«Este livro foi escrito há quinze anos atrás. Sofri uma tempestade cerebral, durante uma época de tempestades climatéricas que deixavam meu centro de saúde em Itirapina às escuras e vazio de doentes. À luz de uma minúscula vela, as folhas de um antigo formulário em desuso foram inundadas de palavras que destilavam através da minha caneta. O manuscrito adormeceu no fundo de uma gaveta tão rápido como foi escrito. O tempo passou, uma miúda nasceu e atravessamos o oceano. (…) Reescrever o livro em português nativo, representou um reencontro com o falar dos meus avós, pais, tios e patrícios. Os personagens de “A Solidão Tem Fim” vivem em espaços do Brasil desconhecidos pela maioria dos brasileiros e apresentam costumes peculiares. A linguagem característica dessas regiões obrigou-me a referenciar algumas palavras, outras não são referenciadas, mas no contexto consegue-se perceber o sentido que têm. Espero que o leitor aprecie esta singela história.» Luiz Cruz
Escrito por Luiz Cruz, “A Solidão tem fim” é uma colcha de retalhos das vivências do autor. Uma auto-publicação, através do SitiodoLivro.pt, onde os personagens, abandonados pelas circunstâncias da vida, fazem da solidão um mote para um dia encontrarem o final do conto de fadas “e viveram felizes para sempre.”







Bom dia de sol porque é assim que neste momento me encontro ao referenciar essa leitura matinal de Solidão tem fim. Quantas anotações dentre dos 15 anos, afinal este é cabalístico, tem história, a denotação ímpar significa uma supremacia justa de vida, de amores, de contos e recontos, de pinceladas do que é, do adormecido est vivendi, que a narrativa descritiva torna público o que o escritor com estilo repassa com muita propriedade um conteúdo de lirismo, de prosa, de poesia, de cotidianos de vida, aguçando no leitor aquela sensação de que o livro narrativamente nos confidencia, nos preenche de realismo
de romanico de que o AMOR é o único endereço onde a vontade, o desejo são caminhos que pernoitados podem conduzir a Todos a essência primordial de afetos.
E assim concebido o LIVRO de capa, ilustração intimista, alegre e título também aguçadíssimos, sente-se que sentimentos
nobres afloram abundantes um visual de convivas e prazeirosas leituras e de disseminadas conversas em bares, botequins, praças, restaurantes, saraus em tudo onde possa o homem sentir que AMAR é muito BOM.
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Parabéns! Realmente a solidão tem, por mais distante uns dos outros, em algum momento o reencontro é inevitável. E que prazer te reencontrar e poder te dizer o quanto sou feliz por tua existência. Sucesso!!!!!!
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