José Eduardo Agualusa

‎”Acredito que há dias em que nos sentimos mais inspirados que noutros, mas acho que a inspiração não acontece sem trabalho, sem dedicação e, sobretudo, sem paixão.”

José Eduardo Agualusa

José Eduardo Agualusa

Os seus livros estão traduzidos para mais de vinte idiomas. Também escreveu várias peças de teatro, como, “Geração W”, “Aquela Mulher”, “Chovem amores na Rua do Matador” e “A Caixa Preta”, estas duas últimas juntamente com Mia Couto.

Beneficiou de três bolsas de criação literária: a primeira, concedida pelo Centro Nacional de Cultura em 1997 para escrever «Nação crioula», a segunda, em 2000, concedida pela Fundação Oriente, que lhe permitiu visitar Goa durante 3 meses e na sequência da qual escreveu «Um estranho em Goa» e a terceira em 2001, concedida pela instituição alemã Deutscher Akademischer Austauschdienst. Graças a esta bolsa viveu um ano em Berlim, e foi lá que escreveu «O Ano em que Zumbi Tomou o Rio». No início de 2009, a convite da Fundação Holandesa para a Literatura, passou dois meses em Amsterdam, na Residência para Escritores, onde acabou de escrever o seu último romance, «Barroco tropical».

Escreve crónicas para a revista LER e realiza para a RDP África “A hora das Cigarras”, um programa de música e textos africanos. É membro da União dos Escritores Angolanos. Em 2006 lançou, juntamente com Conceição Lopes e Fatima Otero, a editora brasileira Língua Geral, dedicada exclusivamente a autores de língua portuguesa.

No dia em que celebra o seu 50.º aniversário, destacamos e damos os parabéns a José Eduardo Agualusa.

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1 Response to “José Eduardo Agualusa”


  1. 1 Monex 27/12/2010 às 20:49

    Jan 25 09 10 17 AMpara TodosCategoria Otro OtraEm sua ultima entrevista exclusiva a atriz que faleceu no final de dezembro fala sobre sua vida nos palcos Na tarde de 07 de dezembro uma terca-feira de forte calor a atriz e diretora Myrian Muniz recebeu a Revista E para uma conversa que durou quase quatro horas. Engracada e gentil mostrou seu apartamento de dois quartos no paulistano bairro de Higienopolis e chamou atencao para um aviso que colocara sobre a pia da cozinha onde se lia Mantenha tudo arrumado. E mais estetico. Sorridente comentou A empregada veio me perguntar o que e estetico! Participante ativa da renovacao da moderna dramaturgia brasileira fiz de tudo de atriz ate limpar palco e cortinas quando o Teatro de Arena com espetaculos como Eles Nao Usam Black-Tie de Gianfrancesco Guarnieri e o Teatro Oficina com O Rei da Vela versao de Ze Celso para a peca de Oswald de Andrade revolucionaram o teatro nacional a partir do final da decada de 1950 destacou-se tambem no cinema em filmes dirigidos por Ana Carolina e no recem-lancado Nina de Heitor Dhalia onde interpreta a personagem Eulalia e como importantissima diretora de atores na Escola Macunaima que manteve junto com o ex-marido Silvio Zilber.

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