Archive for the 'Novidades' Category



Gente de bem

A partir de Lisboa, um jovem engenheiro com um casamento em crise interroga-se sobre a utilidade da vida perante o vazio da sua existência. Reconhecendo em si a fabulosa alegria de viver e movido também pelo acaso que lhe proporciona um regresso à sua terra natal, onde se (re)descobre através de um vasto conjunto de valores por ele apreendidos, graças às pessoas com quem tem oportunidade de conviver, o amigo, a irmã…

Através do SitiodoLivro.pt, Sandro Cavaleiro auto-publica «Gente de bem», uma história simples, que de forma discreta (ou talvez não), nunca indo ao cerne das questões as aborda, deixa ao leitor a capacidade de pensar justamente como o protagonista, que cresce interiormente ao longo do enredo. O autor explora assim cenários literários ainda por descobrir e demasiado vastos para uma única obra… Um romance escrito para ‘Gente de Bem’!

Pôr-de-sóis

A violência doméstica é algo que a sociedade carrega no seu seio quase como uma doença incurável que vai tomando novos aspectos ao longo das épocas. Esta obra procura levar o leitor a entrar no mundo complexo dos sentimentos de uma jovem adolescente que se deixa arrebatar por um homem num amor cego e louco. Mas esse homem que, nas suas promessas lhe oferece a realização do seu sonho de amor, é o mesmo que a arrastará para infernos inauditos até a destruir completamente. Essa dor é o que leva a nossa personagem a dizer: “Um homem, mesmo o mais terrível ou o mais mesquinho, é sempre um homem! A mulher é o brinquedo do Diabo, quando ele quer!”

Fernanda Moreira

«Pôr-de-sóis», a segunda auto-publicação de Fernanda Moreira, assenta numa história de amor de uma mulher por um homem que lhe jura amor eterno… Mas rapidamente esse amor se transforma em algo negativo: desrespeito, maus tratos físicos e psicológico, entre outras formas de violência doméstica.

“Filho, não é um bicho, chama-se ESTATÍSTICA!”

“Tem números?
Então provoca dores de cabeça…
Este é ainda um estigma que se tem em relação à estatística provocado pela sua ligação à matemática. A verdade é que a estatística está presente no nosso dia-a-dia, pelo que é necessário desmistificar a sua realidade. Pretende-se com este livro dar uma visão mais prática desta disciplina.” (Paulo Ferreira)

“Filho, não é um bicho, chama-se Estatística” é a 3.ª “auto-publicação” didáctica que o autor Paulo Ferreira edita através do SitiodoLivro.pt. Uma abordagem que pretende desvendar e simplificar o mundo da Estatística e apoiar todos os que a consideram ‘um bicho’ a tirarem partido dos seus benefícios.

Salazar e os monárquicos: A tentativa restauracionista de 1951

“Desde os seus tempos de aluno de Direito em Coimbra que, segundo testemunhos idóneos, Salazar era considerado monárquico. Para isso, muito contribuiu também o facto de ter sido processado, em 1919, juntamente com outros professores, acusado de fazer propaganda monárquica nas suas aulas. Salazar, todavia, nunca afirmou publicamente que era monárquico e, em vários momentos da sua vida pública, considerou mesmo secundária a questão do modo de designação do chefe do Estado. Por motivos vários, grande parte dos monárquicos aderiu ao “Estado Novo” e alimentou a esperança de que o regime possibilitaria, em data futura e num condicionalismo favorável, a restauração da monarquia.”

(Carlos Guimarães da Cunha)

Recorrendo à “auto-publicação”, através do SitiodoLivro.pt , Carlos Guimarães da Cunha, licenciado em História e mestre em História Contemporânea, vem  oferecer-nos uma nova obra ensaística sobre a movimentação monárquica de 1951. O livro “Salazar e os monárquicos: A tentativa restauracionista de 1951” surge no mercado editorial com o intuito de explicar o que se passou com aquela movimentação e as circunstâncias em que a mesma ocorreu.

Tikitou e o Bicho-Papão

A aurora nasce na planície, o primeiro dia da Primavera estendeu o seu grande manto de verdura, de flores.

O sol, brilhante, anuncia o início dos dias quentes.

Sem mais demoras e impaciente, Tikitou parte ao encontro desta natureza tão generosa.

Mas, no caminho…

‘Tikitou e o Bicho-Papão’, no título original   ‘Tikitou et le Croquemitaine’ foi escrito por Patrice Lesueur e encontra-se agora disponível na língua portuguesa através de uma tradução de Alice da Fonseca A. G. Alexandre. Um livro infanto-juvenil, dos 4 aos 12 anos, que promete encantar todas as crianças com a sua simplicidade e alegria.

Acompanhe a primeira das muitas aventuras que o Tikitou vai ter, através do SitiodoLivro.pt.

‘Havia já longo tempo que tinha ganho medo à vida.

Medo de sonhar, medo de ser ela mesma.

Aquela sina de ser mulher!

Aquela desventura de ter nascido com aquele corpo frágil que não lhe permitia enfrentar o seu carrasco.

Aquele corpo sempre de tão fácil alcance para a brutalidade do homem!’

Escrita por Fernanda Moreira, ‘Lágrimas de Sal’ é uma auto-publicação, através do SitiodoLivro.pt, que aborda um tema pertinente e actual da nossa sociedade – a violência doméstica.

Uma obra dedicada a todas as mulheres que vivem, diariamente, este drama, a todas as mulheres que morreram vítimas de violência doméstica , a todas as mulheres que tiveram a coragem de voltar a ser MULHERES e a todas as que lutam pelo direito de ser respeitadas na sua dignidade de Mulher.

Viver é só viver

‘Só nós sabemos.

Que viver é só viver.

É um momento,

um momento que se perderá

nos triliões de momentos

que nos antecederam e

que nos procederão.’

Excerto da publicação

 ‘Viver é só viver’ 

 

Ilídio Anástácio auto-publica, através do SitiodoLivro.pt, uma obra que apresenta-se como uma genuína torrente de pensamentos soltos, incoerentes e irracionais. Diz o delírio do homem face à sua existência e perde-se no vislumbre de um eventual fio condutor entre a crença e a não crença, o desespero e a esperança, a animalidade e a humanidade. Recusando todo o maniqueísmo, espraia-se pelo universo da dúvida, dos sentimentos e da absoluta solidão, mas, acima de tudo, reivindica a nobreza do homem, a grandeza do seu vazio para além de toda a lógica. 

A ciência à procura de Deus

‘A Terra está doente. Nas suas veias corre um sangue contaminado de toxinas e o seu ventre inchado tenta vomitar, a contragosto, restos de uma digestão putrefacta e mal sucedida. O nosso ‘habitat planetário’, nossa pátria e mátria comum, sofre… Hoje, talvez nunca como dantes, este super-organismo vivo, Gaia, sofre de uma doença grave, que resulta da alteração do equilíbrio de relações entre todos os que nela habitam: o homem, os animais, as plantas, os minerais.’ (Vitor Coelho)

Através do SitiodoLivro.pt, Vitor Coelho lança a sua primeira auto-publicação. Uma obra em que o autor procura analisar o contributo da ecologia para uma nova noção do Ser Humano, da Natureza, do Cosmos, de Deus, da Ética, da Ecologia e da Espiritualidade. O autor apresenta uma ‘solução ético-eco-espiritual’ para o mundo contemporâneo, face à crise ecológica e espiritual que se atravessa, expondo, nomeadamente, a sua componente ética, ecológica, intelectual, holista e espiritual, bem como a sua concretização metodológica.

Eu, Invisual, Me Confesso

“Esta história não é trágica nem é cómica.

É apenas arrojada, cativante, extraordinária, longa, cheia, pesada, violenta, estranha, heróica e avassaladora.

É a história da vida de um invisual.

É uma história que merece ser contada.

Este livro foi escrito para a dar a conhecer.”

 

Adelina Velho da Palma

 

Adelina Velho da Palma publicou a sua primeira obra, uma colectânea de contos intitulada “Areias movediças e outras histórias de inquietação”, em 2005. Seguiram-se mais duas colectâneas de contos, “O gato das oito vidas” em 2006 e “A boa, a má e a vilã” em 2008.

“EU, INVISUAL, ME CONFESSO” é o seu primeiro romance, uma auto-publicação através do SitiodoLivro.pt, com a nossa chancela “Vírgula”. Uma narrativa baseada em factos verídicos, numa trilogia de que este é o primeiro volume.

Livros escolares no SitiodoLivro.pt

Também podem encomendar os manuais escolares adoptados e os respectivos auxiliares na nossa livraria online. Com toda a comodidade, sem saírem de casa e a já reconhecida atenção com que tratamos os nossos clientes. Pode-se pagar com cartão de crédito, pelo Multibanco, ou por transferência bancária. Damos 5% de desconto em todos os manuais e 10% nos restantes auxiliares.

Basta irem a http://www.sitiodolivro.pt/pt/livraria/, seleccionarem o ano e a disciplina curriculares em causa, à esquerda, no menu das temáticas, e clicar no(s) livro(s) escolhido(s). Não se esqueçam de proceder ao registo no nosso site, antes de iniciarem o processo de compra.

Se houver dúvidas, contactem-nos para encomendas@sitiodolivro.pt, ou pelo telefone 211 932 500.

Proclamação da República: de Lisboa a Oliveira do Bairro

«No início do século passado houve um grupo de homens que ousou defender os ideais republicanos e lutar pela construção uma sociedade civilista e laicizada, acreditando que o ensino e o positivismo científico seriam o fermento de um homem novo. Em Bustos e no concelho de Oliveira do Bairro, eles não eram a chamada arraia-miúda, pobre e analfabeta, mas sim distintos médicos, proprietários e comerciantes. Idealistas que chegaram a investir as suas poupanças na causa republicana e arriscaram a vida na defesa do novo regime.» Belino Costa

Belino Costa e Carlos Braga auto-publicam, através do SitiodoLivro.pt, uma obra dedicada à “Proclamação da República: de Lisboa a Oliveira do Bairro”, a qual inclui o original da “Illustração Portugueza de 17.09.1910”.

Sociedade da Informação, O Percurso Português

Anunciamos que passámos a comercializar em exclusivo o livro «Sociedade da Informação – O Percurso Português», uma obra referencial e substancial, publicada pela APDSI em 2007 para assinalar o 10.º aniversário da Sociedade da Informação em Portugal. Elaborada sob a coordenação de José Dias Coelho, presidente desta Associação e prefaciada por Jorge Sampaio, a obra agrega a colaboração de 48 personalidades de destaque nesta matéria e que produziram um total de quarenta artigos organizados em três áreas distintas: «A Sociedade da Informação no Mundo Actual», «O Percurso Português» e «Perspectivas da Sociedade da Informação».

Trata-se, sem dúvida, de um livro paradigmático, de grande alcance e plena actualidade, «em que se apresenta um quadro exaustivo dos vários aspectos, vertentes e dimensões em que se decompõe a sociedade de informação, bem como do conjunto de problemas e questões de fundo que esta suscita», tal como manifesta Jorge Sampaio no seu prefácio.

TROVISCAL REPUBLICANO: Banda excomungada, clero interdito (1922-1939)

“Corre o mês de Novembro de 1922 e Manuel, Bispo de Coimbra, decreta o interdito à música do Troviscal, filarmónica que assim se vê impedida de participar em festas e actos religiosos. E a proibição não se limita à banda, estende-se a cada um dos seus elementos, ainda que incorporados noutras filarmónicas. (…) Este é um notável episódio de solidariedade e resistência popular contra a intolerância e prepotência da Igreja. E é um marco, na longa e dura luta pela construção do Estado laico.”

Belino Costa

Escrito por Silas Granjo, com prefácio de António Pedro Oliveira, “Troviscal Republicano: banda excomungada, clero interdito (1922-1939)” é uma auto-publicação, através do SitiodoLivro.pt, sobre uma longa contenda entre uma população e a Igreja.

JOSÉ VITORINO PINTO SANTANA: Fotobiografia de um médico na segunda metade do século XX (Maria Olinda Rodrigues Santana)

José Vitorino Pinto Santana, natural do concelho de Penafiel, foi fadista de Coimbra, militar miliciano em Moçambique e médico no Porto. Porém, a faceta mais extraordinária da sua biografia é, sem dúvida, o desempenho profissional íntegro fundeado na rectidão, no desprendimento material, na benignidade para com os seus doentes. No Hospital de S. João, no Porto, ficou conhecido e é recordado como: “o médico dos pobres”.

Maria Olinda Rodrigues Santana é Professora Associada no Departamento de Letras da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Tem desenvolvido investigação na área da História da Língua Portuguesa e História Regional e Local, privilegiando a edição e o estudo lexical da documentação foraleira de Trás-os-Montes, assuntos sobre os quais editou várias obras. Através do Sítio do Livro editou a sua nova auto-publicação, a fotobiografia de José Vitorino Pinto Santana, onde se dá a conhecer a trajectória de vida de um médico portuense na segunda metade do século XX.

Conheça José Vitorino Pinto Santana, um notável modelo de valores como a idoneidade, a abnegação, a humanidade.

Filipe de Fiuza apresenta a sua nova obra poética “Angusti Folia”, 22 de Julho às 19h00, Livraria Dharma (Mem Martins)

“Angusti Folia” aparece na sequência da poesia diária do autor. O texto anda em volta de um diálogo de mundividências poéticas entre duas personagens incógnitas que se desconhecem mas encontram numa contextualização surrealmente romântica.

(…)
E és tu porque sabes ser-me
Assassinando tranquilamente o estro de bem
Ainda aí estás na ilusão esperável do depois
(…)

Entre a angústia da loucura e a folia da lucidez, no entremeio do exercício poético das palavras, são reveladas respostas do sonho, da vida e da existência de ambas as personagens. O sentido essencial do texto é a arte subtil das coisas porque é ela que origina a fuga das coisas para os acontecimentos do tempo e porque é afinal sempre possível a descoberta íntima do que são.

A nova obra “Angusti Folia” será apresentada um pouco por todo o país, porém o poeta escolheu realizar a primeira sessão de apresentação em Mem Martins por tributo à terra onde viveu durante vinte e quatro anos.

O autor nasceu em Sintra a 14 de Julho de 1983 onde passou grande parte da sua infância. É representante de Portugal na “UniVerse – a United Nations of Poetry” e integra o “Movimento Poetas do Mundo”. A sua primeira obra “Beliula” foi apresentada no 1º Encontro Literário de Sintra (2009) promovido pela Associação Cultural Alagamares. Em 2010, participou por intermédio do Sítio do Livro na 80ª Feira do Livro de Lisboa.

Apoio
Livraria DHARMA

A Solidão tem Fim

«Este livro foi escrito há quinze anos atrás. Sofri uma tempestade cerebral, durante uma época de tempestades climatéricas que deixavam meu centro de saúde em Itirapina às escuras e vazio de doentes. À luz de uma minúscula vela, as folhas de um antigo formulário em desuso foram inundadas de palavras que destilavam através da minha caneta. O manuscrito adormeceu no fundo de uma gaveta tão rápido como foi escrito. O tempo passou, uma miúda nasceu e atravessamos o oceano. (…) Reescrever o livro em português nativo, representou um reencontro com o falar dos meus avós, pais, tios e patrícios. Os personagens de “A Solidão Tem Fim” vivem em espaços do Brasil desconhecidos pela maioria dos brasileiros e apresentam costumes peculiares. A linguagem característica dessas regiões obrigou-me a referenciar algumas palavras, outras não são referenciadas, mas no contexto consegue-se perceber o sentido que têm. Espero que o leitor aprecie esta singela história.» Luiz Cruz

Escrito por Luiz Cruz, “A Solidão tem fim” é uma colcha de retalhos das vivências do autor. Uma auto-publicação, através do SitiodoLivro.pt, onde os personagens, abandonados pelas circunstâncias da vida, fazem da solidão um mote para um dia encontrarem o final do conto de fadas “e viveram felizes para sempre.”

João Sena

Acrescentámos ao nosso catálogo 3 interessantes livros, deste autor inesperado, a quem Joaquim Letria chamou “um oficial de Cavalaria que, depois de arrumar as botas altas, meteu esporas a um galope narrativo apaixonante” e escritos sob o pseudónimo Bernardino Louro, “um daqueles peregrinos portugueses que calcorrearam a Europa, a África e a Ásia, onde conheceu vidas e enriqueceu com experiências que soube guardar até as servir com um paladar único que o tempo valorizou, como acontece com os vinhos e as pipas de bom carvalho”.

O Caçador de Brumas, Por esta vida acima
(Abril 2006)

O Caçador de Brumas, Quando as Árvores Cresceram

(Novembro 2006)

Escritas na Areia
(Novembro 2009)

Exsurge Deus

Porque foi o Padre António Vieira julgado pela Inquisição?

Que pressões foram exercidas na Polónia?

O que se passou dentro da Igreja católica?

E em Portugal?

“Tudo começa na Polónia onde no início do séc. XVII surge um livro de autor anónimo de que consta um conjunto de orientações a que se diz que os Jesuítas devem secretamente obedecer a fim de que a Companhia de Jesus conquiste o Mundo. Passados alguns anos, em Portugal, aparece o Padre António Vieira a falar no Quinto Império, universal, totalizante, harmónico, onde cabem todas as raças e culturas, unidas num único reino cristão e católico espiritualmente unido pelo Papa e temporalmente pelo Rei de Portugal.”

Através do SitiodoLivro.pt, Henrique Salles da Fonseca auto-publica «Exsurge Deus», a sua segunda obra. Uma especulação histórica, em que se pretende que seja o leitor a descobrir onde começa a fantasia por ter acabado a realidade.

Nós (des)atados n’areia

“Este romance foi fruto da junção de manuscritos que fui coleccionando ao longo da vida e que por falta de tempo nunca pensei divulgar. Com o passar dos anos vamos mudando de ideias e considerei que tinha matéria para relatar não só a vida da minha época mas para que as gerações mais novas possam comparar vivências e hábitos em que hoje já quase ninguém se revê. Afinal só este ano se comemoram os 100 anos da República, e as mudanças que se deram em todos os campos (moral, tecnológico, ciência) alteraram por completo as nossas vidas que até a nós, nos custa a acreditar como se viveu sem telefone, televisão, automóvel, computador ou telemóvel. O que se fazia então, perguntarão os mais novos? (…) Procurei dar ao Leitor um texto simples que não canse nem dê demasiado que pensar mas possa chegar a todas as classes e faixas etárias. Nesta altura de começo de férias, sempre tão bem merecidas, será uma boa opção para relaxar, eliminar o stress e esquecer o trabalho durante umas horas. Falta acentuar que parti de alguns factos verídicos, romanceados e ficcionados, que fui juntando a outros puramente imaginados.”

Ana Francisca Saldanha

«Nós (des)atados n’areia», a primeira auto-publicação de Ana Francisca Saldanha, que relata, de uma forma simples, aventuras imaginárias, misturadas com a realidade vivida pela autora e que, como a autora sugere, poderá ser nostálgica para uns e reveladora para outros.

Arestas do círculo

 «Nesta folha virginal
 Que é pauta
 Desenho notas
 E melodia
 Que são palavras
 Secretas
 Minhas filhas
 Paridas
 Com toda a labuta
 De um parto
 E o que dele sucede.»

 Ana Ramos

 

A autora Ana Ramos aventura-se assim na sua primeira auto-publicação e através do SitiodoLivro.pt lança a sua primeira obra de poesia “Arestas do Círculo”.


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