Eis as obras auto-publicadas recentemente por nosso intermédio.
Disponíveis na nossa livraria online www.sitiodolivro.pt![]()
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Eis as obras auto-publicadas recentemente por nosso intermédio.
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Quase “a ver a luz do dia”, já disponível em pré-venda na nossa livraria online.
Sinopse
Leonor, Alcipe, condessa d’Oeynhausen, marquesa de Alorna – nomes de uma mulher única e invulgarmente plural. Chamei-lhe Senhora do Mundo. Poderia ter-lhe chamado senhora dos mundos. Dos muitos mundos de que se fez senhora. Inconfundível entre as elites europeias pela sua personalidade forte e enorme devoção à cultura, desconcertou e deslumbrou o Portugal do séc. XVIII e XIX, onde ser mãe de oito filhos, católica, poetisa, política, instruída, inteligente e sedutora era uma absoluta raridade. Viveu uma vida intensa e dramática, mas jamais sucumbiu. Privou com reis e imperadores, filósofos e poetas, influenciou políticas, conheceu paixões ardentes, experimentou a opulência e a pobreza, a veneração e o exílio. Viu Lisboa e a infância desmoronarem-se no terramoto de 1755, passou dezoito anos atrás das grades de um convento por ordem do Marquês de Pombal e repartiu a vida, a curiosidade e os afectos por Lisboa, Porto, Paris, Viena, Avinhão, Marselha, Madrid e Londres. Marquesa de Alorna, Senhora do Mundo é uma história de amor à Liberdade e de amor a Portugal. A história de uma mulher apaixonada, rebelde, determinada e sonhadora que nunca desistiu de tentar ganhar asas em céus improváveis, como a estrela que, em pequena, via cruzar a noite.
«Escolho estas Sete Virtudes: Fé, Saúde, Felicidade, Sorte, Riqueza, Abundância e Sucesso, para o equilíbrio de uma vida estável, harmoniosa e duradoura. São estas virtudes tal como podiam ser outras, cada qual é livre da sua opção, mas esta escolha parece-me bem, não só pela temática que cada uma contém, bem como a ordem e que se encontram, sendo cada uma consequência da outra.
No meu entender são sete, porque se enquadram na teoria dos limites e representam a conclusão das coisas materiais e a passagem para o reino espiritual, e todas elas são as que estão mais próximas da minha forma de estar e entendidas facilmente pela minha mente, transformando-as na aquisição crescente de sabedoria, fazendo nascer em mim a fome do saber. Depois de lhes ter atribuído o nome, comecei a tratar a mente como se fosse um jardim, cujas plantas têm o nome das sete virtudes.
Assisti ao seu crescimento, arrancando-lhes todos os dias as ervas daninhas que por ali se queriam instalar. Os resultados acontecem!… Todos os dias! Saber fazer o Culto da Espera é importante! Não queira fazer como aquele agricultor que todos os dias semeavam feijões, revolvendo a mesma terra, porque no dia seguinte não via nascer nada.
Toda a estrutura deste simples livro tem uma mensagem importante, que espero que seja absorvida por quem o ler: “criar no ser Humano uma estrutura mental em torno dos temas apresentados, levando-o a compreender melhor os seus envolvimentos e ter uma vida mais estável e sorridente”.»
(Retirado do prefácio do livro ‘As virtudes da mente’,
de Orlando Nesperal)
Recorrendo aos serviços do SitiodoLivro.pt, Orlando Nesperal auto-publica a obra ‘As virtudes da mente’. Baseado em experiências vividas pelo autor, chegamos a um livro que, através da simplicidade e da humildade, nos guia, pelas suas sugestões, para uma vida melhor e mais harmoniosa. Destina-se a todos aqueles que, por alguma razão, se viram confrontados com a tomada de decisões, e buscam nos outros as respostas, quando as mesmas se encontram em si mesmos. Conceitos que só irão produzir efeitos para aqueles que tenham coragem em recorrer à sua vontade para ultrapassar os infortúnios em que tropeçaram e dos quais pretendem levantar-se… Tudo é possível para uma mente VOLUNTARIOSA!
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/as-virtudes-da-mente/9789892025551/
«‘O LIVRO NEGRO DO ÓDIO não é apenas um romance, é uma revolução de ideias’. Estas palavras proferiu-as alguém que leu o original. Assim como a restante obra do autor, este romance lança raízes fundas nas sociedades e, transfigurando-as, expõe aos olhos do leitor os novos conflitos sociais que surgem um pouco por todo o lado. Reflexão atenta e crítica dos tempos modernos, oferece uma alternativa aos poderes instituídos. Ler este livro é ler o mundo confrontando-nos com ele. Eu, você, todos nós, estamos retratados nesta obra porque ela é a nossa própria vida.»
(Amílcar das Neves,
autor do livro ‘O livro negro do ódio’)
Amílcar das Neves auto-publica, através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, ‘O livro negro do ódio’. Um romance que, segundo o autor, ‘é um exemplo que reflete a vida nos seus aspectos mais pungentes, onde, as personagens assumem o estatuto de pessoas reais. O drama humano visto dos mais diversos ângulos atravessa a obra. O ceticismo e a desesperança resultantes de uma observação atenta da realidade confrontam o leitor com o seu próprio mundo.’ Uma obra intensa, que não irá deixar nenhum leitor indiferente após a sua leitura.
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-livro-negro-do-odio/9789899744103/
‘Sabias que cada um de nós tem a sua história pessoal? É verdade, sim senhor. Com as localidades acontece o mesmo. Cada povoação tem a sua própria história. Alhos Vedros também tem a sua história. E que história!
Vais ficar a conhecer alguns dos factos dessa história muito rica e muito antiga, que enche de orgulho a todos os Alhosvedrenses.
Os acontecimentos que te vou relatar ocorreram em Julho do ano de 1415, entre o dia três e o dia vinte e sete, em Alhos Vedros que, à data, era uma das sedes do Concelho de Riba Tejo.
Eu chamo-me António Caio e tenho quinze anos. Mas toda a gente, cá, na terra, me conhece e me trata por Toino do Estaleiro, porque é aí que vivo com os meus pais.
O estaleiro fica junto ao cais da povoação. O meu pai é o dono do estaleiro e um respeitado mestre dos cavernames. Ele tem duas barcas de carregação, para navegar no Tejo. Conforme as marés o permitem, o meu pai sai com frequência, daqui, de Alhos Vedros, e ruma a outras terras, umas mais próximas, outras mais afastadas. Ele vai amiúde a Lisboa e, às vezes, até Santarém.
Sempre que sai em viagem, carrega produtos e, quase sempre, transporta passageiros, ou à ida, ou no regresso. Esses viandantes passam por Alhos Vedros, em demanda de Lisboa ou, vindos da capital, querem viajar para o Sul do país.
Alhos Vedros é uma povoação muito antiga e graciosa, alegre e animada. Toda a gente se conhece e se entreajuda.
Os meus grandes amigos são dois rapazes da minha idade: o Chico do Forno e o Zé da Estalagem. É com eles que me divirto, depois de cumprir os meus mesteres no estaleiro, visto ser aprendiz de meu pai.
O Zé e o Chico também têm de trabalhar, como eu, a ajudar os pais. Cada um de nós, depois de cumpridas as suas obrigações, fica livre para prosear e folgar. Não penses que não folgamos! Ah! Isso é que folgamos! E bem! Há sempre gente a chegar e a partir do cais, com novas de outras terras!
E os barcos que se vêem no porto? São sempre em grande número, de diferentes tamanhos e feitios. E no dia do mercado semanal e pela feira anual? Nem imaginas a quantidade de pessoas que se pode encontrar pelas ruas do povoado, na Praça e no Largo do Cais!
Mas, no dia-a-dia, também foliamos bastante: assisti-mos à chegada e à abalada dos barcos, pescamos no rio, passeamos pelas marinhas e sapais, armamos aos pássaros nas charnecas e nos baldios, vamos à cata de lenha, pinhas, figos bravios…
E quando chega o tempo quente, tomamos banho na maré, como dizemos aqui. É maravilhoso!’
(Prólogo de Francisco José Noronha Santos,
autor do livro ‘A decisão – D. João I em Alhos Vedros – Julho 1415’)
Recorrendo aos serviços do SitiodoLivro.pt, Francisco José Noronha dos Santos auto-publica a obra ‘A decisão – D. João I em Alhos Vedros – Julho 1415’. Uma história que irá contar a todos os leitores, um acontecimento que ocorreu em Julho de 1415, entre o dia 3 e o dia 27, em Alhos Vedros e que marcou todos os seus habitantes: a chegada d’El-Rei Dom João I. Os acontecimentos narrados são ficcionados mas assentes em factos reais… uma história a não perder.
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/a-decisao/9789892022932/
‘Amigos do Castedo
O Castedo tem muitas ruas
Como veias o meu coração
Há culpas minhas e tuas
Se o fórum está na solidão.Gostava participar mais
A parte que fazes a menos
Para afastar-te jamais
Que tu te afastes muito menos.Queria ver-te junto a mim
Subir a rua da costa
Numa amizade sem fim
Como um bom amigo gosta.Descer pela rua da igreja
Meter conversa na capela
Para que toda a gente veja
Como a nossa aldeia e bela.Não demores
O fórum espera por ti
Não chores
Diz ao fórum estou aqui.’
(Retirado do livro ‘Castedo Minha Terra’,
de Abílio Aires)
‘Castedo Minha Terra’ é a segunda auto-publicação de Abílio Aires, através do SitiodoLivro.pt. Como o seu próprio título indica, é uma obra dedicada à terra que viu nascer o autor. Partiu de Castedo quando era jovem, mas ficaram as recordações dos dias que viveu na sua terra. Através dos seus poemas, o autor partilha os laços fortes e as saudades que o unem à sua terra natal.
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/castedo-minha-terra/9789892025933/
É já amanhã que chega às livrarias a segunda edição de “Gaveta de Papéis”, do escritor José Luís Peixoto, que sucede à de 2008 e à qual foi atribuido o Prémio de Poesia Daniel Faria. Editada pela Quetzal e já em pré-venda na nossa livraria online.
Gaveta de Papéis
Poesia
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/gaveta-de-papeis/9789725649701/
“Um livro que vale 50 000 €! A mais excitante aventura a que o mundo já assistiu. Um livro que vai unir milhões de leitores.” Veja aqui o trailer e conheça o regulamento de participação no desafio. Começa hoje! Já à venda na nossa livraria online.
Sinopse
O Desafio começa no dia 16 de Setembro de 2011 e termina no dia 31 de Março de 2012.
Esta será a maior Caça ao Tesouro desde o título ilustrado Masquerade (bestseller internacional) que levou, em 1979, uma nação inteira numa demanda obsessiva por uma barra de ouro enterrada pelo autor do livro. Inicialmente destinado a crianças, Masquerade tornou-se rapidamente numa obsessão para os adultos. O livro continha 15 pistas em imagens, que contavam a história da demanda de Jack Hare em levar um tesouro da Lua para o Sol. Um pote em cerâmica cheio de jóias e uma barra de ouro foi descoberto em 1982, em Beds, apesar de a primeira pessoa a ter encontrado o tesouro ter sido acusada de batota.
Em 2011, a Carlton Books reiventou o conceito e adaptou-o à Era Digital, combinando fantásticos avanços tecnológicos com a forma clássica de um livro ilustrado. Com o apoio oficial do Google Earth, surge então à “A Extraordinária Caça ao Tesouro que lhe dá 50 000 €”, um livro que levará os leitores numa viagem à volta do Mundo, em busca de respostas que podem conduzir a um tesouro de 50 000€. Um projecto de dimensão mundial, ao qual gostaríamos, terminado o desafio, ver associado o nome de um português. Contamos, por isso, com a ajuda de todos na divulgação deste livro, sem dúvida, fruto dos tempos modernos.
A página criada no Facebook, totalmente dedicada ao livro, servirá como fórum entre os leitores participantes (www.facebook.com/tesouro50000), e irá contar com a colaboração do autor Tim Dedopulos e do ilustrador Jonathan Lucas. É neste espaço que serão publicadas pistas para ajudar os leitores ao longo dos sete meses, bem como entrevistas, twitters do autor, entre outras informações.
Trailer
Como funciona o desafio
• As páginas do livro contêm uma série de pistas visuais e em texto que conduzirão o leitor a uma ou a várias localizações. Para que estas pistas ganhem sentido, o leitor terá obrigatoriamente de cruzar dados entre o livro e o Google Earth.
• Estas referências podem incluir padrões e contornos que se encontram nas imagens por satélite, direcções ou ligações temáticas no Google Earth.
• A resposta para cada página dupla (imagem e texto) funcionará como uma peça do puzzle final. Depois de reunidas todas as peças, estas levarão o leitor a um destino final no Google Earth: esse lugar será a chave com que poderão abrir a porta para o tesouro de 50 000 €.
• O leitor terá de introduzir a sua resolução do enigma no site www.50000.com.pt, criado especificamente para o livro. A editora irá então proceder a um sorteio entre os leitores que deram a resposta correcta, do qual sairá o premiado com um valioso cheque de 50 000 €.
Entre o século X e meados do século XIII, Portugal emergiu como um reino independente, com fronteiras que se têm mantido, na sua grande maioria, inalteradas até hoje. Stephen Lay, professor de Oxford, explica como Portugal conquistou a independência, retratando os nossos primeiros cinco governantes, entre os séculos XI e XIII. Já em pré-venda na nossa livraria online.
Sinopse
Entre o século X e metade do século XIII, Portugal emergiu como um reino independente com fronteiras que se têm mantido, na sua grande maioria, inalteradas até hoje. Este desenvolvimento político ocorreu tendo como pano de fundo a luta entre a cristandade e o mundo islâmico, pelo controlo sobre a Península Ibérica. Também decisivo na formação de Portugal foi o impacto de uma crescente influência europeia por toda a península neste período. Esta influência cultural teve lugar através da imigração, do crescimento de redes comerciais e sociais e da transferência de ideias e de costumes sociais. Os governantes portugueses procuraram mediar esta influência europeia e transformá-la em benefício próprio. No século XII, Afonso Henriques (1128-1185) conseguiu estabelecer a monarquia portuguesa, mas os seus herdeiros Sancho I (1185-1211), Afonso II (1211-1223), Sancho II (1223-1245), e Afonso III (1248-1279) descobriram que o equilíbrio entre a realidade ibérica e as expectativas europeias era cada vez mais difícil de manter.
”Um clássico incontornável” (The Times) do grande mestre da ficção da Guerra Fria, que foi escrito, em 1949, como argumento para um filme realizado e interpretado por Orson Welles, agora de novo reeditado em Portugal, pela Casa das Letras (Grupo LeYa). Já em pré-venda na nossa livraria online.
“O Terceiro Homem”
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-terceiro-homem/9789724620435/
Sinopse
Viena de Áustria, pós-Segunda Guerra, uma cidade dividida e gerida pelas quatro potências aliadas (Rússia, Inglaterra, França e Estados Unidos). Rollo Martins, um romancista de segunda linha, chega à cidade para visitar Harry Lime, o seu inescrupuloso amigo e herói de longa data. Logo descobre que Harry morreu, e em circunstâncias muito suspeitas. Enquanto se faz passar por um célebre escritor, dá início uma investigação por conta própria e procura resposta para a pergunta – o que Harry fez para merecer a morte? O Terceiro Homem (escrito em 1949 como argumento para um filme realizado e interpretado por Orson Welles) é uma das mais importantes narrativas breves de Graham Greene, autor que, como ninguém, se debruçou sobre os meandros do mundo da espionagem e da Guerra Fria.
A ser lançado amanhã, dia 11, o primeiro livro deste grande especialista do espectáculo televisivo. Já em pré-venda na nossa livraria online.
Sinopse
Os programas na televisão portuguesa não voltaram a obter o share que, o produtor, Ediberto Lima atingiu com Muita Lôco, Big Show SIC, Super Buéréré e Roda dos Milhões. No livro pode encontrar opiniões de Ana Malhoa, Emanuel, Hans Donner, João Baião, José Figueiras, Marta Plantier, Miguel Ângelo, Miguel Simões, Rui Vilhena e Tony Carreira.
Muito apreciado pela crítica alemã, este novo romance é já considerado “um dos destaques do ano literário” e “uma estreia incrível” deste jornalista independente e autor de documentários. Já em pré-venda na nossa livraria online.
Sinopse
Com pouco menos de trinta anos, Schopenhauer ansiava por ver como é que os filósofos e os letrados iriam reagir às suas ideias – como Hegel abandonaria o seu trono e ele se tornaria reconhecido aos olhos do velho Goethe. No entanto, chegado a Veneza, Schopenhauer é posto à prova mais uma vez. Agora, terá que lidar com um novo conceito: o amor. Poderá o amor mudar o seu olhar sobre o mundo? Uma viagem emocionante através da filosofia e da fantasia.
«‘O Primeiro-Ministro derrotado’ leva-nos a aprofundar a nossa compreensão sobre o sentido da vida, os desafios e angústias que nos atingem e como nos moldam as experiências de fracasso e de sucesso que vamos tendo nesse percurso sinuoso repleto de encruzilhadas nas quais vamos tendo de assumir, com maior ou menor consciência, decisões que marcam para sempre o nosso “destino’.»
(Nuno Nogueira,
autor do livro ‘O Primeiro-Ministro derrotado’)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, Nuno Nogueira apresenta-nos a sua nova obra “O Primeiro-Ministro derrotado”, sob a chancela Vírgula. Um romance que reúne pequenas histórias do quotidiano artesanal que vivemos, como o sentido da vida, as ‘nossas’ acções e suas consequências, as experiências que ‘vivemos’ e o que aprendemos com as mesmas, os sucessos e fracassos, e muito mais.
Antes de terminarmos esta breve apresentação da obra de Nuno Nogueira, gostaríamos ainda de partilhar uma pergunta que o autor coloca a todos os leitores que leiam este livro: ‘… permita-me que o questione quando foi a última vez que reflectiu sobre o que já fez?’
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-primeiro-ministro-derrotado/9789898413253/
Recém nomeado finalista do “Man Booker Prize 2011” e também do “CWA Gold Dagger for the Best Crime Novel of the Year”, o primeiro livro de ficção do jornalista e ex-correspondente da Economist, A. D. Miller, retrata a decadência moral de um jovem inglês na Rússia corrupta e desregulada do pós-comunismo. Considerado pela crítica como “maravilhosamente desenhado”, “sólido, arrebatador, (…) completamente fascinante”, “deixa-nos sem palavras e viciados”. Já em pré-venda na nossa livraria online.
Quando a neve começa a derreter
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/quando-a-neve-comeca-a-derreter/9789722632980/
Sinopse
Quando a neve começa a derreter, de A. D. Miller, é um drama psicológico intensamente fascinante que se desenrola durante um inverno em Moscovo, quando os princípios morais de um jovem inglês são perturbados pelas oportunidades sedutoras reveladas por uma nova Rússia: uma terra de hedonismo e desespero, corrupção e bondade, dachas mágicas e clubes noturnos debochados. Um lugar onde os segredos – e os cadáveres – são revelados apenas quando a neve profunda começa a derreter. Quando a neve começa a derreter é uma arrepiante história de amor e decadência moral, da corrupção, por uma sociedade corrupta, de um jovem corrompível. É tensa, viva e com um poder tão irresistível para o leitor como o perigo moral que inicialmente encanta, e depois ameaça esmagar, o seu narrador.
Já em pré-venda na nossa livraria online, a “Caderneta de Cromos Contra-Ataca”, de Nuno Markl, ainda mais sexy e espectacular do que o primeiro volume!
A saga contínua no segundo livro da rubrica da Rádio Comercial, Caderneta de Cromos! Ainda mais sexy e espectacular do que o primeiro volume, Caderneta de Cromo Contra-Ataca regressa aos anos 70 e 80 para falar da complexidade psicológica dos Pinypons e de como pareciam querer matar alguém; de como o Skeletor, o arqui-inimigo de He-Man não é claramente, o tipo de indivíduo a quem se pergunta as horas na rua; como agir quando um meliante nos pede para ver o Passe-Social; quem venceria no eterno duelo entre os Doutores Bayard e Bentes; quem eram, realmente, os Glutões do Presto; quão traumático foi o episódio de Uma Casa na Pradaria em que a filha mais velha acorda sem o dom da visão; porque parecia tão giro envergar peúgas brancas com raquetes; porque é que Duarte & Companhia foram tão importantes nas nossas vidas; o que raio significa a letra de Orinoco Flow de Enya e porque é que pode servir de tributo a todos os indivíduos que têm como nome Zé Luís; porque é que o Cartão Jovem era como o Santo Graal da garotada – e outro tipo de questões essenciais para quem cresceu numa época de péssimos cabelos mas belíssimas memórias. E bigodes.
Já temos em pré-venda na nossa livraria online este livro que, segundo Luís Filipe Borges, é “humor negro, história do século XX e protagonistas irónicos capazes do impossível. Faz-nos ansiar pela velhice! Uma receita absolutamente viciante”.
“O Centenário que Fugiu pela Janela e Desapareceu”
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-centenario-que-fugiu-pela-janela-e-desapareceu/9789720043016/
Book trailer
Sinopse do livro
Um romance hilariante e um fenómeno internacional de vendas a ler sem qualquer moderação! No dia em que Allan Karlsson celebra 100 anos, toda a cidade o aguarda para uma grande festa em sua honra. Mas Allan tem outros planos… Morrer de velho? Sim, mas não ali! Munido de um par de chinelos gastos, joelhos empenados e uma ousadia tremenda, Allan lança-se numa extraordinária aventura, arrastado numa torrente de equívocos e golpes de sorte. E ao mesmo tempo que acompanhamos a sua última viagem (ou será que não?), conhecemos o seu passado, perdido entre guerras, explosões e mulheres fatais – qual delas a mais perigosa! Uma estreia literária impressionante que conquistou centenas de milhares de fãs.
Já em pré-venda na nossa livraria online, o novo livro de valter hugo mãe que, “tocando em temas tão basilares à vida humana como o amor, a paternidade e a família, exibe, como sempre, a apurada sensibilidade e o esplendor criativo” deste escritor.
“O filho de mil homens”
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-filho-de-mil-homens/9789896721077/
«Este livro é destinado àqueles que aproveitam as horas do dia para saborear pequenas histórias, deixando-se levar sem pressa de acabar. Com certeza o leitor vai encontrar palavras que o fazem viajar no tempo. Talvez até mesmo para o lembrar de um momento em que está adormecido na sua mente e, se calhar, amparar-se-á nalguma frase que estava prestes a dizer mas que insistia em não deixar escapar. Vale a pena dizer que não há aqui qualquer fragmento de literatura, apenas pensamentos despertados pelas cenas do quotidiano, comuns a todos nós. Encontrará aqui palavras de uma observadora da vida, alinhavadas em prosa.»
(Marifelix Lopes Saldanha,
autora do livro ‘Histórias vividas em prosa’)
Recorrendo aos serviços do SitiodoLivro.pt, Marifelix Lopes Saldanha auto-publica a obra ‘Histórias vividas em prosa’. Uma obra que narra factos do quotidiano de algumas cidades da Europa, exaltando e reflectindo sobre a beleza das paisagens e dos costumes típicos de sítios que despertam a curiosidade e refrescam as lembranças dos corações saudosos.
Deixamos-lhe aqui um breve excerto de uma das muitas histórias que pode ler em ‘Histórias vividas em prosa’:
‘Sentindo-se descontraída
O que é viver senão ter-se vontade de fazer isto ou aquilo que se lhe agrade. Ver o balanço e balançar, deslizar no trampolim e sentar-se com o rabo no chão, pisar na areia suja do parque e achar que é saudável, pois fica imune às doenças — assim dizem —, enfim, deixar-se levar pela brisa do vento que vem de longe, e quando lhe toca, é como quem quer brincar com a sua tez, a sua pele lisa e quente, os seus olhos claros e ávidos olhando profundamente para o mais profundo. Você anda com leveza, pisando solto, deixando o seu corpo esvair-se no tempo, na música que vem de longe, nos gritos das brincadeiras das crianças que, leves e soltas, também se deixam levar pelo vento.
É bom deixar que o corpo se deite sereno, comungando dos seus sentimentos no balançar da cadeira, aquela do canto, sempre à espera de alguém que nela se assente para se deixar embalar pela indolência, pela sua preguiça de cadeira preguiçosa e mãe do descanso.
Ah, como é bom saber que se vai dar um passo atrás de não sei quê, mas que vai até achar e parar e novamente procurar. Talvez alguma coisa que está no passado, que se esconde atrás da porta ou no meio do sofá da sala, mas que ali está, não se sabe bem o quê. Alguma coisa me leva, sinto dores nas pernas, mas os braços alcançam o que a alma lhes pede para apalpar e sentir e acalmar-se. Então a sensação da busca incessante do homem para, pois enfim atira-se ao chão e aquece-se inocentemente.’
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/historias-vividas-em-prosa/9789892025544/
Posso falar-te do tempo que virá,
Que tu vais esperar.
Posso contar-te mentiras e verdades,
Que tu vais acreditar.
Posso falar-te das coisas boas e más,
Que tu vais rir e chorar.
Mas não posso falar-te
Da vastidão que vai dentro de mim,
Porque nunca entenderás,
Que o mundo é demasiado pequeno,
Para mim.’
(Retirado do livro ‘A incompreensível dor de mim’,
de Rodrigo Vieira dos Santos)
Rodrigo Vieira dos Santos auto-publica a sua primeira obra, ‘A incompreensível dor de mim’, através do SitiodoLivro.pt. A publicação deste livro, segundo o autor, é ‘o registo que quero deixar, destes quase 10 anos a pedalar na porcaria, muitos deles mergulhados em estados limite da integridade física e psicológica. O sonho é a satisfação de o editar, não esperando muita coisa, para além da alegria de que o lerás. Para os outros, ficam as lágrimas, os beijos, os profundos abraços, a cumplicidade muda e o assustador pânico, recheado da vontade de o voltar a ler (porque o Amor, a Dor, a Sabedoria, a Pergunta, Deus e tudo o resto, são juntos, muito viciantes).’
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/a-incompreensivel-dor-de-mim/9789892024479/
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