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Elias Canetti

“O sucesso só ouve o aplauso. Para tudo o resto é surdo.”

Elias Canetti

Citamos hoje, no 105.º aniversário do seu nascimento, o Prémio Nobel da Literatura de 1981, Elias Canetti, um escritor com origem búlgara, de língua alemã e naturalizado inglês. Viveu sucessivamente na Bulgária, na Áustria, na Suíça, na Alemanha, em França, Inglaterra e, finalmente, novamente na Suíça.

Segundo o seu biógrafo, Sven Hanuschek, “Elias Canetti voltava-se com veemência contra ‘todo o tipo de especialização’. Uma posição compreensível, considerando que, apenas nos seus primeiros 16 anos de vida, Canetti aprendeu quatro idiomas e teve contacto com mais seis línguas e universos culturais. Para depois se transformar num escritor cuja obra dificilmente se enquadra em géneros. Canetti é, provavelmente, o autor do século XX que mais reflectiu”.

A sua auto-autobiografia consiste numa trilogia composta por mil páginas, já publicada e num espólio dez vezes maior que vem sendo aberto, por determinação do próprio autor, com o passar dos anos.

Alexandre Dumas

“Suprimir a distância é aumentar a duração do tempo. A partir de agora, não viveremos mais; viveremos apenas mais depressa.”

Alexandre Dumas

Recordamos hoje, no 208.º aniversário do seu nascimento, o autor de obras de todos conhecidas, como sejam “Os 3 Mosqueteiros”, “O Conde de Monte Cristo”, ou “O Homem da Máscara de Ferro” e tantas vezes republicadas ou protagonizadas no cinema. Porventura, a sua mais célebre frase, eternamente repetida, será “Todos por um e um para todos.” Hábil para intuir os gostos e preferências do grande público, Alexandre Dumas, homem de fraca cultura, mas de grande imaginação e vitalidade, escreveu rodeado de colaboradores a quem ditou as directrizes das suas obras. Apesar do relativo valor literário dos seus romances, o seu estilo dinâmico e pitoresco e a riqueza dos seus enredos e das suas aventuras conseguem criar um clima de ansiedade que os torna extremamente atractivos.

JOSÉ VITORINO PINTO SANTANA: Fotobiografia de um médico na segunda metade do século XX (Maria Olinda Rodrigues Santana)

José Vitorino Pinto Santana, natural do concelho de Penafiel, foi fadista de Coimbra, militar miliciano em Moçambique e médico no Porto. Porém, a faceta mais extraordinária da sua biografia é, sem dúvida, o desempenho profissional íntegro fundeado na rectidão, no desprendimento material, na benignidade para com os seus doentes. No Hospital de S. João, no Porto, ficou conhecido e é recordado como: “o médico dos pobres”.

Maria Olinda Rodrigues Santana é Professora Associada no Departamento de Letras da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Tem desenvolvido investigação na área da História da Língua Portuguesa e História Regional e Local, privilegiando a edição e o estudo lexical da documentação foraleira de Trás-os-Montes, assuntos sobre os quais editou várias obras. Através do Sítio do Livro editou a sua nova auto-publicação, a fotobiografia de José Vitorino Pinto Santana, onde se dá a conhecer a trajectória de vida de um médico portuense na segunda metade do século XX.

Conheça José Vitorino Pinto Santana, um notável modelo de valores como a idoneidade, a abnegação, a humanidade.

Manuel Puig

Um dos nomes essenciais da moderna literatura latino-americana que, porém, não se inclui no boom latino-americano dos autores do realismo fantástico como Julio Cortázar, García Márquez, Vargas Llosa, Isabel Allende, ou Cabrera Infante; nas suas obras não há espaço para a fantasia. ”Boquitas pintadas” é uma das suas obras mais conhecidas. No entanto, a obra que o consagrou foi “O Beijo da Mulher Aranha”, que viria a ser adaptado ao teatro e ao cinema e que obteve grande repercussão internacional. Falamos de Manuel Puig, 20 anos após a sua morte.

Manuel Puig

Ernest Hemingway

«A sabedoria dos velhos é um grande engano. Eles não se tornam mais sábios, mas sim mais prudentes.»

Ernest Hemingway

Um nome incontornável das letras americanas deste século. A sua vida, como se costuma dizer, dava um filme. Esse filme escreveu-o ele, nas suas obras. Transformava tudo o que lhe acontecia em literatura. “O Velho e o Mar”, «a luta de um homem contra um peixe», valeu-lhe o Prémio Pulitzer e, em 1954, viria a ser galardoado como o Nobel da Literatura. Evocamos, no 111.º aniversário do seu nascimento, Ernest Hemingway.

Filipe de Fiuza apresenta a sua nova obra poética “Angusti Folia”, 22 de Julho às 19h00, Livraria Dharma (Mem Martins)

“Angusti Folia” aparece na sequência da poesia diária do autor. O texto anda em volta de um diálogo de mundividências poéticas entre duas personagens incógnitas que se desconhecem mas encontram numa contextualização surrealmente romântica.

(…)
E és tu porque sabes ser-me
Assassinando tranquilamente o estro de bem
Ainda aí estás na ilusão esperável do depois
(…)

Entre a angústia da loucura e a folia da lucidez, no entremeio do exercício poético das palavras, são reveladas respostas do sonho, da vida e da existência de ambas as personagens. O sentido essencial do texto é a arte subtil das coisas porque é ela que origina a fuga das coisas para os acontecimentos do tempo e porque é afinal sempre possível a descoberta íntima do que são.

A nova obra “Angusti Folia” será apresentada um pouco por todo o país, porém o poeta escolheu realizar a primeira sessão de apresentação em Mem Martins por tributo à terra onde viveu durante vinte e quatro anos.

O autor nasceu em Sintra a 14 de Julho de 1983 onde passou grande parte da sua infância. É representante de Portugal na “UniVerse – a United Nations of Poetry” e integra o “Movimento Poetas do Mundo”. A sua primeira obra “Beliula” foi apresentada no 1º Encontro Literário de Sintra (2009) promovido pela Associação Cultural Alagamares. Em 2010, participou por intermédio do Sítio do Livro na 80ª Feira do Livro de Lisboa.

Apoio
Livraria DHARMA

Nicolas Freeling

«A Holanda, pensou Van der Valk, com o seu inesgotável abastecimento de bons funcionários, dispunha de uma poderosa máquina, de que ele fazia parte. O problema com a Holanda era, sem dúvida, o facto de a máquina ser demasiado boa. Era tão pormenorizada, tão aperfeiçoada, tão rigidamente couraçada contra ataques ou pressões, que, se descarrilasse, levaria um ano a entrar nos carris. Ninguém pode improvisar, ninguém pode imaginar, ninguém é capaz de um esforço independente. Todas aquelas marionetas de madeira, tão perfeitamente coordenadas, sacodem-se em agonia, fazendo trejeitos e gesticulando, à espera que um supraprofissional possa puxar o fio principal.»

in “O Rei de um País Chuvoso”

Nicolas Freeling

Foi um romancista britânico, mais conhecido como o autor da série de romances policiais de Van der Valk. Começou a escrever durante uma pena de prisão de três semanas, após ser condenado por roubar comida. Relembramos Nicolas Freeling, 7 anos após a sua morte.

Francisco Coloane

Em Portugal, podemos ler “Terra do Fogo”, “Cabo Hornos”, “O caminho da Baleia”, “O último veleiro” e “Naufrágios”. «Em qualquer destes livros, encontraremos sempre a verdadeira inocência do agir e uma escrita «a partir de uma barricada, do lado dos injuriados», que influenciou toda uma geração de escritores chilenos como, por exemplo, Luis Sepúlveda. São sempre histórias que num fluxo e refluxo oceânico recolhem a herança literária de Melville, de Conrad, de Stevenson ou de Jack London.» Quando morreu, em 2002, disse «Volvemos al mar». Por isso, se o quisermos encontrar fora dos seus livros, é no mar que devemos procurar. Falamos de Francisco Coloane no centenário do seu nascimento.

Francisco Coloane

Jane Austen

“A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinónimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho relaciona-se mais com a opinião que temos de nós mesmos e a vaidade com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós”.

in “Orgulho e Preconceito”, de Jane Austen

Jane Austen

Quando se completam 193 anos da sua morte, evocamos esta notável escritora, considerada por muitos a segunda figura da literatura inglesa, precursora de um novo estilo, “cuja obra deu ao romance inglês o primeiro impulso para a modernidade, ao tratar do quotidiano de pessoas comuns, com uma aguda percepção psicológica e um estilo de uma ironia subtil, dissimulados pela leveza da narrativa”.

Os seus livros são ainda de uma grande actualidade e de leitura assídua, razão por que quase todos foram passados ao cinema, com assinalável êxito público, destacando-se, entre outros, “Orgulho e Preconceito”, “Sensibilidade e Bom Senso”, “O Parque de Mansfield“, ou “Emma“.

Bibliografia de Jane Austen

Quino

“Engraçado…, quando eu fecho os olhos o mundo desaparece.”
“Às vezes pergunto-me se a vida moderna não tem mais de moderna do que de vida.”
“E não é que este mundo tem cada vez mais gente e cada vez menos pessoas?”
“Porquê quando colocamos os pés no chão, a brincadeira acaba?”
“O urgente nunca deixa tempo para o importante.”
Frases de “Mafalda, a Contestatária”
“A Mafalda não é somente um personagem de banda desenhada; (…) Se, ao defini-la, se usou o adjectivo “contestatária”, não foi por uma questão de uniformização em relação à moda do anti-conformismo a qualquer preço: a Mafalda é realmente uma heroína iracunda que rejeita o mundo assim como ele é.” Para Umberto Eco, “Mafalda vive num contínuo diálogo com o mundo adulto, mundo que não estima, não respeita, humilha e rejeita, reivindicando o seu direito a continuar a ser uma menina que não se quer responsabilizar por um universo adulterado pelos pais.”

Quino

Celebramos hoje o genial criador desta genial figura, Quino, de seu nome verdadeiro, Joaquín Salvador Lavado, argentino de nascimento e que completa 78 anos.

Aníbal Cavaco Silva

Economista consagrado e professor universitário, foi como importante político português que desempenhou, ao longo dos tempos, diversos cargos de primeira linha, tanto partidários, como no governo. É autor de vários livros científicos sobre Finanças e Economia, tais como, “Crónicas de Uma Crise Anunciada”, “União Monetária Europeia, Funcionamento e Implicações” e “Portugal e a Moeda Única”. No dia em que comemora o seu 71.º aniversário, demos os parabéns ao Presidente da República de Portugal, Aníbal Cavaco Silva.

Cavaco Silva

Isaac Singer

“Não haverá justiça enquanto o homem empunhar uma faca ou uma arma e destruir aqueles que são mais fracos que ele.”

Isaac Bashevis Singer

A sua obra ocupa uma posição destacada na literatura mundial e o escritor, reconhecido pela Academia Sueca com o Nobel de Literatura de 1978, faz parte daquele conjunto relevante de escritores que fizeram da literatura uma forma de representar a vida, o mundo, a sociedade e o ser humano. Falamos de Isaac Singer, no 106.º aniversário do seu nascimento.

Wole Soyinka

“O diálogo intercultural é um fenómeno humano. O que está em causa é a forma de pôr em prática e de melhorar esse diálogo. Espero que a comunidade internacional já tenha percebido que a hierarquia de culturas não existe. O reconhecimento das culturas desconhecidas ou estranhas avançou muito e há um conhecimento cada vez melhor dos fenómenos culturais. Isso significa que é necessário desenvolver e melhorar os mecanismos de troca cultural”.

Wole Soyinka

Escritor e poeta nigeriano, foi o primeiro negro a ganhar o prémio Nobel da Literatura, em 1986. A sua obra transita entre os mais diversos géneros literários: teatro, poesia, ensaio, novela, etc. A sua escrita é considerada cheia de vida e com um sentido de urgência. No dia em que comemora o seu 76.º aniversário, destacamos e damos os parabéns a Wole Soyinka.

Pablo Neruda

«Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.»

Pablo Neruda

Aos vinte anos e com dois livros publicados, tornou-se o poeta chileno mais conhecido. Com o mesmo impacto literário que obteve no seu país, conquistou a Europa e o resto do mundo. A sua poesia representa uma constante mudança, relacionada com as experiências da sua vida. Recebe, em 1971, o Prémio Nobel da Literatura. No 106.º aniversário do seu nascimento, evocamos o poeta Pablo Neruda.

Harold Bloom

«É um fenómeno de mercado. A maior parte dos livros para crianças à venda nas livrarias é idiota, não serve para nada, muito menos para suprir a necessidade de leitura de uma criança ou do leitor de qualquer faixa etária. Os livros estão sendo confeccionados para vender e tornarem-se sucessos no cinema e na televisão. Isso nada mais é que uma máscara que oculta o rosto cada vez mais estúpido da era da informação. Os tais livros infantis ajudam a destruir a cultura literária. (…) Diferenciar livros para crianças e para adultos foi útil na divisão do mercado do século passado, mas hoje encobre um facto muito grave: o de que a estupidez está acabando com a cultura literária. As crianças de hoje não são mais burras que as de antigamente. O problema está em vencer modismos e chamar a atenção para bons exemplos literários. Talvez a queda dos índices de leitura se deva aos maus exemplos que os pais estão dando aos seus filhos.»

(Harold Bloom in entrevista a “ÉPOCA”).

Harold Bloom

Harold Bloom é o crítico literário mais popular do mundo. Controverso, frontal e provocador, fez furor em 2000 ao publicar, no The Wall Street Journal, um ensaio em que condenava os livros com o personagem Harry Potter, da inglesa J.K. Rowling. Amigo pessoal de José Saramago, mas seu veemente crítico político, disse dele, em 2003, que “era, em sua opinião, o mais talentoso escritor vivo daquele momento, (…) um talento que lembrava Shakespeare.” Hoje, damos os parabéns a Bloom, quando completa 80 anos.

“Garota de Ipanema” por Tom Jobim e Vinicius de Moraes

Vinicius de Moraes

Eu sei e você sabe
Já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe
Que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham a você.
Assim como o Oceano, só é belo com o luar
Assim como a Canção, só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem, só acontece se chover
Assim como o poeta, só é bem grande se sofrer
Assim como viver sem ter amor, não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você!

Vinicius de Moraes

Foi diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor. Uma das figuras mais importantes da cultura brasileira, compôs, junto com Tom Jobim, a música ‘Garota de Ipanema’, símbolo de uma época. Relembramos “o poeta da paixão”, 30 anos após a sua morte.

Giovanni Papini

«O homem deseja e odeia a verdade. Quer mentir aos outros – quer que o enganem (prefere a ficção à realidade), mas por outro lado receia o engano, quer o fundo das coisas, o verdadeiro verdadeiro, etc. Somente a razão conduz à verdade. Mas só os fanáticos, os visionários e os iluminados fazem as coisas grandiosas, mudanças, descobertas. A verdade, de tanto se tornar necessária, conduz à secura, à dúvida, à inércia – à morte.
É muito natural que os homens odeiem aqueles que dizem ou tentam dizer a verdade. A verdade é triste (dizia Renan) – mas, com maior frequência, é horrível, temível, anti-social. Destrói as ilusões, os afectos. Os homens defendem-se como podem. Isto é, defendem a sua pequena vida, apenas suportável à força de compromissos, de embustes, de ficções, etc. Não querem sofrer, não querem ser heróis. Rejeição do heroísmo-mentira.»
in ‘Relatório Sobre os Homens’

Giovanni Papini

Escreveu mais de 60 livros, sendo que alguns, como “Gog”, “Palavras e Sangue”, “Trágico Cotidiano”, “Juízo Final” (contos) e “Um Homem Acabado” (autobiografia), são considerados entre as melhores obras em italiano no século XX. Admirado por Jorge Luís Borges – que fez questão de colocá-lo como segundo autor editado na sua famosa colecção Biblioteca de Babel – recordemos Giovanni Papini, 54 anos após a sua morte.

Arthur Conan Doyle

«Quando já eliminaste o impossível, o que sobra, por mais improvável que pareça, só pode ser a verdade.»

Arthur Conan Doyle

Famoso pelos personagens Sherlock Holmes e Doutor Watson, criou um novo género de narrativas policiais que são denominadas científicas. Notável contador de histórias, destacamos, aos 80 anos da sua morte, Arthur Conan Doyle.

A Solidão tem Fim

«Este livro foi escrito há quinze anos atrás. Sofri uma tempestade cerebral, durante uma época de tempestades climatéricas que deixavam meu centro de saúde em Itirapina às escuras e vazio de doentes. À luz de uma minúscula vela, as folhas de um antigo formulário em desuso foram inundadas de palavras que destilavam através da minha caneta. O manuscrito adormeceu no fundo de uma gaveta tão rápido como foi escrito. O tempo passou, uma miúda nasceu e atravessamos o oceano. (…) Reescrever o livro em português nativo, representou um reencontro com o falar dos meus avós, pais, tios e patrícios. Os personagens de “A Solidão Tem Fim” vivem em espaços do Brasil desconhecidos pela maioria dos brasileiros e apresentam costumes peculiares. A linguagem característica dessas regiões obrigou-me a referenciar algumas palavras, outras não são referenciadas, mas no contexto consegue-se perceber o sentido que têm. Espero que o leitor aprecie esta singela história.» Luiz Cruz

Escrito por Luiz Cruz, “A Solidão tem fim” é uma colcha de retalhos das vivências do autor. Uma auto-publicação, através do SitiodoLivro.pt, onde os personagens, abandonados pelas circunstâncias da vida, fazem da solidão um mote para um dia encontrarem o final do conto de fadas “e viveram felizes para sempre.”


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