Arquivo de Julho, 2010



Aldous Huxley

«As particularidades, como todos sabem, são favoráveis à virtude e à felicidade; as generalidades é que são, intelectualmente, males necessários. A espinha dorsal da sociedade não é composta de filósofos, mas de serradores de enfeites e de coleccionadores de selos.»

Aldous Huxley

Renuncia à carreira de medicina e consagra-se à literatura. Ao longo da sua vida, tem épocas de visão e cegueira intermitentes. Escreve poemas na sua juventude e, posteriormente, romances e ensaios. Ficou famoso com a sua obra ”Admirável Mundo Novo” onde, «através de uma sombria ficção científica, o escritor estabeleceu uma visão pessimista de uma futura sociedade tecnológica». No 116.º aniversário do seu nascimento, relembramos Aldous Huxley.

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Elias Canetti

“O sucesso só ouve o aplauso. Para tudo o resto é surdo.”

Elias Canetti

Citamos hoje, no 105.º aniversário do seu nascimento, o Prémio Nobel da Literatura de 1981, Elias Canetti, um escritor com origem búlgara, de língua alemã e naturalizado inglês. Viveu sucessivamente na Bulgária, na Áustria, na Suíça, na Alemanha, em França, Inglaterra e, finalmente, novamente na Suíça.

Segundo o seu biógrafo, Sven Hanuschek, “Elias Canetti voltava-se com veemência contra ‘todo o tipo de especialização’. Uma posição compreensível, considerando que, apenas nos seus primeiros 16 anos de vida, Canetti aprendeu quatro idiomas e teve contacto com mais seis línguas e universos culturais. Para depois se transformar num escritor cuja obra dificilmente se enquadra em géneros. Canetti é, provavelmente, o autor do século XX que mais reflectiu”.

A sua auto-autobiografia consiste numa trilogia composta por mil páginas, já publicada e num espólio dez vezes maior que vem sendo aberto, por determinação do próprio autor, com o passar dos anos.

Alexandre Dumas

“Suprimir a distância é aumentar a duração do tempo. A partir de agora, não viveremos mais; viveremos apenas mais depressa.”

Alexandre Dumas

Recordamos hoje, no 208.º aniversário do seu nascimento, o autor de obras de todos conhecidas, como sejam “Os 3 Mosqueteiros”, “O Conde de Monte Cristo”, ou “O Homem da Máscara de Ferro” e tantas vezes republicadas ou protagonizadas no cinema. Porventura, a sua mais célebre frase, eternamente repetida, será “Todos por um e um para todos.” Hábil para intuir os gostos e preferências do grande público, Alexandre Dumas, homem de fraca cultura, mas de grande imaginação e vitalidade, escreveu rodeado de colaboradores a quem ditou as directrizes das suas obras. Apesar do relativo valor literário dos seus romances, o seu estilo dinâmico e pitoresco e a riqueza dos seus enredos e das suas aventuras conseguem criar um clima de ansiedade que os torna extremamente atractivos.

JOSÉ VITORINO PINTO SANTANA: Fotobiografia de um médico na segunda metade do século XX (Maria Olinda Rodrigues Santana)

José Vitorino Pinto Santana, natural do concelho de Penafiel, foi fadista de Coimbra, militar miliciano em Moçambique e médico no Porto. Porém, a faceta mais extraordinária da sua biografia é, sem dúvida, o desempenho profissional íntegro fundeado na rectidão, no desprendimento material, na benignidade para com os seus doentes. No Hospital de S. João, no Porto, ficou conhecido e é recordado como: “o médico dos pobres”.

Maria Olinda Rodrigues Santana é Professora Associada no Departamento de Letras da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Tem desenvolvido investigação na área da História da Língua Portuguesa e História Regional e Local, privilegiando a edição e o estudo lexical da documentação foraleira de Trás-os-Montes, assuntos sobre os quais editou várias obras. Através do Sítio do Livro editou a sua nova auto-publicação, a fotobiografia de José Vitorino Pinto Santana, onde se dá a conhecer a trajectória de vida de um médico portuense na segunda metade do século XX.

Conheça José Vitorino Pinto Santana, um notável modelo de valores como a idoneidade, a abnegação, a humanidade.

Manuel Puig

Um dos nomes essenciais da moderna literatura latino-americana que, porém, não se inclui no boom latino-americano dos autores do realismo fantástico como Julio Cortázar, García Márquez, Vargas Llosa, Isabel Allende, ou Cabrera Infante; nas suas obras não há espaço para a fantasia. ”Boquitas pintadas” é uma das suas obras mais conhecidas. No entanto, a obra que o consagrou foi “O Beijo da Mulher Aranha”, que viria a ser adaptado ao teatro e ao cinema e que obteve grande repercussão internacional. Falamos de Manuel Puig, 20 anos após a sua morte.

Manuel Puig

Ernest Hemingway

«A sabedoria dos velhos é um grande engano. Eles não se tornam mais sábios, mas sim mais prudentes.»

Ernest Hemingway

Um nome incontornável das letras americanas deste século. A sua vida, como se costuma dizer, dava um filme. Esse filme escreveu-o ele, nas suas obras. Transformava tudo o que lhe acontecia em literatura. “O Velho e o Mar”, «a luta de um homem contra um peixe», valeu-lhe o Prémio Pulitzer e, em 1954, viria a ser galardoado como o Nobel da Literatura. Evocamos, no 111.º aniversário do seu nascimento, Ernest Hemingway.

Filipe de Fiuza apresenta a sua nova obra poética “Angusti Folia”, 22 de Julho às 19h00, Livraria Dharma (Mem Martins)

“Angusti Folia” aparece na sequência da poesia diária do autor. O texto anda em volta de um diálogo de mundividências poéticas entre duas personagens incógnitas que se desconhecem mas encontram numa contextualização surrealmente romântica.

(…)
E és tu porque sabes ser-me
Assassinando tranquilamente o estro de bem
Ainda aí estás na ilusão esperável do depois
(…)

Entre a angústia da loucura e a folia da lucidez, no entremeio do exercício poético das palavras, são reveladas respostas do sonho, da vida e da existência de ambas as personagens. O sentido essencial do texto é a arte subtil das coisas porque é ela que origina a fuga das coisas para os acontecimentos do tempo e porque é afinal sempre possível a descoberta íntima do que são.

A nova obra “Angusti Folia” será apresentada um pouco por todo o país, porém o poeta escolheu realizar a primeira sessão de apresentação em Mem Martins por tributo à terra onde viveu durante vinte e quatro anos.

O autor nasceu em Sintra a 14 de Julho de 1983 onde passou grande parte da sua infância. É representante de Portugal na “UniVerse – a United Nations of Poetry” e integra o “Movimento Poetas do Mundo”. A sua primeira obra “Beliula” foi apresentada no 1º Encontro Literário de Sintra (2009) promovido pela Associação Cultural Alagamares. Em 2010, participou por intermédio do Sítio do Livro na 80ª Feira do Livro de Lisboa.

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