Archive for the 'Novidades' Category



“O sábio divinal”, de Fernando Rosa

‘No ano zero da era antiga, o mar parecia ocupar a maior parte do mundo. No horizonte, uma barca de uma beleza invulgar reluzia com os raios de luz do sol quente e as velas que a vestiam repeliam cores diversas em todas as direcções; alguns metros mais atrás vinham outras vinte barcas iguais à primeira. (…) Navegavam há longos dias conforme a força do vento, em busca de terra que tardava em aparecer. Na barca maior não existia sinal de qualquer tipo de desânimo devido ao tempo longo em que já se encontravam no mar alto, os cânticos que se ouviam eram maravilhosos e ecoavam quando batiam naquele mar espelhado sem fim, o som magnífico que saia da barca, espalhava-se, dando a sensação de dar a volta ao mundo e voltar com a mesma força; as barcas mais pequenas, respondiam com cânticos diferentes, mas tão maravilhosos que, ao misturarem-se, pareciam ter sido feita alguma magia hipnotizante capaz de fazer chorar o mais insignificante dos seres. (…)
“Pelo mar caminhamos sós.”
“Pelo mar, a nossa velha terra deixamos.”
“Pelo mar, a nova terra para vivermos nós encontraremos.”
Cantavam com toda a alegria para não perderem a esperança de encontrar o que tanto procuravam.
(…)
Continuavam a cantar vezes sem conta, e o som daquelas vozes finas e únicas, combinava com as vozes grossas, originando depois num tom único e impossível de ser copiado. Dia e noite, a mesma alegria e nem sinal de um pouco de terra no meio de tanto mar, passaram-se dias a navegar ao sabor do vento fraco e, ao fim de cinco semanas, a presença de enormes rochedos que saíam do fundo do mar como espetos, (…). Passaram-se algumas horas quando o último rochedo foi deixado para trás, ficando novamente o mar no horizonte, mais uma vez, terra continuava a ser uma miragem, cântico atrás de cântico mostravam a força enorme que os seres daquela raça manifestavam sem se cansar. Passara-se mais uma semana até aparecerem sinais de terra naquele deserto oceânico sem fim, depressa a explosão de alegria se fez ouvir muito longe dali. Pela primeira vez desde que partiram, uma pequena ilha estava agora a descoberto (…).’
(Excerto do livro ‘O sábio divinal’, de Fernando Rosa).

Fernando Rosa auto-publica a sua primeira obra ‘O sábio divinal’, através do SitiodoLivro.pt. Conta a história de uma jovem rapariga, Selina, que possui poderes únicos. No mundo, mais nenhum ser vivo possuía as suas qualidades. Cresceu no meio de muito amor e carinho. Selina não era para nascer, sequer, mas nasceu mesmo assim. Quando ficou a saber que as suas origens provinham das trevas ficou desorientada. A maior surpresa surgiu quando lhe foi contado que, para além dela, mais alguém com o seu sangue nascera na mesma altura, o seu irmão desconhecido. É-lhe então pedido que partisse ao seu encontro para impedir que os poderes maléficos que já se manifestavam caíssem nas mãos das trevas, seu pai.

Um livro de fantasia que promete transportar o leitor para uma viagem mágica e emocionante onde o bem, o amor e a união vão superar todas as adversidades.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-sabio-divinal/9789892025988/

‘Os Portugueses no Luxemburgo – Contribuição para a história das migrações’ de António de Vasconcelos Nogueira

‘Factores geopolíticos e modelos de desenvolvimento económico contribuem para a configuração do Grão-Ducado do Luxemburgo como praça financeira mundial, tendo sido, no seu passado histórico, um pólo de emigração e, no presente, de imigração contínua. ‘Os Portugueses no Luxemburgo – Contribuição para a história das migrações’ é um estudo que evoca a presença portuguesa através das relações entre Portugal, os Países Baixos e o Luxemburgo, através de alianças entre casas dinásticas reinantes de Borgonha, de Avis, dos Habsburgos, dos Nassau e dos Bragança, de fluxos migratórios e trocas comerciais por intermédio dos judeus e conversos portugueses, até ao período das duas guerras mundiais, caracterizado pela participação militar portuguesa na Flandres e em França, pelo exílio da grã-duquesa Carlota do Luxemburgo, do seu Governo, de judeus luxemburgueses entre outros refugiados, em Portugal. A presença portuguesa compreende, também, a e/i/migração a partir dos anos 1960, que se inscreve como projecto existencial e económico e se deseja de integração. Os Portugueses representam, hoje, a maior comunidade de estrangeiros distribuídos e ocupados, maioritariamente, nos sectores da construção e dos serviços (limpezas e Horeca), mas também nas instituições europeias e outras, da banca aos serviços financeiros e de seguros, da segurança aos meios de comunicação social, ao ensino e às empresas, nas associações e carreiras liberais ou independentes.’

(António de Vasconcelos Nogueira, autor do livro ‘Os Portugueses no Luxemburgo – Contribuição para a história das migrações’)

Recorrendo aos serviços de apoio à edição disponíveis no SitiodoLivro.pt, António de Vasconcelos Nogueira publica a ‘Os Portugueses no Luxemburgo – Contribuição para a história das migrações’. Como o autor descreve, este estudo propõe uma leitura sobre os desafios e as perspectivas de evolução da e-/i/migração portuguesa no Grão-Ducado.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/os-portugueses-no-luxemburgo/9789729668722/

‘Poemas escritos em folhas de papel brilhante’, de Norberto do Vale Cardoso

“Olhando à volta
eu via que não era Narciso,
a areia do deserto não me mentia,
não me deixava mentir,
fazia-me capaz de me não ver na face que não era a minha:
– Tinha perdido ainda sem ter nascido a minha geração
na massa de que as energias sisíficas se carregam:
isótopos dos livros que sonhava em escrever.”

(Retirado do livro ‘Poemas escritos em folhas de papel brilhante’,
de Norberto do Vale Cardoso)

Norberto do Vale Cardoso apresenta-nos, através do SitiodoLivro.pt, a auto-publicação ‘Poemas escritos em folhas de papel brilhante’. É um livro que congrega quarenta e nove poemas, organizados em três partes, a que o autor atribuiu o título de ‘Dolos’. O ‘Dolo’ de abertura intitula-se ‘O espírito move a massa’, a ele se seguindo Os monstros movem os sonhos’ e, finalmente, o terceiro e último ‘Dolo’, ‘Do Imóbil Fado’. A frase que dá título ao livro de Norberto do Vale Cardoso é baseada numa cifra usada como código de guerra.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/poemas-escritos-em-folhas-de-papel-brilhante/9789892025216/

‘O caminho certo’, de António Môsca

‘LXXXI
Porque rir faz bem
Ajuda a descontrair
Refresca as ideias
Passarmos os dias a rir.

LXXXII
Mas rir para não chorar
É o que sucede a muita gente
Que não tem sorte
Anda sempre doente.

LXXXIII
Mas não é sorte nem azar
É porque as coisas são assim
Tudo é necessário
Para que o mundo não tenha fim.

LXXXIV
A doença descobre a saúde
A saúde a doença
Por vezes se descobre a cura
Tendo muita crença.’

(Retirado do livro ‘O caminho certo’,
de António Môsca)

António Môsca auto-publica, através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, ‘O caminho certo’. Um livro de poesia que, segundo o autor, deriva das experiências que tem vivido ao longo da sua vida. O hábito de as registar, fez nascer, ao longo de todos estes anos de vida, um livro improvisado com folhas de várias cores e tamanhos, recheadas de sentimentos vários das aventuras e desventuras que viveu. Como o próprio autor diz, ‘sem a mestria de Camões, mas com o sentimento na mão, escreveu o que lhe ia na alma. A peça da sua vida, a vida que lhe pesa’.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-caminho-certo/9789892023533/

‘O mistério do albatroz’ de Isabel Rainha

«“O mistério do albatroz” é uma história de amor que alia o fantástico à realidade de um tempo histórico bem definido, valorizando o encontro de culturas e a biodiversidade. Passada no século XVI, contemporânea de grandes preocupações sociais e políticas como a morte de D. Sebastião em Alcácer Quibir que conduz à perda da independência, mostra o quotidiano de um povo que se expande por quatro continentes. Começa com um desembarque de um grupo de homens numa praia da Amazónia com o objectivo de colonizar e evangelizar as terras encontradas. Com eles vem um cirurgião que pretende estudar as plantas do Novo Mundo.»

(Isabel Rainha,
autora do livro ‘O mistério do albatroz’)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, Isabel Rainha apresenta-nos a sua nova auto-publicação “O mistério do albatroz”, sob a chancela Vírgula. Uma história que vai surpreender o leitor pela sua simplicidade, beleza e ensinamentos. Num encontro entre duas culturas tão diferentes, registam-se sentimentos muito diversos como o medo, a desconfiança, a compreensão, o respeito e também o Amor, um amor que dá forças para abandonar a segurança e partir rumo ao desconhecido, enfrentando perigos e dúvidas, na utópica conquista da felicidade total.

Anteveja o livro aqui

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‘Histórias de pessoas que decidi divulgar’ de José Eduardo Taveira

‘Decidi escrever este livro, narrando histórias de pessoas que existem, umas para nos atormentar a vida, outras para nos fazer crer que vale a pena viver com alegria e optimismo, e outras, nem uma coisa nem outra. No entanto, todas elas merecem momentos de reflexão durante e após a leitura’.

(José Eduardo Taveira,
autor do livro ‘Histórias de pessoas que decidi divulgar’)

Recorrendo aos serviços de apoio à edição disponíveis no SitiodoLivro.pt, José Eduardo Taveira auto-publica a sua segunda obra ‘Histórias de pessoas que decidi divulgar’, através do SitiodoLivro.pt. ‘Uma obra que reúne um conjunto de personalidades que nos desvendam, sem rodeios, os seus comportamentos, as suas loucuras, as suas angústias, as suas ambições. Um conjunto de 25 histórias sobre pessoas que:

… trabalham para o enriquecimento do nosso saber;
… trocam amor por bens materiais;
… amam sem preconceitos;
… sonham ser notáveis;
… desconhecem a solidariedade;
… vivem na solidão porque os amigos não têm tempo para um telefonema;
… se divertem com a fragilidade social de quem não pode repudiar o desprezo e a humilhação;

Pessoas. Pessoas. Pessoas…’

(José Eduardo Taveira, autor do livro ‘Histórias de pessoas que decidi divulgar’)

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/historias-de-pessoas-que-decidi-divulgar/9789898413277/

‘Um jeito de amar a vida’ de Maria do Carmo Chaves

‘Máximas de sabedoria

Um dia destes um jovem abordou-me e disse
Que confiava em mim por ser velha e sábia.
Não sei se a noção que tinha da velhice
Era a mesma que tinha no meu astrolábio.
Meço a figura de uma pessoa pelo saber socrático
Que aprendi nos bancos da escola a respeitar:
“Reconheço que nada sei” , dizia o velho ateniense
Sem qualquer pretensão e sem se envergonhar.
A experiência e a reflexão são máximas de sabedoria
Que os poetas formulam expressando afirmações
Dúvidas, negações, tradições
Coisas do espírito e da vida que cria.
Ao jovem, eu só tinha dúvidas para lhe apresentar
Podia ao seu pedido dar mil e uma resposta
Mas na realidade eu iria jurar
Que não sabia o que lhe responder. Talvez que a porta
A seguir, seria a da liberdade e da escolha.
Escutar a opinião de outros curadores experientes
E após cuidadosa recolha, já ciente
De adequar o recolhido ao seu pedido, confiar em si
Para amar a vida, que és tu e eu, e viver para si.’

(Retirado do livro ‘Um jeito de amar a vida’,
de Maria do Carmo Chaves)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, Maria do Carmo Chaves apresenta-nos a sua nova auto-publicação ‘Um jeito de amar a vida’, sob a chancela Vírgula. Inserida na colecção ‘Consciência da vida’, a obra ‘Um jeito de amar a vida’ é a primeira obra desta colecção e, segundo a autora, é “uma obra poética, um breviário de ser e estar com os outros, na esperança, para mim muito credível, de um futuro melhor, no espaço do tempo enquanto permanece na Terra, e a que se chama Vida. (…) Descobrir a interioridade de cada um, o modo de relação com o Mundo, aperfeiçoar a nossa afectividade, são as ideias que me entusiasmaram e que escrevi pensando em todos nós”.

Um livro divido por temas, que vão desde a vulnerabilidade biológica e a afectividade, as imagens do corpo e da alma, o mundo da inteligência, um estado diferente do pensamento – do sonho e do sono, a galáxia da vida, até à concepção da vida e da morte. A poesia e a divulgação do conhecimento cientifico num único e surpreendente livro que vão cativá-lo do princípio ao fim.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/um-jeito-de-amar-a-vida/9789898413260/

“Os nomes do tempo” de José Manuel Morão

Invento uma lira,
de acordo com a solidão
das pedras, da cor
de horas antigas.
Sussurro, pois,

o lamento fundo,
no que perpassa as
marés, em limos
ondeantes.

Depois, os degraus
do cais, sinuosos por tempos esquecidos, restam
num sedimento fecundo,

que trago à tona
das águas.

(Excerto do livro “Os nomes do tempo”
de José Manuel Morão)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, José Manuel Morão apresenta-nos a sua primeira auto-publicação “Os nomes do tempo”. Uma obra com vários poemas escrita nos seus tempos de estudante de filosofia, ou seja, uma obra intemporal segundo o autor. O autor descreve a mesma como “uma pequena preciosidade poética, apreciada por poetas com quem o autor se corresponde, como Casimiro de Brito, Jorge Velhote ou Ana Luísa Amaral, enquanto vai escrevendo novos poemas para um futuro livro.” A evolução poética do autor é, de certo modo, imprevisível. O autor tem a esperança que “Deus lhe conceda uma vida suficientemente longa, para poder dedicar o seu dom à escrita, embora a ideia de Deus ainda não esteja muito marcada em “Os Nomes do Tempo”, os quais denotam antes a influência dos pré-socráticos e do filósofo alemão Heidegger”.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/os-nomes-do-tempo/9789892024455/

“Odisseia poética com a ética da tormenta” de Osvaldo Sousa

“És-me aqui, És-me Angola,

Angola que um dia esse patriota profetizou,
Havemos de nos encontrar
Nos gemidos que o mundo ouviu,

Nas lágrimas que borbulhastes,
E que delas se fizeram oceanos,
E que nelas gentes confiaram.

És-nos hoje porque delas se fizeram Íris,
E que juntos louvamos com a voz de Agostinho Neto
Que um dia disse: “havemos de nos encontrar”,
E que delas o criador fez profecias memoráveis!!!

(Excerto do livro “Odisseia poética com a ética da tormenta”
de Osvaldo Sousa)

Osvaldo Sousa auto-publica, através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, “Odisseia poética com a ética da tormenta”. Osvaldo Sousa intitula-se “O poeta”. A escrita deste jovem poeta começa com “uma vivência de diversidades culturais que culminam como nascimento de junção de palavras e que delas o autor assimilou como uma inspiração divina, fazendo da escrita uma das suas armas de intervenção social”. Por isso, neste que é “mais do que um mero livro de poesias encontramos testemunhos de pessoas que com o poeta privaram vários combates na intervenção comunitária, causa em que ele é um especialista reconhecido até por autoridades magistrais desse país, bem como dos media na sua quase generalidade, e aqui como dito podemos observar alguns desses testemunhos de individualidades que não se esquivaram de afirmar os seus aplausos ao autor.”

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/odisseia-poetica-com-a-etica-da-tormenta/9789899728806/

“Versos meliantes – No acaso vertigem das correntes…” de Luís Sá Fernandes

“À tua maternidade

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Ao descer a escadaria,
Pela manhãzinha,
Perseguindo o odor a café
Mesclado entre os teus caracóis,
Não te encontrar…

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Perder-te na rua,
Apressada pelas tarefas,
Sujeita ao relógio,
Engarrafada no trânsito…

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Sentir a tua pele aveludada,
Arrepiada por um beijo,
De chocolate e avelã…

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Livres de curiosa observação,
Rirmo-nos intimamente no ócio
Descanso, de um final de semana;
Por ali, comentando um filme cliché…

NA IMPOSSIBILIDADE DE:
Não viajar contigo pelas margens
Da finis terra;
De não ler um livro à tua beira;
De não brincar em castelos de areia
De pés molhados,
Na espuma de uma quimera;
Ouvindo ao longe, o canto
Remoinho das sereias…

GOSTARIA DE:
Agradecer-te,
Por no teu ventre carregares
A nossa intemporalidade,
Através do
Teu sangue e carne,
Pelo meu sal
Condimento…”

(Excerto do livro “Versos meliantes – No acaso vertigem das correntes…”
de Luís Sá Fernandes)

Recorrendo aos serviços de apoio à edição disponíveis no SitiodoLivro.pt, Luís Sá Fernandes auto-publica a sua segunda obra “Versos meliantes – No acaso vertigem das correntes…” sob a chancela Vírgula. Como o próprio autor descreve, a sua obra é… “Um diário poético, oculto deliberadamente pelo próprio, numa mesa–de-cabeçeira, forrada com papel de embrulho de um qualquer Natal… Se alguém eventualmente o achar, está na hora destes poemas saírem da sombra do anónimo oblívio! Depois de o ler, recicle o infólio, por favor, abandonando-o num lugar público, bem visível, de forma a que este seja encontrado por alguém… Talvez, depois, um transeunte o leia e repita a mesma acção… NÃO O CONDENE AO PÓ MUMIFICANTE DE UMA PRATELEIRA! Obrigado!”

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/versos-meliantes/9789898413468/

“Sonetos felizes” de Francisco Parreira

“Homenagem ao cante alentejano

Cantado nas ruas o cante tem raça
Marcando os passo todos os levantam
Nos ares nostálgicos divina graça
Abençoa as modas das vozes que cantam.

O ponto começa e a moda passa
Ao alto regendo os tons que encantam
A força do povo porque os abraça
Alegre cantar onde se agigantam.

As letras do cante hoje cancioneiros
Nos campos do tempo estão encantados
Porque lhe juntaram os sons dos mosteiros.

As roupas vestidas foram as usadas
Nos duros trabalhos por muito ceifeiros
Pastores e moirais com faces suadas.”

(Retirado do livro “Sonetos felizes”, de Francisco Parreira)

 

Recorrendo aos serviços de apoio à edição disponíveis no SitiodoLivro.pt, Francisco Parreira publica a sua segunda obra “Sonetos felizes”. Como o autor descreve, “Sonetos felizes” surge da seguinte forma: “É no Alentejo que o autor encontra a sua inspiração. Um sentimento inexplicável vindo da planície. Iluminado por um sol brilhante que me alimenta de palavras nos campos onde conjugo as sílabas e rimas. Componho as cores do verde da oliveira no vermelho da papoila e no amarelo do girassol. Sinto-me um português privilegiado ao ouvir o nascer do dia dos passarinhos e ao ver o pôr-do-sol, naquelas herdades porque só aqui é possível ao entardecer sentirmos as nossas raízes familiares.”

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/sonetos-felizes/9789899666016/

“Ponto de luz” de Paula Neto

“Feels good. Soube-me bem o dia em que recuperei sem precisar de ajuda. Quando me desvaneci e depois empinei o nariz, levantei a cabeça e segui em frente. Na altura em que decidi que não precisava de ninguém. Também me sabe bem ser independente. Saber os meus quereres, conhecer os meus limites. Descobri coisas em mim que eu não sabia, emoções que eu não tinha. Tenho a memória recortada, quase perfeita. No final, isso tudo… será que soube assim tão bem?”

(in ‘Ponto de luz’, de Paula Neto)

“Ponto de luz” é um livro juvenil escrito para adolescentes. E quem melhor que escrever sobre a adolescência que uma adolescente? Paula Neto auto-publica, através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, “Ponto de luz”. Um livro que aborda as alegrias, as tristezas, os amores e as experiências da turbulenta, movimentada, doce e alegre fase da adolescência. O leitor é a própria personagem e envolve-se nela… vive a história e quando volta, volta numa perspectiva, numa realidade e numa história diferente

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/ponto-de-luz/9789892024738/

“O Último Oleiro” de Rómulo Duque

“Quanto mais sabemos, mais e melhor podemos observar e respeitar as tradições que nos levam pelos caminhos do Bem, da Verdade e da Beleza.”

(Rómulo Duque, autor do livro ‘O Último Oleiro’)

“O Último Oleiro” traz-nos à memória passagens do modo de vida das gentes do interior Norte de Portugal – uma região rica em tradições -, das artes e dos ofícios de que muitos dos habitantes se ocupavam, como o ferreiro, o ferrador o moleiro e o oleiro que, neste conto, é descrito através do testemunho de alguns jovens que acompanharam o terminar de uma geração de oleiros do Felgar.

Rómulo Duque apresenta-nos a sua primeira auto-publicação, através do SitiodoLivro.pt, “O Último Oleiro”. Uma narrativa onde o autor tenta trazer até aos dias de hoje as memórias e tempos passados, de forma a deixar, às novas e às velhas gerações, a simplicidade do viver das gentes transmontanas e o quanto duros eram os trabalhos nessa, mas também a outras profissões que envolviam a existência de uma peça de barro nem que fosse para poder encher de água na primeira fonte que se encontrava. O conto é também o registo da época em que foram produzidos os últimos trabalhos em barro moldados pelo último oleiro da freguesia, António Rebouta, tarefas em o autor participou e que decorreram durante alguns meses – desde o arrancar do barro ao tornear na roda, até à saída da fornada daquelas que seriam as últimas cântaras feitas em terras de pucareiros, moldadas pelo autor destas linhas e por António Rebouta, o último mestre na arte do barro em Felgar.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-ultimo-oleiro/9789899734104/

Reencontro de luz

“Através desta missão, vou guiar cada leitor em várias viagens ao seu mais profundo ser, com a finalidade de voltarem a identificar-vos com vós mesmos, como eram em crianças. Quando lá chegarem lá estarei à vossa espera, apenas alguns passos à vossa frente, para vos indicar o caminho de retorno em segurança à sociedade. Durante esta jornada reaprenderão a cuidar de vós próprios em Luz, voltando a reconhecer-vos, a ganhar auto-estima, autoconfiança e a servirem-se da intuição como um guia para tudo na vida. Cada um de vós passará a sentir-se mais consciente e desperto, levando-vos a voltar a sentir a realidade de tudo que existe no Cosmos, passando a sentirem todas as situações ou problemas de maneira diferente e inovadora, a enfrentá-los e solucioná-los, sejam eles sociais, físicos, mentais ou espirituais. E tudo isto a custo zero sem sair de dentro de cada um de vós. Experimentem e sentirão as diferenças nas vossas vidas. Obrigado.” (José Cruz, autor do livro ‘Reencontro de luz’)

José Cruz auto-publica, através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, “Reencontro de Luz”. Um livro que, segundo o autor pretende ser um guia de apoio em terapias, curas, ajudas para um despertar espiritual, ou simplesmente, para o auto-desenvolvimento.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/reencontro-de-luz/9789899733602/

O que há de novo nas livrarias

Conheça as últimas novidades editoriais. Na nossa livraria online:
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livraria/

A Árvore dos SegredosO Fim da IlusãoA Um Metro do Chão

Provérbios – de entre mil, escolha um (de Alfredo Cabral)

“Para saber não basta ler, é preciso viver e ver?”

“Quanto mais vivemos, mais apreendemos.”

“Quanto sabes, tanto vales.”

“Quem ler, leia para saber; quem souber, saiba para obrar.”

(Provérbios retirados do livro ‘Provérbios – de entre mil, escolha um’,
de Alfredo Cabral)

“No meio do espólio literário de Alfredo Cabral, encontravam-se maços de verbetes contendo alguns dos mais conhecidos ditados populares e junto uma lista de palavras que exprimiam profissões, estações do ano, actividades agrícolas e outras. A finalidade de tudo isto era coleccionar provérbios e arrumá-los por diversas rubricas de acordo com o sentido predominante de cada um. Estava ali o embrião de qualquer sonho, possivelmente para preparar mais uma publicação. Sem pretensões de trazer a lume uma obra de mérito, esta recolha é um simples desejo de homenagear a memória de Alfredo Cabral. Um incansável defensor do nosso maior património nacional, que é a nossa língua. (…) Provérbios são valores da cultura popular, que temos a obrigação de preservar e divulgar. Na verdade ‘ditados velhos, são evangelhos’ e ‘fica sempre o rifão e o bom conselho não’. Eles são uma riqueza de ensinamentos. E, em tão poucas palavras há, tantas vezes, uma tão grande amplitude de pensamentos! (…)” (Excerto da ‘Introdução’ elaborada por Alfredo Nuno Cabral para do livro ‘Provérbios – de entre mil, escolha um’, de Alfredo Cabral).

O livro ‘Provérbios – de entre mil, escolha um’ é uma obra póstuma de Alfredo Cabral. Através do SitiodoLivro.pt, Alfredo Nuno Cabral auto-publica uma compilação que reúne mais de 1000 provérbios organizados por ordem alfabética e por temas, que seu pai, Alfredo Cabral, guardou ao longo da sua vida. Este livro é uma homenagem de Filho para Pai e uma homenagem a um Homem que ao longo da sua vida procurou partilhar os seus ensinamentos e o bem estar da humanidade. Não podíamos ainda deixar de referir que Alfredo Cabral foi o criador da famosa ‘Tabuada Ratinho’. Recorda-se?

Partilhe connosco os provérbios que mais lhe dizem… ficamos à espera!

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/proverbios/9789892024448/

As Palavras – Escritas pela Vida (de Carlos Teixeira)

“Existir

Como vim aqui parar?
Não me recordo do passado
Sinto que vivo e existo
Mas que a ele me terei furtado

Não me deram um mapa
Mas revejo algum momento
Guio-me por mim sem ver
Se não me encontro, lamento

Não me recordo do meu corpo
Nesse tempo, nesse espaço
Serei mais que o mundo
Neste quintal, neste pedaço

Na espera que eu exista
Não me acanho em perguntar
Se será este o propósito que a vida me quer dar

E se nunca tivesse existido
Aqui não estaria a escrever
Deixem-me gozar o momento
E neste mundo poder viver

Um abraço, um sorriso, uma palavra
E sinto que existo…”

(Retirado do livro ‘As palavras – Escritas pela vida’,
de Carlos Teixeira)

Carlos Teixeira auto-publica, através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, “As palavras – Escritas pela vida”. Um livro que, segundo o autor, reúne um conjunto de pensamentos vividos e acumulados ao longo do tempo, entre encontros e desencontros, emoções e paixões e agora traduzidos em rimas de palavras com o intuito de serem “… projectadas como imagens nas pessoas que as ouvem e interpretam”.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/as-palavras/9789892023922/

Juntos para Sempre (de José Eduardo Taveira)

«Esta obra é extraordinariamente complexa na sua simplicidade. (…) O leitor terá o prazer de navegar por um romance distinto, no qual se cruza história com ficção. As personagens estão carregadas de um significado peculiar e as acções não carecem de riqueza. Na minha opinião, é precisamente isto que procuro num livro: a possibilidade de interpretar, de conhecer realidades muitas vezes ocultas, que tantos temem em revelar. Realidades que todos conhecem mas que o estigma disfarça com sorrisos forjados e com a ingenuidade forçada de que as vidas são contos de fadas. Para além do conteúdo deste livro, o leitor terá um primeiro contacto com o autor. (…) A realidade é que o meu pai não é um simples corpo que decidiu juntar algumas ideias e publicá-las. Este livro surgiu de uma coesão de experiência, de conhecimento e principalmente de humanidade. É com grande honra que vos convido a ler esta obra que tantas vezes reli e que me parece sempre única.»

(Prefácio elaborado por Carolina Taveira, para o livro ‘Juntos para Sempre”,
de José Eduardo Taveira.)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, José Eduardo Taveira auto-publica ‘Juntos para Sempre’. Uma história sobre a vida de Maria que, após ter nascido, foi abandonada à porta de um orfanato dirigido por um grupo austero de freiras. Em parte da sua vida foi vítima de maus-tratos e humilhações. Como é que Maria irá combater todas as adversidades para ter uma casa, uma família, um trabalho? Não tendo nada seu, Maria vai lutar para sair vencedora de uma teia de interesses obscuros, vinganças, invejas e traições que que foi envolvida. Mas será que Maria conseguirá conquistar o direito a ser feliz?

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/juntos-para-sempre/9789892022949/

Poemas de amor para Vila Flor (de Abílio Aires)

Quem Vila Flor visitar

“Quem Vila Flor visitar
Certo que volta de novo
Sabemos que vai gostar
Deste hospitaleiro povo.

Quem Vila Flor visitar
Virá noutra ocasião
Duas forças o vão puxar
Do coração à razão.

Quem Vila Flor visitar
Daqui não vai querer sair
Mas quando se ausentar
Sairá daqui a sorrir
Com saudade ao partir
De um dia poder voltar.”

(Retirado do livro ‘Poemas de amor para Vila Flor, de Abílio Aires)

“Poemas de amor para Vila Flor” é uma auto-publicação de Abílio Aires, através do SitiodoLivro.pt. Como o seu próprio título indica, é uma obra dedicada à cidade de Vila Flor, local com história secular e um passado vasto e rico, situada no distrito de Bragança. Através dos seus poemas, o autor apresenta-nos a sua cidade, as suas gentes, a cultura, a beleza,… o Amor que tem a Vila Flor.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/poemas-de-amor-para-vila-flor/9789892024288/

Impressões (de Miguel e Pedro de Abreu Peixoto)

“A fotografia e a Poesia são duas formas diferentes de olhar o que se passa à nossa volta.

Este livro é, antes de mais, um espaço em que duas formas diferentes de entender o mundo se tornam complementares…

Porque ninguém deve caminhar sozinho na vida, propomos esta viagem pelos nossos sentimentos, expressões na dualidade da imagem e do texto, que se irmanam nestas ‘Impressões’”

(Introdução do livro ‘Impressões’,
de Miguel e Pedro de Abreu Peixoto)

Miguel e Pedro de Abreu Peixoto apresentam-nos a sua primeira auto-publicação, através do SitiodoLivro.pt, “Impressões”. Uma publicação que ‘abraça’ a poesia com a arte da fotografia. Um poema, uma fotografia, duas visões diferentes, com cores diferentes, com palavras diferentes: “Impressões”, uma obra que o vai levar a sonhar e a viajar.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/impressoes/9789892024028/


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