Arquivo de Novembro, 2011



Fiódor Dostoiévski

“A melhor definição que posso dar de um homem é a de um ser que se habitua a tudo.”

Fiódor Dostoiévski

Fiódor Dostoiévski

Estreou-se na literatura com “Gente pobre”, em 1844. Após ser preso e condenado à morte pelo regime czarista em 1849, teve a sua pena comutada para quatro anos de trabalhos forçados na Sibéria, experiência retratada em “Recordações da casa dos mortos” (1861).

Em 1859 e nos vinte anos seguintes, escreveu seis longos romances, entre os quais as suas obras-primas, “Crime e castigo” (1866), “O Idiota” (1869) e “Os irmãos Karamazov” (1879).

Foi um dos maiores romancistas de todos os tempos. Morre a 28 de janeiro de 1881, vítima de uma hemorragia, tinha 60 anos.

Destacamos Fiódor Dostoiévski, quando passam 190 anos do seu nascimento.

Bibliografia de Fiódor Dostoiévski

“Back in Time” By LANDKA (iPad app trailer HD)

O campeão de vendas de livros para iPad nos Estados Unidos, Reino Unido, Portugal e em mais 26 países. Desenvolvido por uma empresa portuguesa, consiste numa viagem interactiva e multimédia ao longo dos momentos decisivos na História da Humanidade, da Vida e do próprio Universo. Merece a pena ver o trailer.

“Acabou-se a Festa”, de Pedro Cosme Vieira

“Um livro directo, corajoso que ninguém quis prefaciar! Pedro Cosme Vieira, professor de carreira na Faculdade de Economia da Universidade do Porto, faz uma análise descomprometida e arrojada do estado caótico das finanças e da economia portuguesas, […] num tom irónico, muito próprio do autor, que surpreende pelo carácter inédito no discurso de um professor universitário sobre temas complexos e não raras vezes apresentados de forma asséptica, livre de emoções, de propostas concretas e contracorrente.” Recém editado pela Vogais e já disponível na nossa livraria online:

Acabou-se a Festa
Soluções Ousadas para Reerguer Portugal
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/acabou-se-a-festa/9789896681333/

9789896681333

Sinopse
Portugal chegou a um beco sem saída. As nossas finanças e a economia enfrentam uma crise profunda, por todos reconhecida, cuja origem tem razões complexas e muitos responsáveis. É urgente clarificar a origem dos problemas e definir as reformas e medidas necessárias. É esta lacuna que Acabou-se a Festa: Soluções Ousadas para Reerguer Portugal vem colmatar. Na primeira parte, Pedro Cosme Vieira faz um diagnóstico transversal e detalhado dos obstáculos económicos e financeiros que Portugal enfrenta. Na segunda, num estilo sem pruridos nem concessões, o autor apresenta as soluções arrojadas, mas inevitáveis, para que Portugal afaste definitivamente a crise.

Book Trailer

Assírio & Alvim, a fazer bons livros, desde 10 de Novembro de 1972

Pelos seus 39 anos de permanente juventude, os nossos efusivos parabéns à Assírio & Alvim, exemplo de perseverança, carácter e inconformismo.

DESDE 10 DE NOVEMBRO DE 1972

“Vidas Sem Defesa”, de Gonçalo Amaral

‎”Uma obra em relação à qual ninguém pode ficar indiferente. A sua leitura, obrigatória, quer para leigos, quer para técnicos, constituirá um importante alerta para um dos maiores flagelos da actualidade: desaparecimento, rapto e abuso de crianças.” Editado pela Planeta Manuscrito, a ser lançado amanhã em Lisboa e já disponível na nossa livraria online:

Vidas Sem Defesa
Desaparecimento, rapto e abuso de crianças em Portugal
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/vidas-sem-defesa/9789896572471/

9789896572471
Sinopse
Vidas sem Defesa surge como um grito de revolta de quem se preocupa com a defesa das crianças e um hino de homenagem àquelas que, de uma maneira ou de outra, não tiveram quem as protegesse. É uma obra em relação à qual ninguém pode ficar indiferente. A sua leitura, obrigatória, quer para leigos quer para técnicos, constituirá um importante alerta para um dos maiores flagelos da actualidade: desaparecimento, rapto e abuso de crianças.

Holly Black

Holly Black

Holly Black

É a autora que mais livros de fantasia para crianças e adolescentes vende.

O seu primeiro livro “Tithe: Um Conto de fadas Moderno”, publicado em 2002, foi descrito como “sombrio, cheio de ‘suspense’, maravilhosamente escrito e de leitura compulsiva”. As suas obras foram aclamadas pela crítica de prestigiadas publicações, como a Publisher’s Weekly, a Time Magazine, ou o New York Times, onde passaram várias semanas na sua lista de best-sellers.

Até à data, os seus livros foram traduzidos em 32 línguas. “As Crónicas de Spiderwick” foram adaptadas ao cinema pela Paramount Pictures em conjunto com a Nickelodeon Films, em 2008, com Freddie Highmore e Sarah Bolger nos principais papéis.

Destacamos Holly Black, que festeja hoje o seu 40.º aniversário.

Bibliografia de Holly Black

Cecília Meireles

«Tu tens um medo:
Acabar.
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo o dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.

E então serás eterno.»

Cecília Meireles

Cecília Meireles

Foi poeta, professora, jornalista e cronista. A sua formação como professora e interesse pela educação levou-a a fundar a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro, e do Brasil, no ano de 1934.

Com o livro “Viagem” ganhou o Prémio de Poesia da Academia Brasileira de Letras. Em 1993, foi-lhe atribuído o Prémio Camões. É considerada por muitos como uma das maiores poetisas da Língua Portuguesa.

Recordamos Cecília Meireles, quando passam 47 anos da sua morte.

Bibliografia de Cecília Meireles

Lawrence Durrell

“Procuramos preencher o vazio da nossa individualidade e por um breve momento desfrutamos da ilusão de estar completos. Mas é só uma ilusão. O amor une e depois divide.”

Lawrence Durrell

Lawrence Durrell

Foi assessor do governo britânico, correspondente internacional e diplomata. O seu livro “The Black Book” foi elogiado por T. S. Eliot como “o primeiro trabalho de um novo escritor inglês que me dá alguma esperança quanto ao futuro da prosa de ficção”.

Foi nomeado para a embaixada do Chipre (1953), no Mediterrâneo, onde escreveu a maioria dos seus romances. Foi casado quatro vezes. Após sofrer uma trombose, morreu vitima de efisema, em Sommières.

Falamos de Lawrence Durrell, quando passam 11 anos da sua morte.

Bibliografia de Lawrence Durrell

“O Mundo de Soma Zero”, de Gideon Rachman

Neste livro, Gideon Rachman define os termos de um novo debate e mostra claramente que ao optimismo decorrente do colapso da União Soviética, sucedeu, no rescaldo da grande crise financeira, uma profunda ansiedade. O autor sustenta que a política internacional se tornou muito mais perigosa e volátil e explica o que se pode fazer para contrariar esta lógica debilitante de um mundo soma zero.

Acabado de ser editado em Portugal pela Quetzal e já disponível na nossa livraria online:

O Mundo de Soma Zero
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-mundo-de-soma-zero/9789725649794/

9789725649794
Sinopse

Durante os últimos trinta anos, todas as grandes potências mundiais aderiram à globalização. Mas a crise económica que atingiu o mundo em 2008 alterou drasticamente a lógica das relações internacionais. O benefício da globalização para essas grandes potências já não é tão evidente. Os Estados Unidos e a União Europeia enfrentam dificuldades cada vez maiores que decorrem da ascensão política e económica da China e de outras economias emergentes. O mundo também se debate com um conjunto de problemas verdadeiramente globais que vão das alterações climáticas à proliferação do nuclear – questões que estão a causar rivalidades e divisões entre os países. Após um longo período de cooperação internacional, o conflito está de regresso à política global. O mundo de sucesso mútuo está a dar lugar ao mundo de soma zero.

Michael Cunningham

Michael Cunningham

Michael Cunningham

Consagrou-se famoso com o romance “The Hours”, mas, desde muito jovem, decidira ser escritor, ao ler “Mrs. Dalloway”, de Virginia Woolf, autora que inspiraria a sua carreira e, em especial, aquele romance, que lhe valeu, em 1999, dois prémios maiores, o Pulitzer de Ficção e o PEN/Faulkner e foi posteriormente adaptado para o cinema pelo realizador Stephen Daldry, tendo como actrizes principais Julianne Moore, Meryl Streep e Nicole Kidman. Tinha já sido distinguido, em 1989, com o Prémio Best American Short Stories, pela sua história “White Angel”, que publicara junto com outros contos, em diversas publicações como The New Yorker, The Paris Review ou a Atlantic Monthly e com que se iniciou na vida literária.

A sua homosexualidade assumida reflecte-se em toda a sua obra e marcou em especial outro dos seus aclamados livros, “A Home At The End Of The World”, também convertido ao cinema. Em entrevista recente ao jornal i, dizia “[…] uma história é sempre sobre pessoas que querem qualquer coisa que não têm, sobre desejo e frustração: Anna Karenina, Emma Bovary, Cinderela. Enquanto contador de histórias sou atraído por situações difíceis. Suspeito das pessoas que são tão felizes quanto poderiam ser. E também as invejo. Mas não são material para romances.”
(http://www1.ionline.pt/conteudo/109209-muitos-heterossexuais-tem-paixoes-pessoas-do-mesmo-sexo).

Afirma-se fascinado pelo mundo da arte, mas confessa-se um pintor frustrado e já se estreou também como guionista e produtor cinematográfico. Destacámos este autor norte-americano, no dia em que perfaz 59 anos de idade.

Bibliografia de Michael Cunningham

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10 passos para nos tornarmos os melhores na autopublicação

Recomendamos vivamente este artigo e cá estamos para apoiar no que for preciso para bem publicar um livro.

«Escrever um bom livro, trabalhar muito, ou fazer a nossa própria pesquisa são apenas alguns conselhos para quem faz uso do sistema de autopublicação. Ver aqui

(via Booktailors – Consultores Editoriais)

Se quiser saber mais, como publicar um livro, veja em Quer publicar um livro?, ou consulte-nos para publicar@sitiodolivro.pt

Gilles Deleuze

“São os organismos que morrem, não a vida.”

Gilles Deleuze

Gilles Deleuze

Foi contemporâneo e amigo de Michel Foucault. O seu grande contributo para a filosofia reside, em grande parte, na vasta quantidade de estudos dedicados à sua história. Na sua opinião, a filosofia, tal como qualquer outra disciplina, possuí uma função específica: criar conceitos. São os conceitos que impedem que o pensamento seja confundido com “uma simples opinião”.

Em 1987, conheceu Féliz Guattari, com quem escreveu um conjunto de livros influentes, nomeadamente “Anti-Édipo – Capitalismo e Esquizofrenia” (1972). Durante os anos 80, escreveu também uma série de livros sobre cinema e pintura.

Morreu a 4 de novembro de 1995. A sua morte ainda não está bem esclarecida. Existem duas versões: uma que alega que o autor se terá suicidado, depois de lhe ter sido diagnosticado um cancro terminal; a outra diz que sofria de tuberculose desde a juventude, período em que os tratamentos disponíveis não eram eficazes, o que, nos últimos anos da sua vida, acabou evoluindo para uma forma grave de insuficiência respiratória.

Recordamos Gilles Deleuze, quando passam 16 anos da sua morte.

Bibliografia de Gilles Deleuze

Uma Biblioteca sem livros continua a ser uma Biblioteca?

Tim Newcomb, da TIME U.S. coloca pertinentemente a questão a propósito da recente abertura, na Universidade de Drexel, da Library Learning Terrace, onde apenas existem filas de computadores, com muitos assentos, que dão acesso aos 170 milhões de itens electrónicos desta Universidade de Philadelphia. A sua reitora, Danuta Nitecki, reitera, em abono do conceito que, “não contemos apenas livros, contemos conhecimento”. A controvérsia estabeleceu-se e, noutras bibliotecas, movimentos análogos têm ocorrido. Ainda na era do advento dos e-books, quem pode antever o futuro dos livros? (v. TIME.com, ler artigo, em inglês)

The bookless library at Drexel University in Philadelphia

Gonçalves Dias

Como eu te amo

«Como se ama o silêncio, a luz, o aroma,
O orvalho numa flor, nos céus a estrela,
No largo mar a sombra de uma vela,
Que lá na extrema do horizonte assoma;

Como se ama o clarão da branca lua,
Da noite na mudez os sons da flauta,
As canções saudosíssimas do nauta,
Quando em mole vaivém a nau flutua,

Como se ama das aves o gemido,
Da noite as sombras e do dia as cores,
Um céu com luzes, um jardim com flores,
Um canto quase em lágrimas sumido;

Como se ama o crepúsculo da aurora,
A mansa viração que o bosque ondeia,
O sussurro da fonte que serpeia,
Uma imagem risonha e sedutora;

Como se ama o calor e a luz querida,
A harmonia, o frescor, os sons, os céus,
Silêncio, e cores, e perfume, e vida,
Os pais e a pátria e a virtude e a Deus:

Assim eu te amo, assim; mais do que podem
Dizer-to os lábios meus, — mais do que vale
Cantar a voz do trovador cansada:
O que é belo, o que é justo, santo e grande
Amo em ti. — Por tudo quanto sofro,
Por quanto já sofri, por quanto ainda
Me resta de sofrer, por tudo eu te amo.
O que espero, cobiço, almejo, ou temo
De ti, só de ti pende: oh! nunca saibas
Com quanto amor eu te amo, e de que fonte
Tão terna, quanto amarga o vou nutrindo!
Esta oculta paixão, que mal suspeitas,
Que não vês, não supões, nem te eu revelo,
Só pode no silêncio achar consolo,
Na dor aumento, intérprete nas lágrimas»

Gonçalves Dias

Gonçalves Dias

Estudou Direito em Coimbra e aí conheceu alguns escritores com quem estabeleceu relações importantes para a sua formação intelectual como poeta. Foi, com Gonçalves Magalhães, introdutor do Romantismo no Brasil. Na sua obra aborda temas como o amor, a saudade e a melancolia. Compôs ainda poesia sobre a natureza e religião.

Escreveu, em 1843, a “Canção do Exílio”, uma das mais conhecidas poesias em língua portuguesa.

Faleceu, única vítima do naufrágio do navio “Ville de Boulogne”, que tinha partido do Havre em direcção ao Brasil e que naufragou próximo do Maranhão. Salvaram-se todos a bordo, menos o poeta, que, já moribundo, ficou esquecido no seu leito. Quando passam 147 anos da sua morte, relembramos Gonçalves Dias.

Bibliografia de Gonçalves Dias

Portugueses estão a comprar menos livros

A análise estatística do mercado livreiro, revelada pela GfK, no I Congresso do Livro, realizado pela APEL, há dias, nos Açores. A dar que pensar…!

«No primeiro semestre de 2011 os portugueses compraram menos livros do que no mesmo período de 2010. A descida no consumo foi de 3% e é bem menor do que aconteceu em outras áreas como a electrónica de consumo (menos 13%), o entretenimento (menos 13%), ou a informática (menos 8%).

[…] Num país onde se editam 55 livros por dia (este número refere-se ao ano passado), compramos mais livros em Julho, para ler nas férias, e durante o período que antecede o Natal. Em Outubro, também há um pico de compra de material de apoio escolar (dicionários, gramáticas, etc).

[…] Em 2008, só um título vendeu mais de 100 mil exemplares e em 2009 e 2010 isso não aconteceu a nenhuma obra publicada em Portugal. Em 2008, dois títulos venderam mais de 50 mil exemplares e no ano anterior, doze títulos ultrapassaram a barreira da venda de mais de 50 mil exemplares. O ano passado só seis obras publicadas em Portugal ultrapassaram as vendas de 50 mil unidades.»

(por Por Isabel Coutinho, in Público, ler artigo completo)

Num país onde se editam 55 livros por dia, compramos mais livros em Julho, para ler nas férias, e durante o período que antecede o Natal (David Clifford)

Jorge de Sena

Quem a tem…

Não hei-de morrer sem saber
Qual a cor da liberdade.
Eu não posso senão ser
Desta terra em que nasci.
Embora ao mundo pertença

E sempre a verdade vença,
Qual será ser livre aqui,
Não hei-de morrer sem saber.
Trocaram tudo em maldade,
É quase um crime viver.

Mas embora escondam tudo
E me queiram cego e mudo,
Não hei-de morrer sem saber
Qual a cor da liberdade.

Jorge de Sena

Jorge de Sena

Poeta, ficcionista, dramaturgo e ensaísta, natural de Lisboa e naturalizado brasileiro, em 1963, é autor de uma obra marcada, sobretudo, pela reflexão humanista acerca da liberdade do Homem.

Durante os seus estudos universitários, publicou, sob o pseudónimo Teles de Abreu, as suas primeiras composições poéticas em periódicos como “Presença” e travou conhecimento com o grupo de poetas que viria a reunir-se em torno de “Cadernos de Poesia”, convivendo, entre outros, com José Blanc de Portugal, Ruy Cinatti, Alberto Serpa e Casais Monteiro.

A sua obra ocupa uma posição singular na literatura contemporânea nacional e internacional, enquanto mediadora de uma história literária e cultural.

Considerado um dos grandes poetas de língua portuguesa e uma das figuras centrais da cultura do nosso século XX, relembramos Jorge de Sena, no dia em que faria 92 anos.

Bibliografia de Jorge de Sena

O presente e o futuro das livrarias

Com o devido agradecimento, partilhamos aqui a intervenção, no Congresso do Livro, de Jaime Bulhosa, da livraria “Pó dos Livros“, que, pela sua lucidez e acuidade, merece sem dúvida atenção e reflexão, mesmo que se possa divergir ou discordar da opinião nela expressa. Um tema sem dúvida controverso e actual, para quem gosta e precisa de livros.

«Antes de avançar para o tema específico deste texto, desejaria abrir um parêntesis, fazer uma breve distinção entre o que é uma livraria propriamente dita e o que é, por oposição, um espaço comercial que também vende livros.

As diferenças e desigualdades entre uma e outra são muitas e não importa aqui analisá-las topas em pormenor – elas são óbvias. Diria, de uma forma simples, que a principal diferença estará, provavelmente, na presença de um livreiro ou, pelo contrário, de um mero vendedor de livros…»

(in O BLOGUE DO ENCONTRO LIVREIRO, ler resto do artigo)

Lisboa e o Terramoto de 1755

No dia do 256.º aniversário do grande Terramoto de Lisboa, recordamos alguns bons livros que historiam o terrível evento ou que o têm como enquadramento ficcional.

Veja-os na nossa livraria, clicando abaixo, sobre os títulos dos livros.

A Baixa Pombalina
A Jesuíta de Lisboa
A Vida Quotidiana em Portugal ao Tempo do Terramoto
Memórias de uma Cidade Destruída
O Dia do Terramoto
O Marquês de Pombal
O Pequeno Livro do Grande Terramoto
O Profeta do Castigo Divino
O Terramoto de Lisboa e a Invenção do Mundo
Quando Lisboa Tremeu


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