Archive for the 'Notoriedades' Category



James Clavell

James Clavell

James Clavell

Dizia-se um inglês, meio irlandês e americano, nascido na Austrália, mas cidadão dos EUA e com residência, ora na Califórnia, ora em Londres.

Começou a escrever romances usando as suas experiências como prisioneiro de guerra e tornou-se precursor dos novos formatos dos best-sellers. Publicou diversas obras que contribuíram para o conhecimento da cultura oriental, com segredos até então nunca revelados, entre elas “Tai-Pan”, “Gai-Jin” e “Shogun”, sendo esta última talvez seja a mais importante e assim a mais conhecida.

Foi também realizador de cinema e fez filmes de grande repercussão como “O Ódio Que Gerou o Amor”, com Sidney Poitier.

Quando passam 17 anos da sua morte, relembramos James Clavell.

Bibliografia de James Clavell

Jennifer Egan

Jennifer Egan

Jennifer Egan

Publicou contos na revista The New Yorker, Harper’s, Zoetrope: All-Story, e Ploughshares, entre outros, e o seu jornalismo aparece com frequência no jornal The New York Times Magazine. É autora de uma coletânea de contos e quatro romances, entre os quais “Look at Me”, que foi finalista do National Book Award em 2001.

Venceu o prémio de melhor ficção do Pulitzer 2011 com o livro “A Visit From the Goon Squad”. O júri justificou a escolha, afirmando que se trata de “uma investigação inventiva sobre o crescer e o envelhecer na era digital, mostrando uma curiosidade generosa sobre as mudanças culturais a uma velocidade vertiginosa”.

Destacamos Jennifer Egan, no dia em que festeja o seu 49.º aniversário.

Bibliografia de Jennifer Egan

Joseph Roth

“Não existe nobreza sem generosidade, assim como não existe sede de vingança sem vulgaridade.”

Joseph Roth

Joseph Roth

De origem judaica, foi jornalista e escritor e revelou-se um grande cronista da República de Weimar, os tempos de crise que precederam a ascensão do nazismo na Alemanha.

Em 1932, publica a sua obra prima “Marcha de Radetzky”. Em 1933, fugindo ao nazismo, emigra para França e, a partir de então, a sua vida torna-se cada vez mais difícil, sente-se perdido no meio do caos e entrega-se ao álcool que o atrai para um abismo sem fundo, acabando por morrer em Paris, em 1939.

Relembramos Joseph Roth, no 117.º aniversário do seu nascimento.

Bibliografia de Joseph Roth

Jacinto do Prado Coelho

“Como é que por fora me podem ver diferente da minha verdade inalterável, tecido que sou de incompletude e esperança, de inquietude e ânsia de mais? Terei construído no subconsciente, para meu próprio uso, uma intemporal imagem utópica? Ou será na chamada utopia que a minha verdade mais autêntica se afirma, contra as ilusórias evidências em que os outros se fundamentam?”

Jacinto do Prado Coelho

Jacinto do Prado Coelho

Licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e aí exerceu, durante quarenta anos, a sua principal tarefa de Professor.

Estudou a obra de Camilo Castelo Branco, estudou Fernando Pessoa. Com pouco mais de 30 anos ascende a Professor Catedrático e já nessa altura a sua bibliografia se apresenta muito promissora no que à Literatura Portuguesa dizia respeito.

Pertenceu à Sociedade Portuguesa de Escritores, de que foi Presidente até ao seu encerramento em 1965; foi codirector, primeiro, e director, depois, da Revista “Colóquio/ Letras”, da Fundação Calouste Gulbenkian, membro de várias Academias como a Academia das Ciências de que foi presidente e vice-presidente, Academia Brasileira de Letras, a Real Academia Galega, e Sociedades como a Hispanic Society, a Associação Internacional de Críticos Literários de que foi vice-presidente.

Falamos de Jacinto do Prado Coelho no dia em que faria 91 anos.

Bibliografia de Jacinto do Prado Coelho

Mary Shelley

“A vida é obstinada e pisa-nos os calcanhares quando mais a odiamos.”

Mary Shelley

Mary Shelley

É considerada uma das fundadoras filósofas feministas e as feministas costumam citar tanto a sua vida e trabalho, como influências importantes.

Esposa do poeta inglês Percy B. Shelley, escreveu “Frankenstein” para participar num concurso de histórias de terror realizado na intimidade do castelo de Lord Byron. Mesmo competindo com grandes génios da literatura universal, escreveu uma das mais impressionantes histórias de horror de todos os tempos. Publicado em 1818, “Frankenstein” constituiu a primeira vez na história em que um monstro se origina, não de uma lenda ou mito, mas de uma criação humana.

Falamos de Mary Shelley, quando passam 214 anos do seu nascimento.

Bibliografia de Mary Shelley

Robertson Davies

“Um livro verdadeiramente bom deve ler-se na juventude, novamente quando adulto e ainda outra vez na velhice, tal como um edifício magnífico deve ser observado à luz do amanhecer, ao meio-dia e sob o luar.”

Robertson Davies

Robertson Davies

Considerado um dos “homens de letras” do seu país, o Canadá, é um dos seus mais conhecidos, populares e premiados escritores, como romancista, dramaturgo, jornalista e crítico. Foi ainda professor universitário de literatura, chegando mesmo a reitor do Massey College e ficou também famoso pelo seu humor e pela sua aversão à modernidade. Passam hoje 98 anos do seu nascimento.

Bibliografia de Robertson Davies

Ira Levin

Ira Levin

Ira Levin

Os seus best-sellers, os mais conhecidos sendo “Rosemary’s Baby” e “The Boys from Brazil”, foram convertidos ao cinema, com grande popularidade e o seu primeiro romance, “A Kiss Before Dying”, valeu-lhe, desde logo, o Prémio Edgar Allan Poe. Começou a sua carreira como guionista de televisão, mas foi também um dramaturgo de muito êxito na Broadway. Relembramos hoje este escritor norte-americano, quando faria 82 anos.

Bibliografia de Ira Levin

Alain Peyrefitte

“O subdesenvolvimento é a aliança entre o isolamento e o arcaísmo.”

Alain Peyrefitte

Alain Peyrefitte

Escritor, político activo e teórico, senador, diplomata e oito vezes ministro, foi eleito membro do Instituto e da Academia Francesa, ocupando a cadeira 11, pela sua extensa e valiosa bibliografia, onde se destacam, “Quand la Chine s’éveillera… le monde tremblera” e, mais recentemente, “La Société de confiance”. Licenciado em Direito e doutorado em Letras, presidiu, desde 1983, ao conselho editorial do Figaro, o mais poderoso diário francês.

Considerado um próximo do General De Gaulle, a 15 de dezembro de 1986 escapou com vida a um atentado contra si, quando seguia numa viatura armadilhada.

Destacamos Alain Peyrefitte, no dia em que faria 86 anos.

Bibliografia de Alain Peyrefitte

Howard Jacobson

«Nada é sagrado, tudo pode ser objecto de riso»

Howard Jacobson

Howard Jacobson

Considerado pela crítica como “o Philip Roth inglês”, por os seus romances se centrarem nas relações e comportamentos da sociedade judaica britânica, prefere, de forma irónica, ser conhecido como “Jane Austen judeu”.

Aos 68 anos, venceu o Booker Prize 2010, o mais importante prémio literário para obras na língua inglesa, com o livro “A Questão Finkler”, um romance sobre o amor, a perda e a amizade masculina, que fala também do que é ser judeu hoje em dia.

Falamos de Howard Jacobson, no dia em que celebra o seu 69.º aniversário.

Bibliografia de Howard Jacobson

Orson Scott Card

Orson Scott Card

Orson Scott Card

Passou dois anos como missionário da Igreja de Jesus Cristo e dos Santos dos Últimos Dias no Brasil e, de regresso, resolveu fundar uma companhia de teatro, que veio a fracassar ao fim de algum tempo, deixando-o numa situação financeira bastante precária.

Decidiu então começar a escrever com intuito comercial. “O Jogo Final”, o seu livro mais conhecido, foi primeiro publicado sob a forma de conto na revista de ficção científica “Analog”. Escreveu-o aos 16 anos, mas só o desenvolveu como romance em 1985.

“A Voz dos Mortos” é uma obra maior da ficção científica que lhe valeu dois prémios literários: Nebula (1986) e Hugo (1987).

No dia em que celebra o seu 60.º aniversário, destacamos Orson Scott Card.

Bibliografia de Orson Scott Card

A. H. de Oliveira Marques

A. H. de Oliveira Marques

A. H. de Oliveira Marques

Historiador e professor catedrático, participou, em 1962, na greve académica, ao lado dos estudantes, o que esteve na base do seu afastamento da Universidade Portuguesa. Em 1965, partiu para os Estados Unidos da América, leccionando como professor associado e catedrático nas universidades de Auburn, Flórida, Columbia, Minnesota e Chicago e percorrendo grande parte daquele país como conferencista.

Foi Director da Biblioteca Nacional de Lisboa e fundou o Centro de Estudos Históricos da UNL. Recebeu o doutoramento honoris causa pela Universidade de La Trobe, Melbourne, Austrália. Em 1998, foi condecorado pelo Presidente da República com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.

É hoje considerado um dos grandes especialistas em história da Idade Média Portuguesa, como mostra a sua notável produção na área. O número total das suas obras de tomo ultrapassa 60 volumes. Falamos de A. H. de Oliveira Marques, no dia em que faria 78 anos.

Bibliografia de A. H. de Oliveira Marques

Tibor Déry

“O amor não é apenas uma vantagem espiritual, mas também um fardo e, na mesma medida que anima na sua grandeza, também oprime.”

Tibor Déry

Tibor Déry

Escreveu diversas novelas e romances, além de guiões de filmes e séries para a televisão húngara e chegou mesmo a trabalhar como actor.

Membro do partido comunista do seu país durante anos, em 1953 foi expulso por causa das suas críticas às políticas cada vez mais repressivas. Apoiou o governo reformista de Imre Nagy e esteve preso durante 9 anos, tendo sido libertado, em 1960, graças à intervenção de escritores, como Alberto Moravia, Albert Camus, Sartre, E. M. Forster e Rebecca West.

“Niki. Egy kutya története” é considerada a sua obra-prima (“Niki, a história de um cão”), uma fábula em que critica a opressão e a repressão arbitrária na vida dos cidadãos movida pelo estalinismo húngaro.

Falamos de Tibor Déry, no 34.º aniversário da sua morte.

Bibliografia de Tibor Déry

Fagundes Varela

A Flor do Maracujá

«Pelas rosas, pelos lírios,
Pelas abelhas, sinhá,
Pelas notas mais chorosas
Do canto do sabiá,
Pelo cálice de angústias
Da flor do maracujá!

Pelo jasmim, pelo goivo,
Pelo agreste manacá,
Pelas gotas do sereno
Nas folhas de gravatá,
Pela coroa de espinhos
Da flor do maracujá!

Pelas tranças da mãe-d’água
Que junto da fonte está,
Pelos colibris que brincam
Nas alvas plumas do ubá,
Pelos cravos desenhados
Na flor do maracujá!

Pelas azuis borboletas
Que descem do Panamá,
Pelos tesouros ocultos
Nas minas do Sincorá,
Pelas chagas roxeadas
Da flor do maracujá!

Pelo mar, pelo deserto,
Pelas montanhas, sinhá!
Pelas florestas imensas
Que falam de Jeová!
Pela lança ensanguentada
Da flor do maracujá!

Por tudo o que o céu revela!
Por tudo o que a terra dá
Eu te juro que minh’alma
De tua alma escrava está!…
Guarda contigo esse emblema
Da flor do maracujá!

Não se enojem teus ouvidos
De tantas rimas em — a —
Mas ouve meus juramentos,
Meus cantos ouve, sinhá!
Te peço pelos mistérios
Da flor do maracujá!»

Publicado no livro Cantos meridionais (1869).

Fagundes Varela

Fagundes Varela

O poeta é o patrono da cadeira n.º 11 da Academia Brasileira de Letras. Depois das mortes trágicas do seu primeiro filho e da sua primeira mulher, passou a viver de forma angustiada, boémia e desregrada, o que havia de precipitar a sua morte, também prematura, aos 33 anos, vítima de apoplexia, mas também por determinar a sua obra literária.

A sua poesia marca a transição entre as 2.ª e 3.ª gerações do Romantismo Brasileiro, a ultrarromântica e a geração condoreira (nome proveniente do pássaro condor e que traduz grande expressividade, grandeza e a ideia de infinito) e aborda várias temáticas desse movimento, tais como a depressão, a melancolia byroniana, a religião, a morte, a beleza da natureza e a exaltação à pátria.

Falamos de Fagundes Varela, no 170.º aniversário do seu nascimento.

Bibliografia de Fagundes Varela

Haroldo de Campos

Haroldo de Campos

Haroldo de Campos

Formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo em 1952, no mesmo ano em que fundava, com Augusto de Campos e Décio Pignatari, o Grupo Noigandres, de poesia concretista.

Trabalhou como tradutor, crítico, teórico literário e professor. Em 1992 foi laureado com o Prémio Jabuti de Personalidade Literária do Ano e, em 1999, com o Prémio Jabuti de Poesia pelo seu livro “Crisantempo”.

A crença numa “crise no verso” levou-o ao experimentalismo, à busca de novas formas de estruturação e sintaxe, em curtos poemas-objecto, ou longos poemas em prosa.

“Transcriou” em português poemas de autores como Homero, Dante, Mallarmé, Goethe, Mayakovski, além de textos bíblicos, como o Gênesis e o Eclesiastes. Publicou, ainda, numerosos ensaios de teoria literária, entre eles “A Arte no Horizonte do Provável” (1969).

Falamos de Haroldo de Campos que faria hoje 82 anos.

Bibliografia de Haroldo de Campos

Stieg Larsson

Stieg Larsson

Stieg Larsson

Aos 50 anos, não sobreviveu a um ataque cardíaco, para poder assistir ao fenómeno mundial em que a sua obra, a “Trilogia Millennium”, se tornaria e cujo manuscrito havia entregado pouco tempo antes aos seus editores, o qual começara a escrever, 3 anos antes, para se divertir no pouco tempo livre de que dispunha.

Foi um dos mais influentes jornalistas e activistas políticos suecos e um dos maiores peritos mundiais no estudo de movimentos antidemocráticos, de extrema-direita e nazis e, por causa da sua luta pelos direitos humanos, recebeu várias ameaças de morte, tendo, à frente da revista Expo, que fundou, denunciado organizações neofascistas e racistas. Faria hoje 57 anos.

Bibliografia de Stieg Larsson

John Galsworthy

“Nunca captes um amigo, se tiveres medo de fazer dele um inimigo.”

John Galsworthy

John Galsworthy

Criador da famosa saga “A Família Forsyte”, um ciclo narrativo composto de cinco livros em que descreveu em detalhe a sociedade inglesa do final da “Era Vitoriana” e que foi adaptada a série televisiva de grande sucesso internacional, desistiu prematuramente da carreira de advocacia para se dedicar por inteiro à literatura, depois de ter travado amizade com o escritor Joseph Conrad.

Também dramaturgo famoso, foi um dos autores mais prolíficos do seu tempo, deixando uma obra que tinha como tema principal a decadência da alta sociedade inglesa nas primeiras décadas do século XX e que lhe valeu o Prémio Nobel da Literatura de 1932, tendo a Academia Sueca enaltecido a sua “distinguida arte da narração”. Cumpre-se hoje o 144.º aniversário do seu nascimento.

Bibliografia de John Galsworthy

Carmen Posadas

Carmen Posadas

Carmen Posadas

Uruguaia de nascimento, ainda que viva em Madrid desde 1965, começou a sua carreira de escritora aos 25 anos, a redigir livros infanto-juvenis, para ocupar o tempo livre de que dispunha, ao ter decidido abandonar os estudos para se dedicar por inteiro ao papel de Mãe, que assumiu ainda muito jovem. Só mais tarde venceu o complexo que tinha em redigir livros para adultos e o preconceito social contrário em que vivia, por ser casada com um conhecido empresário e banqueiro espanhol, e o seu primeiro romance, “Cinco moscas azules”, de 1996, desde logo a consagrou como autora de sucesso, entre leitores e críticos.

Com uma carreira de mais de 30 anos, é autora de ensaios, guiões para o cinema e a televisão, livros juvenis e vários romances, de entre os quais, “Pequeñas infamias”, com que ganhou o Prémio Planeta, em 1998. Os seus livros encontram-se traduzidos para 21 idiomas e foram publicados em mais de quarenta países. Em 2002, a revista Newsweek considerou-a como «uma das autoras latino-americanas mais destacadas da sua geração». Destacamos esta escritora no dia em cumpre 58 anos.

Bibliografia de Carmen Posadas

Dennis Lehane

Dennis Lehane

Dennis Lehane

«Os ásperos thrillers psicológicos de Lehane gravaram a sua marca distintiva no mapa da literatura policial contemporânea… Um dos mais electrificantes escritores neste género.» (Guardian)

Escreveu vários romances, dos quais o que mais se destacou foi “Mystic River”, finalista do prémio PEN/Winship e vencedor do Anthony Award e do Barry Award para o melhor romance policial, assim como do Massachusetts Book Award, na área da ficção. Foi adaptado ao cinema por Clint Eastwood com um enorme sucesso.

Também “Gone, Baby, Gone” foi adaptado ao cinema pela mão do actor norte-americano e vencedor de um Óscar da Academia, Ben Affleck, enquanto “Shutter Island” chegou ao grande ecrã por Martin Scorcese, sendo protagonizado por Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo, Ben Kingsley e Max Von Sydow.

Considerado um dos mestres da literatura policial contemporânea, já foi comparado aos grandes clássicos do romance policial, como Dashiell Hammett e Raymond Chandler. Falamos de Dennis Lehane, no dia em que festeja o seu 46.º aniversário.

Bibliografia de Dennis Lehane

Alexandre Pinheiro Torres

Alexandre Pinheiro Torres

Alexandre Pinheiro Torres

Formado em Letras pela Universidade de Coimbra, onde conviveu com o grupo de poetas que seriam coligidos em Novo Cancioneiro, foi professor do ensino secundário até ser obrigado a exilar-se, primeiro no Brasil e, depois, em Inglaterra, onde permaneceu até ao final da sua vida.

Professor universitário em Inglaterra, criou na Universidade de Cardiff, em 1970, a cadeira de Literatura Africana de Expressão Portuguesa e fundou o Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros.

Tradutor de Hemingway e D. H. Lawrence, foi um dos doutrinários do movimento neorrealista, reflectindo sobre o seu alcance e história e editando criticamente alguns dos seus textos fundamentais, como o “Novo Cancioneiro”. (fonte: Infopédia)

Foi distinguido com vários prémios nas áreas da poesia e do ensaio, dos quais se destacam, o Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio de Ensaio Jorge de Sena da Associação de Escritores e o Prémio de Ensaio Ruy Belo. Foi eleito membro da Academia Maranhense de Letras de São Luís do Maranhão, no Brasil e recebeu ainda o título de Cidadão Honorário de São Tomé e Príncipe.

Quando passam 12 anos da sua morte, recordamos Alexandre Pinheiro Torres.

Bibliografia de Alexandre Pinheiro Torres

Isabel Allende

“A vida é puro ruído entre dois silêncios abismais. Silêncio antes de nascer, silêncio após a morte.”

Isabel Allende

Isabel Allende

Trabalhou como jornalista em revistas femininas e na televisão antes de se iniciar na escrita. Foi colaboradora da FAO (Food and Agriculture Organization, órgão das Nações Unidas) em Santiago do Chile.

Atribui o seu êxito como escritora ao célebre poeta chileno Pablo Neruda, que no inverno de 1973 aconselhou-a a abandonar o seu trabalho como jornalista para se dedicar à escrita.

O seu primeiro romance, “A Casa dos Espíritos” (de 1982, adaptado ao cinema em 1993), foi bem recebido pela crítica, e colocou o seu nome na tradição literária do realismo mágico de Gabriel García Márquez.

É considerada a mais famosa romancista contemporânea da América Latina. Falamos, é claro, de Isabel Allende, no dia em que celebra o seu 69.º aniversário.

Bibliografia de Isabel Allende


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