Archive for the 'Novidades' Category



Apresentação de “A Inquisição Portuguesa”, de Arlindo Correia

Quinta-feira, 5 de Abril, às 18:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Arlindo Correia, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, desenvolveu a sua profissão como quadro superior e dirigente das Finanças, tendo cumprido, nesse contexto, algumas missões no estrangeiro. Após a sua saída daquele Ministério, desempenhou vários cargos na Comissão Europeia e, já reformado, concluiu a sua carreira como advogado.

Um dos seus hobbies preferidos consistiu em investigar toda a documentação disponível sobre a Inquisição em Lisboa, vindo a compilar, nesta publicação – uma obra monumental e ímpar, com quase 2.400 páginas em 3 volumes, intitulada “A Inquisição Portuguesa em face dos seus Processos”, – o seu estudo bastante exaustivo, onde pretende desmistificar o entendimento corrente da “Santa” Inquisição, revelando, de forma surpreendente, o desígnio autêntico daquela instituição.

A apresentação do autor e da obra estará a cargo do Dr. Xavier de Basto

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Sinopse (do Volume I)

Por volta de 2005, os serviços do Arquivo da Torre do Tombo digitalizaram e puseram em linha todos os processos da Inquisição de Lisboa, o que logo despertou o meu interesse. Infelizmente, a medida não se estendeu às Inquisições de Coimbra e de Évora. Mas a verdade é que os processos de Lisboa eram em geral mais interessantes e importantes que os das outras Inquisições do País.

Começou então o Autor deste livro a estudar alguns processos, colocando na Internet no seu site os resultados desse estudo. Tal estudo foi agora transcrito para este livro. Pretendeu o Autor substituir a precariedade do formato digital pela perenidade da obra impressa. Assim a publicação agora dada a lume tem origem em textos da Internet, tanto assim que os diversos capítulos indicam a data da redacção de cada um.

As conclusões deste estudo são surpreendentes. Desaparece o mito da “Santa” Inquisição. Em vez disso aparece uma instituição sedenta de poder por todos os modos e feitios. Teoricamente, a Inquisição destinava-se a castigar os hereges, mas certamente não teria um número deles suficiente para justificar a sua existência. Por isso, teve de os inventar e daí a perseguição dos cristãos novos. Não se limitou, porém, a perseguir os cristãos novos hereges, juntou a estes todos os cristãos novos, entendendo por tais até os que tinham um único antepassado judeu fosse em que grau fosse. Mais: não só os que tinham tais ascendentes mas mesmo os que apenas tinham fama de os ter.

A explicação da Inquisição é esta mesma e nenhuma outra: uma instituição de poder que se justificava apenas por isso, o exercício do poder. A maior parte dos Inquisidores, homens inteligentes como eram, sabiam muito bem que estavam a condenar inocentes, mas fingiam que os réus eram na realidade culpados de heresia. Para isso, contavam com o ódio anti-semita da população e tratavam de repartir algum desse seu poder pelos comissários e familiares da Inquisição.

José Manuel Moreno publica “Lisboa a Oriente – Memórias do Passado”

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A história da zona mais oriental de Lisboa, conhecida como Parque das Nações, após ter acolhido a Expo’98, atenta a sua posição estratégica, confunde-se com a história da própria cidade. É uma história milenária e riquíssima de acontecimentos, nomeadamente de batalhas, nomeadamente a travada por D. Afonso Henriques, contra os mouros, junto à Ponte Romana de Sacavém.

Por aqui passaram fenícios, gregos, cartagineses, romanos, alanos, visigodos e árabes. Foi retiro de alfacinhas boémios, que nas suas tabernas cantaram o fado.

Aqui ocorreu o primeiro acidente ferroviário português. Foi farol de esperança para os que, acossados pela cruel perseguição, numa guerra tenebrosa, que sangrava a Europa no séc. XX, aportavam a Lisboa por mar e ar.

Aqui se instalou, na primeira metade do séc. XX, a primeira refinaria portuguesa de hidrocarbonetos, a Sacor, e todas as demais empresas ligadas ao sector. Foi também a casa do nosso primeiro aeroporto, o Aeroporto Marítimo de Cabo Ruivo, permitindo a ligação, única pela via do ar, com o novo mundo. Simultaneamente, também aqui se instalou o primeiro Matadouro Frigorífico de Lisboa. De todo este passado há marcas ou memórias.

É, justamente, de algumas dessas marcas ou memórias que vos fala este trabalho, cuja única pretensão é trazer ao conhecimento dos leitores episódios e imagens desse passado, até 1998, desta cidade que cativa e arrebata os que a frequentam.

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Novo livro de contos de Victor Marques dos Santos, “O Obelisco de Kubrick”

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«O Obelisco de Kubrick é um livro no terreno da nossa humanidade deste lado do cosmos, o lado que nos confronta com a força da gravidade de nós, um livro de histórias aparentemente desirmanadas, tão que acabam por se ligar circularmente nos extremos e serem, afinal, uma história por episódios, mosaicos num mural de vida.

(…) Sim, foi Vida o que mais me impressionou nos textos que ora se dão a público. A escrita e a pontuação, por (de)mais irrepreensíveis, são acessórios, a forma para o conteúdo, a Vida em maiúscula. Ler estes esboços de pensamento é ver por outros olhos, sentir com outros vagares, outras apreensões, outras subjectividades. Por vezes é ver sítios conhecidos tornarem-se desconhecidos ou, paradoxalmente, reconhecidos na familiaridade que com eles mantemos através do que o autor deles nos diz. É sermos levados a sítios físicos do mesmo modo que somos levados a sítios de intimidade psico-emocional.

Ao leitor, a surpresa para daqui ler, quiçá, da (sua) própria Vida, o segredo, em suma, do obelisco…»

(extraído das “Notas de Quase Prefácio” de Isabel Tallysha-Soares)

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“Penélope & Kurvin e a Missão Impossível”, de Sofia Bidarra Pinto

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Sofia Bidarra Pinto, natural de Coimbra, com apenas 15 anos, traz-nos o seu primeiro livro, uma história das aventuras de dois companheiros que têm nas suas mãos a salvação do Planeta! Muitos desafios, muitas decisões por tomar e uma grande responsabilidade para com o Mundo.

Disponível nas livrarias de Portugal continental.

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“Memórias de um Obscuro Sargento”, um livro de Figueiredo Luiz

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Esta obra baseia-se em factos e personagens reais. A par de algumas virtudes e valores castrenses inerentes à instituição militar e enaltecidas no seu contexto, revela também situações de prepotência, excessos e injustiças que o autor descreve ao longo de uma sucessão de episódios em que a seriedade e o burlesco se combinam.

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Apresentação de “Histórias de um Mundo que passa”, obra poética de Manuel Bolotinha

Sábado, dia 03-Mar, às 16:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Manuel Bolotinha, nascido em Lisboa em 1950, engenheiro eletrotécnico de profissão, começou a escrever poesia aos 17 anos, tendo participado recentemente em duas “Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea”, para além de ter editado diversos livros técnicos. Reuniu agora, neste seu novo livro, intitulado “Histórias de um Mundo que passa — 50 anos de devaneio —”, aqueles que considera serem os seus poemas mais representativos.

A sessão será participada pelo Eng.º Rafael Sacramento e por Patrícia Bolotinha Lourenço.

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Sinopse

O mundo passa, passam as suas histórias, morrem, ficam só as palavras, estranhas, que se entranham, que oprimem, que acariciam.

Se, como disse António Gedeão no seu fabuloso poema Pedra Filosofal, “[…] o mundo pula e avança / como bola colorida / nas mãos de uma criança […]”, o meu mundo foi a procura do impossível e do infinito, num devaneio permanente da juventude à velhice, envelhecendo sem envelhecer, criança eterna, porque como o poeta, não estou, não fico, não parto… sou!

Espero que a leitura destes poemas lhe dê tanto prazer como me deu escrevê-los e que se deixe embalar pela imaginação… devaneie!

Docente do IPS José Gil apresenta novo livro de poesia

Solange das Cerejas” é lançado dia 26, na Casa da Cultura de Setúbal

Dia 26-Jan, às 18:00 na Casa da Cultura de Setúbal (Rua Detrás da Guarda, 26 a 34, 2900 Setúbal)

Encenador, performer, poeta e professor da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal (ESE/IPS), José Gil apresenta mais uma obra de poesia já no próximo dia 26 de janeiro, sexta-feira, na Casa da Cultura de Setúbal. Solange das Cerejas – 53 Poemas de Amor, editado pela Sítio do Livro com o apoio do IPS, é lançado numa sessão com início pelas 18h00, que contará com as contribuições das docentes da ESE/IPS Cristina Gomes da Silva e Ana Pessoa e do poeta Jorge Vicente, autor do prefácio.

Solange das Cerejas é uma seleção de poemas de amor, retirada, como descreve o autor, “de um baú digital de centenas de poemas escritos numa paixão e namoro transatlântico de 10 anos, com algumas viagens em Portugal, no Brasil e no Chile. Como escreveu António Ramos Rosa [sem conhecer Solange] ‘é por ti que escrevo que não és musa nem deusa/mas a mulher do meu horizonte’”.

A sessão contará igualmente com um momento de leitura e interpretação de alguns destes poemas, para o qual foram convidados os atores e atrizes de vários projetos teatrais da cidade de Setúbal, bem como o elenco do Teatro Politécnico do IPS.

Autor de vários livros de poesia, com diversos poetas portugueses e brasileiros, José Gil é um dos professores de expressão dramática em Portugal que mais contribuíram para o movimento associativo que haveria de conduzir à criação no Porto, em 1992, da IDEA – International Drama/Theatre and Education Association. (in zoomonline.pt)

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Apresentação da obra “Moral e Direito em Kant e Habermas”, do Prof. Manuel João Matos

Terça-feira, 9 de Janeiro, às 18:00, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – NOVA FCSH (Avenida de Berna, 26-C, 1069-061 Lisboa)

Manuel João Matos, professor da FCSH da UNL, especializou-se nas áreas de Ética e Política na filosofia moderna e contemporânea e estuda, atualmente, as fontes da moral autonómica e os conceitos de justiça e democracia, nomeadamente, em autores como Rousseau, Kant, Rawls e Habermas, etc. Acaba de publicar mais um livro de tese sobre a matéria, intitulado “Moral e Direito em Kant e Habermas”, que será apresentado pelo Prof. Doutor Michel Renaud.

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Sinopse

Kant representa do ponto de vista moral o cume do pensamento filosófico, cujas consequências se fazem sentir com relevo no pensamento contemporâneo.

Na primeira parte, a obra Moral e Direito em Kant e Habermas debruça-se sobre a moral kantiana, não só do ponto de vista da sua fundamentação, mas em articulação com o conceito de grandezas negativas, pondo a uma nova luz a teoria do mal radical e o respeito (Achtung) como o móbil da lei moral.

Habermas publicou, onze anos depois de Teoria do agir comunicativo (1981), um opus magnum, Direito e Democracia, entre facticidade e validade (1992). Trata-se de uma obra de vulto porque aborda o direito e o Estado como um momento capital da modernidade social. A relação complementar entre a ética e o direito, bem como a postura pós-kantiana de Habermas fazem do direito um «sistema de acção» por excelência nas sociedades pós-convencionais. Paralelamente, ao contrário de Kant, a ética do discurso afirma a impossibilidade de uma fundamentação última da moral no quadro do actual pensamento pós-metafísico.

Na segunda parte analisa-se o pensamento de Habermas no que diz respeito à relação entre a moral e o direito sob o ângulo do «princípio da democracia».

“Por Beja com Todos | Crónica de uma Aventura”, de Angelina Soares

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“Por Beja com Todos” foi um movimento de cidadãos que se constituiu em Beja, em 2012, o qual concorreu às eleições autárquicas de 2013, na condição de candidatura independente.

Esta é a crónica deste movimento relatada por uma das suas aderentes. O processo de criação da crónica é, ele próprio, um episódio da aventura que se vai relatar, sendo a introdução do livro dedicada a este episódio. Segue-se o desenrolar dos acontecimentos: o nascimento do movimento, a estrutura organizativa, a sua intervenção cívica, cujo ponto culminante foi a candidatura às eleições autárquicas de 2013, e a sua acção no período pós-eleitoral.

A abordagem adoptada foi a de uma descrição factual de todo o processo de nascimento e de acção do PBCT, descrevendo-se factos e eventos, tão objectivamente quanto possível, apontando-se também um pouco o clima socio-afectivo do grupo, mas é sempre uma visão pessoal de como o processo correu, sem qualquer enquadramento sociológico ou político do que se vai narrando.

Há uma personagem fictícia a moldar o estilo da narrativa, caracterizado pela descrição das situações de forma leve, despretensiosa, sem muitos detalhes técnico-científicos e, pontualmente, com alguma ironia; para uma personagem que encara todos os eventos existenciais como “jogos do pátio do recreio”, não poderia ser doutro modo.

Espero que os leitores se divirtam com a aventura.

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“Uma Volta ao Mundo – Apontamentos”, um livro de Rolando Pires Teixeira

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O autor, com uma longa carreira profissional de Advogado de sucesso, teve sempre a paixão das viagens, que realizou das mais diversas formas, nomeadamente, à boleia, a acampar, por conta própria, em circuitos turísticos, com a família ou sozinho. Presentemente, com mais tempo livre, fomenta essa paixão de uma forma ainda mais intensa, muito embora e naturalmente, os seus níveis de exigência tenham aumentado.

Nas páginas deste livro, dá-nos conta das suas vivências durante uma viagem de volta pelo mundo, ao mesmo tempo que procura relatar de forma rigorosa e objectiva  episódios marcantes relacionados com os locais que visitou. Através das suas palavras, viajamos também por notáveis lugares de eleição, um pouco por todo o mundo, desde a Península de Valdés a Bora Bora, desde a Ilha de Páscoa a Petra ou desde Cochim a Sydney e traz-nos à lembrança personagens tão diferentes como, Afonso de Albuquerque, Eva Perón, Catarina de Bragança, Pablo Neruda, S. Francisco Xavier e muitos outros.

Entre maravilhas naturais e artísticas, percorre e apresenta perante os nossos olhos e sentimentos, mais de duas dúzias de locais, obras e eventos declarados pela UNESCO como Património da Humanidade, ao mesmo tempo que nos permite conhecer alguns episódios marcantes da história universal, em particular da história portuguesa.

Não se trata apenas do livro de uma viagem, já que a viagem foi sobretudo o meio que permitiu ao autor embrenhar-se na história, arte, cultura e geografia de muitos povos, que nos procura apresentar enquadrados em princípios e valores humanistas e universalistas.

Como diz o autor, viajar é viver muitas vidas.

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“O Sétimo Sótão”, novo livro de Delfim Carvalho

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“Gorila Ramos nasceu em Odivelas, mas cedo foi para o jardim zoológico de Lisboa. Aí, teve uma adaptação fácil, mas certa noite decide fugir do zoo. Refugia-se num velho sótão de um cinema abandonado onde passava os dias a comer bombocas. Com saudades dos seus amigos da jaula, decide organizar uma festa na sua nova casa. A festa decorre normalmente até dois convidados se envolverem sexualmente. Aquilo que seria uma festa de amigos torna-se uma depravação sexual descontrolada. Para dissipar discussões é chamado um árbitro numa analogia ao futebol. Uma história com estórias ocasionais. Uma leitura dinâmica de linguagem rude e com graça. A gargalhada pode predominar se a órbita do leitor for similar. Um livro inventado de um nada em crescente. Todas as personagens desta obra são fictícias.”

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Wendy Alexandre publica o seu primeiro livro de poesia, “Ainda tenho Fé”

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Ainda tenho fé aborda, em forma de poesia, aspectos importantes da vida do homem, onde se destacam as componentes espirituais, morais, afectivas e sociais. Nesta obra o autor aproveita para chamar à atenção, que o acordar não deve ser encarado como sendo um hábito, antes porém, como uma dádiva de Deus. Alerta que, para que o amor seja mais efectivo, precisa de ser sinalagmático, isto é, deve ser recíproco.

Pode ainda encontrar-se no livro a mensagem segundo à qual a falsidade é dos valores mais reles que pode desgraçar uma pessoa, pelo que ela deve ser desvalorizada, como se o seu protagonista não existisse, sem descurar, entretanto, a necessidade de se tomarem as providências que se impõem. É dada ênfase à imperatividade de se amar cada vez mais o amor, sob pena de o amor sucumbir da face da terra.

O autor fecha a sua obra, apelando ao respeito pelas quitandeiras, vulgo zungueiras, ao invés de subestimá-las, pois elas demonstram o quão fortes são as mulheres.

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“Outros Poemas”, nova obra de Joaquim Castilho

 

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“Poemas que podem ser outros, mas que talvez sejam iguais aos que sempre tenho vindo a fazer.”

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“Amei-te na ilha da água”, um romance de Nuno Cabral, já nas livrarias

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“Todos temos aquele romance imaginado no nosso subconsciente, onde muitos nem sabem que o tem, mas ele está lá. Quem nunca um dia sonhou viver num paraíso junto à pessoa que mais ama? Especialmente se for numa ilha idílica. Esta obra escrita através dos sentimentos de quem realmente vive numa ilha assim, explora de uma maneira diferente e romancista cada canto esbelto por onde a acção é remetida a dois seres. O escritor pretende juntar uma história imaginada e possível um dia ser realizada, a uma paisagem única e singular. Uma historia de um amor , embora difícil, nascido pelas entranhas da ilha. A ilha das Flores não é mais que a ilha ideal para se viver um amor assim.

E o sonho do escritor foi um dia criar uma história onde o leitor poderá se prender além às personagens, também ao espaço que existe em redor delas. Este é sem dúvida o principal palco de uma aventura amorosa. Este livro é talvez um guia turístico transformado num romance. O objetivo é dar a conhecer ás pessoas a ilha, onde um amor ou vários amores poderão, tal como o da história, viverem uma felicidade completa.

O livro narra a história de um escritor, sem ideias, que assume sair da freguesia de onde vive e assentar num local isolado, mas inspirador, com paisagens saídas de um livro de fantasia. Um dia, agarrado ao seu livro por escrever, conhece uma mulher estrangeira, ambos criam um laço entre si, o escritor esquece-se do seu objetivo e acaba por ter uma aventura intemporal com ela, levando-a a conhecer cada recanto da sua ilha. E, através destes momentos, o amor vai fazer com que os dois se apaixonem. Mas, entre eles, permanece um mistério. Será que um deles esconde ou ambos escondem aqueles segredos que jamais podem ser revelados para não estragar o que existe entre eles? Uma questão de ler a história até ao fim para ficar a saber.”

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Apresentação de “Luanda Meu Céu, Meu Inferno”, de Catarina Soares da Cunha

Quarta-feira, dia 20-Dez,  às 19:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Catarina Soares da Cunha, natural de Lisboa, viveu em vários locais do planeta dedicando-se a diversas ocupações, académicas, profissionais e sociais, e acabou por escrever em Luanda, onde viveu entre 2010 e 2015, o seu primeiro romance, que decidiu publicar agora, intitulado “Luanda Meu Céu, Meu Inferno”, onde “retrata, nesta obra de ficção, de forma cândida e crua, uma das muitas realidades da vida em Angola no início do século XXI”.

A sessão contará com a intervenção de Margarida Rebelo Pinto.

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Sinopse

Confrontada com as dificuldades económicas dos pais, Isabel decide aceitar uma oportunidade de emprego em Luanda, mas nada a pode preparar para as reviravoltas que a vida em Angola lhe traz. Luanda – Meu Céu, Meu Inferno segue o processo de rápido amadurecimento de uma jovem portuguesa, forçada a enfrentar os seus medos e a questionar os seus valores.

Entre Lisboa, Londres e Luanda, este livro retrata uma geração moderna e desapegada (a emprego, política, país ou religião), a quem as promessas de amor e dinheiro se apresentam como a solução máxima para todos os problemas. Baseada nas suas observações da vida em Angola e em entrevistas a portugueses e angolanos que viveram em Angola entre 2010 e 2014, a autora retrata nesta obra de ficção, de forma cândida e crua, uma das muitas realidades da vida em Angola no início do século XXI.

Leitura obrigatória para quem vive, viveu ou gostava de saber como é viver em Angola.

Apresentação de “O Estranho Caso do Botão de Punho”

Sábado, dia 16-Dez, às 16:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098, Lisboa)

António Enes Marques publica o seu 4.º romance, intitulado “O Estranho Caso do Botão de Punho“, onde, “numa narrativa escorreita e empolgante, ao melhor estilo do romance policial, em que se conjugam e se sobrepõem o mistério com a realidade, o leitor é confrontado com a dúvida permanente sobre a autoria de um terrível crime, cujos indícios tanto podem incriminar como absolver, o ou os, potenciais suspeitos”.

A apresentação do autor e da obra estará a cargo de António Carlos Pampulim e Sara Mendes.

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Sinopse

“O suor escorria-lhe em bica pela testa, pelo rosto, em grossas gotículas. A camisa molhada pegava-se-lhe ao corpo. As mãos trementes, húmidas, peganhentas, mal conseguiam segurar o volante. As pernas alquebradas tremiam como varas verdes como se fossem abanadas por forte ventania. Verificou num relance através do espelho retrovisor que o corpo do presumível e infando assassino se mantinha imóvel.”

Em O Estranho Caso do Botão de Punho, revela-se a história de Pedro, lançado no desemprego em plena crise financeira, e que, por causa de Olga e do seu ex-marido, se vê envolvido nas teias de uma inaudita e melindrosa situação, que ensombra o seu devir.

Numa narrativa escorreita e empolgante, ao melhor estilo do romance policial, em que se conjugam e se sobrepõem o mistério com a realidade, o leitor é confrontado com a dúvida permanente sobre a autoria de um terrível crime, cujos indícios tanto podem incriminar como absolver, o ou os, potenciais suspeitos.

“África, Médicos e Memórias”, já disponível nas livrarias

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«A presença dos médicos portugueses em África foi decisiva no combate às doenças tropicais e no desenvolvimento das estruturas de saúde nas antigas colónias.

Em paragens mais remotas, como “médicos do mato”, venceram a desconfiança das populações e colaboraram muitas vezes com os médicos tradicionais. Nas cidades implementaram prestigiados serviços de saúde, contribuindo para a assistência médica e a investigação sobre várias doenças.

A criação das Faculdades de Medicina em Angola e Moçambique foi um marco decisivo no desenvolvimento científico e cultural desses países. Também em contexto militar, os médicos, assim como os outros profissionais de saúde, tiveram um papel fundamental e de grande coragem.

No entanto, pouco conhecemos desse importante contributo. Como era a sua vida em África? Que aventuras, que experiências viveram, muitas vezes em condições precárias, reinventando cada dia a sua nobre profissão?

Neste livro, vários médicos contam-nos essas histórias reais, vividas nos mais diversos contextos e que bem traduzem as suas experiências em África, na guerra e na paz. Que essas memórias sejam transmitidas às novas gerações!»

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Apresentação da nova obra poética do Prof. José Gil “SolangeDasCerejas”

Sábado, dia 18-Nov, às 16:00, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

José Gil, encenador, performer, professor, poeta…, é um dos professores de expressão dramática portuguesa que mais motivou o movimento associativo que conduziu à criação no Porto, em 1992, da IDEA. Já publicou vários livros de poesia, com diversos poetas portugueses e brasileiros, e apresenta agora a sua obra mais recente, intitulada “SolangeDasCerejas”.

A sessão contará com a participação da Prof.ª Ana Pessoa, de Jorge Vicente e do Prof. Luís Souta.

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Nova obra de Júlio Amorim de Carvalho: “Nilo Tacques Soares”

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Biografia duma personalidade brasileira do século XX, natural do Rio Grande do Sul. Reunião da sua reduzida produção poética e estudo, sobretudo, da métrica utilizada pelo poeta. Do ponto de vista genealógico, fornece informações sobre colaterais e descendência de Nilo Tacques Soares na qual avulta uma das filhas (sócia da Associação da Nobreza histórica de Portugal e titular de brazão de armas concedido pelo Instituto da Nobreza portuguesa, ambos com sede em Lisboa); a genealogia ascendente é um resumo de uma estirpe luso-brasileira. Sua origem europeia e sua dimensão atlântica (documento conservado no Arquivo da Casa Amorim de Carvalho) onde se indicam as múltiplas linhagens da nobreza portuguesa de que descende Nilo Tacques Soares as quais entroncam na mais alta aristocracia europeia como a dos Tacques (extintos em Portugal).

Esta edição comporta muitas biografias (resumidas), das pessoas nela recenseadas, que têm o mérito de pôr em evidência os significados das suas existências na história político-social luso-brasileira, na formação do Império português no Atlântico-sul. Obra profusamente ilustrada, reproduzindo documentos provenientes, em parte, do Brasil (um dos mais curiosos: reprodução do frontispício da obra de Sousa de Macedo Eva, e Ave, de 1716, referida no inventário aberto por morte de Jerónimo d’ Ornellas de Menezes e Vasconcellos) que se conservam no Arquivo e na Livraria Antiga da Casa Amorim de Carvalho. A capa da presente edição desta obra foi concebida pelo grafista Alexandre Amorim de Carvalho, neto de Nilo Tacques Soares.

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“Alba Minha”, novo romance de Preta E. Santo

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“Ivan Melo, um jovem angolano, passa por inúmeras provações após a morte de seu irmão. Uma rapariga ajuda-o a superar tabus, preconceitos e obstáculos que se vão apresentando, contudo a sua chegada traz com ela acontecimentos mais bizarros ainda. Nem todos são aquilo que parecem… Há muito mais mistério no seu lar do que ele alguma vez poderia imaginar.”

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