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Publicação de “Estudar Mandarim I”, de José Carlos Silva e Wang Yanxia

José Carlos Silva, licenciado em Línguas e Relações Empresariais pela Universidade de Aveiro, conta já com alguns anos de experiência no ensino de línguas estrangeiras, designadamente português como língua estrangeira e mandarim. Wang Yanxia, licenciada em língua inglesa na Universidade Normal de Jilin e mestre em linguística aplicada pela Universidade de Beihua, é professora de inglês na Universidade de Tecnologia de Qingdao.

Ambos juntaram as suas valências linguísticas e publicaram agora o livro “Estudar Mandarim I”, o primeiro de três volumes que constituem “uma série de materiais bilingues (português-chinês) em que apresentam a parte mais essencial e necessária para a comunicação diária com o povo chinês e dedicada, sobretudo, aos aprendentes que estão a iniciar a sua aprendizagem da língua chinesa, tendo como principal objetivo dotá-los com as competências linguísticas oral e escrita em chinês, a nível básico”.

Este livro faculta uma ligação que possibilita a audição das gravações dos textos, do vocabulário e dos exercícios de fonética de cada lição, para que os aprendentes possam estudar os conteúdos deste livro sem descurar o treino da pronúncia da língua chinesa.

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Sinopse

“Estudar Mandarim” é uma série de materiais bilingues (português-chinês) que surgiu da necessidade de colocar no mercado outra alternativa para a aprendizagem da língua chinesa, tendo em conta o número crescente de aprendentes nos dias de hoje e a carência verificada de materiais de apoio para a aprendizagem desta língua. Composta por três volumes, esta série de materiais apresenta a parte mais essencial e necessária para a comunicação diária com o povo chinês e é dedicada, sobretudo, aos aprendentes que estão a iniciar a sua aprendizagem da língua chinesa, tendo como principal objetivo dotá-los com as competências linguísticas oral e escrita em chinês, a nível básico.

“Estudar Mandarim I” é o primeiro volume dessa série de materiais e é constituído por 10 lições, onde são abordados os seguintes temas: cumprimentos e saudações, identificação pessoal, família, datas e números, profissões, passatempos, localização, habitação e descrição de objetos e lugares, contendo cerca de 250 vocábulos de estudo e gramática chinesa de nível básico; e por textos introdutórios referentes à fonética e escrita da língua chinesa, assim como expressões mais frequentes na sala de aula. Cada lição é dividida em 7 partes: frases-padrão, textos (que são acompanhados por notas explicativas), vocabulário, fonética, gramática, uma grande variedade de exercícios (exercícios de fonética, leitura de palavras e expressões, exercícios de substituição, completar diálogos, preencher espaços, ordenar palavras para formar frases, responder a questões, elaboração de diálogos situacionais e escrita de caracteres) e notas culturais.
Para que os aprendentes possam estudar os conteúdos deste livro sem descurar o treino da pronúncia da língua chinesa, este livro faculta uma ligação que possibilita a audição das gravações dos textos, do vocabulário e dos exercícios de fonética de cada lição (v. acompanhamento audio).

Publicação de “Ventre de Ausência”, um livro de Joaquim Silva Pereira

Joaquim Silva Pereira, natural de Ourém, formado em Ciências Sociais e diplomado pelo Instituto Internacional de Planeamento e Administração da Educação da UNESCO, desenvolveu a sua carreira profissional na Administração Pública, tendo exercido funções técnicas e dirigentes na área do ensino superior e da educação de adultos, tendo focado a sua actividade, nos últimos anos, na área da acção social no ensino superior.

O seu primeiro livro, agora publicado e intitulado “Ventre de Ausência”, é “constituído por uma espécie de entradas de um diário ou de livro de memórias que nunca se escreveram e assume-se como um exercício de diálogo solidário com os que se amam, porque se conhecem, e com amigos e desconhecidos com quem se quer partilhar palavras francas, escritas ao sabor de uma complacência que o passar dos anos gera”.

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Publicação de “Gestão Financeira e “Accountability” na Escola Pública”, um livro da Prof.ª Cármen Sílvia Morais Cardoso

Cármen Morais Cardoso, licenciada em Auditoria Financeira e em Gestão, Contabilidade e Secretariado e mestre em Contabilidade, é professora do ensino secundário desde 1976 e acaba de publicar em livro o estudo que presidiu ao seu doutoramento em Educação, que intitulou “Gestão Financeira e “Accountability” na Escola Pública”.

Trata-se de uma obra de especial acuidade e oportuna atualidade, quer pela metodologia científica usada, quer por já se aplicar à mais recente reestruturação da escola pública, a criação dos agrupamentos de escolas, particularmente numa altura em que esta temática tanta polémica pública e debate político tem gerado e na qual conclui que “… o agrupamento de escolas desenvolve, de forma eficiente, a sua atividade de educação pública e devolve à sociedade os benefícios pela sua ação, a um custo menor que o preço do mercado”.

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Sinopse

Realizou-se este trabalho de investigação sobre a mais recente reestruturação da escola pública que foi a criação dos agrupamentos de escolas.

Vislumbrou-se o novo modelo de gestão bem como o «modus operandi» da governança/ administração/finanças escolares, tendo por base a relatividade da sua autonomia, assim como das constantes reformulações a que o conceito tem sido submetido. Aplicou-se à Escola Pública o modelo financeiro proposto por Slomski (1996). Utilizou-se, como metodologia, um estudo de caso instrumental único, alicerçado numa estratégia multimétodo que conjugou dados qualitativos e quantitativos, através da observação participante, registo, análise documental, questionário e entrevistas a informantes-chave. Focalizou-se o olhar na opinião dos professores, e intentou-se compreender como observam o modelo de autonomia e de gestão/administrativa desta nova(mega) unidade orgânica. Em paralelo, pode-se constatar que o agrupamento de escolas apresentou, em 2012, um Resultado Económico positivo de 756 940,37 €, o que equivale a uma média de 330,57 € por aluno.

Concluiu-se que o agrupamento de escolas desenvolve, de forma eficiente, a sua atividade de educação pública e devolve à sociedade os benefícios pela sua ação, a um custo menor que o preço do mercado. Reconheceu-se um “agrupamento de valor” e, por isso, a caminho da “excelência”.

Publicação de “Ponte sobre o Tejo | Um Contributo para a sua História”, um livro do Eng.º Albertino Alves

Albertino Alves, engenheiro civil de formação e profissão e especialista em estruturas de Betão Armado ou Pré-Esforçado, conhece, como poucos, a história da construção da Ponte sobre o Tejo. No dia em que se comemoram 50 anos da sua inauguração, publica o livro “Ponte sobre o Tejo | Um Contributo para a sua História”, onde relata, “de uma forma leve e brejeira, episódios e análises diversas relacionadas com o projeto e a execução da Obra, pretendendo não deixar cair no esquecimento da memória factos nunca antes relatados que conduziram à concretização de um Sonho”.

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Sinopse

Este livro contém estórias contadas de uma forma leve e brejeira como um contributo para a História da Ponte sobre o Tejo que celebra o seu cinquentenário no ano de 2016.

É uma romagem de nostalgia dos anos 60/70 do século XX, relatando episódios e análises diversas relacionadas com o projeto e a execução da Obra.

É um livro único que de uma forma ligeira tem a pretensão de não deixar cair no esquecimento da memória factos nunca antes relatados que conduziram à concretização de um Sonho: a Ponte Sobre o Tejo.

Pelo seu Cinquentenário

Um livro sério
Escrito a brincar.
Estórias brejeiras
Flechas certeiras.

Para meditar…

Lançamento de “A Eutanásia Descodificada | Um Guia para o debate/referendo”. Um livro do Dr. Gilberto Couto, já em venda nas livrarias de Portugal.

Gilberto Couto, natural dos Açores, casado e pai de 4 filhos, é médico gastrenterologista, num hospital de Lisboa, foi professor na Faculdade de Medicina de Lisboa e consultor Científico na Indústria Farmacêutica, mas licenciou-se também, mais recentemente, em Filosofia.

Tendo aderido ao “Movimento Cívico pela Despenalização da Morte Assistida”, decidiu intervir neste tema tão atual, polémico e socialmente fraturante, publicando um livro em que procura fazer “uma avaliação crítica dos argumentos a favor e contra a eutanásia (ou «morte assistida»), de forma simples, mas não superficial, de modo que o leitor possa formar e fundamentar a sua própria opinião sobre um assunto que interessa (ou interessará) a todos”.

Já em venda nas livrarias de Portugal

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Sinopse

Mais do que a morte, preocupam-nos as opções com que seremos confrontados, quando e se num processo de morte sob «sofrimento intolerável». Poderá uma pessoa, nestas circunstâncias, consciente e livremente escolher ser ajudada a terminar com a sua vida? Contra a moral tradicional, emergiram nos últimos anos, fortes razões a favor da eutanásia. Neste livro, faz-se uma avaliação crítica dos argumentos a favor e contra a eutanásia (ou «morte assistida»), de forma simples, mas não superficial, de modo que o leitor possa formar e fundamentar a sua própria opinião sobre um assunto que interessa (ou interessará) a todos.

Apresentação do livro “Olear a Geringonça”, de João Pedro Lopes

Quinta-feira, 7 de Julho às 18:30, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

João Pedro Lopes, licenciado e pós-graduado em Relações Internacionais, é um apaixonado pela política e pela intervenção pública, discorrendo sobre todos os temas que lhe dizem respeito de alguma forma e fazendo-o “sem amarras ou constrangimentos, de forma totalmente livre e solta”, como gosta de reiterar.

O seu novo livro, recém publicado, que intitulou muito sugestivamente “Olear a Geringonça”, em que cada artigo é ilustrado por uma fotografia alusiva, leva-nos a “revisitar crónicas políticas que publicou na imprensa escrita e convida cada um de nós a entrar neste imaginário onde se misturam ideias e imagens, apresentando, com frontalidade e coragem, a sua visão de direita”.

A sessão de apresentação contará com a participação de Manuel Monteiro

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Sinopse

“Numa fusão entre a fotografia e o texto, o autor leva-nos a revisitar crónicas políticas que publicara na imprensa escrita, nos últimos anos e convida cada um de nós a entrar neste imaginário onde se misturam ideias e imagens. A fotografia que ilustra cada uma das crónicas é um desafio quase tão intenso quanto a leitura dos textos. Uma visão primeira pela lente do fotógrafo.

João Pedro Lopes apresenta, nestas suas crónicas de opinião, uma militância profunda [e coerente] sobre a sua visão de direita. Convicto, frontal e sobretudo de forma corajosa, procurou evidenciar uma linha de pensamento uniforme, onde traça e colora cada um dos seus textos. Uma obra cuja qualidade merece ser partilhada e lida. Ou mesmo, relida.”

Sessão de apresentação do livro “Reagir”, de Ana Catarina Gomes

Ana Catarina Gomes, natural de Tomar, licenciada em Medicina Chinesa e Mestre de Reiki e Karuna, desde cedo sentiu que a falta de respeito, a desigualdade, as aparências a afetavam emocionalmente e a necessidade de ajudar o próximo sempre a acompanhou. Publicou agora o seu primeiro livro, intitulado “Reagir”, que considera “o resultado da energia do dever pelo coração, da entrega, da ajuda e apoio, como se uma mão amiga estivesse sempre disponível para nós”.

A sessão de apresentação da obra contará com participação de Inês Alves e Neusa Coelho.

Sábado, dia 18-Jun, às 16:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

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Sinopse

Criar algo é sempre um ato de Fé, de Coragem, de Amor e Magia!

E é com isto que a nossa querida Amiga nos presenteia: com algo muito seu, algo que foi crescendo em si, que resulta do seu Amor Incondicional que se revela no seu dia-a-dia, na sua postura, na sua maneira de ser. Passo a passo, foi formando o seu propósito de vida, não obstante aos impedimentos e algumas partidas que foi sentindo pelo seu caminho, avançou segura e sempre com uma vontade de se tornar melhor pessoa, melhor profissional, melhor enquanto ser de luz, de amor e cura.

Foi devido ao facto de querer sair da sua zona de conforto, querendo chegar mais além, que chegam até nós estas maravilhosas páginas de pura inspiração, com um significado profundo.

Esta obra literária é o resultado da energia do dever pelo coração, da entrega, da ajuda e apoio, como se uma mão amiga estivesse sempre disponível para nós.

Sessão de apresentação de “Desenvolver pessoas Lean numa Organização de Serviços”

João Alves de Moura, quadro superior da EDP, onde desempenhou já diversos cargos e funções, especializou-se em Gestão “Lean” e tem desenvolvido intensa atividade nesta temática, como Formador nas áreas em que tem trabalhado, sendo atualmente docente na Universidade EDP e na Escola da Distribuição. Decidiu agora compilar o seu vasto conhecimento desta metodologia de trabalho, propondo «um Modelo de Projeto de Implementação Lean, que assenta num “tempo” necessário para criar, numa empresa, condições que permitam ligar estreitamente Filosofia de Longo Prazo e Cultura Lean e em que proporciona às pessoas a desenvolver uma aprendizagem para a interiorização de novos hábitos».

O livro será apresentado na Quarta-feira, dia 08-Jun, às 18:30, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

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Próximas sessões de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa

Marinel Oxiela, natural do Algarve e radicada em Lisboa desde criança, cedo manifestou uma grande inclinação pela Matemática, disciplina em que se licenciou e à qual dedicou a sua atividade docente ao longo de mais de 32 anos. A Poesia veio a revelar-se como sua segunda vocação e estará a autografar o seu primeiro livro, publicado recentemente e que intitulou “Deixei palavras voar…“, no “Espaço dos Pequenos Editores” [C03] da Feira do Livro de Lisboa, Sábado, dia 04-Jun, a partir das 16h00.

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Marta David, licenciada em Línguas e Literaturas Modernas e professora de Educação Musical, estará a autografar o seu novo livro “Quando um beijo for uma loja sem comércio”, “uma poesia de contrários que se não excluem, de diversidades que se harmonizam – da indiscutível riqueza e sedução”, no “Espaço dos Pequenos Editores” [C03] da Feira do Livro de Lisboa, Sábado, dia 04-Jun, a partir das 16h00.

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Publicação de “Vida e morte de Kendal Smatch”, de Paulo Frederico Gonçalves

Paulo Frederico Gonçalves, licenciado em Ciências Históricas e Mestre em História Ibero-Americana, professor e investigador, tem escrito vários artigos em revistas da especialidade sobre a presença portuguesa em África e no Brasil, assim como colaborado em jornais e revistas de Educação, onde tem publicado numerosos artigos sobre práticas pedagógicas, além de alguns breves ensaios e estudos em temáticas específicas.

Mas são a poesia e a ficção narrativa que mais o desafiam e editou já várias obras neste âmbito literário. O seu último livro, recém publicado, intitulado “Vida e morte de Kendal Smatch”, relata a vida de um homem da cidade, confrontando “o indivíduo e o coletivo, a anulação da liberdade em proveito dos objetivos da cidade e, em última análise, a diferença fundamental entre o nosso interior e o que somos exteriormente, observados e interpretados de fora”.

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Raduan Nassar é o vencedor do Prémio Camões

«O Prémio Camões 2016 foi esta segunda-feira atribuído por unanimidade ao escritor Raduan Nassar, de 80 anos, o 12.º brasileiro a receber aquele que é considerado o mais importante prémio literário destinado a autores de língua portuguesa. O júri sublinhou “a extraordinária qualidade da sua linguagem” e a “força poética da sua prosa”.

Com apenas três livros publicados – os romances Lavoura Arcaica (1975) e Um Copo de Cólera (1978) e o livro de contos Menina a Caminho (1994) –, a exiguidade da obra não impede que Raduan Nassar seja há muito considerado pela crítica um dos grandes nomes da literatura brasileira, ao nível de um Guimarães Rosa ou de uma Clarice Lispector. […]» (por Isabel Lucas e Luís Miguel Queirós, in Público)

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Raduan Nassar

Raduan Nassar

Publicação do livro “Nós, os Velhos do Metropolitano”, de Fernando Santos e Silva

Fernando Santos e Silva, engenheiro electrotécnico de formação, passou os 37 anos da sua vida profissional no Metropolitano de Lisboa, em diversas funções técnicas e dirigentes, conhecendo pois muito bem “os cantos da casa”. Agora, já reformado, “escreve às vezes, sem conseguir por norma evitar os temas da sua profissão, das experiências de quem conheceu, ou do que influencia a vida das comunidades” e, nesta senda, acaba de publicar um livro, intitulado “Nós, os Velhos do Metropolitano”, em que analisa criticamente as políticas de gestão seguidas naquela instituição nos últimos 2 anos e as suas implicações em vários aspectos.

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Sinopse

Ao longo de 2 anos, durante a vigência do XIX governo e da sua política de austeridade dirigida aos economicamente mais débeis, os reformados do Metropolitano de Lisboa e da Carris, a quem tinham sido subtraídos os complementos de reforma acordados na altura da sua contratação, foram-se manifestando até que o governo e a política mudaram.

Apresentados pelos propagandistas do XIX governo como privilegiados, quando comparados com a maioria dos trabalhadores portugueses, não obstante a sua qualificação profissional e muitas vezes detestados pelos próprios passageiros nos períodos de greve, as suas razões e algumas emoções, são analisadas neste livro, ao mesmo tempo que são tratados vários temas da problemática dos transportes e energia com impacto na economia.

Publicação do livro “Poemas”, de Maria Manuel Monsanto

Maria Manuel Monsanto, natural da Figueira da Foz, mas radicada em Luanda durante 20 anos, de onde regressou, em 1984, para viver em Cascais, publicou o seu primeiro livro de poesia, que intitulou simplesmente “Poemas” e onde escreveu “poemas de Amor e de Dor”.

Já em venda nas livrarias de Portugal

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Próximas sessões de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa

Margarida Cunha Rosa, que recentemente publicou o livro “Versos Pintados, “um projecto antigo que vê a luz pelo desafio lançado a um jovem artista”, estará a autografar no “Espaço dos Pequenos Editores” [C03] da Feira do Livro de Lisboa, Sábado, dia 28-Mai, a partir das 16h00.

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Antónia Palmeiro, autora do livro “A pérola de água” e a sua filha, Cátia, que o ilustrou, estarão a autografar no “Espaço dos Pequenos Editores” [C03] da Feira do Livro de Lisboa, Sábado, dia 28-Mai, a partir das 16h00.

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Publicação de “O Livro do Pintor”, de Francisco Chinita

Francisco Chinita, “eterno viciado no saber, na origem e nos segredos dos materiais artísticos, passa grande parte do seu tempo, não a pintar, mas a pesquisar e a adquirir o conhecimento artístico”, que decidiu agora transmitir, no seu original livro, acabado de publicar, intitulado “O Livro do Pintor”.

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Sinopse

Ao longo da sua existência o homem sempre sentiu a necessidade de transformar a matéria e com ela expressar o seu sentimento, os seus desejos e os seus temores. No início como meio de comunicação, passando depois à necessidade de agradar às divindades em que acreditava.

Para tal deitou mão de tudo o que a natureza lhe dava e com a qual podia exprimir esse seu sentimento, começando com o barro, a madeira e a pedra, modelando figuras tridimensionais, depois o carvão como riscador, o sangue de animais e mais tarde as terras amarelas e castanhas às quais se juntava gordura animal ou vegetal e se criavam assim as primeiras tintas, não muito diferentes da atualidade. Estava o homem longe de saber onde isso o levaria milhares de anos depois.

O LIVRO DO PINTOR é assim o culminar de um longo e sinuoso caminho com vinte e cinco mil anos. O que hoje fazemos tem nos genes as primeiras obras.

Lançamento de “Paixão, Servidão, Cancro”, um livro de Isabel Antunes

Natural de Torres Vedras, Isabel Antunes viveu e estudou em Lisboa, no Canadá, em Inglaterra e em Espanha, vindo a licenciar-se em Psicologia Clínica e exerceu actividade profissional em áreas muito diversas. Para além do voluntariado social, tem-se dedicado a escrever para adultos e para crianças, tendo já recebido alguns prémios e participou ainda em exposições individuais e colectivas de Artes-Plásticas.

O seu novo romance “Paixão, Servidão, Cancro” relata “uma história de amor em que os protagonistas parecem formar um grupo escultórico de figuras ambíguas, actores da violência doméstica vivida no pesadelo do silêncio, gente que aparece na comunicação social ostentando títulos e posições de alto gabarito e que, por isso, pensamos conhecer e cujos comportamentos e atitudes socialmente correctas admiramos, mas que escondem na intimidade jogos sádicos, desumanos, sem limites de respeito, excedendo-se em sombras psicopáticas tenebrosas que a sociedade desconhece”.

Já disponível. Clique na imagem para antever ou adquirir o livro.

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Sinopse

Este livro relata uma história de amor em que os protagonistas parecem formar um grupo escultórico de figuras ambíguas, esculpido em golpes suaves e outros brutais que pode ser entendido conforme a luz ou a escuridão em que seja observado. As personagens, esburacadas pela realidade e cinzeladas pela negritude da vida real são pessoas verdadeiras, actores da violência doméstica vivida no pesadelo do silêncio. Gente que aparece na comunicação social ostentando títulos e posições de alto gabarito e que, por isso, pensamos conhecer. Gente que afivelou simpáticas máscaras sociais, com quem convivemos e que nos merecem consideração e estima. Gente cujos comportamentos e atitudes socialmente correctas admiramos, mas que escondem na intimidade jogos sádicos, desumanos, sem limites de respeito, excedendo-se em sombras psicopáticas tenebrosas que a sociedade desconhece.

Lançamento do novo livro de Manuel Luís Rodrigues Sousa, “Onde a Cegonha Poisou”

Manuel Luís Rodrigues Sousa, autor do bem sucedido “Prece de um Combatente”, volta a publicar um livro, que intitulou “Onde a Cegonha Poisou”, desta vez uma colectânea de contos em que, com teor autobiográfico, retrata, “de forma tão completa quanto possível, os aspectos, social, político, económico, cultural e religioso da sua terra natal, a aldeia de Folgares, no concelho de Vila Flor, divulgando, de forma bem vincada, os usos e costumes dos moradores da aldeia e arredores, incluindo os vocábulos utilizados na comunicação entre os locais no seu quotidiano. […] Em suma, toda a obra se resume como que a uma radiografia que o autor fez questão de evidenciar do país rural de então, hoje votado à desertificação e abandono.”

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Sinopse

O desenvolvimento da obra, de teor autobiográfico, como o próprio subtítulo sugere, tem como palco privilegiado o nordeste transmontano, particularmente a aldeia de Folgares, freguesia de Freixiel, concelho de Vila Flor, distrito de Bragança, onde nasceu o autor – daí deriva o título ONDE A CEGONHA POISOU.

Ao expor a sua biografia em forma de contos, faz, ao mesmo tempo, o retrato tão completo quanto possível dos aspectos, social, político, económico, cultural e religioso daquele recanto transmontano, dos anos cinquenta, sessenta e setenta do século passado, entre outras curiosidades, ao divulgar, de forma bem vincada, os usos e costumes dos moradores da aldeia e arredores, incluindo os vocábulos, assinalados nos textos em itálico e entre aspas, utilizados na comunicação entre os locais no seu quotidiano. Um glossário anexo a esta obra descodifica aquela linguagem.

O êxodo que levou as populações do interior a deslocarem-se para os grandes centros urbanos do litoral do país foi um fenómeno que também arrastou o autor a engrossar essa vaga migratória, a partir dos anos setenta do século passado.

Isso leva-o a exteriorizar, ao longo da sua escrita, sentimentos afectivos em relação à terra, à família, aos pais em especial, – a quem dedica o subtítulo deste livro, “Contos Autobiográficos do “meu Manuel”- e às gentes que o viram nascer e crescer.

Não perde a oportunidade de se referir a elas pelos seus próprios nomes, como figuras intervenientes no enredo dos seus contos, apresentando mesmo um inventário de todos os núcleos familiares, dispostos em quadros, a viverem na aldeia quando ele nasceu. Essa sublimação está bem patente no enlevo com que ele, estando ausente, escreve sobre essas suas raízes, também exaltadas, aqui e ali, em poemas, e até em desenhos.

Em suma, toda a obra se resume como que a uma radiografia que o autor fez questão de evidenciar do país rural de então, hoje votado à desertificação e abandono.

Pré-apresentação de “Desenvolver pessoas Lean numa Organização de Serviços”, de João Alves de Moura

João Alves de Moura, quadro superior da EDP, onde desempenhou já diversos cargos e funções, especializou-se em Gestão “Lean” e tem desenvolvido intensa atividade nesta temática, como Formador nas áreas em que tem trabalhado, sendo atualmente docente na Universidade EDP e na Escola da Distribuição. Decidiu agora compilar o seu vasto conhecimento desta metodologia de trabalho, propondo «um Modelo de Projeto de Implementação Lean, que assenta num “tempo” necessário para criar, numa empresa, condições que permitam ligar estreitamente Filosofia de Longo Prazo e Cultura Lean e em que proporciona às pessoas a desenvolver uma aprendizagem para a interiorização de novos hábitos».

Um livro de João Alves de Moura, disponível em breve. Encomende já (clique na imagem para antever ou adquirir o livro)

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Sinopse

Mais do que um mero exercício académico, o Modelo de Projeto de Implementação Lean que se preconiza assenta num “tempo” necessário para criar, numa empresa, condições que permitam ligar estreitamente Filosofia de Longo Prazo e Cultura Lean.

Utilizando as ferramentas de trabalho que a metodologia Lean propõe, suportada na aplicação de uma sistemática de resolução de problemas, a aplicação deste modelo assenta em lições aprendidas, que permitirão, à partida, um caminho mais fiável, mais alinhado e menos sujeito a erros.

A par da responsabilidade que a Gestão de Topo detém no sucesso da implementação de uma filosofia de melhoria contínua, assim, o sucesso deste Modelo assenta também no facto de se proporcionar às pessoas a desenvolver, uma aprendizagem para a interiorização de novos hábitos.

5 de Maio: Dia da Língua Portuguesa e da Cultura

«Esta data comemorativa foi instituída a 20 de Julho de 2009, por resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da organização, realizada na Cidade da Praia, Cabo Verde. Esta decisão fundamenta-se no facto de a língua portuguesa constituir, entre os povos da comunidade, “um vínculo histórico e um património comum resultantes de uma convivência multissecular que deve ser valorizada”.

Em diversas cidades do mundo onde o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP vai ser assinalado, as celebrações, que assumem expressões diversas, são organizadas conjuntamente pelas embaixadas e representantes dos países da CPLP aí presentes.»

(para saber mais clique na imagem)

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José Eduardo Agualusa na shortlist do Man Booker Internacional, com o livro “Teoria Geral do Esquecimento”

9789722049603«O escritor angolano José Eduardo Agualusa vai competir com Elena Ferrante ou Orhan Pamuk para o Man Booker Internacional, prémio literário britânico que consagra o que de melhor se faz na ficção a nível mundial. Acaba de passar para a shortlist. (…)» (in Público) Ler notícia completa aqui

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