas delas foram, pela primeira vez, traduzidas para português pelo poeta.

O seu percurso literário inclui ainda a tradução de nomes como William Blake, Jean Cocteau, Jude Stéfan e Shakespeare.

A sua obra “Rua de Portugal” recebeu o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, em 2004. Em 2009, “A Moeda do Tempo” mereceu o Prémio “Correntes d’Escritas”.

Damos os parabéns a Gastão Cruz no seu 70.º aniversário.

Bibliografia de Gastão Cruz


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