A Solidão tem Fim

«Este livro foi escrito há quinze anos atrás. Sofri uma tempestade cerebral, durante uma época de tempestades climatéricas que deixavam meu centro de saúde em Itirapina às escuras e vazio de doentes. À luz de uma minúscula vela, as folhas de um antigo formulário em desuso foram inundadas de palavras que destilavam através da minha caneta. O manuscrito adormeceu no fundo de uma gaveta tão rápido como foi escrito. O tempo passou, uma miúda nasceu e atravessamos o oceano. (…) Reescrever o livro em português nativo, representou um reencontro com o falar dos meus avós, pais, tios e patrícios. Os personagens de “A Solidão Tem Fim” vivem em espaços do Brasil desconhecidos pela maioria dos brasileiros e apresentam costumes peculiares. A linguagem característica dessas regiões obrigou-me a referenciar algumas palavras, outras não são referenciadas, mas no contexto consegue-se perceber o sentido que têm. Espero que o leitor aprecie esta singela história.» Luiz Cruz

Escrito por Luiz Cruz, “A Solidão tem fim” é uma colcha de retalhos das vivências do autor. Uma auto-publicação, através do SitiodoLivro.pt, onde os personagens, abandonados pelas circunstâncias da vida, fazem da solidão um mote para um dia encontrarem o final do conto de fadas “e viveram felizes para sempre.”

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2 Responses to “A Solidão tem Fim”


  1. 1 Fallin Fallun 07/07/2010 às 12:59

    Bom dia de sol porque é assim que neste momento me encontro ao referenciar essa leitura matinal de Solidão tem fim. Quantas anotações dentre dos 15 anos, afinal este é cabalístico, tem história, a denotação ímpar significa uma supremacia justa de vida, de amores, de contos e recontos, de pinceladas do que é, do adormecido est vivendi, que a narrativa descritiva torna público o que o escritor com estilo repassa com muita propriedade um conteúdo de lirismo, de prosa, de poesia, de cotidianos de vida, aguçando no leitor aquela sensação de que o livro narrativamente nos confidencia, nos preenche de realismo
    de romanico de que o AMOR é o único endereço onde a vontade, o desejo são caminhos que pernoitados podem conduzir a Todos a essência primordial de afetos.
    E assim concebido o LIVRO de capa, ilustração intimista, alegre e título também aguçadíssimos, sente-se que sentimentos
    nobres afloram abundantes um visual de convivas e prazeirosas leituras e de disseminadas conversas em bares, botequins, praças, restaurantes, saraus em tudo onde possa o homem sentir que AMAR é muito BOM.

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  2. 2 Luciana 12/07/2010 às 15:25

    Parabéns! Realmente a solidão tem, por mais distante uns dos outros, em algum momento o reencontro é inevitável. E que prazer te reencontrar e poder te dizer o quanto sou feliz por tua existência. Sucesso!!!!!!

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