«Assim é o amor: por ela, que não me quis, eu trocaria todas as pessoas que me quiseram sem restrições.»
Escritor norueguês, romântico e rebelde por excelência, recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1920. É autor do romance autobiográfico Fome (1890) que, devido ao uso iconoclasta que faz do monólogo interior e à ruptura com a tradicional lógica interna do romance, é considerado pela crítica como um marco da literatura moderna, antecedendo obras de escritores como Franz Kafka. Recordamos, 58 anos após a sua morte, Knut Hamsun.







A irreverência, a inquietação, a rebeldia, sinônimas ou antônimas é com elas que o lado ‘good gourmet’ da literatura romanica do escritor, se faz realçar. Escrever é assim circula por todas as artérias, veias e vasos sanguíneos do amor adormecido-amanhecido de quem imagina e acalenta a afeição por gente.
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