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“O Clube de Santo Amaro”, primeiro livro infantil de Catarina Soares da Cunha

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No mesmo registo “quase autobiográfico” do seu romance de estreia, Luanda – Meu Céu, Meu Inferno, a Autora dá agora à estampa um surpreendente conto infantil, notavelmente bem enquadrado nas suas ligações à família e à terra onde escolheu viver.

O conto, pela candura do seu momento chave, podia chamar-se “A importância da bola de Berlim”, mas o subtítulo “A origem” parece ser já prenúncio de mais aventuras do Clube de Santo Amaro…

Apresentação de “Eu Susana – Fibromialgia, Não há impossíveis – Crer é Poder”

Sábado, dia 08-Jun, às 15:00, no Auditório da Ordem dos Médicos (Av. Almirante Gago Coutinho, 151, 1749–084 Lisboa)

“Nesta sua obra, Susana Lamy faz uma viagem ao seu passado, relembrando tempos e memórias, quando, no verão de 2015, é confrontada com as suas primeiras dores da doença de fibromialgia e dores neuropáticas, da qual ainda hoje sofre. A partir daí, relata todo o seu percurso, todo o pesadelo, todos os labirintos que percorreu, sem encontrar saída. Contudo, termina com uma mensagem de fé e de esperança na sua cura! Pois, para Susana, não há impossíveis, e «crer é poder».”

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Conheça as nossas novidades na Feira do Livro de Lisboa

Visite-nos, a partir de hoje e até dia 16-Jun,
no Espaço dos Pequenos Editores (pavilhão B01)

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Apresentação de “Manual de Boas Práticas Ambientais na Escalada em Rocha”, de Luís Cunha Avelar

Quarta-feira, 29 de maio de 2019, às 19:30, no Vertigo – Climbing Center (Avenida Infante D. Henrique, Edifício Beira Rio, Fracção S, 1950-408 Lisboa)

Luís Cunha Avelar apresenta o seu livro “Manual de Boas Práticas Ambientais na Escalada em Rocha – Conhecer para Conservar o Habitat e Espécies de Flora e Avifauna das Escarpas e Falésias rochosas”, possivelmente, a primeira publicação nacional de cariz comercial que aborda o pertinente tema dos impactes ambientais e sociais dos Desportos de Natureza (DN), neste caso particular, da Escalada em rocha.

A sessão contará com a participação de Tiago Martins, José Pedro Lopes, Miguel Porto e Carlos Pacheco.

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“O Homem que Não Gostava de Música”, novo livro de contos de Victor Marques dos Santos

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Um livro que talvez contenha mais histórias, memórias e reflexões na origem do conteúdo ficcionado, do que manifestações de uma criatividade originada por essa natural musa inspiradora que é a vida. Nele se procura dar expressão e sentido lógico a momentos inesquecíveis, a memórias longínquas e a recordações de tempos distantes através do exercício da escrita, enquanto experiência de comunicação. A redescoberta de pormenores há muito esquecidos, mas que mesmo assim, actuam como factores determinantes sobre o que nos vai na alma, implica a superação activa da monotonia do quotidiano e a entrega consequente a uma aventura que se concretiza cruzando as fronteiras do interdito, atravessando geografias que os mapas ignoram, percorrendo os territórios movediços do desconforto, ousando transgredir as margens volúveis de um obsceno politicamente correcto, ultrapassando os limites do círculo restrito das nossas relações, numa tentativa de partilhar as experiências, de transmitir os pensamentos, as situações, as palavras e as acções que recolhem boa parte dos factos inspiradores da ficção, nas vivências do autor.

“Na pele do cão”, uma fábula escrita por Mário Tomé

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Esta pequena história pretende, de uma forma divertida, imaginar a forma como os nossos companheiros de quatro patas podem interpretar o dia a dia de uma família e as próprias relações entre eles e os seus donos.

Na pele do cão não é mais que uma visão fictícia, canina e felina, do meio em que estão inseridos e dos humanos com quem convivem. Não será um livro infantil no seu sentido puro, mas algo que, penso, poderá ser lido por todos ao longo da vida. Pretensamente eruditos, sarcásticos ou dependentes dos seus donos, os protagonistas assumem uma personalidade própria, que espero vos apaixone e divirta.

“Barcos de Papel”, nova obra de Manuel Araújo da Cunha

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Um rio corria nos olhos espantados das crianças. Cruzavam-se remos, barcos e vela no crepúsculo das vidas. Unidos, subiam de mãos dadas as casas dos que são agora estrelas. As árvores debruçadas sobre os sonhos, sobressaltavam os milenares silêncios e diziam das procissões de pássaros que vinham amanhecer à beira da água. O amor navegava em barcos de papel multicores e era apenas sede a ondular no coração do rio.

Apresentação do livro “As Feras” de Luís Flávio Santos

Sábado às 15:30, na Biblioteca de Fânzeres (Largo Júlio Dinis, 4510-580 Fânzeres, Porto, Portugal)

Luís Flávio Santos, natural do Porto, exerce como principal atividade a prestação de serviços a animais de companhia e tem a escrita como passatempo, tendo já publicado dois livros de contos e histórias de ficção, apresenta a sua mais recente obra que poderá antever aqui.

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Um grupo de pessoas viaja a uma montanha para salvar as suas espécies nativas de uma tempestade que está prestes a chegar. Mas, rapidamente, descobrem uma conspiração que as ameaça a elas e aos seres que tentam salvar. Será que vão conseguir sobreviver a esta experiência?

Apresentação do livro “Lisboa a Oriente”, de José Manuel Moreno

Quinta-feira, 28 de Fevereiro às 18:00, no Hotel Myriad (Cais das Naus, 1990-173 Lisboa)

José Manuel Moreno, natural de Mértola, jurista de formação, desde cedo desenvolveu uma intensa atividade associativa integrada na sua zona de residência em Lisboa oriental e é atualmente Deputado na Assembleia Municipal de Lisboa. Decidiu publicar uma obra dedicada à história daquela zona, conhecida atualmente como Parque das Nações, que intitulou “Lisboa a Oriente – Memórias do Passado”, em que relata e retrata algumas das suas “marcas ou memórias” e traz ao “conhecimento dos leitores episódios e imagens do seu passado”.

A apresentação da obra e do autor estará a cargo do Dr. Luís Roza Dias.

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A história da zona mais oriental de Lisboa, conhecida como Parque das Nações, após ter acolhido a Expo’98, atenta a sua posição estratégica, confunde-se com a história da própria cidade. É uma história milenária e riquíssima de acontecimentos, nomeadamente de batalhas, nomeadamente a travada por D. Afonso Henriques, contra os mouros, junto à Ponte Romana de Sacavém.

Por aqui passaram fenícios, gregos, cartagineses, romanos, alanos, visigodos e árabes. Foi retiro de alfacinhas boémios, que nas suas tabernas cantaram o fado.

Aqui ocorreu o primeiro acidente ferroviário português. Foi farol de esperança para os que, acossados pela cruel perseguição, numa guerra tenebrosa, que sangrava a Europa no séc. XX, aportavam a Lisboa por mar e ar.

Aqui se instalou, na primeira metade do séc. XX, a primeira refinaria portuguesa de hidrocarbonetos, a Sacor, e todas as demais empresas ligadas ao sector. Foi também a casa do nosso primeiro aeroporto, o Aeroporto Marítimo de Cabo Ruivo, permitindo a ligação, única pela via do ar, com o novo mundo. Simultaneamente, também aqui se instalou o primeiro Matadouro Frigorífico de Lisboa. De todo este passado há marcas ou memórias.

É, justamente, de algumas dessas marcas ou memórias que vos fala este trabalho, cuja única pretensão é trazer ao conhecimento dos leitores episódios e imagens desse passado, até 1998, desta cidade que cativa e arrebata os que a frequentam.

 

Apresentação do livro “Quinta da Torre de Santo António – Das Origens à Actualidade”

Quinta-feira, dia 17-Jan, às 18:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

«A Quinta da Torre de Santo António, fundada no século XVII, actualmente com uma área que perfaz sessenta hectares, reveste-se de manifesta importância paisagística e arquitectónica. Durante mais de duzentos e cinquenta anos este lugar foi um refúgio muito frequentado, motivando os maiores elogios e despertando a atenção dos visitantes. Ninguém lhe ficou ou fica indiferente! O convívio diário da natureza com a arte, aqui perfeitamente delineado pelos seus anteriores proprietários, permitiu-lhes legar um património único e de uma beleza inigualável que no concelho de Torres Novas é, sem dúvida, um dos mais significativos.»

Sob a coordenação de José João Loureiro, que reuniu, para a sua redacção, uma equipa de especialistas nas matérias abordadas, “este livro pretende proporcionar uma incursão agradável na Quinta, que, para o poder ser verdadeiramente, não é superficial. Foram considerados os antecedentes da propriedade, a partir do século XVII, e períodos ulteriores ao falecimento do Marquês da Foz que tiveram impacto na configuração arquitectónica e paisagística da mesma.” Um livro único, sobre uma propriedade singular!

A apresentação da obra será feita pela historiadora de arte Professora Doutora Raquel Henriques da Silva.

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“Salve-se Quem Puder”, nova obra de António Serra Correia

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“Angola após o 25 de Abril de 1974”

Não querendo pôr de lado a ficção, mais uma vez o autor serve-se dela para narrar factos, entretanto, também eles verídicos e em memória daqueles (e foram muitos) que sofreram “na carne” os maléficos efeitos de uma descolonização vergonhosa e que não pretende que como tal seja esquecida, apesar dos já muitos anos que passaram sobre eles.

Intitula-se este, Salve-se Quem Puder, em memória de todos os que se tornaram vítimas de um processo político que se pretendia justo e que acabará por ser vergonhoso.

O autor acredita mesmo que este livro se torne algo polémico e espera receber alguma crítica que o desminta, num ou noutro aspecto. Aceita essa crítica porque sabe que há e haverá sempre vozes contraditórias e vários modos de descrição, mas como estamos em democracia, espera também que lhe reconheçam o direito de opinar, da maneira que melhor sabe e divulga.

“Tábula”, novo romance de Alberto Bravo

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Um moribundo de muitas mortes que teima em não morrer, leccionador epiléptico, dizimador de palavras, cria um suspense pouco usual, e aspira a uma forma de liderança oculta. Num casulo de pedras, labora por sua vez um enigmático mação, tão obstinado quanto modesto, sonhando uma ideia de catedral minimalista que se guarde na palma de uma mão de criança. Vítimas duma bifurcação originária indocumentada, o homem de trapo e o comandante convergem no mesmo desejo de unificação através da narração pública duma biografia inventada, o que lhes possibilitaria, no seu entender, uma forma de existência social como outra qualquer. O visitante, suspeito de ser um autor, não se sente autorizado a nada, nem a uma só palavra. Nestas condições, o estatuto de estagiário assentar-lhe-ia como uma luva. Mas nada indica que esse estatuto exista. Em consequência, nada lhe poderá ser imputado, muito menos um resumo do que nunca lhe foi dado a ler. O que tiver aprendido ficará com ele.

Tábula é um conto quase amargurado com um rasgão estrutural de aventura e acaso. Daí a hipótese do seu interesse. Ao texto falta um monge para lhe endossar o hábito, embora dê a ver alguns outros lindos trajos, como acontece em todas as histórias de viagens e de fantasia. E como em todas elas tem um lindo fim feliz, com música dos anjos e turbilhões de nuvens.

Cecília Barreira publica “Masculinidades e Outros Estudos”

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Masculinidades e Outros Estudos pretende referenciar o lugar do Masculino na Literatura Portuguesa Contemporânea, bem como a presença da Literatura Gay durante esse mesmo período. Um capítulo muito breve sobre Henry Miller e Anaïs Nin, em torno do conceito de pornografia e obscenidade nas obras destes dois autores, também é inserido no núcleo de estudos. O objetivo é uma obra de divulgação geral das temáticas e não um estudo académico de raiz.

“Delírios de um Homem Fantasma e Outros Contos Delirantes”, de Pedro Rodrigues Costa

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Escritos algures entre 2013 e 2016, os contos presentes em Delírios de Um Homem Fantasma e Outros Contos Delirantes (2018, Edições Vírgula) discorrem sobre três assuntos tão delirantes quanto inquietantes: o aproveitamento da frequência sonora como meio subliminar capaz de impor um estado de humor benéfico à violência; a viagem e a experiência como os gatilhos maiores da aprendizagem; e a notícia falsa como uma força capaz de irradiar a esperança de um mundo diferente daquilo que é.

O conto homónimo (Delírios de um Homem Fantasma) dá conta das três grandes dimensões do «Humano» corroído e acelerado pelo lado sombrio da existência:
i) a dimensão do insaciável (o eterno Hungry Ghost que nunca sossega satisfeito);
ii) a dimensão da coisa-sombra, isto é, o sujeito que vive e produz por detrás de marcas ou nomes;
iii) e a dimensão da co-autoria, quer dizer, a coisa que se torna coisa porque muitos outros sem rosto contribuíram para que a coisa um dia se tornasse possível.

Iniciando este conto através de um pastiche ao célebre conto de Dostoievsky (O Sonho de Um Homem Ridículo), o autor desafia o leitor a reparar na luz e na sombra, na oscilação entre um otimista incurável e um devir sinistro, permanentemente insatisfeito e à espreita de um motivo para se libertar. Só um forte ikigai (uma razão de viver) poderá limitar o ímpeto corrosivo das três dimensões do homem fantasma…

“Crawford, Entre Dois Impérios”, novo romance de J. P. Machado

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Novembro de 1938. Com a ameaça do fascismo a ensombrar a Europa, um jovem anglo-português alista-se como voluntário no exército inglês, decidido a lutar pela liberdade e por um futuro melhor junto da mulher que ama.

Enquanto tenta sobreviver às primeiras batalhas da 2.ª Guerra Mundial e ao opressivo regime de Salazar, Victor Crawford de Almeida terá que conciliar as suas raízes lusitanas com o implacável dever de combatente britânico.

Poderá o contributo de um só homem, perdido entre duas pátrias tão distintas, fazer a diferença?

“O Desenhador”, uma antologia de estudos por Shakil Y. Rahim

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Estudos Cognitivos, Artísticos e Fenomenológicos

Prefácio de Ana Leonor Madeira Rodrigues
Posfácio de Eduardo Salavisa

“O desenho de nu em Cutileiro é um prazer. Para ele, que desenha e descobre o corpo; e para nós, que vemos o resultado da sua observação e com isso espreitamos essa descoberta. Este prazer é também o da tentativa de desenhar o belo associando-a à verdade como sugeria Platão. A história da arte ocidental da representação do nu multiplica a questão da beleza como uma variável que ultrapassa o corpo (Berger et al., 2002). A estética organiza e categoriza estas subjetividades da identidade do corpo que o desenhador regista, e que fazem sublimar o contorno físico do desenho, para o situar como característica autónoma e imaterial da representação. Tal como refere Fernando Pessoa (1888-1935), no Livro do Desassossego, a nudez é um fenómeno da alma (Pessoa, 1914, 2013).

Do movimento musculado dos homens eternos e intocáveis dos desenhos de Miguel Ângelo Buonarroti (1475-1564), à exposição explícita do corpo pelos desenhos eróticos de Degas (1834-1917) ou Picasso (1881-1973), as metodologias, técnicas e materiais do desenho de nu alteraram-se substancialmente através do tempo e da cultura (Pignatti, 2004). Neste quadro de circunstâncias, Cutileiro é um desenhador da aceleração contemporânea, porque minimiza os recursos gráficos para chegar à simplicidade do desenho urgente. Um desenho que se ajusta ao sublime Kantiano pela experiência emocional (Chalumeau, 1997) e à vocação supra-sensível da imaginação defendida por Deleuze (…).”

“23 de maio – Dia da Unidade e dos Paraquedistas” acaba de ser publicado

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O objetivo deste livro não é falar sobre a criação das Tropas Paraquedistas e dos seus pioneiros, mas falar sim em todos, de todos os tempos e o que estas representam, porque se são reconhecidas hoje, é porque todos, no passado e no presente, as souberam honrar, dignificar e defender.

Não se pretende individualizar, nem massacrar na leitura, mas sim, com poucas palavras e fotos, mostrar a nossa realidade, que sempre foi a de união. Tudo é muito simples, pois todos entendemos e este livro é apenas para recordar o que nos une.

O dia 23 de maio é o dia da confraternização de todos os “ex” e atuais paraquedistas. É ali, em Tancos, na Escola das Tropas Paraquedistas, que tem como lema «Que Nunca por Vencidos se Conheçam», que se mata as saudades e se relembra os bons e maus momentos vividos. Para uns já se passaram décadas, anos, meses e dias, para outros é o começo, mas pouco importa, pois todos sabemos onde é «a casa da mãe que nos pariu segunda vez».

Se durante décadas estivemos unidos, o dia 23 de maio é a prova de que gostamos de estar sempre unidos, somos unos, porque queremos conviver e reviver com aqueles que sabem sofrer e vencer, em prol da dignidade humana.

António Martins Silvestre publica “Um Sorriso por entre Lágrimas”

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Em Portugal, país de poetas, como tão amiúde é propalado, existe provavelmente um dos maiores índices de indiferença em relação à Poesia, ainda que em teoria os poetas sejam, não menos frequentemente, motivo de discussões literárias de pseudointelectuais, que se dedicam e deleitam em estéreis dissertações, não tendo tantas vezes o mínimo amor pela poesia. E, realmente, a poesia é uma questão de amor! Por isso, aqueles que realmente amam – os poetas – continuam, não obstante a certeza que proíbe jamais serem ouvidos, lidos e amados, a escrever, sem medo da indiferença, nem da crítica literária, que em muitos momentos é bem pior do que esta última, pois é castradora e humilhante para aquele que procura encontrar um espaço de afeto para poder criar algo.

É, assim, que mais um poeta português, António Martins Silvestre, de origem alentejana, nasce sem receios para o grande público com esta sua primeira obra, intitulada “Um Sorriso por entre Lágrimas”. A sua poesia é clara, simples e sofrida – como é peculiar aos que se deixam conduzir pela espontaneidade – dramática em muitos momentos, jocosa de vez em quando, sarcástica e irónica quase sempre. Para os que fazem passar a inspiração que anima os poetas ao crivo injusto do critério subjetivo de erudição terminológico, patamar necessário para credibilizar uma obra poética, certamente, uma vez mais, encontrarão no trabalho deste poeta um pretexto para alimentar a ilusão em que vivem e um fundamento para a parcialidade e injustiça que esgrimem na abordagem superficial que oferecem aos que leem e julgam. Serão o povo e os crentes desta forma de expressão que farão o juízo final. Pois a palavra é um dom sagrado, que Deus deu aos Homens para comunicarem entre si.

“Há Ouro na Serra da Adiça”, um romance de José Nunes Valente

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Enquanto o enredo do romance se espraia pelas páginas do livro, personagens e acontecimentos vão emergindo e salientando aspetos que permitem um relance pelo que era a Lisboa de meados do Séc. XX, e um olhar mais abrangente sobre uma aldeia raiana, profundamente rural.

É dessa Lisboa que, em manhã gelada de Janeiro, parte, rumo ao Alentejo, o jovem Cláudio Pacheco, recém-licenciado em engenharia de minas, compelido a realizar uma missão secreta num meio que lhe era totalmente desconhecido e sem a mínima semelhança com aquele onde vivera até ali. Esperavam-no desconfortos, surpresas, amores e desamores. Medos e angústias também. A sua luta maior foi contra um preconceito e a sua mais interessante descoberta foi a de, na improbabilidade de ser achado o ouro da lenda, poder demonstrar possuir aquela serra outro ouro e muito.

“Crónicas da Terra”, novo livro de Belino Costa

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Crónicas da Terra reúne um conjunto de textos que constituem um memorial sobre a infância e adolescência do autor, vividas na aldeia de Bustos (distrito de Aveiro) durante as décadas de sessenta e setenta do século passado.

A rua onde cresceu, os familiares e os vizinhos, todos eles agricultores, marcam de forma decisiva a descoberta de um mundo mais vasto e complexo. É no convívio com aqueles, “que transportam, nas unhas e nos poros, terra escura” e que “cantam quando a faina aperta e o céu troveja”, que aprende os valores essenciais.

Da política à moral e à cidadania, passando pela sexualidade, pela religião e pela superstição, o autor evoca uma época e uma realidade que, entretanto, desapareceu. As máquinas substituíram os animais, a democracia substituiu a ditadura e o trabalho agrícola deixou de ser a base de sustentação da população.

Num segundo momento do livro, regressa aos cenários da infância para se confrontar com essa transformação. Confessa então: “A paisagem que agora observo é outra, está marcada por ausências. Abrir esta janela é visitar um tempo que acabou. E desse fim, dessa voragem que aniquilou coisas, plantas, animais e pessoas não me posso excluir, também eu morri com eles. Abrir esta janela é descobrir que todos os dias vamos morrendo um poucachinho. Nisso não deve existir tragédia ou ressentimento. É assim, faz parte da nossa condição. Perante essa quotidiana inevitabilidade só a vida conta, só ela nos justifica”.

Crónicas da Terra é mais do que uma autobiografia ou um memorial, é uma sentida homenagem a uma geração de homens e mulheres que “apenas aspiravam a ter saúde”, para fazerem frente à labuta do dia a dia.  Era do trabalho que nascia a felicidade.


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