“No fim da minha vida, espero que o material histórico (…) que eu recolhi entre nas consciências e na memória dos meus compatriotas.”
«Foi um dos primeiros a «denunciar em voz alta o carácter desumano do regime estalinista e enfrentou provas difíceis, como milhões de cidadãos do seu país.» Mostrou ao mundo a dor dos campos de concentração soviéticos no seu clássico “Arquipélago Gulag”. O Nobel da Literatura foi-lhe atribuído em 1970, mas recusou ir recebê-lo a Estocolmo, com receio de não poder regressar à Rússia. O que haveria de acontecer em 1974, quando foi expulso do país e privado da cidadania russa. Recordemos Alexandre Soljenitsyne, dois anos após a sua morte.







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