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Philip José Farmer

Philip José Farmer

Philip José Farmer

Foi um escritor norte-americano de ficção científica e fantasia. Tornou-se conhecido pelas séries “Riverworld” e “World of Tiers”.

As suas obras são marcadas pelo uso de temática religiosa e sexual, de heróis ligados ao universo dos pulps e por obras apócrifas, pretensamente escritas por personagens fictícios.

Falecido em 2009, faria hoje 93 anos. Falamos de Philip José Farmer.

Bibliografia de Philip José Farmer

Virginia Woolf

«A vida é como um sonho; é o acordar que nos mata.»

Virginia Woolf

Virginia Woolf

Com “Mrs. Dalloway”, considerado o seu primeiro grande romance modernista, chegou o reconhecimento como escritora reputada. “Orlando”, obra de 1928, confirmou as suas qualidades. Seguiram-se “Um Quarto Que Seja Seu”, onde defende a independência das mulheres, “As Ondas” e “Os Anos” e, em 1938, lançou um romance polémico, ‘’Os Três Guinéus’’, na sequência da morte de um sobrinho na Guerra Civil espanhola. Neste livro, defende que a guerra é a expressão do instinto sexual masculino.

A 28 de Março de 1941, pouco depois de ter lançado ‘’Entre os Actos’’ suicidou-se, atirando-se a um rio com os bolsos cheios de pedras. Foi a segunda tentativa em poucos dias, interrompendo assim uma carreira marcada pela obtenção de diversos prémios literários, dos quais, contudo, só aceitou um, o Fémina, de França.

Paralelamente à actividade de escritora, em conjunto com o marido fundou e manteve uma editora, destinada a publicar textos experimentais, textos de amigos e traduções de russo. Intitulada Hobart Press, a editora funcionava em moldes caseiros, depois de, em 1917, Leonard ter oferecido à esposa uma pequena tipografia.

Quando passam 129 anos do seu nascimento, destacamos Virginia Woolf.

Bibliografia de Virginia Woolf

Edith Wharton

‎”Há duas maneiras de espalhar a luz: ser a vela, ou o espelho que a reflete.”

(Edith Wharton)

Edith Wharton

Edith Wharton

Ganhou, em 1920, o prémio Pulitzer com ”A Idade da Inocência”. Considerada como um grande nome da literatura feminina norte-americana e autora de uma obra prolífica, procurou debruçar-se prioritariamente sobre os usos e costumes dos novos-ricos, sobre as diferenças fundamentais entre a velha aristocracia europeia e a burguesia norte-americana, bem como a repressão exercida sobre as mulheres nestes ambientes.

Relembramos Edith Wharton, quando passam 149 anos do seu nascimento.

Bibliografia de Edith Wharton

João Ubaldo Ribeiro

João Ubaldo Ribeiro

João Ubaldo Ribeiro

Foi o oitavo escritor brasileiro a ganhar, em 2008, o prémio Camões, o galardão máximo das letras portuguesas e é também jornalista e guionista e membro da Academia Brasileira de Letras. O presidente do júri, Ruy Espinheira Filho, justificou a atribuição do galardão ao escritor baiano com o “alto nível da obra literária … especialmente densa das culturas portuguesa, africanas e dos habitantes originais do Brasil”.

No entanto, alguma da sua obra, já traduzida para várias línguas, tem gerado polémica, dado o seu conteúdo controverso, tendo chegado a ser banida de algumas redes de distribuição, o que, afinal, só contribuiu para um maior êxito comercial.

Dono de um estilo literário marcado pela ironia, João Ubaldo Ribeiro, nas palavras do crítico Antônio Olinto, “inventando um país (Brasil), inventou-se a si mesmo e foi eleito pelos seus leitores o porta-voz deste país.” Distinguimo-lo hoje, quando perfaz 70 anos.

Bibliografia de João Ubaldo Ribeiro

Francis Bacon

“A prosperidade prontamente descobre o vício; mas a adversidade logo descobre a virtude.”

(Francis Bacon)

Francis Bacon

Francis Bacon

Pai do empirismo e do método dedutivo, de influência determinante no pensamento filosófico e científico europeu de então em diante, fazendo cessar, definitivamente, a corrente ideológica medieval, dominante até aí, a Escolástica e, por isso, considerado como o fundador da ciência moderna, Sir Francis Bacon é o autor que destacamos hoje, no aniversário do seu nascimento.

Começou por desempenhar uma carreira diplomática, ainda sob a rainha Isabel I, que lhe recompensou a sua lealdade e veio a ocupar os mais importantes cargos políticos de Inglaterra e a receber relevantes títulos nobiliárquicos, já no reinado de Jaime I, tendo-se tornado um veemente, mas contestado, defensor do absolutismo monárquico. Acabou, no entanto, por cair em desgraça, acusado de corrupção enquanto juiz e foi multado, proscrito para a política e encarcerado na Torre de Londres. Perdoado pelo rei, retirou-se para as suas terras, dedicando-se inteiramente aos estudos e vindo a morrer 5 anos depois.

Bibliografia de Francis Bacon

George Orwell

”Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.”

George Orwell

George Orwell

A sua obra é marcada por uma inteligência perspicaz e bem-humorada, uma consciência profunda das injustiças sociais, uma intensa oposição ao totalitarismo e uma paixão pela clareza da escrita.

Considerado talvez o melhor cronista da cultura inglesa do século XX, dedicou-se a escrever ficção, artigos jornalísticos polémicos, crítica literária e poesia. É mais conhecido pelo romance distópico “1984” e pela novela satírica ”A Quinta dos Animais”.

A sua influência na cultura contemporânea, tanto popular quanto política, perdura até aos dias de hoje. Vários neologismos criados por ele, assim como o termo orwelliano, palavra usada para definir qualquer fenómeno social draconiano ou manipulativo ou um conceito contrário à uma sociedade livre, já fazem parte do vernáculo popular.

Quando passam 61 anos da sua morte, relembramos George Orwell.

Bibliografia de George Orwell

Memórias de gente vulgar

Como o título deixa antever, não há aqui berços de ouro, nem se trata de desfilar sucessos, bem pelo contrário. Revelam-se aqui como enfrentaram as dificuldades muitos dos portugueses nascidos logo após a II Guerra Mundial. E dá-se conta de como a procura de vidas melhores dá lugar a infâncias conturbadas. Entra-se em África, pela Baía de Luanda, retendo cheiros, cores e sabores de um novo mundo. Relatam-se aventuras escolares e desventuras de prematuros empregos.

E sentem-se…

Sentem-se servidões, colonialismos e racismos oficialmente desmentidos.

Sentem-se alguns dos terrores que deram lugar a nova fuga, então apelidada de “retorno”…

Sentem-se as aventuras de quem volta ao seu país e se acha no estrangeiro, seja porque é mesmo assim, seja porque a Revolução dos Cravos agitou alguma coisa…

Sentem-se, ao longo de várias décadas, governos que desgovernam, empresas geridas para afundar e pessoas que não se comportam como tal…

Mas sente-se, acima de tudo e apesar de tudo, um constante fazer pela vida…

… ou talvez não!

(Armando Graça, autor do livro ‘Memórias de gente vulgar’)

 

Recorrendo aos serviços editoriais disponíveis no Sitiodolivro.pt, Armando Graça, publica ‘Memórias de gente vulgar’. Um livro que nos leva a fazer uma viagem das origens do autor aos dias de hoje (1945 – 2010).

C. W. Ceram

C. W. Ceram

C. W. Ceram

C. W. Ceram foi o pseudómino do jornalista e autor alemão Kurt Wilhelm Marek, conhecido pelos seus estudos em Arqueologia. O autor optou por usar um heterónimo para não ser associado ao trabalho que tinha feito anteriormente como partidário do Terceiro Reich, durante a Segunda Guerra Mundial.

A sua obra mais famosa ”Deuses, Túmulos e Sábios”, que retrata o desenvolvimento da Arqueologia numa perspectiva histórica, foi publicada em vinte e oito línguas e de que já foram impressos, até à data, mais de cinco milhões de exemplares.

Naquele que seria o seu 96.º aniversário, relembramos C. W. Ceram.

Bibliografia de C. W. Ceram

O Mundo da Poesia

‘Mar

O Mar parece lágrimas a chorar

Cabelos a abanar

Lençóis verdes, azuis, mas só às vezes

Transparentes todos os dias de sol!’

(Excerto do livro ‘O Mundo da Poesia’, de Joana Nunes)

 

Joana Filipa Sousa Nunes, de apenas 10 anos, apresenta-nos uma obra surpreendente e mágica, o seu primeiro livro, auto-publicado através do SitiodoLivro.pt.

‘Através da sua poesia e das suas pinturas, inventou e imaginou, escreveu e desenhou o ‘O Mundo da Poesia’. Um mundo em que cada poema é uma porta aberta para a descoberta de novas palavras e dos seus significados. A partir da poesia, cada um de nós pode recriar e imaginar o seu mundo real e inventar novos mundos!’ (Paula Sousa, mãe da autora)

Não deixem de ver e ler este livro adorável.

Eugénio de Andrade

Urgentemente

Eugénio de Andrade

Eugénio de Andrade

É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.

É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.

É com “As Mãos e os Frutos”, em 1948, que alcança o sucesso. A partir dessa data, inicia-se uma carreira especialmente rica em poesia, mas também com produções nos domínios da prosa, da tradução e da antologia.

Foi convidado para participar em vários eventos e travou amizades com muitas personalidades da cultura portuguesa e estrangeira, como Joel Serrão, Miguel Torga, Afonso Duarte, Carlos Oliveira, Eduardo Lourenço, Joaquim Namorado, Sophia de Mello Breyner Andresen, Teixeira de Pascoaes, Vitorino Nemésio, Jorge de Sena, Mário Cesariny de Vasconcelos, José Luís Cano, Ángel Crespo, Luís Cernuda, Marguerite Yourcenar, Herberto Helder, Joaquim Manuel Magalhães, João Miguel Fernandes Jorge, Óscar Lopes, e muitos outros…

Publicou mais de duas dezenas de livros de poesia. Obras em prosa, antologias, álbuns, livros para crianças e traduções para português de grandes poetas estrangeiros (Lorca, Safo, Char, Reverdy, Ritsos, Borges, etc…) completam até ao presente a sua bibliografia, para além de muitos títulos traduzidos e publicados em 20 línguas e em 20 países: na Alemanha, Itália, Venezuela, China, Espanha, no México, Luxemburgo, em França, nos Estados Unidos da América. É, realmente, a par de Pessoa, o poeta português mais divulgado no mundo. A sua obra tem sido, por outro lado, objecto de estudo e reflexão por parte de escritores e críticos literários quer estrangeiros quer portugueses. (fonte: www.citi.pt)

Recebeu ao longo da sua vida vários prémios: “Pen Clube” (1986), “Associação Internacional dos Críticos Literários” (1986), “Dom Dinis” (1988), “Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores” (1989), “Jean Malrieu” (França, 1989), “APCA” (Brasil,1991), “Prémio Europeu de Poesia da Comunidade de Varchatz” (República da Sérvia, 1996), “Prémio Vida Literária” atribuído pela APE (2000) e, em Maio de 2001, o primeiro prémio de poesia “Celso Emilio Ferreiro” atribuído em Orense, na Galiza. Em 2001, a 10 de Maio, Eugénio de Andrade foi homenageado na Universidade de Bordéus, por altura da realização do “Carrefour des Littératures”, tendo sido considerado um dos mais importantes escritores do século XX. A 10 de Julho, foi distinguido com o “Prémio Camões” e, ainda no mesmo ano, foi lançado um CD com poemas recitados pelo próprio autor.

No dia em que faria 88 anos, relembramos Eugénio de Andrade.

Bibliografia de Eugénio de Andrade

Bruce Chatwin

Bruce Chatwin

Bruce Chatwin

Consegue trabalho no The Sunday Times Magazine, onde, em troca de ensaios e artigos, financiam-lhe várias viagens. Em 1977, parte para o fim do mundo e escreve ”Na Patagónia”, o livro que lhe trará a fama mundial como escritor e viajante.

Recuperou um género em desuso, o do livro de viagens, como foi capaz de voltar a dar corpo ao mito do viajante imparável e solitário, eliminando com eficácia todas as fronteiras entre a realidade e ficção.

Em 2010 os seus cadernos de apontamentos foram abertos. Escreveram-se linhas e linhas sobre o suposto conteúdo dos cadernos, adivinharam-se revelações explosivas, mas, conforme constatou o biógrafo Nicholas Shakespeare, só há citações de outros escritores e apontamentos estritamente literários.

Quando passam 21 anos da sua morte, destacamos Bruce Chatwin.

Bibliografia de Bruce Chatwin

Se eu fosse atum

‘Há algum tempo atrás um amigo que prezo, ao ouvir mais uma das minhas historietas, disse-me:

– Já construíste uma casa e um lar , tiveste um filho e já plantaste uma árvore. Está na altura de pensares em escrever um livro.

Esta hipótese germinou na minha cabeça. Não era ideia virgem – já tinha pensado em passar ao papel algumas fantasias e reflexões. Mas, preguiçoso como sou (para além de egoísta e possessivo, segundo dizem…) hesitei sempre, pensando na carga de trabalhos em que me podia meter. Até corria o risco de alguém ler e gostar!

De qualquer modo, depois de muito matutar, resolvi levantar o problema no “conselho familiar” e, durante um jantar, coloquei este meu devaneio em cima da mesa. Não me desincentivaram, mas manifestaram algumas reticências. O meu filho, de formação mais prática e actual, dado à gestão e não tanto às artes – embora também escreva, e melhor – perguntou:

– Porque não crias um blogue?

– Um blogue? Isso é mais para políticos ou para intelectuais tipo Pacheco Pereira. E mesmo que quisesse… Como é que crio um blogue e para que o quero?

A juventude tem resposta rápida e pronta para tudo. E veio, certeira:

– Criar é fácil, eu ajudo. Depois, em vez do livro, escreves as histórias no blogue. Assim como assim, ninguém vai ler, seja o livro ou o blogue. Poupas o dinheiro da edição e da impressão do livro e vais passar umas férias com a mãe a qualquer sítio…’

 

Recorrendo aos serviços de apoio à edição disponíveis no Sitiodolivro.pt, Rui Bártolo Vaz publica ‘Se eu fosse atum’. E foi assim que o autor completou o velho ditado popular: “plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro”. Aventure-se também!

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/se-eu-fosse-um-atum/9789898413109/

Jô Soares

“É bem melhor pensar sem falar, do que falar sem pensar.”

(Jô Soares)

Jô Soares

Jô Soares

Mais conhecido enquanto comediante e entrevistador televisivo, iniciou a sua carreira artística como actor de teatro e de cinema, tendo também experimentado o seu talento nas artes plásticas e na música. Fluente poliglota, construiu um percurso interminável e muito popular na televisão brasileira, onde fez de tudo, ao longo de mais de 50 anos. Mas é também escritor, não só de peças teatrais e de programas humorísticos, tendo já publicado vários romances. Celebrámos hoje o 73.º aniversário desde incomparável autor e actor brasileiro.

Bibliografia de Jô Soares

Robert Silverberg

Robert Silverberg

Robert Silverberg

Destacámos hoje, quando completa 76 anos, um dos grandes escritores contemporâneos de ficção científica, mas também prolífico autor de uma extensa obra de não ficção e cujos livros têm tido muito êxito no mercado anglo-saxónico. Várias vezes distinguido com os prémios Hugo e Nebula, foi co-autor de algumas obras de Isaac Asimov, outro ícone do género e que a ele se referiu de forma muito elogiosa.

Bibliografia de Robert Silverberg

Vermelho

‘Alcancei o cais com esforço. O suor corria-me pelas faces e as minhas mãos suavam de tal forma que poderia beber o meu próprio medo pelos pulsos. Comecei a andar na direcção da multidão. Na cidades, não se cumprimentam as pessoas, a não ser que precisemos delas. “Boa tarde, desculpe, como posso chegar ao Bairro da Chusma?” (Vasco Pires Sousa, autor do livro ‘Vermelho’)

 

Vasco Pires Sousa apresenta-nos, através do Sitiodolivro.pt, a sua primeira auto-publicação, ‘Vermelho’ onde a densidade psicológica das personagens é complexa e assinala uma afirmação da importância da conquista da autonomia. Uma história de dois irmãos que buscam o sentido para a vida de uma forma distinta, nunca perdendo de vista a referência paterna. Surpreenda-se com esta história, onde todas as pessoas são únicas.

Anaïs Nin

«A origem da mentira está na imagem idealizada que temos de nós próprios e que desejamos impor aos outros.»

Anaïs Nin

Anaïs Nin

Conviveu com algumas das maiores personalidades literárias, artísticas e vanguardistas do seu tempo: Antonin Artaud, Otto Rank, André Maurois, Lawrence Durrel, Constantin Brancusi e, claro, Henry e June Miller.

Inicialmente, os seus romances são recusados pelas editoras. Aceita então escrever histórias eróticas para um coleccionador anónimo, que serão compiladas e publicadas postumamente: ”Delta de Vénus” e ”Passarinhos”. Após publicar alguns dos seus romances em edição de autor, a sua obra começa a ser fortemente elogiada pela crítica e, a partir da década de 50, é editada com grande sucesso na Europa.

Quando passam 33 anos da sua morte, destacamos Anaïs Nin.

Bibliografia de Anaïs Nin

Jay Mclnerney

Jay Mclnerney

Jay Mclnerney

Trabalhou como jornalista em Nova Jérsia. Exerceu funções editoriais na Random House, nos anos 80 e há mais de uma década que assina uma coluna sobre vinhos na revista House & Garden.

É autor de sete romances, “The Good Life”, “Ransom”, “O Último dos Savage”, “Quando o Brilho cai”, “A História da Minha Vida”, “Modelos”, “As Mil Luzes de Nova Iorque”. É também autor de um outro livro sobre vinho, “Bacchus and Me”.

No dia em que celebra o seu 55.º aniversário, destacamos Jay Mclnerney.

Bibliografia de Jay Mclnerney

Histórias de animais diferentes

“O livrinho ‘Histórias de animais diferentes’, escrito por Teresa Cavaco, editado e publicado através do Sitiodolivro.pt, conta a história de animais corajosos atingidos por problemas vários que os tornaram diferentes dos outros. Com a ajuda de familiares ou amigos, todos conseguiram ultrapassar os seus problemas e serem aceites nos locais onde viviam. Alguns até conseguiram destacar-se dos outros pelas suas iniciativas, como aconteceu à Porquinha Cheirosinha, à Raposa Rute, ao Cão Pitosga e ao Peixinho Diferente. Tenho a certeza que todos gostarão de ler, ou ouvir ler, a história da Borboleta Cega e descobrir o seu segredo.

Querem saber o que o Sábio Mocho disse à Vitelinha Branquinha, ou o que aconteceu aos Coelhos Esquiadores? Não vos vou dizer. Terão que o descobrir.” (Teresa Cavaco, autora do livro ‘Histórias de animais diferentes’)

Evolução II

‘Onde é que está escrito que a vida tem que ser difícil e injusta?

Onde é que está escrito que as coisas têm de que ser complicadas?

Onde é que está escrito que não podemos mudar?

Onde é que está escrito que a vida tem que ser um sacrifício?

Onde é que está escrito que não há outra forma de viver?

 

Está recordado(a) da primeira auto-publicação de Didier Calado, ‘Evolução’? Já o leu? Didier Calado auto-publica agora a sua segunda obra, ‘Evolução II’, um livro que pretende continuar a ‘desmistificar’ a mente humana e a contribuir para uma valorização do dia-a-dia de todos nós: saber viver bem e sem medos!

Jack London

«Não teria nada a objectar contra o crescente saber da Humanidade, se as pessoas com isso se tornassem mais sensatas»

Jack London

Jack London

Teve uma infância marcadamente negativa, exerceu todo o tipo de profissões, interessando-se, no entanto, pela leitura e pela escrita desde muito cedo. Publicou novelas em diversas revistas.

Autor, jornalista e activista social americano, «um símbolo universal da rebeldia e da febre da viagem, o protótipo do escritor-aventureiro, o homem que era impossível esquecer depois de se ter conhecido, que reunia “o corpo de um atleta e a mente de um pensador” (nas palavras do seu primeiro amor, Anna Strunsky)».

No 134.º aniversário do seu nascimento, relembramos Jack London.

Bibliografia de Jack London


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