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Lançamento do livro “Tu podes: Lê e Previne!”, publicado pelo Núcleo Regional do Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro

Para assinalar a “Semana Europeia de Prevenção do Cancro do Colo do Útero”, o Núcleo Regional do Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro desafiou a comunidade a escrever histórias. 245 pessoas com idades compreendidas entre os 11 e os 67 anos participaram no desafio, contribuindo para a criação de 40 narrativas. O elemento comum a todos era a personagem principal, a Inês, que, no início de todos os contos, espera, ansiosamente, a sua vez para uma consulta.

A sessão de apresentação, que ocorrerá hoje, dia 29, pelas 21h30, no Ateneu Comercial do Porto, será dinamizada por Sónia Araújo.

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Lançamento de “Maçonaria, Apologia do Catolicismo”. Já em venda nas livrarias de Portugal

Maçonaria, Apologia do Catolicismo”, um livro controverso mas revelador, de Miguel da Cruz Supico, em que o autor confronta o “debate político-ideológico entre as duas visões da missão do Homem no mundo, o Catolicismo que não aceita adaptar-se a exigências e modismos da modernidade que afetem a substância da sua mensagem central e a Maçonaria, que cresceu e se desenvolveu no âmbito de uma forma de repúdio ao Cristianismo”.

Já em venda nas livrarias de Portugal.

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Maçonaria_facebook

Sinopse

A Maçonaria cresceu e desenvolveu-se no âmbito de uma forma de repúdio ao Cristianismo, mais especificamente contra o Catolicismo que não aceita adaptar-se a exigências e modismos da modernidade que afetem a substância de sua mensagem central. Com o tempo constituiu-se como a religião da vida presente em oposição à religião da vida futura porque, na verdade, a Maçonaria também é uma igreja, a igreja cuja religião é o humanismo radical, como procuramos demonstrar neste livro.

Assim, o leitor pode escolher entre as mãos ensaguentadas de Cristo causadas pelas torturas que lhe foram infligidas pela crueldade dos homens e as mãos ensaguentadas dos revolucionários de 1789, mas cheias do sangue de inocentes derramado em nome da tolerância e da liberdade.

Este volume ocupa-se do debate político-ideológico entre as duas visões da missão do Homem no mundo. Mas a Maçonaria foi e é muito mais do que uma maneira de estar no mundo. Assim como a Igreja Católica age para conquistar almas por meio da fé, a Maçonaria também o faz, mas pela conquista do poder.

Esperamos poder demonstrar num futuro volume o papel das sociedades secretas na conquista do poder a partir das revoluções americana e francesa, que também foram obra deles, e a sua responsabilidade pela disseminação das ideologias destruidoras da civilização ocidental.

O Top 50 de 2015

Pelo 4.º ano consecutivo, decidimos propor a nossa lista dos melhores livros publicados no ano anterior. Depois de consultarmos críticas especializadas e vários outros top’s publicados em jornais, revistas e blogues de literatura, estabelecemos a nossa própria seleção das melhores obras de 2015.

Nela destacamos autores como Adrian Wooldridge, António Lobo Antunes, Bill Bryson, Cormac McCarthy, Elena Ferrante, Franz Kafka, Gonçalo M. Tavares, Herberto Helder, Mário Cláudio, Mia Couto, Michel Houellebecq, Oliver Sacks, Rubem Fonseca ou Svetlana Aleksievitch, entre tantos outros.

Top 50 2015Aqui têm o nosso TOP 50 2015. Contamos que mereça a vossa apreciação.

Os 50 melhores livros de 2015

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Desejamos muito Boas Festas a todos os nossos clientes, amigos e parceiros!

Apresentação de “ao Longe a Distância”, de Fernando Freitas

Rui Baião, natural de Lisboa, licenciado pela Universidade Católica Portuguesa de Lisboa e professor de Filosofia, publicou, sob o pseudónimo de Fernando Freitas, o seu primeiro livro, intitulado “ao Longe a Distância | Um conto juvenil de introdução à Filosofia”, em que, “num belíssimo romance para a puberdade e a adolescência, combina com harmonia os grandes temas da filosofia, colocando as perguntas filosóficas sobre a identidade pessoal e o sentido da vida, tão recorrentes nesta escala etária e que geram, não raro, uma angústia e uma desorientação individuais que, socialmente, podem ter efeitos perniciosos na vida do adolescente”.

A sessão de apresentação da obra e do seu autor, que estará a cargo do escritor, ensaísta e professor de Filosofia Miguel Real, terá lugar na Livraria Ferin (em Lisboa), dia 19-Dez, Sábado, pelas 16h00.

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Sinopse

Com Ao Longe a Distância, Fernando Freitas escreveu um belíssimo romance para a puberdade e a adolescência.

Com efeito, é nesta escala etária que as perguntas filosóficas sobre a identidade pessoal e sobre o sentido da vida mais repercutem na consciência, gerando, não raro, uma angústia e uma desorientação individuais que, socialmente, podem ter efeitos perniciosos na vida do adolescente.

Em Ao Longe a Distância, Fernando Freitas combina com harmonia os grandes temas da filosofia (Quem sou eu?; O que posso esperar da vida?; Qual o sentido da Vida?; O que é o amor?, a felicidade?…).

Apresentação do livro “Pedra Rara | Dispersos e inéditos”, de Rosa Lobato de Faria

A família de Rosa Lobato de Faria e as edições Pártenon convidam para o lançamento do livro “Pedra Rara. Dispersos e inéditos”, de Rosa Lobato de Faria, que terá lugar na Livraria Ferin, na sexta-feira, 18 de Dezembro de 2015, pelas 18 horas. A apresentação estará a cargo de José Jorge Letria e de Tozé Brito.

Rosa Lobato de Faria foi uma autora muito prolífica e multifacetada, destacando-se como romancista, contista, poetisa, letrista de canções, guionista, dramaturga, humorista e escritora de literatura infantil, mas popularizou-se sobretudo como atriz de teatro, cinema e televisão. Morreu em fevereiro de 2010, com 77 anos, deixando uma vasta e diversificada obra literária, também traduzida em Espanha, em França e na Alemanha.

Sob a coordenação editorial de Vasco Rosa, a família da escritora promoveu agora a publicação deste novo livro, em que se «antologia a prosa dispersa e inédita, renovando a sua presença literária e editorial e sublinhando a sua capacidade de escrever em diferentes registos e géneros literários, o teatro incluído.»

Esta publicação conclui trabalhos desenvolvidos desde 2012: a organização do seu espólio para depósito na Sociedade Portuguesa de Autores; três exposições biográficas; e a edição da sua Poesia Completa, o livro “A Noite Inteira Já Não Chega”. “Pedra Rara” é também o título do conto de abertura deste livro, o qual exemplifica de forma muito especial o talento literário de Rosa Lobato de Faria.

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Publicação de “Murtosa | Pedaços de Vida”, de David da Silva

David da Silva, natural da Murtosa (Aveiro), mas há muito emigrado no Canadá, publicou o seu primeiro livro, “Murtosa | Pedaços de Vida”, dedicado aos “costumes, crenças e à simplicidade de vida do povo marinhão, numa linguagem muito simples, tão própria do povo da borda-d’água” e em que também “homenageia algumas das muitas pessoas que contribuíram ao longo dos tempos para o tipicismo daquela zona de pescadores e moliceiros”.

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Sinopse

O autor, nascido na Murtosa, distrito de Aveiro, descreve nesta obra os costumes, crenças e a simplicidade de vida do povo marinhão e numa linguagem muito simples, tão própria do povo da borda-d’água. Homenageia também algumas das muitas pessoas que contribuíram ao longo dos tempos para o tipicismo daquela zona de pescadores e moliceiros, e destaca a vida exemplar de algumas outras pessoas conseguida com muito sacrifício. O autor escreve sobre a época da sua meninice e juventude, a segunda metade do século XX.

 

Lançamento de “Pedra Rara | Dispersos e inéditos”, de Rosa Lobato de Faria, já em venda nas livrarias.

Rosa Lobato de Faria foi uma autora muito prolífica e multifacetada, destacando-se como romancista, contista, poetisa, letrista de canções, guionista, dramaturga, humorista e escritora de literatura infantil, mas popularizou-se sobretudo como atriz de teatro, cinema e televisão. Morreu em fevereiro de 2010, com 77 anos, deixando uma vasta e diversificada obra literária, também traduzida em Espanha, em França e na Alemanha.

Sob a coordenação editorial de Vasco Rosa, a família da escritora promoveu agora a publicação de um novo livro, intitulado “Pedra Rara | Dispersos e inéditos”, em que se «antologia a prosa dispersa e inédita, renovando a sua presença literária e editorial e sublinhando a sua capacidade de escrever em diferentes registos e géneros literários, o teatro incluído.»

Certamente que, quem guarda saudade e admiração pela personalidade excecional da cultura contemporânea portuguesa que Rosa Lobato de Faria representa, encontrará nesta obra uma excelente forma de a recordar e reviver.

Já em venda nas livrarias de Portugal.

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Sinopse

«Rosa Lobato Faria reuniu em Os Linhos da Avó (2004) contos e crónicas que havia escrito e publicado durante alguns anos de intensa actividade literária, mas depois disso e até Fevereiro de 2010 muitos outros trabalhos ficariam avulsos e sem editor, tendo sido dado prelo póstumo a um romance incompleto (Vento Suão), dois livros Infanto-juvenis, A menina e o cisne e O balão azul, e ao inédito Alma Minha Gentil, com desenhos de Pedro Sousa Pereira, uma iniciativa de Cristina Ovídio, da editora Clube do Autor.

A oportunidade de organizar o seu espólio já nos havia permitido juntar um livro inédito e poemas avulsos à edição da sua obra poética no volume A Noite Inteira Já não Chega. Poesia 1983-2010 (Guimarães, 2012). Chegou a vez de antologiar a prosa dispersa e inédita, renovando a presença literária e editorial de Rosa Lobato de Faria e sublinhando a sua capacidade de escrever em diferentes registos e géneros literários, o teatro incluído.» (da nota editorial de Vasco Rosa)

Apresentação de “Pelourinhos Além Tejo”, de António Lacerda Nobre

António Lacerda Nobre desde cedo descobriu a sua vocação pela Natureza e pela Arqueologia, tendo-se dedicado profissionalmente à Biologia marinha. O seu interesse pela História e pelas antiguidades históricas surgiu da sua atividade arqueológica e, daí, derivou para o estudo dos mistérios e da simbologia dos monumentos portugueses, dedicando-se em especial aos Pelourinhos portugueses, “obras de grande simbologia da história antiga de Portugal, esquecidas nos dias de hoje, mas que merecem uma maior atenção, sabedoria e conhecimento”.

Assim nasceu o seu livro “Pelourinhos Além Tejo”, obra que condensa “uma investigação bem esquematizada e elaborada, com vista ao levantamento dos Pelourinhos que existem, ou existiram, a sul do rio Tejo e em que tudo foi cuidadosamente estudado para evitar deixar esquecida qualquer povoação”. Será apresentada amanhã, Sábado, dia 7, na Livraria Ferin, em Lisboa, pelas 16h00.

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Sinopse

O trabalho desenvolvido resume-se numa investigação bem esquematizada e elaborada, com vista ao levantamento dos Pelourinhos que existem ou existiram, a sul do rio Tejo. Tudo foi cuidadosamente estudado para evitar deixar esquecida qualquer povoação.

A obra está dividida por seis distritos (Santarém; Portalegre; Setúbal; Évora; Beja e Faro), sendo que o distrito de Santarém está dividido pelo rio Tejo. Desta maneira, apenas os Pelourinhos a sul do Tejo são mencionados. Dentro de cada distrito, vêm referenciados os concelhos, as freguesias e lugares com Pelourinho.

A maioria das fotografias são originais, da minha autoria, tendo resolvido incluir as respetivas coordenadas de GPS, para facilitar e estimular os leitores mais aventureiros e interessados a partir em busca dos Pelourinhos no terreno. Desta forma, para além de uma publicação sobre História e Património, trata-se também de um guia para todos os que se interessam pela temática.

O contacto com as populações foi determinante para poder apresentar factos novos para a publicação mas também para a História. Não sendo a primeira publicação do género, acrescenta dados muito curiosos e descobertas novas neste campo, que se devem, em grande parte, à perseverança e paixão do autor.Para a realização do trabalho foi necessária uma exaustiva investigação no terreno, recorrendo por vezes ao contacto direto com as populações. Impôs-se ainda a necessidade de recorrer à bibliografia de autores diversos, bem como a fontes históricas disponíveis em Bibliotecas, nos Arquivos Municipais, Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia e Museus.

Apresentação de “Do Pintor como Génio Na obra de Francisco de Holanda”, de Teresa Lousa

Amanhã, 5.ª feira, às 18h30, no Palácio da Independência (em Lisboa), Teresa Lousa promove uma sessão de apresentação do seu livro “Do Pintor como Génio Na obra de Francisco de Holanda”, contando com a participação dos Profs. Fernando António Baptista Pereira e Eduardo Duarte e da Prof.ª Maria de Lourdes Sirgado Ganho como oradores.

(Anteveja o livro clicando na imagem)

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Sinopse

Este livro de Teresa Lousa, Do Pintor como Génio na obra de Francisco de Holanda, recolhe e por vezes amplia o fundamental da sua Dissertação de Doutoramento, apresentada à Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Nele, a autora procede a uma leitura minuciosa e em muitas dimensões profundamente inovadora do extraordinário legado teórico de Francisco de Holanda, e em especial do Tratado Da Pintura Antiga.

Partindo de uma ampla contextualização do autor e da sua produção, tanto teórica como artística, no seu tempo português e europeu, o livro sublinha, em particular, a novidade proposta por Holanda do perfil do artista-pintor não apenas como profissional de uma arte liberal mas sobretudo como criador à imitação de Deus, o que o conduziria à defesa da superioridade metafísica da Arte e à categorização da genialidade do Artista, no que se tornou num precursor de Kant.

Apesar da profundidade das suas reflexões e do rigor das suas análises, este livro está escrito numa linguagem que prima pela acessibilidade, proporcionando ao leitor dos nossos dias uma revisitação clara e frutuosa da obra e do pensamento de um autor incontornável do Quinhentismo que é a figura mais internacionalmente conhecida e admirada da Arte Portuguesa de todos os tempos.

Fernando António Baptista Pereira

Svetlana Aleksievitch é o Prémio Nobel da Literatura 2015

«O mais importante prémio literário foi atribuído à jornalista e escritora bielorrussa “pela sua escrita polifónica, memorial ao sofrimento e à coragem na nossa época”.

O Prémio Nobel da Literatura foi esta quinta-feira atribuído em Estocolmo à jornalista de investigação bielorrussa Svetlana Alexievich, autora de livros sobre as mulheres na II Guerra, os soldados soviéticos mortos no Afeganistão, as consequências do acidente nuclear de Chernobyl ou a criação e sobrevivência do Homo sovieticus.

A ficcionista e jornalista bielorrussa Svetlana Alexievich tornou-se ontem, aos 67 anos, o 112.º escritor (e apenas a 14.ª mulher) a receber o Prémio Nobel da Literatura. O seu nome foi anunciado às 12h (hora local) em Estocolmo pela Academia Sueca, cuja secretária permanente, Sara Danius, destacou a “obra polifónica” de Alexievich, descrevendo-a como “um memorial ao sofrimento e à coragem na nossa época”. (…)» (por Luís Miguel Queirós, in Público: ler notícia completa aqui)

(clique na imagem para saber mais sobre esta autora e conhecer a sua bibliografia traduzida para Português)

Svetlana Aleksievitch

Svetlana Aleksievitch

Apresentação de “fábulas de lisboa”, de José Luís Borges de Almeida

José Luís Borges de Almeida, embora nascido muito longe da capital portuguesa, assumiu-a como “a sua cidade” e “sempre soube que a intersecção entre a linguagem de lisboa e o alfabeto das emoções nunca poderia ser um conjunto vazio e que está longe de ser finito”. O autor, que “gosta de desenhar palavras em letra minúscula, a que lhe é natural e costuma dizer que escreve quando pode e que, por vezes, até pode quando escreve”, apresenta o seu novo livro, que intitulou “fábulas de lisboa”, no próximo Sábado, dia 03-Out, pelas 17h00, na Sociedade S.i.Guilherme Cossoul, em Lisboa.

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Sinopse:

com quantos irmãos pessoa te podes cruzar a descer uma rua no chiado? de que falaram os corvos que acompanharam a nau que trouxe o corpo de são vicente para lisboa? seria mentira o que eça de queiroz disse à verdade? e se ulisses tivesse vindo a lisboa comprar luvas para penélope? estará santa justa mesmo apaixonada por são jorge? e esopo, la fontaine, a lebre e a tartaruga, poderiam ter os quatro jogado às cartas? que palavras disse paulina a brandão quando se abraçaram no tejo? teria jorge luis borges chegado a entrar naquele hotel? é verdade que desapareceram trezentas e trinta e uma amoreiras de um jardim? e que camões anda de eléctrico sem pagar bilhete? e que há candeeiros que conseguem içar igrejas e soerguer teatros? sabias que são infinitas as fábulas que lisboa te pode contar?

Apresentação de “Deixei palavras voar…”, de Marinel Oxiela

Marinel Oxiela, natural do Algarve e radicada em Lisboa desde criança, cedo manifestou uma grande inclinação pela Matemática, disciplina em que se licenciou e à qual dedicou a sua atividade docente ao longo de mais de 32 anos. A Poesia veio a revelar-se também como sua segunda vocação e lança agora o seu primeiro livro que intitulou “Deixei palavras voar…” e que apresentará no próximo Sábado, dia 26, pelas 16h00, em Lisboa, na Livraria Ferin.

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Sinopse

O livro Deixei palavras voar… pode considerar-se dividido em 2 partes:

Na primeira parte, a autora colocou versos que surgiram a propósito de determinadas situações. Por exemplo, apresenta uma brincadeira de Carnaval de sua autoria, feita no ano de 1959 que consiste numa carta com uma declaração de amor, em verso, usando termos da Matemática. Mostra ainda, versos que fez em ocasiões de aniversários de nascimentos e de casamentos de pessoas amigas e versos que surgiram aquando de certos acontecimentos por ela vividos.

Da segunda parte do livro que a autora intitulou de Outros Versos, constam alguns dos poemas que foi fazendo ao longo da vida. Há ainda, nesta segunda parte, acrósticos e quadras soltas.

Nos seus versos, a autora, como foi professora de Matemática, usa algumas vezes, por gracejo, termos da Matemática.

Romance “Passagens”, de Teolinda Gersão, vence Prémio Fernando Namora

«O romance “Passagens”, de Teolinda Gersão, venceu o Prémio Fernando Namora/Estoril Sol, com o valor pecuniário de 15 mil euros, disse hoje à Lusa fonte daquele grupo empresarial.

Esta é a segunda vez que a escritora de 75 anos vai receber este galardão. Anteriormente, Teolinda Gersão tinha sido distinguida, em 2001, com o romance “Os teclados“.

A escolha do júri, presidido por Guilherme d’Oliveira Martins, presidente do Centro Nacional de Cultura, foi “unânime”, segundo a mesma fonte.» (ler notícia completa aqui)

Teolinda Gersão

Teolinda Gersão

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«Os segredos das famílias. As mentiras, as histórias falsas, que dão origem a memórias falsas. Os grandes erros que alguém comete, e são pagos pelas gerações seguintes. Mesmo que se queira apagá-los, silenciá-los, estão lá. E voltam à superfície para serem pagos.»

Apresentação da obra “Maçonaria, Apologia do Catolicismo”, de Miguel da Cruz Supico

Miguel da Cruz Supico, de 61 anos, passou a maior parte da sua vida no Brasil onde trabalhou como economista-chefe de bancos, o que lhe permitiu obter vasta experiência em planos de estabilização financeira como os que países da Europa enfrentam atualmente, entre os quais, Portugal, para onde voltou recentemente.

Apesar da sua formação, nunca deixou de explorar os mistérios e a filosofia da história que são parte de sua atividade diária e, nesta senda, lança agora o seu novo livro “Maçonaria, Apologia do Catolicismo”, onde defende que “a Maçonaria, com o tempo, constituiu-se como a religião da vida presente, em oposição à religião da vida futura, porque, na verdade, também é uma igreja, a igreja cuja religião é o humanismo radical”.

A sessão de apresentação terá lugar no próximo Sábado, dia 19, pelas 16h00, na Livraria Ferin (na Rua Nova do Almada), em Lisboa e contará com a participação do Eng.º Frederico Oom Bowring Horgan.

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Sinopse

A Maçonaria cresceu e desenvolveu-se no âmbito de uma forma de repúdio ao Cristianismo, mais especificamente contra o Catolicismo que não aceita adaptar-se a exigências e modismos da modernidade que afetem a substância de sua mensagem central. Com o tempo constituiu-se como a religião da vida presente em oposição à religião da vida futura porque, na verdade, a Maçonaria também é uma igreja, a igreja cuja religião é o humanismo radical, como procuramos demonstrar neste livro. Assim, o leitor pode escolher entre as mãos ensaguentadas de Cristo causadas pelas torturas que lhe foram infligidas pela crueldade dos homens e as mãos ensaguentadas dos revolucionários de 1789, mas cheias do sangue de inocentes derramado em nome da tolerância e da liberdade.

Lançamento de “Flashback”, de Fernando Penim Redondo

Fernando Penim Redondo é um aficionado pela fotografia desde muito jovem, quando, devido a um castigo por mau desempenho escolar, teve que trabalhar numa loja de fotografia, onde adquiriu esta paixão. Pela vida fora, nunca deixou de fotografar, usando sempre máquinas de rolo, de que acabou por constituir uma coleção única de mais de 300, oriundas de todo o mundo e muitas delas bem mais antigas do que a sua própria idade e que decidiu fazer “por sentir que a fotografia tradicional estava a desaparecer e que as oportunidades para a praticar não iriam durar muito”. Depois de se reformar, passou a exibir a sua obra fotográfica em exposições individuais e coletivas, tendo inclusive sido premiado num concurso promovido pelo Banco Montepio.

Resolveu agora mostrar num original e artístico livro a sua fantástica coleção de máquinas, associando-lhes imagens com elas fotografadas. A sua apresentação ocorre hoje, no Centro de Exposições de Odivelas, pelas 21h00, quando da inauguração da sua nova exposição, intitulada, tal como o seu livro, “Flashback”.

Flashback

Apresentação de “Novo Arquétipo de Serviços Públicos”, de Fátima Verdelho Fontoura e Paula Odete Fernandes

Com a presença do Secretário de Estado da Modernização Administrativa, Dr. Cardoso da Costa e contando também com a participação do Prof. Dr. Sobrinho Teixeira, Presidente do IPB, que apoiou a sua edição, teve lugar ontem, ao final da tarde, na Livraria Ferin, em Lisboa, a apresentação do livro “Novo Arquétipo de Serviços Públicos | Postos de Atendimento ao Cidadão: a Eficácia na Informação e Prestação de Serviços”, que esteve a cargo do Dr. José Manuel Pavão, Presidente da Assembleia Municipal de Mirandela.

As autoras desta obra singular e muito elucidativa, Dr.ª Fátima Verdelho Fontoura e Prof.ª Paula Odete Fernandes, visam, com a sua publicação, “efectuar uma viagem sobre a evolução da Administração Pública nos últimos anos, vivida por dentro, ‘desconstruindo’ com fundamento alguns dos mitos e enaltecendo o que de melhor se faz, os seus fazedores e colocando o cidadão no centro da atuação, bem como clarificar conceitos e ferramentas utilizadas na gestão pública”.

Aos oradores e a todos os muitos presentes nesta sessão, aqui deixamos a nossa expressão de reconhecimento pela sua participação interessada e amiga, não deixando de felicitar as autoras pelo seu empreendimento e de agradecer a confiança com que nos encarregaram da sua publicação.

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“Nó”, de Daniel Jonas, vencedor do Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M. de Amarante

Daniel Jonas

Daniel  Jonas

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Sinopse:

No preâmbulo a uma entrevista feita a Daniel Jonas, publicada no suplemento Ípsilon do jornal Público a 08.01.2014, escrevia António Guerreiro que «[…] a poesia de Daniel Jonas atravessa tempos diversos: o clássico, o romântico, o moderno, numa apoteose de rastos e linhagens que comparecem subtilmente. Nela encontramos, no mais alto grau, a ideia da linguagem poética como concentração e densidade. Ela é hábil nos jogos retóricos e de palavras, mas nunca deixa que isso se torne um exercício fútil e gratuito.» Tudo isto é confirmado por «», um livro de sonetos e o primeiro de Daniel Jonas a ser publicado pela Assírio & Alvim.

Mário Cláudio venceu o Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB com “Retrato de Rapaz”

Mário Cláudio

Mário Cláudio

9789722054386Sinopse

Farto do descaminho de Giacomo, o pai vem deixá-lo ao estúdio de banho tomado, mas ainda com andrajos e piolhos, para que o artista que exuma cadáveres e constrói máquinas voadoras o endireite e faça dele seu criado. A beleza do rapaz impressiona, porém, Leonardo, que logo pensa nele para um anjo, concluindo porém que lhe assentam melhor corninhos de diabrete, e assim o rebaptizando como Salai. Serão, de resto, os pecadilhos do rapaz que o farão cair nas boas graças do amo e o elevarão à categoria de aprendiz sem engenho mas com descaramento para emitir opiniões, borrar a pintura, traficar pigmentos e até surripiar desenhos. E, num jogo de pequenas traições mútuas, vai-se criando entre Salai e o pintor uma cumplicidade que os aproximará como se fossem pai e filho. Mas eis que irrompem na vida de ambos Três Graças viciosas que semeiam a discórdia e o ciúme, ameaçando fazer esmorecer a estrela que os reuniu…
Retrato de Rapaz” é uma novela fulgurante sobre a relação entre mestre e discípulo, nem sempre isenta de drama e decepção, e sobre a criatividade de um artista genial em tudo, mesmo na gestão dos seus afectos. Com a presente obra, Mário Cláudio compôs, com a arte e a mestria a que nos habituou, um retrato belíssimo que pode ser apreciado como uma pintura.

Lançamento de “Eu sou bipolar”, de António Portela. Já em venda nas livrarias portuguesas.

António Portela, que enfrenta esta doença desde jovem, procura com este seu novo livro “criar uma aproximação à doença mental, reunindo as suas experiências pessoais de 14 anos de doente bipolar, com a pesquisa efetuada em livros que leu, para que possa ser entendido por todos, doentes ou não.”

Apresentamos aqui uma obra única, pela coragem e clarividência com que o seu autor expõe a sua própria experiência e fala de “sensações que são impossíveis de transmitir e não se encontram em dicionário ou livro algum, porque são demasiado pessoais.”

Já em venda em todas as livrarias portuguesas.

(clique na imagem para antever o livro)

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Sinopse

Gostava de ter engenho e arte para explicar exatamente no que consiste uma mania ou depressão, mas, em boa verdade, não tenho. Ninguém tem. Honestamente, o delírio, a mania, a depressão são indescritíveis. Haverá sempre algo que ficará de fora de qualquer explicação que se tente dar. Sempre.

O que eu procurei com este livro foi criar uma aproximação à doença mental, reunindo as minhas experiências pessoais de 14 anos de doente bipolar, com a pesquisa efetuada em livros que li (e cuja bibliografia se encontra no fim deste livro), para que possa ser entendido por todos, doentes ou não. Mas a experiência em si e as sensações são impossíveis de transmitir e não se encontram em dicionário ou livro algum. São demasiado pessoais. Eu pergunto ao João como se sentiu com a morte dos pais e ele não saberá dar-me uma descrição exata de como se sentiu. É impossível. Ele dirá que sentiu uma tristeza profunda. O que é uma tristeza profunda? É igual à minha tristeza profunda? Não é possível definir.


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