João Sena

Acrescentámos ao nosso catálogo 3 interessantes livros, deste autor inesperado, a quem Joaquim Letria chamou “um oficial de Cavalaria que, depois de arrumar as botas altas, meteu esporas a um galope narrativo apaixonante” e escritos sob o pseudónimo Bernardino Louro, “um daqueles peregrinos portugueses que calcorrearam a Europa, a África e a Ásia, onde conheceu vidas e enriqueceu com experiências que soube guardar até as servir com um paladar único que o tempo valorizou, como acontece com os vinhos e as pipas de bom carvalho”.

O Caçador de Brumas, Por esta vida acima
(Abril 2006)

O Caçador de Brumas, Quando as Árvores Cresceram

(Novembro 2006)

Escritas na Areia
(Novembro 2009)

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3 Responses to “João Sena”


  1. 1 Fallin Fallun 06/07/2010 às 06:25

    Taí qdo., se lê uma resenha de bom escritor, desperta um interesse pela leitura da narrativa e do seu autor. É o que me ocorre neste instante ao ver título, capa do Caçador de Plumas e Escritas na Areia, porque ambos revira o baú imaginário do leitor que faz da sua vida e vivencia o lúdico das plumas, das areias colorindo tudo, desperta vontades de verificar todas as letrinhas que fizeram da autoria o desejo de divertir pessoas com olhos de encanto e sede do saber. Será assim o bernardino louro?pseudonicamente escrevendo? Desponta que conhecê-lo-ei.

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    • 2 joão sena 20/07/2010 às 10:54

      PEQUENA BIOGRAFIA DO JOÃO SENA

      Gostaria de vos apresentar o João Sena, mas seria estultícia da minha parte, tentar fazê-lo de modo formal, como se o João Sena não fosse já sobejamente conhecido dos camaradas aqui presentes e de longa data. Contudo, não deixarei de vos avivar a memória fazendo um curto e rápido “giro de horizonte” da sua pessoa e carreira militar antes de se ter dedicado de alma e coração à escrita e como ele próprio se intitula no seu blog «Oficial de Cavalaria, escritor e contador de histórias. Um homem do Fundão». È verdade, um homem do Fundão, onde nasceu a 26 de Junho de 1939 e que em Agosto de 1960 se apresentou na Escola Prática de Cavalaria (EPC) em Santarém, para frequentar o Curso de Oficiais Milicianos (COM). A partir daí uma vida intensa como operacional, em Alferes a Comandar um Pelotão de Polícia Militar, em Luanda; esteve como tenente no RC/GNR e mais tarde, em 1966, como Capitão, no Regimento de Cavalaria 3, em Estremoz, na formação da Companhia de Cavalaria 1537/BCAV 1883 com destino a Angola. Na RMA, esteve em Quicabo, na Op Quissonde e Op “Via Láctea” e, depois no Leste de Angola; foi mobilizado para outra comissão em Moçambique, somando as suas comissões em África dez (10) anos de campanha árdua, mas onde também ganhou experiência de vida nos contactos com o gentio de povos diversos.
      A Revolução e o famoso “Período Revolucionário em Curso” (PREC) trouxe-lhe dor, mágoa e pena forçando-o a uma ausência longa da sua terra, do seu país, só regressando a funções militares em 1981, com presença como Major no Centro de Instrução de Polícia do Exército (CIPE), em Portalegre, e depois com passagem pela Guarda Fiscal (GF) e mais tarde pela Guarda Nacional Republicana (GNR), tendo passado posteriormente à Reserva.
      Assim se percebe que só depois de uma carreira militar intensa e cheia de vivências, umas boas outras não tão boas, e talvez, mas não só, em consequência disso mesmo, o João Sena, de inteligência vivaz, memória extraordinária e absolutamente sanguíneo, se tenha visto interiormente confrontado a contar “estórias” e fê-lo com saber e arte, resultado da sua observação perspicaz, da cultura e vivacidade intelectual, aliada ao amadurecimento que a vida lhe deu e enriquecido com o contacto com outras vidas e outras gentes ao percorrer diversos lugares que o levaram pela Europa, África, Ásia e Américas, desde a China ao sul da Argentina.
      É esta agora, talvez, a outra face, a de escritor, aquela menos conhecida dos camaradas aqui presentes, apesar de já muito antes ter colaborado pontualmente em revistas, jornais militares e outros regionais sobre temas diversificados, em que ressaltam cartas e crónicas, em tempos de guerra, sobre situações e gentes, como referem as contra-capas, do excelente romance «O Caçador de Brumas», (dois volumes já publicados) que escreveu com o pseudónimo “Bernardino Louro”, e que aconselho veementemente a que também o leiam; porque são histórias contadas ao seu jeito, genuinamente beirão, que transfere sabiamente para as páginas dos seus livros.
      Por isso, aqui estamos nós, perante mais um seu produto literário «Escritas na Areia», cuja leitura, vos digo, é fascinante e não permite interrupções, lê-se de um folgo.
      Mais não digo…pelo muito que tenho para dizer, mas não lhes quero tirar o «prazer» da leitura de um livro irresistível.

      Luis Alfacinha de Brito
      Presidente da Associação de Lanceiros

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  2. 3 Fallin Fallun 06/07/2010 às 06:31

    Sugestivo é o título Sítio do Livro para armazenar escritos, informar informando, registrar documentando o giro lusitano às nações amigas o quanto o escritor e o livro tem para nos dedicar e disseminar conhecimentos nos diversificados mundo literário.

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