Archive for the 'Notoriedades' Category



William Butler Yeats

Quando Fores Velha

«Quando fores velha, grisalha, vencida pelo sono,
Dormitando junto à lareira, toma este livro,
Lê-o devagar, e sonha com o doce olhar
Que outrora tiveram teus olhos, e com as suas sombras profundas;

Muitos amaram os momentos de teu alegre encanto,
Muitos amaram essa beleza com falso ou sincero amor,
Mas apenas um homem amou tua alma peregrina,
E amou as mágoas do teu rosto que mudava;

Inclinada sobre o ferro incandescente,
Murmura, com alguma tristeza, como o Amor te abandonou
E em largos passos galgou as montanhas
Escondendo o rosto numa imensidão de estrelas.»

William Butler Yeats

William Butler Yeats

Foi dos maiores poetas de língua inglesa do século XX, a quem foi atribuído o Prémio Nobel da Literatura em 1923. O Comité de entrega do prémio justificou a sua decisão pela “sua poesia sempre inspirada, que através de uma forma de elevado nível artístico dá expressão ao espírito de toda uma nação”.

As suas obras iniciais eram caracterizadas por uma tendência romântica exuberante e fantasiosa, que transparece no título da sua colectânea de 1893, The Celtic Twilight (O Crepúsculo Celta). Posteriormente, por volta dos seus 40 anos e em resultado da sua relação com poetas modernistas, como Ezra Pound e também do seu envolvimento activo no nacionalismo irlandês, o seu estilo tornou-se mais austero e moderno.

Quando passam 39 anos da sua morte, recordamos e destacamos William Butler Yeats.

Bibliografia de William Butler Yeats

Lewis Carroll

– Poderia dizer-me, por favor, que caminho devo eu seguir?
– Isso depende muito, para onde pretende ir – disse o Gato.
– Para mim tanto faz, para onde quer que seja… – respondeu Alice.
– Então, pouco importa o caminho que tome – disse o Gato.
– …desde que eu chegue a algum lugar… – acrescentou Alice, explicando-se melhor.
– Ah, então certamente chegará lá, se continuar a andar bastante…” – respondeu o Gato.”

(in “Alice no País das Maravilhas”)

Lewis Carroll

Lewis Carroll

Relembrámos hoje, no aniversário do seu nascimento, o criador de Alice, a do País das Maravilhas. Um escritor de carácter introvertido, tímido e conservador, mas também matemático e fotógrafo. O tão famoso livro de Alice nasceu do improviso de uma divertida história, contada às três filhas de um amigo, uma delas homónima, num longo passeio fluvial e que o escritor logo passou a escrita, baptizando-a inicialmente de “Alice, Debaixo da Terra”. Mais tarde, alongou-a e completou-a, dando-lhe o título definitivo que o imortalizou como escritor. Seguiu-se-lhe, tempos depois, “Alice, do Outro lado do Espelho”.

O seu interesse pela lógica matemática e pelos jogos racionais levou-o também a publicar diversos livros científicos, para as quais reservou o seu nome verdadeiro, Charles Dodgson.

Bibliografia de Lewis Carroll

Philip José Farmer

Philip José Farmer

Philip José Farmer

Foi um escritor norte-americano de ficção científica e fantasia. Tornou-se conhecido pelas séries “Riverworld” e “World of Tiers”.

As suas obras são marcadas pelo uso de temática religiosa e sexual, de heróis ligados ao universo dos pulps e por obras apócrifas, pretensamente escritas por personagens fictícios.

Falecido em 2009, faria hoje 93 anos. Falamos de Philip José Farmer.

Bibliografia de Philip José Farmer

Virginia Woolf

«A vida é como um sonho; é o acordar que nos mata.»

Virginia Woolf

Virginia Woolf

Com “Mrs. Dalloway”, considerado o seu primeiro grande romance modernista, chegou o reconhecimento como escritora reputada. “Orlando”, obra de 1928, confirmou as suas qualidades. Seguiram-se “Um Quarto Que Seja Seu”, onde defende a independência das mulheres, “As Ondas” e “Os Anos” e, em 1938, lançou um romance polémico, ‘’Os Três Guinéus’’, na sequência da morte de um sobrinho na Guerra Civil espanhola. Neste livro, defende que a guerra é a expressão do instinto sexual masculino.

A 28 de Março de 1941, pouco depois de ter lançado ‘’Entre os Actos’’ suicidou-se, atirando-se a um rio com os bolsos cheios de pedras. Foi a segunda tentativa em poucos dias, interrompendo assim uma carreira marcada pela obtenção de diversos prémios literários, dos quais, contudo, só aceitou um, o Fémina, de França.

Paralelamente à actividade de escritora, em conjunto com o marido fundou e manteve uma editora, destinada a publicar textos experimentais, textos de amigos e traduções de russo. Intitulada Hobart Press, a editora funcionava em moldes caseiros, depois de, em 1917, Leonard ter oferecido à esposa uma pequena tipografia.

Quando passam 129 anos do seu nascimento, destacamos Virginia Woolf.

Bibliografia de Virginia Woolf

Edith Wharton

‎”Há duas maneiras de espalhar a luz: ser a vela, ou o espelho que a reflete.”

(Edith Wharton)

Edith Wharton

Edith Wharton

Ganhou, em 1920, o prémio Pulitzer com ”A Idade da Inocência”. Considerada como um grande nome da literatura feminina norte-americana e autora de uma obra prolífica, procurou debruçar-se prioritariamente sobre os usos e costumes dos novos-ricos, sobre as diferenças fundamentais entre a velha aristocracia europeia e a burguesia norte-americana, bem como a repressão exercida sobre as mulheres nestes ambientes.

Relembramos Edith Wharton, quando passam 149 anos do seu nascimento.

Bibliografia de Edith Wharton

João Ubaldo Ribeiro

João Ubaldo Ribeiro

João Ubaldo Ribeiro

Foi o oitavo escritor brasileiro a ganhar, em 2008, o prémio Camões, o galardão máximo das letras portuguesas e é também jornalista e guionista e membro da Academia Brasileira de Letras. O presidente do júri, Ruy Espinheira Filho, justificou a atribuição do galardão ao escritor baiano com o “alto nível da obra literária … especialmente densa das culturas portuguesa, africanas e dos habitantes originais do Brasil”.

No entanto, alguma da sua obra, já traduzida para várias línguas, tem gerado polémica, dado o seu conteúdo controverso, tendo chegado a ser banida de algumas redes de distribuição, o que, afinal, só contribuiu para um maior êxito comercial.

Dono de um estilo literário marcado pela ironia, João Ubaldo Ribeiro, nas palavras do crítico Antônio Olinto, “inventando um país (Brasil), inventou-se a si mesmo e foi eleito pelos seus leitores o porta-voz deste país.” Distinguimo-lo hoje, quando perfaz 70 anos.

Bibliografia de João Ubaldo Ribeiro

Francis Bacon

“A prosperidade prontamente descobre o vício; mas a adversidade logo descobre a virtude.”

(Francis Bacon)

Francis Bacon

Francis Bacon

Pai do empirismo e do método dedutivo, de influência determinante no pensamento filosófico e científico europeu de então em diante, fazendo cessar, definitivamente, a corrente ideológica medieval, dominante até aí, a Escolástica e, por isso, considerado como o fundador da ciência moderna, Sir Francis Bacon é o autor que destacamos hoje, no aniversário do seu nascimento.

Começou por desempenhar uma carreira diplomática, ainda sob a rainha Isabel I, que lhe recompensou a sua lealdade e veio a ocupar os mais importantes cargos políticos de Inglaterra e a receber relevantes títulos nobiliárquicos, já no reinado de Jaime I, tendo-se tornado um veemente, mas contestado, defensor do absolutismo monárquico. Acabou, no entanto, por cair em desgraça, acusado de corrupção enquanto juiz e foi multado, proscrito para a política e encarcerado na Torre de Londres. Perdoado pelo rei, retirou-se para as suas terras, dedicando-se inteiramente aos estudos e vindo a morrer 5 anos depois.

Bibliografia de Francis Bacon

George Orwell

”Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.”

George Orwell

George Orwell

A sua obra é marcada por uma inteligência perspicaz e bem-humorada, uma consciência profunda das injustiças sociais, uma intensa oposição ao totalitarismo e uma paixão pela clareza da escrita.

Considerado talvez o melhor cronista da cultura inglesa do século XX, dedicou-se a escrever ficção, artigos jornalísticos polémicos, crítica literária e poesia. É mais conhecido pelo romance distópico “1984” e pela novela satírica ”A Quinta dos Animais”.

A sua influência na cultura contemporânea, tanto popular quanto política, perdura até aos dias de hoje. Vários neologismos criados por ele, assim como o termo orwelliano, palavra usada para definir qualquer fenómeno social draconiano ou manipulativo ou um conceito contrário à uma sociedade livre, já fazem parte do vernáculo popular.

Quando passam 61 anos da sua morte, relembramos George Orwell.

Bibliografia de George Orwell

C. W. Ceram

C. W. Ceram

C. W. Ceram

C. W. Ceram foi o pseudómino do jornalista e autor alemão Kurt Wilhelm Marek, conhecido pelos seus estudos em Arqueologia. O autor optou por usar um heterónimo para não ser associado ao trabalho que tinha feito anteriormente como partidário do Terceiro Reich, durante a Segunda Guerra Mundial.

A sua obra mais famosa ”Deuses, Túmulos e Sábios”, que retrata o desenvolvimento da Arqueologia numa perspectiva histórica, foi publicada em vinte e oito línguas e de que já foram impressos, até à data, mais de cinco milhões de exemplares.

Naquele que seria o seu 96.º aniversário, relembramos C. W. Ceram.

Bibliografia de C. W. Ceram

Eugénio de Andrade

Urgentemente

Eugénio de Andrade

Eugénio de Andrade

É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.

É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.

É com “As Mãos e os Frutos”, em 1948, que alcança o sucesso. A partir dessa data, inicia-se uma carreira especialmente rica em poesia, mas também com produções nos domínios da prosa, da tradução e da antologia.

Foi convidado para participar em vários eventos e travou amizades com muitas personalidades da cultura portuguesa e estrangeira, como Joel Serrão, Miguel Torga, Afonso Duarte, Carlos Oliveira, Eduardo Lourenço, Joaquim Namorado, Sophia de Mello Breyner Andresen, Teixeira de Pascoaes, Vitorino Nemésio, Jorge de Sena, Mário Cesariny de Vasconcelos, José Luís Cano, Ángel Crespo, Luís Cernuda, Marguerite Yourcenar, Herberto Helder, Joaquim Manuel Magalhães, João Miguel Fernandes Jorge, Óscar Lopes, e muitos outros…

Publicou mais de duas dezenas de livros de poesia. Obras em prosa, antologias, álbuns, livros para crianças e traduções para português de grandes poetas estrangeiros (Lorca, Safo, Char, Reverdy, Ritsos, Borges, etc…) completam até ao presente a sua bibliografia, para além de muitos títulos traduzidos e publicados em 20 línguas e em 20 países: na Alemanha, Itália, Venezuela, China, Espanha, no México, Luxemburgo, em França, nos Estados Unidos da América. É, realmente, a par de Pessoa, o poeta português mais divulgado no mundo. A sua obra tem sido, por outro lado, objecto de estudo e reflexão por parte de escritores e críticos literários quer estrangeiros quer portugueses. (fonte: www.citi.pt)

Recebeu ao longo da sua vida vários prémios: “Pen Clube” (1986), “Associação Internacional dos Críticos Literários” (1986), “Dom Dinis” (1988), “Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores” (1989), “Jean Malrieu” (França, 1989), “APCA” (Brasil,1991), “Prémio Europeu de Poesia da Comunidade de Varchatz” (República da Sérvia, 1996), “Prémio Vida Literária” atribuído pela APE (2000) e, em Maio de 2001, o primeiro prémio de poesia “Celso Emilio Ferreiro” atribuído em Orense, na Galiza. Em 2001, a 10 de Maio, Eugénio de Andrade foi homenageado na Universidade de Bordéus, por altura da realização do “Carrefour des Littératures”, tendo sido considerado um dos mais importantes escritores do século XX. A 10 de Julho, foi distinguido com o “Prémio Camões” e, ainda no mesmo ano, foi lançado um CD com poemas recitados pelo próprio autor.

No dia em que faria 88 anos, relembramos Eugénio de Andrade.

Bibliografia de Eugénio de Andrade

Bruce Chatwin

Bruce Chatwin

Bruce Chatwin

Consegue trabalho no The Sunday Times Magazine, onde, em troca de ensaios e artigos, financiam-lhe várias viagens. Em 1977, parte para o fim do mundo e escreve ”Na Patagónia”, o livro que lhe trará a fama mundial como escritor e viajante.

Recuperou um género em desuso, o do livro de viagens, como foi capaz de voltar a dar corpo ao mito do viajante imparável e solitário, eliminando com eficácia todas as fronteiras entre a realidade e ficção.

Em 2010 os seus cadernos de apontamentos foram abertos. Escreveram-se linhas e linhas sobre o suposto conteúdo dos cadernos, adivinharam-se revelações explosivas, mas, conforme constatou o biógrafo Nicholas Shakespeare, só há citações de outros escritores e apontamentos estritamente literários.

Quando passam 21 anos da sua morte, destacamos Bruce Chatwin.

Bibliografia de Bruce Chatwin

Jô Soares

“É bem melhor pensar sem falar, do que falar sem pensar.”

(Jô Soares)

Jô Soares

Jô Soares

Mais conhecido enquanto comediante e entrevistador televisivo, iniciou a sua carreira artística como actor de teatro e de cinema, tendo também experimentado o seu talento nas artes plásticas e na música. Fluente poliglota, construiu um percurso interminável e muito popular na televisão brasileira, onde fez de tudo, ao longo de mais de 50 anos. Mas é também escritor, não só de peças teatrais e de programas humorísticos, tendo já publicado vários romances. Celebrámos hoje o 73.º aniversário desde incomparável autor e actor brasileiro.

Bibliografia de Jô Soares

Robert Silverberg

Robert Silverberg

Robert Silverberg

Destacámos hoje, quando completa 76 anos, um dos grandes escritores contemporâneos de ficção científica, mas também prolífico autor de uma extensa obra de não ficção e cujos livros têm tido muito êxito no mercado anglo-saxónico. Várias vezes distinguido com os prémios Hugo e Nebula, foi co-autor de algumas obras de Isaac Asimov, outro ícone do género e que a ele se referiu de forma muito elogiosa.

Bibliografia de Robert Silverberg

Anaïs Nin

«A origem da mentira está na imagem idealizada que temos de nós próprios e que desejamos impor aos outros.»

Anaïs Nin

Anaïs Nin

Conviveu com algumas das maiores personalidades literárias, artísticas e vanguardistas do seu tempo: Antonin Artaud, Otto Rank, André Maurois, Lawrence Durrel, Constantin Brancusi e, claro, Henry e June Miller.

Inicialmente, os seus romances são recusados pelas editoras. Aceita então escrever histórias eróticas para um coleccionador anónimo, que serão compiladas e publicadas postumamente: ”Delta de Vénus” e ”Passarinhos”. Após publicar alguns dos seus romances em edição de autor, a sua obra começa a ser fortemente elogiada pela crítica e, a partir da década de 50, é editada com grande sucesso na Europa.

Quando passam 33 anos da sua morte, destacamos Anaïs Nin.

Bibliografia de Anaïs Nin

Jay Mclnerney

Jay Mclnerney

Jay Mclnerney

Trabalhou como jornalista em Nova Jérsia. Exerceu funções editoriais na Random House, nos anos 80 e há mais de uma década que assina uma coluna sobre vinhos na revista House & Garden.

É autor de sete romances, “The Good Life”, “Ransom”, “O Último dos Savage”, “Quando o Brilho cai”, “A História da Minha Vida”, “Modelos”, “As Mil Luzes de Nova Iorque”. É também autor de um outro livro sobre vinho, “Bacchus and Me”.

No dia em que celebra o seu 55.º aniversário, destacamos Jay Mclnerney.

Bibliografia de Jay Mclnerney

Jack London

«Não teria nada a objectar contra o crescente saber da Humanidade, se as pessoas com isso se tornassem mais sensatas»

Jack London

Jack London

Teve uma infância marcadamente negativa, exerceu todo o tipo de profissões, interessando-se, no entanto, pela leitura e pela escrita desde muito cedo. Publicou novelas em diversas revistas.

Autor, jornalista e activista social americano, «um símbolo universal da rebeldia e da febre da viagem, o protótipo do escritor-aventureiro, o homem que era impossível esquecer depois de se ter conhecido, que reunia “o corpo de um atleta e a mente de um pensador” (nas palavras do seu primeiro amor, Anna Strunsky)».

No 134.º aniversário do seu nascimento, relembramos Jack London.

Bibliografia de Jack London

Oswald de Andrade

Canto de regresso à pátria

«Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo.»

Oswald de Andrade

Oswald de Andrade

Escritor, ensaísta e dramaturgo brasileiro, foi um dos promotores da Semana de Arte Moderna que ocorreu em 1922, em São Paulo, tornando-se um dos grandes nomes do modernismo literário brasileiro e considerado pela crítica como o elemento mais rebelde do grupo, sendo o mais inovador entre estes.

Nenhum outro escritor do Modernismo ficou mais conhecido pelo espírito irreverente e combativo do que Oswald de Andrade. A sua actuação intelectual é considerada fundamental na cultura brasileira do início do século e a sua obra literária apresenta exemplarmente as características do Modernismo da primeira fase.

A sua poesia é precursora de um movimento que vai marcar a cultura brasileira na década de 60, o Concretismo. As suas ideias, recuperadas também na década de 60, reaparecem com roupagem nova no Tropicalismo.

Quando passam 120 anos do seu nascimento, relembramos e destacamos Oswald de Andrade.

Bibliografia de Oswald de Andrade

Antonio Muñoz Molina

Antonio Muñoz Molina

Antonio Muñoz Molina

É um dos mais destacados escritores da sua geração, distinguido duas vezes com o Prémio Nacional de Literatura (Narrativa), em 1988 e 1992.

Membro da Real Academia Espanhola desde 1996, foi o mais jovem intelectual a integrar esta instituição. Em 1988, foi agraciado pelo Governo francês com a Ordem das Artes e Letras. Como colunista, as suas prosas surgem regularmente nos jornais El País e Die Welt. A sua vasta obra literária encontra-se traduzida em mais de uma dezena de línguas.

No dia em que celebra o seu 55.º aniversário, destacámos Antonio Muñoz Molina.

Bibliografia de Antonio Muñoz Molina

Wilbur Smith

Wilbur Smith

Wilbur Smith

Relembramos hoje, no dia do seu 77.º aniversário, um escritor nascido na antiga Rodésia do Norte, actualmente Zâmbia, entretanto naturalizado britânico e que se tornou mundialmente famoso pelos seus romances históricos, quase sempre enquadrados na África austral e que relatam histórias de aventuras e intrigas internacionais, procurando explicar o desenvolvimento e a influência das comunidades brancas holandesa e inglesa naquela parte do continente africano. O conteúdo das suas obras, muitas convertidas ao cinema, tem sido frequentemente alvo da crítica pelo cariz político que incorporam.

Bibliografia de Wilbur Smith

Juan Marsé

“No que respeita ao trabalho, mantenho alguns princípios, poucos, que bem poderiam resumir-se a dois: procurar ter uma boa história para contar e procurar contá-la bem, quero dizer, esmerando-se na linguagem, porque será o bom uso da língua e não apenas a singularidade, a bondade ou a oportunidade do tema, o que irá preservar a obra do bolor do tempo.”

(Juan Marsé)

Juan Marsé

Juan Marsé

Galardoado com uma extensa lista de prémios literários, entre os quais o Planeta e o Cervantes (considerado o Nobel das Letras Espanholas), este autor catalão, mas que faz questão de escrever em Castelhano e que hoje destacamos, quando perfaz 77 anos, foi definitivamente consagrado, na década de 90, como um dos grandes novelistas espanhóis da actualidade.

A sua obra, sempre centrada em Barcelona e várias vezes convertida ao cinema, fica associada à resistência anti-franquista e está marcada pela sua militância nessa causa, reflectindo também a sua vivência da conflitualidade social de então. Desempenhou várias actividades profissionais no início da sua vida, como as de joalheiro, de tradutor, de professor de espanhol ou técnico de laboratório e, mais tarde, de guionista cinematográfico, publicitário e jornalista, até se dedicar exclusivamente à literatura.

Bibliografia de Juan Marsé


O SitiodoLivro.pt

Insira aqui o seu endereço de email para seguir o Blogue e receber notificações dos novos artigos por email.

Siga-nos no Twitter

Quer publicar um livro? Saiba como aqui

Esclareça-se aqui como comprar-nos livros

Conheça as modalidades de pagamento que aceitamos

Para qualquer questão, contacte-nos desde já

Categorias

Arquivo por meses