Archive Page 48

Vermicompostagem- Gestão de resíduos orgânicos

‘As minhocas mantêm o meio aerobicamente activo, convertendo parte do substrato orgânico em biomassa e em metabolismos resultantes da respiração, eliminando o substrato de forma estabilizada.’

‘Vermicompostagem – Gestão de resíduos orgânicos’ é a segunda auto-publicação didáctica de Nelson Lourenço, através do Sitiodolivro.pt, a qual pretende, com o necessário rigor científico, expor os princípios, processos e aplicações da vermicompostagem de uma forma clara e objectiva, destinada a investigadores, técnicos superiores, estudantes dos ramos da engenharia do ambiente, ciências agrárias, ecologia e biologia, ao bem como, público em geral.

Oswald de Andrade

Canto de regresso à pátria

«Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo.»

Oswald de Andrade

Oswald de Andrade

Escritor, ensaísta e dramaturgo brasileiro, foi um dos promotores da Semana de Arte Moderna que ocorreu em 1922, em São Paulo, tornando-se um dos grandes nomes do modernismo literário brasileiro e considerado pela crítica como o elemento mais rebelde do grupo, sendo o mais inovador entre estes.

Nenhum outro escritor do Modernismo ficou mais conhecido pelo espírito irreverente e combativo do que Oswald de Andrade. A sua actuação intelectual é considerada fundamental na cultura brasileira do início do século e a sua obra literária apresenta exemplarmente as características do Modernismo da primeira fase.

A sua poesia é precursora de um movimento que vai marcar a cultura brasileira na década de 60, o Concretismo. As suas ideias, recuperadas também na década de 60, reaparecem com roupagem nova no Tropicalismo.

Quando passam 120 anos do seu nascimento, relembramos e destacamos Oswald de Andrade.

Bibliografia de Oswald de Andrade

Antonio Muñoz Molina

Antonio Muñoz Molina

Antonio Muñoz Molina

É um dos mais destacados escritores da sua geração, distinguido duas vezes com o Prémio Nacional de Literatura (Narrativa), em 1988 e 1992.

Membro da Real Academia Espanhola desde 1996, foi o mais jovem intelectual a integrar esta instituição. Em 1988, foi agraciado pelo Governo francês com a Ordem das Artes e Letras. Como colunista, as suas prosas surgem regularmente nos jornais El País e Die Welt. A sua vasta obra literária encontra-se traduzida em mais de uma dezena de línguas.

No dia em que celebra o seu 55.º aniversário, destacámos Antonio Muñoz Molina.

Bibliografia de Antonio Muñoz Molina

O fio da meada

‘O fio da meada’ é um romance, composto por sete contos que se cruzam entre si, em vários momentos diferentes da vida do autor. Histórias com ‘pedaços’ reais que estão amalgamados com outros, perfeitamente fictícios. Através do Sitiodolivro.pt e recorrendo aos nossos serviços editoriais, Manuel Machado da Costa auto-publica ‘O fio da meada’, um livro que pretende ser um modesto tributo aos amigos e à amizade, sem dúvida, o nosso bem mais precioso.

Wilbur Smith

Wilbur Smith

Wilbur Smith

Relembramos hoje, no dia do seu 77.º aniversário, um escritor nascido na antiga Rodésia do Norte, actualmente Zâmbia, entretanto naturalizado britânico e que se tornou mundialmente famoso pelos seus romances históricos, quase sempre enquadrados na África austral e que relatam histórias de aventuras e intrigas internacionais, procurando explicar o desenvolvimento e a influência das comunidades brancas holandesa e inglesa naquela parte do continente africano. O conteúdo das suas obras, muitas convertidas ao cinema, tem sido frequentemente alvo da crítica pelo cariz político que incorporam.

Bibliografia de Wilbur Smith

Juan Marsé

“No que respeita ao trabalho, mantenho alguns princípios, poucos, que bem poderiam resumir-se a dois: procurar ter uma boa história para contar e procurar contá-la bem, quero dizer, esmerando-se na linguagem, porque será o bom uso da língua e não apenas a singularidade, a bondade ou a oportunidade do tema, o que irá preservar a obra do bolor do tempo.”

(Juan Marsé)

Juan Marsé

Juan Marsé

Galardoado com uma extensa lista de prémios literários, entre os quais o Planeta e o Cervantes (considerado o Nobel das Letras Espanholas), este autor catalão, mas que faz questão de escrever em Castelhano e que hoje destacamos, quando perfaz 77 anos, foi definitivamente consagrado, na década de 90, como um dos grandes novelistas espanhóis da actualidade.

A sua obra, sempre centrada em Barcelona e várias vezes convertida ao cinema, fica associada à resistência anti-franquista e está marcada pela sua militância nessa causa, reflectindo também a sua vivência da conflitualidade social de então. Desempenhou várias actividades profissionais no início da sua vida, como as de joalheiro, de tradutor, de professor de espanhol ou técnico de laboratório e, mais tarde, de guionista cinematográfico, publicitário e jornalista, até se dedicar exclusivamente à literatura.

Bibliografia de Juan Marsé

Shobhaa Dé

Shobhaa Dé

Shobhaa Dé

É uma das colunistas mais lidas na Índia, colaborando com regularidade para jornais e revistas como o “Times of Índia”, o “Sunday Observer”, o “Bombay Times”, o “Sunday Times” ou a “Week”.

É a autora indiana a escrever em língua inglesa com maior sucesso no seu país. Os seus romances transformam-se invariavelmente em bestsellers e são uma referência para as muitas leitoras que se revêem no seu desejo de ver emancipada a condição das mulheres na sociedade indiana.

Falamos de Shobhaa Dé, no dia em que celebra o seu 62.º aniversário.

Bibliografia de Shobhaa Dé

Evolução

“O que és?

O que estás aqui a fazer?

Consideras-te feliz?

E porque não?

É complicado?

Será?!

Notei que, quando se fala de energias, pensamento positivo, espiritual,… leva a que algumas pessoas fiquem com a ideia de que se trata de um campo abstracto… Este livro poderá ser considerado um guia espiritual prático, … da relação que mantemos com a vida. Vida essa que para mim é como se fosse um jogo; se for levado muito a sério perde a graça e, para ser bem jogado, convém saber as regras!” Didier Calado, in “Evolução”

Curioso(a)? O autor Didier Calado aventura-se na sua primeira auto-publicação, recorrendo aos serviços editoriais do Sitiodolivro.pt e publica ‘Evolução’, uma obra descrita pelo autor da seguinte forma: ‘A evolução da humanidade é conseguida com a complementação pessoal da informação geral.’

Osvaldo Soriano

Osvaldo Soriano

Osvaldo Soriano

Em 1973, publicou a sua primeira novela “Triste, Solitario y Final”, traduzida em doze idiomas.

Em 1983 conheceu-se em Buenos Aires “No habra más Penas ni Olvido”, levada ao cinema por Héctor Olivera e que ganhou o “Urso de Prata” no Festival de Berlim. Ainda em 1983, publicaram-se seis edições de “Quartéis de Inverno”, já antes considerada a melhor novela estrangeira de 1981 em Itália e convertida duas vezes ao cinema.

Algumas das suas novelas foram publicadas em vinte países e traduzidas para várias línguas. Morreu em 29 de Janeiro de 1997, na cidade de Buenos Aires.

No dia em que faria 67 anos, relembramos Osvaldo Soriano.

Serás, amor, um longo adeus que nunca acaba?

wherever you are o meu livro é como uma cama de papel que acabou de ser feita e está à espera dos meus sonhos, da primavera dos dias, de todos os meus segredos, silêncios e sinais. Escrevo-o com traços finos e em passos suaves enquanto conto a minha história, numa dança exacta e lima que só tu consegues ver.’ (Excerto do livro ‘serás, amor, um longo adeus que nunca acaba?’, de Conceição Teles de Menezes)

Um livro recheado com pequenas histórias que a autora vive e descreve da seguinte forma: ‘… numa dança perfeita, num mundo de água e de silêncio onde o amor existe e toca levemente as suas mãos quando escrevem histórias que lhe percorrem a pele e que tenta lançar ao vento em gritos infinitos.’ Uma auto-publicação de Conceição Teles de Menezes, através Sitiodolivro.pt.

O ursinho Pompom

‘O ursinho Pompom vive com seus pais na floresta, onde tem muitos amigos. Sente-se muito triste e leva os dias a chorar. Um dia, apareceu uma fada que lhe pergunta porque está triste e decide ajudá-lo…’ (Noémia Valente)

Através do Sitiodolivro.pt, Noémia Valente auto-publica a sua 1.ª obra infantil, uma história que pretende transmitir a todas as crianças, de todas as idades, que a beleza interior vale mais que a beleza exterior.

Luiz Pacheco

“O Génio é uma longa paciência”

Luiz Pacheco

Luiz Pacheco

Foi um escritor, editor, polemista, epistológrafo e crítico de literatura português.

Começa a publicar a partir de 1945 diversos artigos em vários jornais e revistas, como O Globo, Bloco, Afinidades, O Volante, Diário Ilustrado, Diário Popular e Seara Nova. Em 1950, funda a editora Contraponto, onde publica escritores como Raul Leal, Vergílio Ferreira, José Cardoso Pires, Mário Cesariny, António Maria Lisboa, Natália Correia, Herberto Hélder, etc., tendo sido amigo de muitos deles. Dedicou-se à crítica literária e cultural, tornando-se famoso (e temido) pelas suas críticas sarcásticas, irreverentes e polémicas. Denunciou a desonestidade intelectual e a censura imposta pelo regime salazarista.

O seu primeiro livro data de 1959, Carta-Sincera a José Gomes Ferreira, iniciando uma escrita de crítica inteligente, agressiva e irreverente, face aos costumes e nomes consagrados. Assume-se como um agitador intelectual, ironizando e satirizando a vida literária e cultural do país. De salientar na sua produção os textos de circunstância e a encenação epistolar, Pacheco versus Cesariny e as colectâneas Crítica de Circunstância, Literatura Comestível e Textos de Guerrilha 1 e 2. (in Infopédia)

Quando passam 3 anos da sua morte, relembramos Luiz Pacheco.

Christopher Isherwood

 

Christopher Isherwood

Christopher Isherwood

Foi um reputado escritor, reconhecido pelas suas obras relacionadas com Berlim, para onde foi atraído na juventude devido à relativa liberdade sexual que se vivia na cidade nos anos pré-guerra, tais como, “Mr. Norris Changes Trains” e um conjunto de contos com o título “Adeus a Berlim” (“Goodbye to Berlin”), que foram fonte de inspiração para a peça “I Am a Camera” de John Van Druten e posteriormente para o musical, depois passado a filme, “Cabaret”, “Adeus Berlim”.

“Um Homem Singular” é celebrado como a sua obra-prima. Foi recentemente adaptado ao cinema, no filme homónimo de Tom Ford e um verdadeiro sucesso de bilheteiras com Colin Firth, Ginnifer Goodwin, Julianne Moore, Matthew Goode e Nicholas Hoult nos principais papéis.

No dia em que perfazem 24 anos da sua morte, relembramos Christopher Isherwood.

VersejAndo Pelos Caminhos da Alma

“‘VersejAndo Pelos Caminhos da Alma’, é uma viagem aos sentires, aos sentidos que podemos tomar, quando, em frente às bifurcações da vida, são necessárias escolhas para continuar o caminho. É uma tentativa de perceber o mundo através do olhar e da escrita de uma mulher inquieta, apaixonada pela vida e pela beleza das pequenas coisas que são a essência do ser. Partindo daquela que deve ser a base das relações humanas, na opinião da autora, o amor, atravessam-se horizontes onde se perspectivam emoções, passando pelas várias nuances do ser mulher, numa sociedade onde estão cada vez mais em risco as diferenças que nos caracterizam e que desprezam demasiadas vezes o orgulho que devemos ter nas raízes que a alimentam.”

(in ‘VersejAndo pelos caminhos da alma’, de Lou Alma)

Recorrendo à auto-publicação, através do Sitiodolivro.pt, Lou Alma aceita o desafio e aventura-se nas veredas da escrita sob a forma de poesia. E eis aqui: ‘VersejAndo Pelos Caminhos da Alma’

Rosa Montero

Rosa Montero

Rosa Montero

Desde 1976, que colabora em exclusivo com o jornal El País, tendo obtido, em 1980, o Prémio Nacional de Jornalismo e, em 2005, o Prémio Rodríguez Santamaria de Jornalismo, como reconhecimento dos méritos de toda a sua carreira profissional.

Figura central da literatura espanhola contemporânea, a sua vasta obra de romancista está traduzida nas mais diversas línguas. Em Portugal, foram publicados, entre outros, os seus livros ”Histórias de Mulheres”, ”O Coração do Tártaro”, ”A Filha do Canibal”, ”Amantes e Inimigos”, ”A Louca da Casa” e ”História do Rei Transparente”.

”A Louca da Casa” recebeu o Prémio Grinzane Cavour de literatura estrangeira e o Prémio Qué Leer para o melhor livro espanhol, distinção que também foi atribuída, em 2006, a ”História do Rei Transparente”.

No dia em que celebra o seu 59.º aniversário, destacamos e damos os parabéns a Rosa Montero.

Os amigos do Marco

‘Mas quem é Marco? – perguntarão vocês?’

‘O Marco é um menino traquina, como todos os meninos de oito anos, que anda na escola. É um menino de cabelos ruivos e olhos castanhos-claros. Tem também muitas sardas na cara, que parecem estrelinhas do céu. Porém, o Marco tem lá uns amigos muito especiais…’

Escrita por Mário Leite, com ilustrações dos alunos da E.B. de Pedraça, ‘Os amigos do Marco’ é uma história com uma mensagem de incentivo para todos os jovens: ‘Para que façam da leitura a alavanca da sua formação’. Uma auto-publicação, através do Sitiodolivro.pt.

Sebastian Haffner

Sebastian Haffner

Sebastian Haffner

Pseudónimo de Raimund Pretzel, o autor que destacámos hoje, 11 anos após a sua morte, celebrizou-se como jornalista e historiador, tendo-se dedicado especialmente a analisar a Alemanha da época Nazi, regime sob o qual viveu, até se refugiar, em 1938, em Inglaterra, altura em que adoptou este pseudónimo para poder publicar os seus livros, sem arriscar a família que ficara residente no seu país.

A escolha do pseudónimo foi influenciada pela música clássica, já que Sebastian é um dos nomes próprios de Bach e Haffner o nome de uma sinfonia de Mozart. Uma das suas obras mais lidas no mundo e traduzida para português é “História de um Alemão”, “um notável relato sobre a vida quotidiana na Alemanha durante a ascensão do nazismo, que merece uma ampla leitura em qualquer parte do mundo” (Kiirkus Reviews). Como jornalista, escreveu para o “Die Welt” e para a “Stern”.

Desafios para 2011

Aqui vos deixamos uma sugestão para os vossos muitos desafios de 2011
(via http://www.tickettoanywhere.net/2010/11/2011-challenges.html):

A todos desejamos fantásticas e inolvidáveis leituras ao longo do próximo ano (para além do melhor, em tudo o resto)!

Miguel de Unamuno

“Mais vale o erro em que se crê do que a realidade em que não se crê; pois não é o erro, mas sim a mentira, o que mata a alma.”

ENTROPIA (poema)

E se o próprio tempo
um instante parasse
preso no abismo
da eternidade?

Se Deus adormecesse
e seu dedo horário
na esfera escrevesse
a última verdade?

Se contra o costume
voltasse a torrente
ao gelo, lá no cume
de onde saiu?

Infinito rolo
do tear divino,
fechado botão,
árvore, fruto e flor!

(Miguel de Unamuno)

Miguel de Unamuno

Miguel de Unamuno

Com a célebre frase “Vencereis, mas não convencereis”, este filósofo e escritor basco desafiou o regime franquista quando foi destituído, pela 3.ª vez e sempre por desavença política, do seu cargo de Reitor da Universidade de Salamanca e depois de ter sido deportado e exilado, por duas vezes. Acabou por morrer, pouco tempo depois, em prisão domiciliária.

Foi um “pensador apaixonado pelos problemas de seu tempo e é considerado um dos expoentes da chamada “geração de 98” da inteligência espanhola e precursor do existencialismo no seu país.” Evocamos este autor espanhol, no 74.º aniversário da sua morte.

Rudyard Kipling

Se

Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao redor já a perdeu e te culpa;

De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para estes no entanto achar desculpa;

Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,

Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretencioso;

Se és capaz de pensar – sem que a isso só te atires;
De sonhar – sem fazer dos sonhos teus senhores;

Se encontrando a Derrota e o Triunfo conseguires
tratar da mesma forma a esses dois impostores;

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste;

E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa só parada
Tudo quando ganhaste em toda a tua vida;

E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado tornar ao ponto de partida;

De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
a dar seja o que for que neles ainda existe.

E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.

E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.

Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.

Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e – o que ainda é muito mais – és um Homem, meu filho!

(Rudyard Kipling, tradução de Guilherme de Almeida)

Rudyard Kipling

Rudyard Kipling

Aqui vos deixamos este famoso poema, para evocar o incontornável e genial autor, considerado o maior “inovador na arte do conto curto”, Nobel da Literatura em 1907, que hoje destacámos, ao cumprirem-se 145 anos do seu nascimento.

Os seus livros para crianças são clássicos da literatura infantil e o seu melhor trabalho dá mostras de um talento narrativo versátil e brilhante. Foi um dos escritores mais populares de Inglaterra, em prosa e poema, no final do século XIX e início do XX. Para Henry James, “Kipling impressiona-me pessoalmente como o mais completo homem de génio (o que difere de inteligência refinada) que eu jamais conheci.”


O SitiodoLivro.pt

Insira aqui o seu endereço de email para seguir o Blogue e receber notificações dos novos artigos por email.

Siga-nos no Twitter

Quer publicar um livro? Saiba como aqui

Esclareça-se aqui como comprar-nos livros

Conheça as modalidades de pagamento que aceitamos

Para qualquer questão, contacte-nos desde já

Categorias

Arquivo por meses