Arquivo de Junho, 2011



Aguinaldo Silva

Aguinaldo Silva

Aguinaldo Silva

Responsável pelas maiores audiências de mini-séries e telenovelas da Rede Globo, dramaturgo, jornalista, escritor e considerado pelo público e pela crítica como um dos maiores novelistas da televisão brasileira, é o único autor da Globo que só tem escrito novelas para o horário das 20h.

Escreveu, entre outras, “Roque Santeiro”, “Tieta”, “Vale Tudo”, “Pedra sobre Pedra”, “Fera Ferida”, “A Indomada”, “Senhora do Destino” e “Duas Caras”. Tem também 14 livros publicados, o último dos quais foi “98 Tiros de Audiência”.

No dia em que celebra o seu 67.º aniversário, destacamos Aguinaldo Silva.

Bibliografia de Aguinaldo Silva

Juntos para Sempre (de José Eduardo Taveira)

«Esta obra é extraordinariamente complexa na sua simplicidade. (…) O leitor terá o prazer de navegar por um romance distinto, no qual se cruza história com ficção. As personagens estão carregadas de um significado peculiar e as acções não carecem de riqueza. Na minha opinião, é precisamente isto que procuro num livro: a possibilidade de interpretar, de conhecer realidades muitas vezes ocultas, que tantos temem em revelar. Realidades que todos conhecem mas que o estigma disfarça com sorrisos forjados e com a ingenuidade forçada de que as vidas são contos de fadas. Para além do conteúdo deste livro, o leitor terá um primeiro contacto com o autor. (…) A realidade é que o meu pai não é um simples corpo que decidiu juntar algumas ideias e publicá-las. Este livro surgiu de uma coesão de experiência, de conhecimento e principalmente de humanidade. É com grande honra que vos convido a ler esta obra que tantas vezes reli e que me parece sempre única.»

(Prefácio elaborado por Carolina Taveira, para o livro ‘Juntos para Sempre”,
de José Eduardo Taveira.)

Através do SitiodoLivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, José Eduardo Taveira auto-publica ‘Juntos para Sempre’. Uma história sobre a vida de Maria que, após ter nascido, foi abandonada à porta de um orfanato dirigido por um grupo austero de freiras. Em parte da sua vida foi vítima de maus-tratos e humilhações. Como é que Maria irá combater todas as adversidades para ter uma casa, uma família, um trabalho? Não tendo nada seu, Maria vai lutar para sair vencedora de uma teia de interesses obscuros, vinganças, invejas e traições que que foi envolvida. Mas será que Maria conseguirá conquistar o direito a ser feliz?

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/juntos-para-sempre/9789892022949/

Guillaume Musso

«Sozinhos, vamos mais depressa; a dois, vamos mais longe»

Guillaume Musso

Guillaume Musso

Natural de Antibes, em França, é um dos mais sólidos representantes de uma geração entre a imagem e a escrita, com mais de um milhão de livros vendidos em todo o mundo e traduzidos em vinte línguas.

Nos seus livros, há sempre a influência de uma cultura clássica mesclada por uma vertente mais contemporânea. Ele próprio confessa que o seu encontro com a literatura ter-se-á dado quando, na biblioteca municipal dirigida pela mãe, descobriu os livros de Agatha Christie. Depois leu muito Emily Bronte e Albert Cohen, mas também Victor Hugo, Dostoievsky, Tolstoi e Stephen King.

Nova Iorque, o acaso e o amor e a iminência da morte são os temas centrais da sua obra. (in http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/)

Quando celebra o seu 37.º aniversário, destacamos Guillaume Musso.

Bibliografia de Guillaume Musso

Ken Follett com José Rodrigues dos Santos

ww1.rtp.pt: Conversas de Escritores de 2009-10-03A propósito do eminente autor que hoje destacámos, recordamos uma interessante entrevista sua a José Rodrigues dos Santos, no programa da RTP, “Conversas de Escritores”:
http://ww1.rtp.pt/blogs/programas/conversasdeescritores/?k=Ken-Follett.rtp&post=3837

Ken Follett

Ken Follett

Ken Follett

Considerado “o mestre dos thrillers históricos”, a sua obra mais popular é a saga histórica “Os Pilares da Terra”, de que já vendeu, em todo o mundo, mais de 100 milhões de exemplares e a que deu sequência com “Um Mundo Sem Fim”, que promete alcançar o mesmo êxito. Estreou-se como autor de sucesso neste género com “O Buraco da Agulha”, vencedor do Edgar Award como melhor romance de 1978 e que fez dele o mais jovem escritor milionário do mundo e escreveu outros romances best-sellers, como “A Chave para Rebeca”, “O Vale dos Cinco Leões”, ou “O Homem de Sampetersburgo”.

O tema primordial dos seus livros é a acção de espionagem e de guerra, num estilo de ritmo rápido e com abundância de situações clímax, que tendem a prender até mesmo os leitores mais casuais. Galês de nascimento, vive actualmente em Londres e cumpre hoje 62 anos.

Bibliografia de Ken Follett

João Aguiar

“As recordações excitam-no, fazem-lhe subir o sangue mais depressa à cabeça, como se para lá se tivesse mudado o coração. Assim foi, assim foi, porém hoje D. Afonso já não reina em Portugal e as bestas-feras jazem na masmorra à minha mercê e haverá de novo justiça, porque um rei-fantasma a fará, sobre grandes e pequenos, ricos e pobres. Sobre os vivos e também os mortos. Roubaram-te de mim, Inês, mas não sabiam que assim mesmo te punham para sempre em mim. Para sempre, até ao fim do mundo.”

(in “Inês de Portugal”)

João Aguiar

João Aguiar

Escreveu mais de duas dezenas de romances e criou duas séries de televisão destinadas ao público mais jovem, “Sebastião e os Mundos Secretos” e o “Bando dos Quatro”, no qual ele próprio figura na personagem do Tio João. Foi um dos cultores em Portugal do chamado romance histórico, com “A Voz dos Deuses”, publicado em 1984.

Frequentou em Lisboa os cursos superiores de Direito e Filosofia, mas foi em Bruxelas que se licenciou em Jornalismo. Começou pela RTP, onde também coordenou uma série da Rua Sésamo, e passou depois por jornais como “Diário de Notícias”, “A Luta”, “O País”. Dizia-se um “monárquico não tradicionalista”, justificava-o “por uma questão pragmática”. O último romance que publicou, “O Priorado do Cifrão”, era uma “charge” ao mundo criado por Dan Brown. (fonte: publico.pt)

Um ano após do seu desaparecimento, recordamos João Aguiar.

Bibliografia de João Aguiar

Thomas Hardy

“As pessoas que possuem alguma força de carácter carregam consigo, como os planetas, a sua atmosfera nas suas órbitas.”

Thomas Hardy

Thomas Hardy

Passou a sua infância no campo até ser estudante de arquitectura e trabalhar na restauração de edifícios antigos. O pessimismo radical que caracteriza os seus romances fazem com que o autor seja considerado o “último dos grandes vitorianos”, influenciando a reacção anti-romântica que se seguiu. Os seus romances mais notáveis são os que falam de um condado imaginário do sudoeste de Inglaterra (Wessex), que se pode em larga medida identificar com a região natal do escritor.

Publicou contos e acabou trocando a ficção pela poesia. Lançou “Poemas de Wessex”, “Poemas do Passado e do Presente” e “Palavras de Inverno”, tornando-se também um dos grandes poetas ingleses. Quando passam 171 anos do seu nascimento, recordamos Thomas Hardy.

Bibliografia de Thomas Hardy

Poemas de amor para Vila Flor (de Abílio Aires)

Quem Vila Flor visitar

“Quem Vila Flor visitar
Certo que volta de novo
Sabemos que vai gostar
Deste hospitaleiro povo.

Quem Vila Flor visitar
Virá noutra ocasião
Duas forças o vão puxar
Do coração à razão.

Quem Vila Flor visitar
Daqui não vai querer sair
Mas quando se ausentar
Sairá daqui a sorrir
Com saudade ao partir
De um dia poder voltar.”

(Retirado do livro ‘Poemas de amor para Vila Flor, de Abílio Aires)

“Poemas de amor para Vila Flor” é uma auto-publicação de Abílio Aires, através do SitiodoLivro.pt. Como o seu próprio título indica, é uma obra dedicada à cidade de Vila Flor, local com história secular e um passado vasto e rico, situada no distrito de Bragança. Através dos seus poemas, o autor apresenta-nos a sua cidade, as suas gentes, a cultura, a beleza,… o Amor que tem a Vila Flor.

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/poemas-de-amor-para-vila-flor/9789892024288/

Colleen McCullough

«Existe uma lenda acerca de um pássaro que só canta uma vez na vida, com mais suavidade que qualquer outra criatura sobre a Terra. A partir do momento em que deixa o ninho, começa a procurar um espinheiro, e só descansa quando o encontra. Depois, cantando entre os galhos selvagens, empala-se no acúleo mais agudo e comprido. E, morrendo, sublima a própria agonia e solta um canto mais belo que o da cotovia e o do rouxinol. Um canto superlativo, cujo preço é a existência. Mas o mundo inteiro pára para ouvi-lo, e Deus sorri no céu. Pois o melhor só se adquire à custa de um grande sofrimento… Pelo menos é o que diz a lenda.
[…]
O pássaro com o espinho cravado no peito segue uma lei imutável; impelido por ela, não sabe o que é empalar-se, e morre cantando. No instante em que o espinho penetra, não há nele consciência do morrer futuro; limita-se a cantar e canta até que não lhe sobra vida para emitir uma única nota. Mas nós, quando enfiamos os espinhos no peito, nós sabemos, compreendemos. E assim mesmo fazemo-lo.»

(in “Pássaros Feridos”)

Colleen McCullough

Colleen McCullough

É hoje uma das 100 pes­soas desig­na­das como “Tesou­ros Naci­o­nais Vivos” da Aus­trá­lia.

Neurofisióloga, criou o Departamento de Neurofisiologia do Royal North Shore Hospital, em Sidney, trabalhando posteriormente em investigação e ensinando na Yale Medical School durante dez anos.

A sua carreira literária começou com a publicação de “Tim”, seguido de ”Pássaros Feridos”, um best-seller internacional que bateu todos os recordes. A história de Roma Antiga é retratada de uma forma excepcional ao longo dos seis volumes que compõem a obra “O Primeiro Homem de Roma”. Para além dos romances, escreveu também a letra das canções de um musical para teatro.

Em 2000 recebeu o Scanno, o mais importante prémio literário italiano, pela obra “A Canção de Tróia”. No dia em que celebra o seu 74.º aniversário, destacamos Colleen McCullough.

Bibliografia de Colleen McCullough


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