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Aguinaldo Silva

Aguinaldo Silva

Aguinaldo Silva

Responsável pelas maiores audiências de mini-séries e telenovelas da Rede Globo, dramaturgo, jornalista, escritor e considerado pelo público e pela crítica como um dos maiores novelistas da televisão brasileira, é o único autor da Globo que só tem escrito novelas para o horário das 20h.

Escreveu, entre outras, “Roque Santeiro”, “Tieta”, “Vale Tudo”, “Pedra sobre Pedra”, “Fera Ferida”, “A Indomada”, “Senhora do Destino” e “Duas Caras”. Tem também 14 livros publicados, o último dos quais foi “98 Tiros de Audiência”.

No dia em que celebra o seu 67.º aniversário, destacamos Aguinaldo Silva.

Bibliografia de Aguinaldo Silva

Juntos para Sempre (de José Eduardo Taveira)

«Esta obra é extraordinariamente complexa na sua simplicidade. (…) O leitor terá o prazer de navegar por um romance distinto, no qual se cruza história com ficção. As personagens estão carregadas de um significado peculiar e as acções não carecem de riqueza. Na minha opinião, é precisamente isto que procuro num livro: a possibilidade de interpretar, de conhecer realidades muitas vezes ocultas, que tantos temem em revelar. Realidades que todos conhecem mas que o estigma disfarça com sorrisos forjados e com a ingenuidade forçada de que as vidas são contos de fadas. Para além do conteúdo deste livro, o leitor terá um primeiro contacto com o autor. (…) A realidade é que o meu pai não é um simples corpo que decidiu juntar algumas ideias e publicá-las. Este livro surgiu de uma coesão de experiência, de conhecimento e principalmente de humanidade. É com grande honra que vos convido a ler esta obra que tantas vezes reli e que me parece sempre única.»

(Prefácio elaborado por Carolina Taveira, para o livro ‘Juntos para Sempre”,
de José Eduardo Taveira.)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, José Eduardo Taveira auto-publica ‘Juntos para Sempre’. Uma história sobre a vida de Maria que, após ter nascido, foi abandonada à porta de um orfanato dirigido por um grupo austero de freiras. Em parte da sua vida foi vítima de maus-tratos e humilhações. Como é que Maria irá combater todas as adversidades para ter uma casa, uma família, um trabalho? Não tendo nada seu, Maria vai lutar para sair vencedora de uma teia de interesses obscuros, vinganças, invejas e traições que que foi envolvida. Mas será que Maria conseguirá conquistar o direito a ser feliz?

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/juntos-para-sempre/9789892022949/

Guillaume Musso

«Sozinhos, vamos mais depressa; a dois, vamos mais longe»

Guillaume Musso

Guillaume Musso

Natural de Antibes, em França, é um dos mais sólidos representantes de uma geração entre a imagem e a escrita, com mais de um milhão de livros vendidos em todo o mundo e traduzidos em vinte línguas.

Nos seus livros, há sempre a influência de uma cultura clássica mesclada por uma vertente mais contemporânea. Ele próprio confessa que o seu encontro com a literatura ter-se-á dado quando, na biblioteca municipal dirigida pela mãe, descobriu os livros de Agatha Christie. Depois leu muito Emily Bronte e Albert Cohen, mas também Victor Hugo, Dostoievsky, Tolstoi e Stephen King.

Nova Iorque, o acaso e o amor e a iminência da morte são os temas centrais da sua obra. (in http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/)

Quando celebra o seu 37.º aniversário, destacamos Guillaume Musso.

Bibliografia de Guillaume Musso

Ken Follett com José Rodrigues dos Santos

ww1.rtp.pt: Conversas de Escritores de 2009-10-03A propósito do eminente autor que hoje destacámos, recordamos uma interessante entrevista sua a José Rodrigues dos Santos, no programa da RTP, “Conversas de Escritores”:
http://ww1.rtp.pt/blogs/programas/conversasdeescritores/?k=Ken-Follett.rtp&post=3837

Ken Follett

Ken Follett

Ken Follett

Considerado “o mestre dos thrillers históricos”, a sua obra mais popular é a saga histórica “Os Pilares da Terra”, de que já vendeu, em todo o mundo, mais de 100 milhões de exemplares e a que deu sequência com “Um Mundo Sem Fim”, que promete alcançar o mesmo êxito. Estreou-se como autor de sucesso neste género com “O Buraco da Agulha”, vencedor do Edgar Award como melhor romance de 1978 e que fez dele o mais jovem escritor milionário do mundo e escreveu outros romances best-sellers, como “A Chave para Rebeca”, “O Vale dos Cinco Leões”, ou “O Homem de Sampetersburgo”.

O tema primordial dos seus livros é a acção de espionagem e de guerra, num estilo de ritmo rápido e com abundância de situações clímax, que tendem a prender até mesmo os leitores mais casuais. Galês de nascimento, vive actualmente em Londres e cumpre hoje 62 anos.

Bibliografia de Ken Follett

João Aguiar

“As recordações excitam-no, fazem-lhe subir o sangue mais depressa à cabeça, como se para lá se tivesse mudado o coração. Assim foi, assim foi, porém hoje D. Afonso já não reina em Portugal e as bestas-feras jazem na masmorra à minha mercê e haverá de novo justiça, porque um rei-fantasma a fará, sobre grandes e pequenos, ricos e pobres. Sobre os vivos e também os mortos. Roubaram-te de mim, Inês, mas não sabiam que assim mesmo te punham para sempre em mim. Para sempre, até ao fim do mundo.”

(in “Inês de Portugal”)

João Aguiar

João Aguiar

Escreveu mais de duas dezenas de romances e criou duas séries de televisão destinadas ao público mais jovem, “Sebastião e os Mundos Secretos” e o “Bando dos Quatro”, no qual ele próprio figura na personagem do Tio João. Foi um dos cultores em Portugal do chamado romance histórico, com “A Voz dos Deuses”, publicado em 1984.

Frequentou em Lisboa os cursos superiores de Direito e Filosofia, mas foi em Bruxelas que se licenciou em Jornalismo. Começou pela RTP, onde também coordenou uma série da Rua Sésamo, e passou depois por jornais como “Diário de Notícias”, “A Luta”, “O País”. Dizia-se um “monárquico não tradicionalista”, justificava-o “por uma questão pragmática”. O último romance que publicou, “O Priorado do Cifrão”, era uma “charge” ao mundo criado por Dan Brown. (fonte: publico.pt)

Um ano após do seu desaparecimento, recordamos João Aguiar.

Bibliografia de João Aguiar

Thomas Hardy

“As pessoas que possuem alguma força de carácter carregam consigo, como os planetas, a sua atmosfera nas suas órbitas.”

Thomas Hardy

Thomas Hardy

Passou a sua infância no campo até ser estudante de arquitectura e trabalhar na restauração de edifícios antigos. O pessimismo radical que caracteriza os seus romances fazem com que o autor seja considerado o “último dos grandes vitorianos”, influenciando a reacção anti-romântica que se seguiu. Os seus romances mais notáveis são os que falam de um condado imaginário do sudoeste de Inglaterra (Wessex), que se pode em larga medida identificar com a região natal do escritor.

Publicou contos e acabou trocando a ficção pela poesia. Lançou “Poemas de Wessex”, “Poemas do Passado e do Presente” e “Palavras de Inverno”, tornando-se também um dos grandes poetas ingleses. Quando passam 171 anos do seu nascimento, recordamos Thomas Hardy.

Bibliografia de Thomas Hardy

Poemas de amor para Vila Flor (de Abílio Aires)

Quem Vila Flor visitar

“Quem Vila Flor visitar
Certo que volta de novo
Sabemos que vai gostar
Deste hospitaleiro povo.

Quem Vila Flor visitar
Virá noutra ocasião
Duas forças o vão puxar
Do coração à razão.

Quem Vila Flor visitar
Daqui não vai querer sair
Mas quando se ausentar
Sairá daqui a sorrir
Com saudade ao partir
De um dia poder voltar.”

(Retirado do livro ‘Poemas de amor para Vila Flor, de Abílio Aires)

“Poemas de amor para Vila Flor” é uma auto-publicação de Abílio Aires, através do SitiodoLivro.pt. Como o seu próprio título indica, é uma obra dedicada à cidade de Vila Flor, local com história secular e um passado vasto e rico, situada no distrito de Bragança. Através dos seus poemas, o autor apresenta-nos a sua cidade, as suas gentes, a cultura, a beleza,… o Amor que tem a Vila Flor.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/poemas-de-amor-para-vila-flor/9789892024288/

Colleen McCullough

«Existe uma lenda acerca de um pássaro que só canta uma vez na vida, com mais suavidade que qualquer outra criatura sobre a Terra. A partir do momento em que deixa o ninho, começa a procurar um espinheiro, e só descansa quando o encontra. Depois, cantando entre os galhos selvagens, empala-se no acúleo mais agudo e comprido. E, morrendo, sublima a própria agonia e solta um canto mais belo que o da cotovia e o do rouxinol. Um canto superlativo, cujo preço é a existência. Mas o mundo inteiro pára para ouvi-lo, e Deus sorri no céu. Pois o melhor só se adquire à custa de um grande sofrimento… Pelo menos é o que diz a lenda.
[…]
O pássaro com o espinho cravado no peito segue uma lei imutável; impelido por ela, não sabe o que é empalar-se, e morre cantando. No instante em que o espinho penetra, não há nele consciência do morrer futuro; limita-se a cantar e canta até que não lhe sobra vida para emitir uma única nota. Mas nós, quando enfiamos os espinhos no peito, nós sabemos, compreendemos. E assim mesmo fazemo-lo.»

(in “Pássaros Feridos”)

Colleen McCullough

Colleen McCullough

É hoje uma das 100 pes­soas desig­na­das como “Tesou­ros Naci­o­nais Vivos” da Aus­trá­lia.

Neurofisióloga, criou o Departamento de Neurofisiologia do Royal North Shore Hospital, em Sidney, trabalhando posteriormente em investigação e ensinando na Yale Medical School durante dez anos.

A sua carreira literária começou com a publicação de “Tim”, seguido de ”Pássaros Feridos”, um best-seller internacional que bateu todos os recordes. A história de Roma Antiga é retratada de uma forma excepcional ao longo dos seis volumes que compõem a obra “O Primeiro Homem de Roma”. Para além dos romances, escreveu também a letra das canções de um musical para teatro.

Em 2000 recebeu o Scanno, o mais importante prémio literário italiano, pela obra “A Canção de Tróia”. No dia em que celebra o seu 74.º aniversário, destacamos Colleen McCullough.

Bibliografia de Colleen McCullough

Impressões (de Miguel e Pedro de Abreu Peixoto)

“A fotografia e a Poesia são duas formas diferentes de olhar o que se passa à nossa volta.

Este livro é, antes de mais, um espaço em que duas formas diferentes de entender o mundo se tornam complementares…

Porque ninguém deve caminhar sozinho na vida, propomos esta viagem pelos nossos sentimentos, expressões na dualidade da imagem e do texto, que se irmanam nestas ‘Impressões’”

(Introdução do livro ‘Impressões’,
de Miguel e Pedro de Abreu Peixoto)

Miguel e Pedro de Abreu Peixoto apresentam-nos a sua primeira auto-publicação, através do SitiodoLivro.pt, “Impressões”. Uma publicação que ‘abraça’ a poesia com a arte da fotografia. Um poema, uma fotografia, duas visões diferentes, com cores diferentes, com palavras diferentes: “Impressões”, uma obra que o vai levar a sonhar e a viajar.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/impressoes/9789892024028/

John Connolly

John Connolly

John Connolly

Estudou inglês na Trinity College, em Dublin e, em 1993, tirou o mestrado em jornalismo na Dublin City University. Trabalhou como jornalista freelance e colabora regularmente para o jornal Irish Times.

“O Viajante Assassino” foi o seu primeiro romance, lançando-o imediatamente para a primeira linha dos autores de thrillers e, a partir de então, todos os seus romances se tornam best-sellers do Sunday Times. Foi o primeiro autor não americano a ganhar o prémio Shamus.

No dia em que em celebra o seu 43.º aniversário, destacamos John Connolly.

Bibliografia de John Connolly

Juan Carlos Onetti

“A literatura é a infância por fim recuperada.”

Juan Carlos Onetti

Juan Carlos Onetti

Expoente da literatura hispano-americana contemporânea, a sua obra mostra personagens infelizes e o vazio da vida nas grandes cidades. Com uma visão de mundo tão lúcida quanto corrosiva, Onetti, leitor contumaz de Faulkner, Céline e Dostoiévski, dizia encontrar os seus temas em “sonhos diurnos”, através de um “impulso onírico”. Embora não tenha chegado a completar o ensino secundário, Onetti apresenta em toda a sua obra uma estrutura original, inovadora, que lhe deu o Prémio Cervantes de Literatura do ano de 1980.

Além do reconhecimento institucional, Onetti gozava de largo prestígio entre os escritores latino-americanos, como Gabriel García Márquez (de quem herdou boa parte da estrutura narrativa), Juan José Saer. Julio Cortázar, escritor e amigo, sobre ele constumava dizer: “el más grande novelista latinamericano” (o maior romancista latino-americano).

Quando passam 17 anos da sua morte, relembramos Juan Carlos Onetti.

Bibliografia de Juan Carlos Onetti

Ambiente e edificação – Legislação Acústica Anotada (de Jorge Patrício)

Portugal teve a sua primeira regulamentação sobre o ruído publicada em 1987. Esta legislação regulava os aspectos ambientais e a edificação. A sua revisão no início do novo milénio deu origem a dois regulamentos específicos: um para o ambiente e outro para a edificação.

O presente livro pretende ser um manual de apoio interpretativo à boa aplicação destes dois normativos e à clarificação das interfaces que entre eles existem, tanto numa perspectiva técnica como jurídica, visando uma vivência humana mais sustentável.

‘Ambiente e edificação – Legislação Acústica Anotada’, é um livro técnico desenvolvido pelo Eng. Jorge Patrício, Presidente da Sociedade Portuguesa de Acústica (SPA) e investigador do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC). Uma publicação de referência para todos os profissionais na correcta aplicação da legislação no condicionamento acústico. Uma auto-publicação através do SitiodoLivro.pt.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/ambiente-e-edificacao/9789898413222/

Isabel Alçada

Isabel Alçada

Isabel Alçada

A par de uma intensa actividade no domínio da educação, enquanto técnica, professora e dirigente, estreou-se como escritora de livros infanto-juvenis, em parceria com Ana Maria Magalhães, em 1982. Os seus muitos livros, que marcaram uma viragem na história da literatura infantil portuguesa, reflectem a longa e rica experiência educativa, são eco de uma infância e juventude particularmente felizes e traduzem o seu enorme talento para comunicar com os mais novos. Em particular, a colecção “Uma Aventura” revelar-se-ia um sucesso entre as camadas jovens, chegando a mais de cinquenta títulos, com adaptações para televisão e cinema. Damos hoje os parabéns a Isabel Alçada, quando cumpre 61 anos.

Bibliografia de Isabel Alçada

Giorgio Manganelli

Giorgio Manganelli

Giorgio Manganelli

Hoje, quando passam 21 anos da sua morte, destacámos um dos mais conceituados escritores e críticos literários do pós-guerra italiano, que influenciou toda uma época. Também jornalista e tradutor, foi membro do grupo 63, famoso movimento vanguardista italiano e é detentor de uma muito extensa obra, onde impera o seu sentido irónico.

Bibliografia de Giorgio Manganelli

Promoção “Dia Mundial da Criança” no Sítio do Livro

“Grande é a poesia, a bondade e as danças…
Mas o melhor do mundo são as crianças”.
(Fernando Pessoa, Obra Poética 189)
Em comemoração do “Dia Mundial da Criança” que se celebra em 1 de Junho, vamos praticar um desconto especial e temporário de 20%, até ao final da próxima semana, nas publicações infantis editadas através do SitiodoLivro.pt e que se relacionam em seguida:

1. Mãe, a Lua Está estagada?
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/mae-a-lua-esta-estagada/9789899657106/

2. Margarida e a Luz Linda do  seu Coração
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/margarida-e-a-luz-linda-do-seu-coracao/9789892019406/

3. Lendas da  Amazônia
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/lendas-da-amazonia/9789892019659/

4. O Saúl das Árvores e o Gato Pitó
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-saul-das-arvores-e-o-gato-pito/9789899671805/

5. Pompom e os  coelhinhos brancos
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/pompom-e-os-coelhinhos-brancos/9789892021386/

6. Manual de  vermicompostagem para crianças e jovens
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/manual-de-vermicompostagem-para-criancas-e-jovens/9789899685505/

7. O ursinho pompom
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-ursinho-pompom/9789899704701/

8. Os amigos do Mário
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/os-amigos-do-marco/9789892022017/

9. Histórias de animais diferentes
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/historias-de-animais-diferentes/9789899692800/

10. O mundo da poesia
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-mundo-da-poesia/9789899699304/

11. Histórias dos avós à maneira dos netos
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/historias-dos-avos-a-maneira-dos-netos/9789899692824/

12. As diabruras da Rita e do Ricardo
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/diabruras-da-rita-e-do-ricardo/9789899692817/

13. O rei das rimas
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-rei-das-rimas/9789899713307/

14. Margarida e todo o amor do mundo no seu coração
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/margarida-e-todo-o-amor-do-mundo-no-seu-coracao/9789892023199/

15. Wolfgang – O guerreiro nórdico
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/wolfgang/9789898413284/

16. Sete contos pequeninos da bisavó
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/sete-contos-pequeninos-da-bisavo/9789899692848/

17. A sonhar… era uma vez
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/a-sonhar-era-uma-vez/9789899692831/

18. O patinho friorento
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-patinho-friorento/9789892023106/

António Avelar de Pinho

António Avelar de Pinho

António Avelar de Pinho

Escreveu e coproduziu o disco do programa “Fungagá da Bicharada”. Redigiu canções para nomes como Lara Li, Gabriela Schaaf, Concha ou os próprios Banda do Casaco. Trabalhou com nomes como Rui Veloso ou as Doce. É também um dos autores da personagem “Avô Cantigas”.

Com Pedro de Freitas Branco (músico), foi o autor da série juvenil “Os Super4”, com mais de 19 livros publicados e os mais recentes, a partir de 2005, têm sido escritos apenas por si.

Falamos de António Avelar de Pinho, no dia em que celebra o seu 64.º aniversário.

Bibliografia de António Avelar de Pinho

O patinho friorento (de Nuno Gomes)

“Era uma vez um patinho amarelo… que tinha medo de se molhar. Cada vez que tocava a água sentia um grande arrepio que deixava todas as suas penas em pé! Brrrrr… que frio!…”

(Excerto do livro ‘O patinho friorento’, de Nuno Gomes)

Consegue imaginar um patinho que nunca nadou no lago? É muito estranho.

Quando todos os seus irmãos e amigos iam para a água, o patinho tinha medo de se molhar.

O que podiam o pai Pato e a mãe Pata fazer, para ajudar o seu filhote que andava cada vez mais triste?

‘O patinho friorento’, escrito por Nuno Gomes e ilustrado por Marco Martins, editado e publicado através do SitiodoLivro.pt, é uma história cheia de cor e magia em que o ‘Patinho’ vai ensinar-nos que ‘Nada é Impossível quando se quer muito’ e que ‘Nunca devemos deixar de lado o que é importante para nós’.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-patinho-friorento/9789892023106/

“Sete contos pequeninos da Bisavó” e “A sonhar… Era uma vez” (Maria Teresa Cavaco)

Teresa Cavaco presenteia-nos, novamente, com mais duas obras infantis, escritas e ilustradas pela própria autora, editadas e publicadas através do SitiodoLivro.pt.

Mas não são apenas mais dois livros infantis! São duas obras que irão transportar ‘miúdos e graúdos’ até à infância, com muita imaginação, magia e inocência. Divirta-se com os mais ‘pequenos’ e deixe levar-se pelas histórias criadas pela autora Teresa Cavaco.

“Sete contos pequeninos da bisavó – Um conto por noite” são histórias pequeninas que os pais, avós e bisavós podem ler para adormecer os mais pequeninos. Os pequeninos vão deliciar-se com estes sete contos diferentes e cheios de magia, que lhes vão proporcionar sonos tranquilos e sonhos com muita imaginação. Neste livrinho, vão ter muitas surpresas, como por exemplo: uma estrelinha a jogar com um menino, ou uma rãzinha a viajar num barco. (Teresa Cavaco)

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/sete-contos-pequeninos-da-bisavo/9789899692848/

“A sonhar… era uma vez” são sonhos registados em contos. Sonhos que poderiam ter sido vividos por crianças, em resultado de várias situações fictícias, ou reais. A imaginação, criatividade, emoção, fantasia nas diferentes situações deram origem a estes contos encantadores. Espero que estes contos ajudem muitas crianças a perceber a diferença entre o real e o imaginário. “O palhaço menino” no seu sonho vive momentos deliciosos e resolve um problema. “A gruta misteriosa” provoca um sonho menos bom, atenuado pela amizade e companheirismo entre jovens. Todos vão gostar de viver as aventuras sonhadas no castelo e no fundo do mar. (Teresa Cavaco)

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/a-sonhar-era-uma-vez/9789899692831/

Ruben A.

Porque é que os Homens não compreendem as Mulheres

«Tu estás convencida há vários anos de que eu não te compreendo. Esta é sempre a teoria das mulheres, que não são compreendidas, que não são queridas, que não são adoradas, as queixas montanhas grandes, queixas enormes, sempre a justificar uma infelicidade que lhes vem lá do fundo da criação do mundo, do útero, da terra, as mulheres reflectem o útero feminino da terra, um útero cheio de aflições, em conclusão, queixam-se de tudo então entre os quarenta e os cinquenta, esse útero funciona nas alturas, é um útero cósmico que já não é parte de uma mulher, pertence à mulher do mundo. Há muita verdade no que dizes, o homem desinteressa-se facilmente, depois do acto do amor, depois logo sacode as penas, arrebita, passa à frente, domina outro mundo, a mulher fica fechada, acanhada nesse encontro muito íntimo, nesse seu mais fundo dos fundos, na identidade uterina com a ideia da criação, da reprodução da génese, salta, salta, forma-se na mulher a visão do caos a que só ela pelo amor pode dar uma nova regra, pelo domínio da paixão, pela companhia, para isso tem de ser compreendida, ela julga que é compreendida, tem de justificar a sua infelicidade pela compreensão do amor, de um outro amor, a mulher busca no outro amor o amor definitivo, amor que nunca aparece, é o poder fantásmico de convicção, que rompe todas as barreiras, a mulher atira-se, não sabe onde nem como, é capaz dos maiores actos de heroísmo clandestino, aparece, vai, surge, abre-se, mostra o que é o amor, a sua entrega total.»

(Ruben A., in ‘Silêncio para 4’)

Ruben A.

Ruben A.

Foi professor no King’s College, em Londres, entre 1947 e 1951 e funcionário da Embaixada do Brasil em Lisboa, entre 1954 e 1972. Entre 1972 e 1974, exerceu o cargo de administrador da Imprensa Nacional – Casa da Moeda e director-geral dos Assuntos Culturais do Ministério da Educação e Cultura. Além de romancista, é conhecido também como dramaturgo, cronista e historiador.

A sua obra reparte-se por dezenas de volumes, que vão do romance ao ensaio, passando pela autobiografia, pelo conto e pela novela. Dotado de um fino humor e utilizando uma prosa de vanguarda, constitui um caso ímpar na literatura portuguesa, pela escolha de temas, pelo arrojo do estilo e pela originalidade do discurso.

No dia em que faria 91 anos, relembramos Ruben A.

Bibliografia de Ruben A.


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